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Jesus disse: “E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela” (Mateus 16,18)…


Como já foi evocado, a tradição cristã concedeu a Pedro o título de Príncipe dos Apóstolos. Todos os evangelistas, sem exceção, ao falar dos doze, ao apresentar a lista de seus nomes, dão Pedro em primeiro lugar, um lugar de honra e de primaz, enquanto Judas “Ish Harlot” fica sempre com o último. É assim em São Mateus (10,2-4), São Marcos (3,16-19), São Lucas (6,13-16) e nos Atos dos Apóstolos (1,13).

O termo grego “prótos”, traduzido como primeiro: “O primeiro é Simão que se chama Pedro (Mateus 10,2), quer dizer primeiro em posição, em honra e dignidade. Como em São Mateus (20,27): “O que entre vós quiser ser o primeiro, seja este vosso servo” ou em São Marcos (12,28): “Qual era o primeiro de todos os mandamentos?” para logo agregar: “Nenhum outro mandamento há que seja maior dos que estes” (Marcos 12,31).

O termo “prótos” também designa o “príncipe”, de onde a expressão da tradição “Príncipe dos Apóstolos”, atribuída a Pedro…

(Evaristo Eduardo de Miranda, Editora Vozes, Bíblia, História, Curiosidades…)

 
 
 

Inácio gostava muito de ler livros mundanos e romances que narravam supostos feitos heróicos de homens ilustres. Assim que se sentiu melhor, pediu que lhe dessem alguns deles, para passar o tempo. Mas não se tendo encontrado naquela casa nenhum livro deste gênero, deram-lhe um que tinha por título A vida de Cristo e outro chamado Florilégio dos Santos, ambos escritos na língua pátria.


Com a leitura frequente desses livros, nasceu-lhe um certo gosto pelos fatos que eles narravam. Mas, quando deixava de lado essas leituras, entregava seu espírito a lembranças do que lera outrora; por vezes ficava absorto nas coisas do mundo, em que antes costumava pensar.

Em meio a tudo isto, estava a divina providência que, através dessas novas leituras, ia dissipando os outros pensamentos. Assim, ao ler a vida de Cristo nosso Senhor e dos santos, punha-se a pensar e a dizer consigo próprio: “E se eu fizesse o mesmo que fez São Francisco e o que fez São Domingos?” E refletia longamente em coisas como estas. Mas sobrevinham-lhe depois outros pensamentos vazios e mundanos, como acima se falou, que também se prolongavam por muito tempo. Permaneceu nesta alternância de pensamentos durante um tempo bastante longo.

Contudo, nestas considerações, havia uma diferença: quando se entretinha nos pensamentos mundanos, sentia imenso prazer; mas, ao deixá-los por cansaço, ficava triste e árido de espírito. Ao contrário, quando pensava em seguir os rigores praticados pelos santos, não apenas se enchia de satisfação, enquanto os revolvia no pensamento, mas também ficava alegre depois de os deixar.

No entanto, ele não percebia nem avaliava esta diferença, até o dia em que se lhe abriram os olhos da alma, e começou a admirar-se desta referida diferença. Compreendeu por experiência própria que um gênero de pensamentos lhe trazia tristeza, e o outro, alegria. Foi esta a primeira conclusão que tirou das coisas divinas. Mais tarde, quando fez os Exercícios Espirituais, começou tomando por base esta experiência, para compreender o que ensinou sobre o discernimento dos espíritos.

(Da Narrativa autobiográfica de Santo Inácio, recolhida de viva voz pelo Padre Luís Gonçalves da Câmara – Cap. 1,5-9: Acta Sanctorum Iulii, 7 [1868], 647 – Séc. XVI).

 
 
 
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