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“Pedimos humildemente a Vossa Santidade que realize publicamente o ato de consagração da Ucrânia e da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, conforme solicitado pela Santíssima Virgem em Fátima”

Os bispos ucranianos enviaram uma carta ao Papa Francisco pedindo que ele consagre a Ucrânia e a Rússia ao Imaculado Coração de Maria.

Confira o texto escrito pelo episcopado, conforme notícia veiculada pelo portal Credo:

“Santo Padre!

Nestas horas de incomensurável dor e terrível provação para o nosso povo, nós, Bispos da Conferência Episcopal da Ucrânia, somos porta-vozes da frequente e sincera súplica, apoiada pelos nossos sacerdotes e pelas pessoas consagradas, que nos chega de todo o povo cristão, para que Vossa Santidade consagre a nossa Pátria e a Rússia.

Assim, pedimos humildemente a Vossa Santidade que realize publicamente o ato de consagração da Ucrânia e da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, conforme solicitado pela Santíssima Virgem em Fátima. Que a Mãe de Deus, Rainha da Paz, aceite nossa prece: Regina pacis, ora pro nobis! [em latim, ‘Rainha da paz, rogai por nós’, ndr]”.

Antes de continuar a leitura, assista a formação para entender o conflito entre Rússia e Ucrânia:


As controvérsias sobre a consagração da Rússia

De fato, a consagração da Rússia tal como foi pedida por Nossa Senhora em Fátima é um tema que ainda gera debates entre muitos católicos.

Vários Papas já consagraram o mundo ao Coração Imaculado de Maria, mas existe um debate sobre até que ponto essas consagrações “do mundo” equivalem a uma consagração “da Rússia” especificamente.

A Rússia foi consagrada ao Imaculado Coração, como pedira a Virgem de Fátima? Trata-se de um assunto muito debatido. As vozes se dividem. No entanto, a resposta já foi dada, e pela própria Virgem Maria. Assista:


Existem controvérsias entre os que defendem que a consagração está feita e é válida e aqueles que afirmam que ela não foi feita explicitamente

Nossa Senhora pediu, em Fátima, que a Rússia fosse consagrada ao seu Imaculado Coração:

“Virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se os meus pedidos forem ouvidos, a Rússia se converterá e haverá paz; se não, ela irá espalhar os seus erros pelo mundo, causando guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados; o Santo Padre vai ter muito que sofrer; várias nações serão destruídas. No fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre vai consagrar a Rússia a mim e ela se converterá, e um período de paz será concedido ao mundo”.

Controvérsias

Vários Papas já consagraram o mundo ao Coração Imaculado de Maria, mas existe um debate sobre até que ponto essas consagrações “do mundo” equivalem a uma consagração “da Rússia” especificamente.

Após as aparições de Fátima, houve ao menos 7 atos de consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, realizados pelos Papas. São eles:

31 de outubro de 1942: Pio XII faz uma consagração do mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria.

7 de julho de 1952: Pio XII consagra os povos da Rússia ao Imaculado Coração de Maria, em sua carta apostólica Sacro Vergente Anno:

“Tal como alguns anos atrás consagramos a humanidade inteira ao Imaculado Coração da Virgem Maria, Mãe de Deus, também hoje a consagramos e de forma especial confiamos todos os povos da Rússia a este Imaculado Coração”.

21 de novembro de 1964: Paulo VI renova a consagração da Rússia ao Imaculado Coração, na presença dos Padres do Concílio Vaticano, mas sem a participação deles.

13 de maio de 1982: São João Paulo II convida os bispos do mundo a se unirem a ele para consagrar o mundo e, com ele, a Rússia ao Imaculado Coração. Muitos não receberam o convite a tempo da viagem do Papa a Fátima, onde ele fez a consagração. A irmã Lúcia diz, mais tarde, que as condições não foram cumpridas.

Outubro de 1983: durante o Sínodo dos Bispos, São João Paulo II renova a consagração de 1982.

25 de março de 1984: São João Paulo II, “unido a todos os pastores da Igreja por um vínculo especial sob o qual eles constituem um corpo e um colégio“, consagra “o mundo inteiro, especialmente as pessoas cuja situação vos leva a ter por elas um amor e solicitude particulares“. Em correspondência de 29 de agosto de 1989, a Irmã Lúcia afirma que a consagração da Rússia “foi feita” e que “Deus manterá a Sua palavra“. De fato, subseguem-se eventos significativos, como a queda do Muro de Berlim (9 de novembro de 1989) e a dissolução da União Soviética (25 de dezembro de 1991).

