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Afirma o cardeal Geraldo Majella Agnelo

SALVADOR, quinta-feira, 28 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- O arcebispo de Salvador (Brasil), cardeal Geraldo Majella Agnelo, considera que «a liberdade e a coragem de Paulo nascem, antes de tudo, da convicção de que Deus, e somente Deus, é o verdadeiro protagonista de toda ação apostólica».

É o que o arcebispo explica em artigo enviado a Zenit esta terça-feira. Segundo D. Geraldo Agnelo, Paulo «é sereno, sem demagogia, livre das decisões dos homens e de seus interesses».

«Ele sabe que deverá dar contas a Deus e não aos homens. Sua única preocupação é de permanecer fiel a Cristo.»

«Não se preocupa com sucesso, mas está a serviço dos homens: “Somos vossos servos por Jesus” (2 Cor 4,5). No coração do apóstolo o amor de Deus precede o amor do próximo», destaca.

Segundo o arcebispo, Paulo ocupou-se da caridade desde a primeira de suas cartas, «mesmo se o tema venha a ser depois particularmente aprofundado e concretizado pelas exigências pastorais mais do que por exigências teóricas, nas grandes cartas aos Coríntios, aos Gálatas e aos Romanos».

«Para ele, a fé é o trabalho, a obra, algo que não se reduz ao conhecimento nem ao puro desejo. A esperança é a perseverança e paciência, solidez; é a força de ânimo capaz de durar longo prazo sem deixar-se modificar por desmentidos nem pelo peso das adversidades. A caridade é fadiga, é dura fadiga.»

De acordo com o cardeal Agnelo, para ler as cartas de Paulo é preciso ter diante dos olhos «a sua figura apostólica e missionária, o princípio norteador de sua teologia, sua relação com a tradição de Jesus e com a tradição apostólica, sua relação com as comunidades».

«Aí podemos atingir o centro profundo, constante, que sustenta sua espiritualidade, sua teologia e sua atividade de incansável evangelizador.»

«A figura de Paulo, em todos os seus escritos, aparece inteiramente recolhida na meditação de Cristo ressuscitado e no encargo de ser o guarda de sua memória. Pode-se observar como o desejo de estar ligado às origens é vivo em toda a sua atividade.»

«Quer manter sempre viva, atual e fiel, a memória de Jesus, que para ele se concentra particularmente na cruz/ressurreição. Ele é antes de tudo o ministro da Palavra, que é Cristo», afirma o cardeal.

 
 
 

Informa o Vaticano por ocasião da visita do cardeal Cordes

CIDADE DO VATICANO, domingo, 17 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Em momentos nos quais cresce de maneira significativa a obra da Igreja no campo da educação e da assistência aos enfermos na Índia, o cardeal Paul Josef Cordes está realizando uma visita de alento e orientação.

O presidente do Conselho Pontifício «Cor Unum», instituição da Santa Sé encarregada de coordenar as organizações católicas de ajuda no mundo, se encontra no país de 15 a 19 de fevereiro por convite da Conferência Episcopal local.

O purpurado alemão, em seu encontro com os bispos indianos, reunidos em assembléia plenária em Jamshedpur, oferecerá uma reflexão «sobre o espírito do compromisso caritativo da Igreja à luz da encíclica “Deus caritas est”, sublinhando em particular as raízes cristãs da caridade», explica um comunicado emitido pela Sala de Informação da Santa Sé.

Segundo esta nota, «a visita quer reforçar o testemunho da Igreja Católica no campo caritativo, que segue fazendo-se visível através de numerosas obras de caridade».

«Os cristãos na Índia já dirigem 20% das escolas elementares, 25% das instituições de ajuda a viúvas e órfãos, e 30% das dedicadas a deficientes, leprosos e enfermos da aids», indica o comunicado vaticano.

Nestes momentos nos quais a Índia experimenta um grande crescimento econômico, o cardeal recordará aos bispos que no serviço de caridade (a diakonia) «é primordial o papel do bispo».

Na primeira etapa de sua viagem, o cardeal visitou o túmulo da beata Teresa de Calcutá, assim como algumas das casas para pobres e pessoas que sofrem fundadas por ela.

 
 
 

Carta ao patriarca ecumênico (ortodoxo) de Constantinopla

Por Jesús ColinaCIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 30 de novembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI está convencido de que o avanço no diálogo teológico entre católicos e ortodoxos requer caridade.

Assim expressa na carta que enviou ao patriarca ecumênico (ortodoxo), Bartolomeu I, por ocasião da festa de Santo André, padroeiro do patriarcado.

A mensagem foi levada pela delegação papal à sede do patriarcado, que se encontra em Istambul (Turquia), presidida pelo cardeal Walter Kasper e pelo bispo Brian Farrell, presidente e secretário do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, respectivamente.

A delegação vaticana teve conversas com a Comissão do Sínodo do patriarcado, encarregada das relações com a Igreja Católica, da qual participou o co-presidente da Comissão mista internacional católico-ortodoxa de diálogo teológico, o metropolita Ioannis de Pérgamo.

Esta Comissão teve seu último encontro plenário de 8 a 14 de outubro passado, na cidade italiana de Ravena, conseguindo consensos importantes sobre o reconhecimento do primado do bispo de Roma, ainda que falta entrar em consenso em suas prerrogativas e nos argumentos teológicos e bíblicos nos quais se fundamenta.

O resultado ficou marcado pela decisão da Igreja Ortodoxa russa de abandonar a sessão, em sinal de protesto pela participação dos membros da chamada Igreja Apostólica Estônia, criada pelo Patriarcado de Constantinopla em 1996, e declarada por este como «autônoma», um estatuto que não foi reconhecido pela Igreja moscovita.

Em sua carta, Bento XVI dá graças a Deus pelos resultados da Comissão conjunta, ainda que reconhece as dificuldades experimentadas.

«Rezo de todo coração para que sejam logo esclarecidas e resolvidas, de maneira que se dê uma plena participação na Sessão Plenária e nas ulteriores iniciativas orientadas a continuar o diálogo teológico com mútua caridade e entendimento.»

«Nosso trabalho pela unidade está em conformidade com a vontade de Cristo nosso Senhor – acrescenta. Neste início do terceiro milênio, nossos esforços são particularmente urgentes por causa dos numerosos desafios que todos os cristãos têm de enfrentar, e ante os quais devemos responder com uma voz unida e com convicção.»

O cardeal Kasper entregou ao patriarca ecumênico, como presente particular do Papa, uma cópia assinada da encíclica sobre a esperança, «Spe salvi», publicada nesta sexta-feira, e uma belíssima reprodução do mosaico «O cordeiro místico», da abóbada da Basílica de São Vital em Ravena (século VI).

 
 
 
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