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A única passagem do discurso da Vigília em que ele improvisa

VALÊNCIA, terça-feira, 11 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Benedito XVI destacou o decisivo papel que os avós desempenham na família em seu discurso que pronunciou ao concluir a vigília do V Encontro Mundial das Famílias, celebrada no entorno da Cidade das Artes e das Ciências de Valência, esse sábado.

Antes de concluir sua intervenção com uma oração, o pontífice reconheceu que os avós «podem ser –e são tantas vezes– os responsáveis pelo afeto e ternura que todo ser humano necessita dar e receber».

«Eles dão aos pequenos a perspectiva do tempo, são memória e riqueza das famílias», seguiu dizendo.

«Deus permita que, sob nenhum pretexto, sejam excluídos do círculo familiar», disse o pontífice.

«São um tesouro que não podemos arrebatar das novas gerações, sobretudo quando dão testemunho de fé diante da proximidade da morte», ressaltou.

Foi o único momento do discurso, lido em espanhol, em que o Papa improvisou com um enorme sorriso. Pouco antes, o ator Lino Banfi, explicou que quando dizem a ele que é ele «avô da Itália», responde dizendo que, «então, o Papa é o avô do mundo».

Em seu discurso, o Papa disse que queria dedicar uma passagem particular de si mesmo aos avós «tão importantes nas famílias» e improvisando, acrescentou, «e eu sou o avô do mundo, conforme escutamos».

 
 
 

O Talmud é uma fonte que contém antigas tradições judaicas e que foi concluído no século IV dC. Em comentário à lei do Mishná (séc. II) que prescreve a pena de morte logo após o julgamento do réu, o Talmud babilônico cita Jesus.

Ainda que fale de Jesus com tom depreciativo, o texto reconhece que Jesus foi condenado pelo tribunal judaico e sua pena foi aplicada de fato. Deste modo, podemos comprovar que Jesus foi um personagem histórico e não uma lenda, uma vez que o referido texto não foi criado em ambientes cristãos, mas sim judaicos.

———————————————- […] Entretanto foi ensinado que, na vigília da festa da Páscoa, Jesus foi suspenso1. Porém, quarenta dias antes, o arauto havia proclamado que ele seria apedrejado por praticar a magia e por ter seduzido Israel para a apostasia. Poderia, quem quisesse, vir e falar algo em sua defesa, mas como nada foi feito em sua defesa, foi suspenso2 na véspera da Páscoa.

Ula objetou: “Tu acreditas que algo poderia ser dito na defesa dele? Ele não era um sedutor, como fala a Escritura: ‘não o perdoarás, nem o defenderás’3?” Contudo, as coisas foram diferentes com Jesus porque estava em relação4 com o governo.

1Ou seja, foi crucificado. 2V. nota 1, acima. 3Cf. Dt 13,9. 4Isto é, era uma pessoa influente entre as autoridades civis.

Autor: Carlos Martins Nabeto Fonte: www.veritatis.com.br

 
 
 

As comunidades católicas surgidas desta corrente celebrarão seus 40 anos

CIDADE DO VATICANO, domingo, 7 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Cerca de dez mil membros das comunidades da Renovação Carismática Católica (RCC) provenientes de setenta países estão se preparando para viver em Roma a espiritualidade de Pentecostes, com renovado empenho de oração, santidade, comunhão e anúncio.

Bento XVI convidou a Renovação no Espírito, italiana (RNS), uma das expressões da RCC, e todos os movimentos eclesiais a celebrar a vigília de Pentecostes com ele na praça de São Pedro.

A festa começará às 16h de 3 de junho próximo, com a animação dos principais movimentos para culminar com a chegada do Papa às 18h. Com ele, recitar-se-ão as Vésperas para concluir em torno às 20h.

A Renovação Carismática Católica (RCC) nasceu em 1967, quando alguns alunos da Universidade de Duquesne, em Pittsburgh, Pensilvânia, Estados Unidos, participaram de um retiro em que tiveram a experiência da efusão dos dons do Espírito Santo, o que logo chamaram «batismo no Espírito», recordando os primeiros tempos do cristianismo, nos quais os apóstolos invocavam sua vinda, junto à manifestação de alguns carismas.

Diante da semana de Pentecostes, Zenit falou com Oreste Pesare, diretor desde 1996 do Escritório do ICCRS no Vaticano. Pesare informa-nos sobre a celebração dos quarenta anos da RCC mundial.

Segundo Pesare, no encontro com o Papa de 3 de junho, o ICCRS, «além de colaborar ativamente com o Conselho Pontifício para os Leigos para a realização da Vigília com o Papa, organiza uma série de eventos espirituais que certamente farão ainda mais rica e fecunda esta festa de Pentecostes».

De 5 a 9 de junho, em Palatenda (pavilhão desportivo) de Fiuggi, irá se celebrar uma «conferência aberta» com mais de mil delegados de cerca de 70 países e com a que o ICCRS pretende iniciar a celebração dos 40 anos da RCC.

De 9 a 11 de junho, também em Fiuggi, haverá um ato especial, um colóquio profético, com mais de 300 líderes convidados, «durante o qual o ICCRS deseja escutar em oração o Senhor, buscando sua visão e seus projetos para a RCC no mundo, no terceiro milênio, que temos pela frente», informou Oreste Pesare. Os que forem ao colóquio especial poderão também peregrinar a Assis.

«Esta série de eventos será, por uma parte, um modo de traçar um balanço do caminho percorrido desde 1967 e dos frutos produzidos pelo Espírito Santo nestes 40 anos desde o encerramento do Concílio Vaticano II, e, por outra, um modo de renovar frente ao Santo Padre a intenção de prosseguir ao longo deste caminho de serviço», indica Pesare.

[Mais informação em: http://www.iccrs.org]

 
 
 
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