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Imagem: CC BY-SA HonestReporting.com

Roma, 31 Out. 13 / 06:28 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Metropolita sírio ortodoxo das sedes de Homs e Hama, Selwanos Boutros Alnemeh, denunciou o massacre de 45 cristãos na cidade síria de Sadad por tropas de radicais islâmicos antes de que a cidade fosse recuperada pelo exército.

“O que ocorreu em Sadad foi o pior e mais grave massacre de cristãos ocorrido na Síria nos últimos dois anos e meio” expressou à agência Fides o prelado, ilustrando o trágico saldo de vítimas fatais nesta pequena cidade cristã. “Os civis inocentes foram martirizados sem nenhuma razão, eram 45, entre eles várias mulheres e crianças, muitos dos quais foram jogados em fossas comuns. Outros civis foram ameaçados e aterrorizados”, denunciou.

Até o momento 30 pessoas estão feridas e outras 10 continuam desaparecidas. Durante uma semana, 1.500 famílias foram mantidas como reféns e escudos humanos. Entre eles crianças, idosos, jovens, homens e mulheres. Alguns deles fugiram a pé percorrendo os 8 km desde Sadad até Al-Hafer para encontrar refúgio. Cerca de 2.500 famílias fugiram de Sadad, levando apenas a roupa que tinham no corpo, devido à irrupção de grupos rebeldes armados e hoje estão refugiados nas cidades de Damasco, Homs, Fayrouza, Zaydal, Maskane e Al-Fhayle”.

“A cidade carece por completo de eletricidade, água e telefone. Todas as casas de Sadad foram roubadas e saqueadas. As Igrejas estão danificadas e profanadas, privadas de livros antigos e móveis preciosos, manchadas com escritos contra o cristianismo. As escolas, prédios governamentais, edifícios municipais foram destruídos, assimo como a agência de correios, o hospital e a clínica. Roubaram das crianças de Sadad seu futuro e muitos lares não poderão ser reconstruídos”, denunciou.

“Gritamos pedindo ajuda ao mundo inteiro, mas ninguém nos escutou. Onde está a consciência cristã? Onde está a consciência humana? Onde estão meus irmãos? Penso em todos os que estão sofrendo hoje o luto e a dor: Tenho um nó na garganta e me dói o coração pelo que sucedeu em minha arquidiocese. Qual será nosso futuro? Pedimos a todos que orem por nós”.

A cidade de Sadad, um assentamento cristão, foi invadido e ocupado pelas tropas rebeldes islâmicas no dia 21 de outubro e reconquistada nos últimos dias pelo exército regular de Síria, país comandado por Bashar Al Assad. Os representantes do Patriarcado e das famílias das vítimas, que retornaram à cidade, encontraram, para seu horror, duas fossas comuns, onde estavam os corpos de seus familiares e amigos.

A cidade está completamente destruída e saqueada. Alguns dos militantes que invadiram a cidade se refugiaram na Igreja sirio-ortodoxa de São Teodoro, que foi profanada.

Sadad é um antigo povoado sírio que data do ano 2000 a.C., situado na região de Qalamoon, ao norte de Damasco, com suas Igrejas, templos, ícones históricos e lugares arqueológicos possui 15.000 habitantes, sendo a maioria deles cristãos.

 
 
 

Quando um cristão passa a ser discípulo da ideologia é porque perdeu a fé. Esta a principal conclusão que podemos retirar da meditação matinal do Papa Francisco na missa em Santa Marta nesta quinta-feira.

O Santo Padre baseou a sua meditação na leitura do Evangelho deste dia, em que Jesus reprova a atitude dos doutores da lei dizendo-lhes que eles tinham levado a chave do conhecimento. Tal como disse o Papa: “chave no bolso e porta fechada”. Com base neste episódio o Papa refletiu sobre a atitude dos cristãos que muitas vezes têm este formato: partindo de ideologias e moralismos, os cristãos, por vezes, têm a chave na mão e deixam a porta fechada. Ou seja, podem permitir o acesso e proceder a uma abertura, mas ficam numa visão fechada da vida e, por conseguinte, da fé. Com este tipo de atitude favorecesse a ideologia, disse o Papa Francisco , e “quando um cristão passa a ser discípulo da ideologia é porque perdeu a fé” e “a fé transforma-se em ideologia”:

“A fé transforma-se em ideologia e a ideologia assusta, a ideologia manda embora as pessoas, afasta, afasta as pessoas e afasta a Igreja da gente. Mas é uma doença grave esta dos cistãos ideológicos. É uma doença, mas não é nova? Já o Apóstolo João, na sua Primeira Carta, falava disto. Os cristãos que perdem a fé e preferem as ideologias. A sua atitude é: tornarem-se rígidos, moralistas, mas sem bondade. A pergunta pode ser esta: Mas porque é que um cristão pode passar a ser assim? O que é que sucede no coração daquele cristão, daquele padre, daquele bispo, daquele Papa, para ficar assim? Simplesmente uma coisa: aquele cristão não reza. E se não há oração, tu sempre fechas a porta.”

