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Papa Francisco

Vaticano, 02 Mai. 14 / 02:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante a missacelebrada hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco expressou que chorou pelos cristãos crucificados faz uns dias na Síria por parte de extremistas muçulmanos, e lamentou que ainda haja gente “que em nome de Deus, mata e persegue”.

“Eu chorei quando vi nos meios de comunicação social” a notícia de “cristãos crucificados em certo país não cristão. Também hoje há gente assim, que em nome de Deus, mata e persegue”, disse o Papa, e indicou que assim como os apóstolos, hoje também se veem tantos fiéis que se sentem “felizes por serem ultrajados em nome de Jesus”.

Faz uns dias, Rádio Vaticano publicou as declarações da irmã Raghida, que tinha estado na Síria e que denunciou crucificações de cristãos em povos ocupados por extremistas muçulmanos.

Em sua homilia se centrou no Evangelho da multiplicação dos pães e dos peixes e na narração dos Atos dos Apóstolos onde os discípulos de Jesus são flagelados pelo Sinédrio.

Conforme informou a Rádio Vaticano, Francisco propôs três ícones: o primeiro é o amor de Jesus pelas pessoas, os ciúmes das autoridades religiosas da época e o padecimento em nome de Jesus.

O Santo Padre recordou que Cristo não se preocupava com os que o seguiam, se eram muitos ou poucos… e, por conseguinte, não se preocupa se a Igrejaaumentou ou não. Ele, simplesmente, pregava, amava, rezava, acompanhava, caminhava com as pessoas mansas e humildes. A todos os que o seguiam, o Senhor falava mediante a força do amor.

O segundo ícone refere-se aos “ciúmes” das autoridades religiosas daquele tempo que não toleravam as pessoas que seguiam Jesus. “Não o toleravam! Tinham ciúmes”, expressou o Papa, que advertiu que esta é uma atitude feia, pois dos ciúmes surge a inveja.

“Sabemos que o pai da inveja” é o demônio e pela inveja “entrou o mal no mundo”. “Estas pessoas sabiam bem quem era Jesus: sabiam! Estas pessoas eram as mesmas que tinham pago aos guardas para dizerem que os apóstolos tinham roubado o corpo de Jesus!” com o objetivo de silenciar a verdade

“Ele pagaram para calar a verdade. Mas, eram perversos! Pagar para esconder a verdade consiste em uma grande perversidade. As pessoas sabiam quem eles eram e não os seguiam. Elas apenas toleravam a sua autoridade: autoridade de culto, de disciplina eclesiástica e sobre o próprio povo. Enfim, o Sinédrio não tolerava a mansidão de Jesus, do Evangelho, do amor. Por isso, pagava por ter inveja e ódio”, expressou.

O último ícone apresentado pelo Pontífice, com base na liturgia do dia, consiste naqueles que são submetidos a ofensas por causa do nome de Jesus. Aqui, o Papa Francisco confessou ter até chorado diante da notícia, veiculada pela mídia, sobre a crucificação de cristãos em um país não-cristão.

Em nossos dias, concluiu o Santo Padre, muitos são assassinados e perseguidos por causa do nome de Jesus. Não obstante, os cristãos sempre se gloriam de seguir Jesus, tanto no presente como no passado. Eles não ocultam a verdade, que é o próprio Jesus Cristo.

 
 
 

Imagem: CC BY-SA HonestReporting.com

Roma, 31 Out. 13 / 06:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Metropolita sírio ortodoxo das sedes de Homs e Hama, Selwanos Boutros Alnemeh, denunciou o massacre de 45 cristãos na cidade síria de Sadad por tropas de radicais islâmicos antes de que a cidade fosse recuperada pelo exército.

“O que ocorreu em Sadad foi o pior e mais grave massacre de cristãos ocorrido na Síria nos últimos dois anos e meio” expressou à agência Fides o prelado, ilustrando o trágico saldo de vítimas fatais nesta pequena cidade cristã. “Os civis inocentes foram martirizados sem nenhuma razão, eram 45, entre eles várias mulheres e crianças, muitos dos quais foram jogados em fossas comuns. Outros civis foram ameaçados e aterrorizados”, denunciou.

