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LOS ANGELES, 24 Set. 08 / 05:03 pm (

ACI).- O ator mexicano Eduardo Verástegui lançou um vídeo denominado “Dura Realidade” no que pede aos votantes hispanos pôr fim ao aborto nos Estados Unidos enquanto mostra a crueldade desta prática e expõe a postura abortista do candidato presidencial democrata Barack Obama.

No vídeo, que recolhe imagens explícitas de abortos reais, Verástegui denuncia que os hispanos são os mais afetados pela indústria do aborto.

Para o ator é desconcertante que a maioria dos centros de aborto se encontrem nos bairros habitados por hispanos e os meios de comunicação em espanhol estejam saturados de anúncios a favor do aborto.

“O aborto não somente é um negócio muito lucrativo senão também é utilizado por pessoas racistas como um meio para eliminar a nossa gente já que eles pensam que somos uma ameaça para a democracia neste país”, sustenta Verástegui.

Depois de lembrar que dos mais de três mil bebês abortados diariamente nos Estados Unidos, 650 são de origem hispana, o ator assinala que “o aborto é legal porque não há suficientes homens e mulheres que elevem sua voz em contra do aborto”.

Verástegui assegura que “é necessário pôr fim ao aborto e os candidatos políticos jogam um papel muito importante neste tema”.

O ator lembra que “Obama apóia os abortos realizados durante os últimos meses da gravidez”; “apóia os desumanos abortos por nascimento parcial”; e “quer financiar abortos com os impostos que pagamos você e eu”.

Do mesmo modo, sustenta que “como legislador, Obama votou em diversas ocasiões contra uma lei que procurava proteger aos bebês que tinham sobrevivido a um aborto, que tinham nascido vivos”.

“Obama se comprometeu em remover todas as leis pro-vida que atualmente em muitos estados oferecem proteção aos bebês ainda não nascidos e a suas mães”, adiciona.

Verástegui questiona que Obama não esteja de acordo em que os pais de família sejam notificados antes de que uma menor de idade seja submetida a um aborto.

“A Obama lhe interessa mais manter a legalidade do aborto que o bem-estar dos bebês, as crianças e as famílias deste país”, denuncia Verástegui e pede aos hispanos unir-se e fazer “algo para defender a vida em todo momento, desde sua concepção até sua morte natural”.

Veja a versão editada do vídeo: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=rx5A029sEPc[/youtube]

 
 
 

«Deve-se poder ouvir Deus através da fala», segundo um artigo de L’Osservatore Romano

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 19 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- Coerência na própria vida e a brevidade e concretização na mensagem são aspectos necessários para que uma homilia atinja seu propósito de comunicar: é o conselho que propõe o sacerdote especialista em comunicação Dario Edoardo Viganò, em um artigo publicado em 13 de agosto passado em L’Osservatore Romano.

O autor fala da estruturação da homilia a partir do ponto de vista comunicativo, um tema «complexo», já que «não se trata de copiar ou adotar as formas discursivas mais difundidas no panorama da mídia».

Não se trata, portanto, de realizar uma classificação de tipos de homilia desde o ponto de vista meramente comunicativo, «desde as homilias ‘spot’ às homilias ‘blog’ (tipo diário), das homilias ‘chakra’ (ou narrações ‘new age’ de sugestões fortes e significados vagos)».

Na práxis homilética não estão em jogo aspectos meramente instrumentais, mas «o perfil de uma comunicação que é sacramental», e na qual «se deve poder ouvir Deus que fala».

«Falar da homilia, portanto, significa ser conscientes de que ela está feita de complexidade e de beleza. Ainda que tenha sido marginalizada, maltratada, às vezes complicada ou clericalizada, ou às vezes sugestiva e acertada, a homilia representa um verdadeiro eixo essencial e irrenunciável da liturgia.»

