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QUÉBEC, segunda-feira, 16 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Cerca de 11 mil peregrinos, 50 cardeais e mais de 100 bispos participam desde ontem do 49º Congresso Eucarístico Internacional, que se desenvolve em Québec, Canadá, com o lema «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», e que se estenderá até 22 de junho.

A abertura formal foi feita pelo legado pontifício, cardeal Jozef Tomko, persidente emérito do Comitê Pontifício para os Congressos Eucarísticos Internacionais, que foi portador de uma mensagem especial do Papa Bento XVI. Também se abriu o Congresso nos lugares de adoração eucarística.

Apesar de que o pontífice não viajará ao Canadá, a tecnologia permitirá que pronuncie em 22 de junho a homilia da missa de encerramento, ao vivo, via satélite desde Roma. Para poder vê-la e escutá-la, os organizadores colocarão telões em toda a área. A missa começará às 11h com uma procissão de 1.200 pessoas.

Procissão eucarística

Nesta segunda-feira, o arcebispo de Washington, Dom Donald William Wuerl, falou sobre «a Eucaristia, dom de Deus por excelência», e estava prevista uma procissão eucarística pelas ruas de Québec, que sairá do Colisée Pepsi para ir até o Ágora do Porto Velho, em um percurso de pouco mais de 5 quilômetros.

O cardeal Marc Ouellet, arcebispo de Québec, encarregado da organização do Congresso, explicou que «esta atividade pública permitirá um encontro entre os peregrinos congressistas e os cidadãos da Cidade de Québec».

Cerca de 15 mil pessoas participarão da procissão, que será encabeçada por um veículo no qual se transportará o Santíssimo Sacramento. Para a ocasião, o veículo foi chamado de Tabor, pelo Monte Tabor, que se encontra na Palestina e é altamente simbólico.

Imensos estandartes e portadores de figuras gigantes acompanharão a multidão de caminhantes. Entre elas, haverá também imagens de santos e beatos canadenses.

Durante todo o trajeto, estão previstas paradas em diferentes lugares. A primeira escala se fará por volta das 19h30, na igreja Saint-François-d’Assise, onde já estarão reunidas algumas pessoas. Nesse momento, o Cardeal Tomko entrará na igreja, acompanhando o Santíssimo Sacramento, e abençoará a assembléia.

A segunda parada será por volta das 21h, na igreja Saint-Roch, na qual poderá entrar muita gente. A escolha desee ponto para deter-se se deve ao apoio que se dá às numerosas ações sociais e comunitárias que surgiram no bairro Saint-Roch. Como na igreja Saint-François-d’Assise, o legado visitará esse lugar sagrado.

Lá os peregrinos poderão acender seu círio ao iniciar a etapa final que os levará ao Ágora. Cerca de 20 minutos antes que os peregrinos cheguem, o grupo Gen Verde subirá ao cenário do Ágora.

 
 
 

Segundo explica o Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap.

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 28 de agosto de 2007 (ZENIT.org).- A «noite escura» que a Madre Teresa de Calcutá viveu, documentada por um livro recém-publicado, foi uma espécie de «martírio», devido à «presença ausente» de Deus, explica o Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap.

O pregador da Casa Pontifícia comentou a publicação de cartas inéditas da beata, recolhidas no livro «Madre Teresa: venha e seja minha luz» («Mother Teresa: come be my light»), publicado pelo Pe. Brian Kolodiejchuk, postulador da causa de canonização da religiosa, dez anos após seu falecimento.

Em uma de suas cartas, a Madre Teresa diz: «Há tanta contradição em minha alma: um profundo anseio de Deus, tão profundo que causa dano; um sofrimento contínuo, e com isso o sentimento de não ser querida por Deus, rejeitada, vazia, sem fé, sem amor, sem céu… O céu não significa nada para mim: parece-me um lugar vazio!».

O pregador do Papa, através das ondas da «Rádio Vaticano», declarou que «este sofrimento lacerante, provocado pelo vazio de Deus, é o sinal de que se trata de um fenômeno positivo».

«Trata-se de uma presença-ausência – acrescenta o sacerdote capuchinho: Deus está presente, mas não é experimentado.»