Até o momento 30 pessoas estão feridas e outras 10 continuam desaparecidas. Durante uma semana, 1.500 famílias foram mantidas como reféns e escudos humanos. Entre eles crianças, idosos, jovens, homens e mulheres. Alguns deles fugiram a pé percorrendo os 8 km desde Sadad até Al-Hafer para encontrar refúgio. Cerca de 2.500 famílias fugiram de Sadad, levando apenas a roupa que tinham no corpo, devido à irrupção de grupos rebeldes armados e hoje estão refugiados nas cidades de Damasco, Homs, Fayrouza, Zaydal, Maskane e Al-Fhayle”.

“A cidade carece por completo de eletricidade, água e telefone. Todas as casas de Sadad foram roubadas e saqueadas. As Igrejas estão danificadas e profanadas, privadas de livros antigos e móveis preciosos, manchadas com escritos contra o cristianismo. As escolas, prédios governamentais, edifícios municipais foram destruídos, assimo como a agência de correios, o hospital e a clínica. Roubaram das crianças de Sadad seu futuro e muitos lares não poderão ser reconstruídos”, denunciou.

“Gritamos pedindo ajuda ao mundo inteiro, mas ninguém nos escutou. Onde está a consciência cristã? Onde está a consciência humana? Onde estão meus irmãos? Penso em todos os que estão sofrendo hoje o luto e a dor: Tenho um nó na garganta e me dói o coração pelo que sucedeu em minha arquidiocese. Qual será nosso futuro? Pedimos a todos que orem por nós”.

A cidade de Sadad, um assentamento cristão, foi invadido e ocupado pelas tropas rebeldes islâmicas no dia 21 de outubro e reconquistada nos últimos dias pelo exército regular de Síria, país comandado por Bashar Al Assad. Os representantes do Patriarcado e das famílias das vítimas, que retornaram à cidade, encontraram, para seu horror, duas fossas comuns, onde estavam os corpos de seus familiares e amigos.

A cidade está completamente destruída e saqueada. Alguns dos militantes que invadiram a cidade se refugiaram na Igreja sirio-ortodoxa de São Teodoro, que foi profanada.

Sadad é um antigo povoado sírio que data do ano 2000 a.C., situado na região de Qalamoon, ao norte de Damasco, com suas Igrejas, templos, ícones históricos e lugares arqueológicos possui 15.000 habitantes, sendo a maioria deles cristãos.

 
 
 

ROMA, 24 Out. 13 / 09:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Tropas islâmicas tentaram desde segunda-feira tomar a cidade cristã de Sadad (Síria), entretanto, a imprensa internacional informou nesta quarta-feira que as forças governamentais de Bashar al Asad conseguiram conter o ataque dos rebeldes.

Conforme informou nesta quarta-feira a agência Fides, o ataque à cidade de Sadad por parte das tropas rebeldes aconteceu na tarde de segunda-feira, 21 de outubro. Segundo fontes locais, também citadas pelo Observatório Sírio para os Direitos humanos com sede em Londres, a incursão usou uma estratégia semelhante à utilizada um mês atrás no histórico povo cristão de Maalula.

Várias centenas de homens divididos entre os elementos das brigadas al-Faruk e os islamistas da frente al-Nusra e do Estado Islâmico do Iraque e do Levante entraram em Sadad a partir de três frentes, com cerca de trinta veículos militares, concentrando-se inicialmente no hospital da cidade e tomando os edifícios do governo.

Entretanto, na terça-feira o exército sírio começou um contra-ataque dando suporte às forças da polícia local. Enquanto isso, alguns dos 15 mil habitantes – na maioria cristãos ortodoxos e católicos de rito sírio – começaram seu êxodo em direção à estrada que liga Damasco e Homs, que está a 15 quilômetros.

A cidade bíblica de Sadad, citada no livro dos Números e no Livro de Ezequiel, encontra-se a 95 quilômetros de Damasco, e a sessenta de Homs. A cidade conta com duas Igrejas dedicadas a São Sergio e São Teodoro, famosas por seus afrescos.

 
 
 
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