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Cardeal Odilo Scherer comenta decisão de acolher anglicanos na plena comunhão

SÃO PAULO, quinta-feira, 3 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considera que as relações ecumênicas com a Comunhão Anglicana “não foram arruinadas, ou diminuídas” com a acolhida da Igreja Católica aos anglicanos que desejam estar em plena comunhão com ela.

Em artigo desta semana do jornal arquidiocesano O São Paulo, Dom Odilo afirma que “a Igreja Católica nada mais faz que acolher o pedido livre e pessoal que recebe de fiéis da Igreja Anglicana”.

Dom Odilo lembra ainda que no dia 21 de novembro, pouco mais de duas semanas após a publicação da Constituição Apostólica Anglicanorum coetibus, que traz as regras para o ingresso dos anglicanos no seio católico, o arcebispo de Cantuária e primaz da Igreja Anglicana, Rowan Williams, fez visita a Roma e foi recebido por Bento XVI.

“É sinal claro”, segundo o cardeal, de que as relações ecumênicas com a Comunhão Anglicana não ficaram comprometidas. “O Ecumenismo vai adiante e vai produzindo frutos, mediante a ação do Espírito Santo”, afirma o arcebispo.

 
 
 

O porta-voz vaticano comenta a sentença do tribunal europeu sobre símbolos religiosos nas escolas

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A notícia sobre a sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que define a presença do crucifixo nas escolas como uma violação da liberdade religiosa dos alunos, “foi recebida no Vaticano com surpresa e pesar”.

Assim afirmou hoje o Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, em declarações à mídia, com as quais comentou a sentença da condenação europeia ao sistema vigente atualmente na Itália, de exposição do símbolo religioso nas salas.

“O crucifixo sempre foi um sinal de oferenda de amor de Deus e de união e acolhida para toda a humanidade – considera o porta-voz vaticano. É uma pena que seja considerado como um sinal de divisão, de exclusão ou de limitação da liberdade. Não é isso e não o é para o sentimento comum da nossa gente.”

Em particular, o Pe. Lomardi considera que “é grave marginalizar do mundo educativo um sinal fundamental da importância dos valores religiosos na história e na cultura italianas”.

Segundo o porta-voz, “a religião oferece uma contribuição belíssima para a formação e crescimento moral das pessoas e é um componente essencial da nossa civilização”. Por este motivo, “é equivocado e míope querer excluí-la da realidade educativa”.

“Surpreende, além disso, que um tribunal europeu intervenha com tanto peso em uma matéria tão profundamente ligada à identidade histórica, cultural e espiritual do povo italiano”, reconhece.

“Por este caminho, a pessoa não se sente atraída a amar e a compartilhar profundamente esta ideia europeia que nós, como católicos italianos, apoiamos fortemente desde a sua origem.”

“Parece que não se quer reconhecer o papel do cristianismo na formação da identidade europeia, que, no entanto, foi e continua sendo essencial”, conclui o porta-voz vaticano.

O caso sobre o qual o Tribunal de Estrasburgo se pronunciou foi apresentado por uma cidadã italiana de origem finlandesa, que em 2002 havia pedido à escola estatal Vittorino da Feltre, de Albano Terme (Pádua), na qual estudavam seus dois filhos, que tirasse os crucifixos das salas. A direção da escola se negou, por considerar que o crucifixo faz parte do patrimônio cultural italiano e, posteriormente, os tribunais italianos deram razão a este argumento.

 
 
 

Boa acolhida do oferecimento, por parte do Papa, dos ordinariatos pessoais

BLACKWOOD, quarta-feira, 21 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- As orações dos anglicanos que desejavam entrar em plena comunhão com a Igreja Católica foram mais que respondidas.

Foi o que assinalou ontem o primaz da Comunhão Anglicana Tradicional, o arcebispo John Hepworth (Blackwood, Austrália), em um comunicado de resposta ao anúncio do Vaticano de que Bento XVI permitirá que anglicanos entrem em plena comunhão com a Igreja Católica preservando elementos da tradição espiritual e litúrgica anglicana.

Esta política se estabeleceu em uma constituição apostólica que será apresentada em breve, e responde os pedidos dos anglicanos que expressaram seu desejo de aderir à Igreja Católica, especialmente porque a tradição anglicana continua avançando para a abertura de seu sacerdócio e seu episcopado às mulheres e às pessoas que mantêm relações homossexuais, e para a benção das uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Entre vinte e trinta bispos anglicanos formularam este pedido.

A constituição apostólica foi anunciada em uma coletiva de imprensa no Vaticano nesta terça-feira, oferecida pelo prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal William Levada.

Dom Hepworth afirmou que a Comunhão Tradicional Anglicana está “profundamente comovida pela generosidade do Santo Padre, o Papa Bento XVI”.

Dedicado à unidade

“Ele oferece nesta constituição apostólica os meios para que antigos anglicanos entrem em plena comunhão com a Igreja Católica” – explicou Hepworth. Ele espera que nós possamos ‘encontrar nesta estrutura canônica a oportunidade de preservar essas tradições anglicanas preciosas para nós e compatíveis com a fé católica”.

“Ele afirma então com afeto: ‘estamos contentes de que esses homens e mulheres tragam consigo suas particulares contribuições a nossa vida de fé comum”, aprecia o prelado.

“Primeiro queria dizer que este é um ato de grande bondade por parte do Santo Padre – continuou. Ele tem dedicado seu pontificado à causa da unidade”.

“Isto é mais do que corresponde ao que, em sonhos, nos atrevíamos a incluir em nosso pedido há dois anos – acrescentou. É mais do que corresponde a nossas orações”.

“Nestes dois anos, fomos muito conscientes das orações de nossos amigos da Igreja Católica – afirmou Dom Hepworth. Talvez em suas orações se atreveram a pedir inclusive mais que nós”.

O arcebispo disse que tomaria a oferta do Santo Padre para cada um dos sínodos nacionais da Comunhão Anglicana Tradicional.

A Santa Sé nos desafia a buscar, nas estruturas específicas que estão agora disponíveis, a “unidade plena, visível, especialmente a comunhão eucarística”, pela qual rezamos e sobre a qual sonhamos durante muito tempo. Este processo começará em seguida, afirmou.

Destacando que o Ofício anglicano de Laudes inclui o hino de agradecimento Te Deum, Dom Hepworth acrescentou: “o hino está hoje em nossos lábios com sincero agradecimento a Deus Todo Poderoso, o Senhor e a fonte de toda paz e unidade”.

“Este é um momento de graças, talvez inclusive um momento histórico – afirmou –, não porque o passado tenha se apagado, mas porque se transformou”.

 
 
 
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