Viganò explica que a homilia é, antes de tudo, um jogo comunicativo de «complexidade fascinante» e ao mesmo tempo de «cativante excentricidade», sobre o qual seria excessivamente redutivo aplicar a típica tipologia da linguagem.

«Não faltam estudos empenhados em desenvolver algo sistemático, quase uma metodologia da homilia», acrescenta. «Existem há muito tempo os dicionários de homilética, textos que sugerem métodos de preparação a partir de diferentes modelos de homilias, inclusive esquemas já preparados.»

Apesar disso, não existe, segundo Viganò, um «modelo» de homilia, mas «o jogo da homilia deve ser concebido como a escuta comum e compartilhada da Revelação que chega através da Palavra e da história».

«Ainda mais, trata-se de uma grande ocasião de recompor e reconhecer a memória, as identidades pessoais e coletivas e, por outro lado, de orientar os projetos e percursos de ação social.»

Alguns conselhos

Apesar dessa complexidade, Viganò assinala dois aspectos importantes para que a homilia alcance seu propósito comunicativo: a coerência de vida do pregador e a brevidade e concretização da mensagem.

Tomando uma frase de São Bernardino de Sena, padroeiro dos publicitários, Viganò insiste em que a chave está na clareza da homilia: «Que o pregador fale com muita, muita clareza, para que quem escuta fique contente e iluminado, e não deslumbrado».

Com relação à coerência, o autor recorda uma frase do filósofo Soren Kierkegaard, que advertia que «a diferença entre um pastor e um ator é precisamente o momento existencial; que o pastor seja pobre quando prega a pobreza, que seja escarnecido quando exorta a suportar o escárnio. Enquanto o ator tem a tarefa de enganar eliminando o momento existencial, o pregador tem precisamente o dever, no sentido mais profundo, de pregar com sua própria vida».

Sobre a brevidade, Viganò explica que se trata de evitar tanto as «homilias inexistentes» como as «homilias sem fim».

«São Francisco exortava seus frades a que na pregação usassem palavras ponderadas e castas, para utilidade e edificação do povo, anunciando aos fiéis os vícios e as virtudes, a pena e a glória, com discurso breve, porque o Senhor disse na terra palavras breves.»

O sacerdote Dario Edoardo Viganò é diretor da revista especializada em cinema Il Cinematografo, presidente do Ente dello spettacolo, fundação italiana dedicada ao cinema, e presidente do Instituto Pontifício Redemptor Hominis, da Universidade Pontifícia Lateranense.

 
 
 

Sacerdote secretário da CEP enfatiza papel junto da mídia


LISBOA, segunda-feira, 7 de abril de 2008 (ZENIT.org).- O novo secretário da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) acredita que uma de suas principais tarefas no cargo será atuar junto da comunicação social.

Pe. Manuel Morujão S.J., atualmente membro do governo geral dos jesuítas em Roma, assumirá o cargo no próximo mês de setembro.

O jesuíta explicou à Agência Ecclesia que «o porta-voz (da CEP) deve fazer a ponte entre o que pensam, programam, escrevem ou dizem os bispos e a comunicação social; deve procurar levar a sua voz à Igreja e à sociedade em Portugal, de um modo aberto e franco».

Pe. Morujão considera que os cristãos deveriam ter «uma facilidade inata para sermos bons comunicadores, pois seguir a Jesus não é apenas acreditar na sua pessoa e doutrina, mas é também pôr em prática o comunicar a sua boa nova aos outros, sem fronteiras nem confins».

O novo secretário considera que os bispos, como pastores do povo de Deus, «têm seguramente uma responsabilidade especial nesta missão».

Pe. Morujão explicou que quando chegar a Portugal, no segundo semestre, se colocará a par do funcionamento e das exigências da Conferência Episcopal.

Isso «a fim de poder servir melhor os bispos e, por eles, toda a Igreja em Portugal e a sociedade em geral».

«A minha primeira expectativa é, naturalmente, aprender as regras e os saberes deste serviço à Igreja que me é pedido», afirma.

 
 
 
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