13 de outubro de 2013: o Papa Francisco consagra o mundo ao Imaculado Coração de Maria.

Mesmo com essas consagrações, inclusive mencionando-se explicitamente a Rússia em algumas delas, muitas pessoas ainda divergem sobre a “validade” ou pelo menos a “liceidade” da consagração da Rússia, afirmando que não foram seguidas à risca as instruções de Nossa Senhora nas aparições em Fátima.

A tese de que a Rússia não foi adequadamente consagrada

Quem contesta que a Rússia tenha sido validamente consagrada enfatiza que:

  1. Os Papas consagraram o mundo, mas não especificamente a Rússia, e tampouco em união com todos os bispos.

  2. A Rússia não se converteu, o que Maria prometeu que aconteceria caso a consagração fosse feita.

A tese de que a Rússia foi adequadamente consagrada

Quem considera que a consagração está feita e é válida observa que:

  1. A própria Irmã Lúcia, que foi quem recebeu a mensagem de Maria, declarou que a consagração da Rússia foi feita pelo Papa João Paulo II em 25 de março de 1984, acrescentando que “Deus manterá a Sua palavra“.

  2. Em 26 de junho de 2000, a Santa Sé revelou o terceiro segredo de Fátima e afirmou que a consagração estava feita. A revelação foi feita pelos cardeais Bertone e Ratzinger – e Ratzinger viria a ser eleito Papa como Bento XVI.

Quanto à conversão da Rússia, é verdade que este fruto ainda é um fato amplamente questionável, mas também é verdade que existe por parte de todos os católicos a responsabilidade de rezar o terço todos os dias e manter a devoção dos 5 primeiros sábados. Ao fazerem parte de um mesmo pedido de Nossa Senhora, a consagração da Rússia e as nossas responsabilidades de oração, devoção e conversão pessoal parecem ter um vínculo direto com a promessa de conversão da Rússia e de um período de paz no mundo.

 
 
 

O processo de boiolização do ocidente o tornou incapaz de reagir a essa agressão russa a Ucrânia.

Putin, o falso conservador, que a muitos tem enganado, está a seguir os mesmos passos de Hitler, mas a OTAN e as nações ocidentais, governadas por sujeitos frouxos, apenas esperneia e joga saliva fora com um dialoguismo estéril, que pretende afetar virtude, mas apenas demostra a incapacidade de lerem a realidade e darem respostas concretas a esse grave problema que ameaça a humanidade inteira.

O tempo do diálogo com os russos já passou. Ao aceitarem a invasão da Crimeia em 2014, sussurrando algumas reprovações estéreis, mas seguirem fingindo que nada aconteceu, os dirigentes da OTAN e europeus, acabaram por alimentar o lobo, fortalecendo-o para uma ulterior investida, como a que agora estamos testemunhando.

“Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra… e terão a guerra!”. A famosa frase de Churchill a respeito do “acordo ” feito por Chamberlain com o invasor Hitler, poderia perfeitamente ser aplicada aos líderes ocidentais de nosso tempo. Não aprenderam nada com os erros do passado…

O acordo de cooperação mútua assinado por Rússia e China em 04 de fevereiro desse ano de 2022, que antecedeu a agressão da Rússia a Ucrânia, inaugurou o início de um novo momento na ordem internacional. Como não recordar o pacto Ribbentrop- Molotov que garantiu a não agressão e a cooperação entre a Alemanha de Hitler e a Rússia de Stalin, garantindo uma relativamente tranquila invasão alemã a Polônia? A história de novo…

Com a demonstração de covardia e inação do ocidente, todos os protoditadores com pretensões expansionistas poderão se incentivar a concretizar seus intentos. Talvez Taiwan seja a próxima vítima, ou, quem sabe, bem perto de nós, a Venezuela se anime a invadir o Suriname.

Putin, que já afirmou em diferentes ocasiões, que a desintegração do império soviético foi o pior desastre geopolítico do século XX, quer de volta aquilo que outrora foi a antiga União Soviética, quer a glória da “mãe” Rússia, tal como Hitler queria o Terceiro Rash. Quer ser o restaurador do novo império soviético. E se depender dos atuais frouxos líderes ocidentais, seguramente isso acontecerá.