A chave que abre a porta da fé é a oração – concluiu o Papa – e quando não há oração o cristão fica soberbo, orgulhoso e seguro de si mesmo. Não é humilde. E pode cair no erro dos doutores da lei que, como diz o Santo Padre, não faziam oração mas rezavam muitas orações para serem vistos. Ao contrário, Jesus, disse-nos que para fazer oração – continuou o Papa – devemos fechar-nos no nosso quarto e rezar ao Senhor de coração a coração. O Santo Padre, em conclusão, pediu ao Senhor para que nos dê a graça de nunca deixarmos de rezar, para não perder a fé, e conservarmo-nos humildes. (RS)

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John Allen

DENVER, 11 Out. 13 / 10:32 am (ACI/EWTN Noticias).- No seu último livro “The Global War on Christians,” (A Guerra Mundial Contra os Cristãos), o jornalista John Allen, Jr. detalha os ataques contra os cristãos ao redor do mundo. Esta onda de violência global fez dos cristãos o grupo mais perseguido por causa da religião.

“Não acho que seja necessário qualquer tipo de convicção religiosa ou interesse confessional para dar-se conta de que a defesa dos cristãos perseguidos merece ser a prioridade mundial número um com respeito aos direitos humanos”, declarou Allen, conhecido vaticanista em declarações ao Grupo ACI.

“Não era preciso ser judeu nos anos ‘70s para preocupar-se da realidade dos judeus dissidentes na União Soviética; não era necessário ser alguém de raça negra nos anos ‘80s para preocupar-se do sistema de segregação racial na África do Sul[W1] ; da mesma forma, tampouco precisa ser um cristão destes dias para reconhecer que este é o grupo religioso mais perseguido do planeta”.

O trabalho de Allen, publicado pelo Image Books, surge de uma conversação que teve com o Cardeal Timothy Dolan em 2009, onde o prelado ressaltou que os cristãos “precisam fazer um trabalho melhor ao contar estas histórias” em relação à perseguição cristã, da mesma maneira como a “literatura do holocausto” mostrou o sofrimento dos judeus sob o domínio de Hitler.

Allen começou a interessar-se pelo tema da perseguição anticristã durante a sua viagem à Ucrânia com motivo da visita do Papa João Paulo II a esse lugar.

Nessa ocasião, Allen conheceu a neta de um sacerdote católico oriental que foi assassinado em um campo Gulag durante o período da União Soviética.

“Essa conversação me levou a compreender que o martírio é uma característica de grande relevância dentro do panorama cristão contemporâneo”.

“À medida que aumentavam minhas viagens e podia conhecer as vítimas da perseguição anticristã em muitos lugares do mundo, maior era a amplitude e repercussão que tinha este assunto em mim”, adicionou.

Allen indica que durante a primeira década do século XXI, 100 mil cristãos foram assassinados por ano – 11 novos mártires por hora – e organismos seculares de direitos humanos estimam que 80 por cento das violações à liberdade religiosa ocorrem atualmente contra os cristãos.

Apesar destas enormes cifras, a perseguição mundial contra os cristãos é pouco conhecida nos Estados Unidos, e Allen disse que o primeiro propósito de seu livro é “acabar com o silêncio a respeito da perseguição anticristã”.

Allen registra em seu livro a perseguição contra os cristãos na África, Ásia, América Latina, Oriente Médio, e Europa Oriental.

Segundo Allen recentemente “o ataque anticristão mais violento ocorreu na Índia”, cometido por um grupo de hindus radicais. “Não acho que seja justo esquecer essas vítimas simplesmente porque não contam com o inimigo político apropriado”, indicou.

Allen distingue entre a perseguição fisicamente violenta contra os cristãos ao redor do mundo –que inclui Igrejas devastadas no Paquistão e dezenas de milhares de cristãos em campos de concentração da Coréia do Norte – do movimento secular no Ocidente que se opõe a todo tipo de expressão religiosa.

Allen espera que seu livro ajude a ampliar a visão de muitas pessoas nos Estados Unidos, para que se deem conta de que “existem ameaças letais à liberdade religiosa em lugares que necessitam de nossa atenção”.

 
 
 
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