«Que a Madre Teresa pudesse passar horas ante o Santíssimo [na Eucaristia, ndr.], como dizem as testemunhas que a viram, quase extasiada… e que o fizesse nestas condições demonstra que é um martírio», sublinha. «É um verdadeiro martírio, porque para quem não experimenta Deus e sente esse vazio, estar durante horas quieta ante o Santíssimo significa verdadeiramente estar entre chamas», acrescenta.

«É estranho que alguém se escandalize por estes escritos da Madre Teresa ou inclusive que pense que, quem os está publicando, tem de vencer as dúvidas de que as pessoas se escandalizem», confessa.

«Para mim, isso torna maior a figura da Madre Teresa, não a diminui», continua reconhecendo Cantalamessa. «Os ateus ‘normais’, comuns, não ficam aflitos pela ausência de Deus; mas, para a Madre Teresa, era a prova mais terrível que podia viver.»

«Creio que Madre Teresa tem verdadeiramente a estatura dos grandes da santidade cristã, precisamente por sua capacidade de esconder fenômenos, de vivê-los pessoalmente no íntimo de seu coração.»

«Talvez ela o tenha feito precisamente em expiação por esse ateísmo crescente que se dá no mundo de hoje, pois no fundo, a Madre Teresa viveu este viver como se Deus não existisse positivamente, com fé, do lado de Deus», indica.

«A noite escura, declara o Pe. Cantalamessa, é muito conhecida na tradição cristã; talvez a novidade foi a maneira em que a Madre Teresa a viveu.»

«Pois enquanto a ‘noite do espírito’, de São João da Cruz, é um período geralmente preparatório ao definitivo, que se chama ‘unitivo’, no caso de Madre Teresa parece que foi um estado estável, a partir de um certo momento de sua vida, quando começou sua grande obra de caridade, até o final.»

«Desde meu ponto de vista, este prolongamento da ‘noite’ tem também um significado para nós hoje. Creio que a Madre Teresa é a santa da era da comunicação, pois esta ‘noite do espírito’ a protegeu da possibilidade de converter-se em vítima da mídia, ou seja, de que exaltasse a si mesma.»

«De fato – conclui o frei capuchinho –, ela mesma dizia que ante as maiores honras e ante o interesse da imprensa, ela não sentia nada, porque vivia este vazio interior. Era uma espécie de escudo protetor para atravessar a era dos meios de comunicação.»

 
 
 

Que ele mesmo presidirá

CIDADE DO VATICANO, domingo, 11 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI convida os fiéis de Roma e os peregrinos «a participar em grande número» das celebrações de Corpus Christi, que expressarão na próxima quinta-feira «a fé da comunidade cristã por seu Senhor presente na Eucaristia».

Enquanto concluiu neste domingo a oração do Ângelus na Praça de São Pedro, no Vaticano, o bispo de Roma lançou esta convocação e recordou os atos litúrgicos da próxima solenidade eucarística, e que ele mesmo presidirá.

A Santa Missa celebrada por Bento XVI será às 19:00h do dia 15 de junho, a Basílica romana de São João de Latrão.

Ao término da Eucaristia, «acompanharemos solenemente o Santíssimo Sacramento pela Via Merulana até a Praça de Santa Maria Maior, onde darei a Bênção eucarística», disse frente a milhares de peregrinos.

A procissão é tradicional em Roma (como em muitos lugares do mundo) na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo.

A Sala das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice informa de que a procissão começará com os escoteiros, seguidos por confrarias e sodalícios, associações eucarísticas, crianças que acabam de fazer a primeira comunhão e coroinhas, cavaleiros do Santo Sepulcro, religiosas, religiosos, sacerdotes, párocos, capelães e prelados de Sua Santidade, bispos, arcebispos e cardeais.

Os seminaristas, fiéis das paróquias e membros de associações e movimentos eclesiais seguirão o Santíssimo Sacramento.

Nos dois dias prévios à celebração, na Basílica de Santa Maria Maior haverá quarenta horas de adoração eucarística ininterruptas, anuncia o Vicariato de Roma.

 
 
 
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