A guerra virá com ou sem reações, mas quanto mais demostram fraqueza e pusilanimidade, mais motivam o inimigo e mais se tornam um mal exemplo para essa geração já por demais afrescaiada.

Em 1917 Nossa Senhora disse para consagrar a Rússia ao seu Imaculado Coração, mas como nenhum Papa obedeceu ao apelo da Mãe de Deus, a profecia se cumpriu o erro da Rússia foi espalhado pelo mundo… entretanto a outra parte da profecia diz que por fim o Imaculado Coração Triunfará e então a Rússia se converterá.

Enquanto o mundo se apequena diante do mal e rifa sua liberdade em troca de uma falsa paz, procuremos fortalecer nossa fé e nossa virtude para, ao menos, deixar aos nossos filhos um testemunho de fé, de maior virilidade, de disposição ao sacrifício por Deus, por nossa pátria e pela liberdade, pois tempos muito difíceis se seguirão.

Templário de Maria


 
 
 

O processo de boiolização do ocidente o tornou incapaz de reagir a essa agressão russa a Ucrânia.

Putin, o falso conservador, que a muitos tem enganado, está a seguir os mesmos passos de Hitler, mas a OTAN e as nações ocidentais, governadas por sujeitos frouxos, apenas esperneia e joga saliva fora com um dialoguismo estéril, que pretende afetar virtude, mas apenas demostra a incapacidade de lerem a realidade e darem respostas concretas a esse grave problema que ameaça a humanidade inteira.

O tempo do diálogo com os russos já passou. Ao aceitarem a invasão da Crimeia em 2014, sussurrando algumas reprovações estéreis, mas seguirem fingindo que nada aconteceu, os dirigentes da OTAN e europeus, acabaram por alimentar o lobo, fortalecendo-o para uma ulterior investida, como a que agora estamos testemunhando.

“Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra… e terão a guerra!”. A famosa frase de Churchill a respeito do “acordo ” feito por Chamberlain com o invasor Hitler, poderia perfeitamente ser aplicada aos líderes ocidentais de nosso tempo. Não aprenderam nada com os erros do passado…

O acordo de cooperação mútua assinado por Rússia e China em 04 de fevereiro desse ano de 2022, que antecedeu a agressão da Rússia a Ucrânia, inaugurou o início de um novo momento na ordem internacional. Como não recordar o pacto Ribbentrop- Molotov que garantiu a não agressão e a cooperação entre a Alemanha de Hitler e a Rússia de Stalin, garantindo uma relativamente tranquila invasão alemã a Polônia? A história de novo…

Com a demonstração de covardia e inação do ocidente, todos os protoditadores com pretensões expansionistas poderão se incentivar a concretizar seus intentos. Talvez Taiwan seja a próxima vítima, ou, quem sabe, bem perto de nós, a Venezuela se anime a invadir o Suriname.

Putin, que já afirmou em diferentes ocasiões, que a desintegração do império soviético foi o pior desastre geopolítico do século XX, quer de volta aquilo que outrora foi a antiga União Soviética, quer a glória da “mãe” Rússia, tal como Hitler queria o Terceiro Rash. Quer ser o restaurador do novo império soviético. E se depender dos atuais frouxos líderes ocidentais, seguramente isso acontecerá.

A guerra virá com ou sem reações, mas quanto mais demostram fraqueza e pusilanimidade, mais motivam o inimigo e mais se tornam um mal exemplo para essa geração já por demais afrescaiada.

Em 1917 Nossa Senhora disse para consagrar a Rússia ao seu Imaculado Coração, mas como nenhum Papa obedeceu ao apelo da Mãe de Deus, a profecia se cumpriu o erro da Rússia foi espalhado pelo mundo… entretanto a outra parte da profecia diz que por fim o Imaculado Coração Triunfará e então a Rússia se converterá.

Enquanto o mundo se apequena diante do mal e rifa sua liberdade em troca de uma falsa paz, procuremos fortalecer nossa fé e nossa virtude para, ao menos, deixar aos nossos filhos um testemunho de fé, de maior virilidade, de disposição ao sacrifício por Deus, por nossa pátria e pela liberdade, pois tempos muito difíceis se seguirão.

Templário de Maria


 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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