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ROMA, 23 Set. 13 / 01:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco condenou o atentado realizado no domingo por extremistas muçulmanos em uma igreja cristã no Paquistão, assegurou que a violência é inaceitável e pediu aumentar os esforços de paz na região.

Ontem, durante a sua visita à localidade italiana de Cagliari, na ilha da Sardenha, lamentou que “hoje, no Paquistão, por uma escolha errada, uma escolha de ódio, de guerra, houve um atentado e morreram 70 pessoas”.

“Este caminho não funciona. Não serve. O caminho da paz é o que conduz a um mundo melhor, mas se não o fizerem vocês, ninguém mais o fará”, assinalou.

O Santo Padre questionou se “estamos dispostos, estou disposto, a ir pelo caminho para construir um mundo melhor?”.

Ao redor do meio-dia de domingo 22 de setembro, dois terroristas suicidas detonaram bombas em meio de centenas de fiéis que saíam da histórica Igreja de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão.

As testemunhas do ataque, que matou pelo menos 80 pessoas e feriu mais de 120, disseram que escutaram duas explosões de bombas, sendo a segunda mais poderosa que a primeira.

Posteriormente se encontraram coletes suicidas do lado de fora da igreja.

O grupo Jandullah, vinculado aos talibãs do Paquistão, atribuiu-se o atentado, como represália pelos ataques de aviões não tripulados americanos em regiões tribais ao noroeste do Paquistão.

Este ataque é o último de uma série de atentados contra cristãos paquistaneses, que representam aproximadamente 1.6 por cento da população, que é na sua maior parte muçulmana.

Tanto líderes religiosos como políticos condenaram o ataque, entretanto multidões furiosas tomaram as ruas, denunciando o fracasso do Estado para proteger às minorias.

O atentado do domingo foi considerado como o mais mortífero cometido contra os cristãos no Paquistão. Como resultado, o governo do país anunciou três dias de luto.

As luzes da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano, apagaram-se na noite do domingo, a maneira de memória e luto pelas vítimas e suas famílias.

 
 
 

Síria: Maalula, terra de mártires


Damasco (RV) – Para os cristãos sírios de Maalula, o vilarejo cristão ao norte de Damasco onde ainda se fala aramaico – e atacado nos dias passados por grupos armados islâmicos -, é considerado “terra de mártires”. Graças a uma testemunha ocular internada em um hospital de Damasco e que não quer identificar-se por motivos de segurança, foi possível reconstruir em detalhes o destino de três cristãos mortos na pequena localidade encravada nas montanhas. Os funerais foram realizados sob forte comoção, na Catedral Greco-melquita em Damasco, no dia 10 de setembro, em cerimônia presidida pelo Patriarca Melquita Gregório III Laham, na presença de Bispos e sacerdotes de outras confissões.

Segundo a testemunha contou à Agência Fides, os grupos armados entraram no dia 7 de setembro em várias casas de Maalula, destruindo, saqueando e aterrorizando, mas sobretudo golpeando imagens sacras. Em uma casa estavam três homens greco-católicos: Mikhael Taalab, seu sobrinho Sarkis el Zakhm e seu primo Antoun Taalab, além da testemunha do episódio. Os islamitas intimaram todos os presentes a converterem-se ao Islã. Sarkis respondeu com clareza: “Sou cristão e se querem matar-me porque sou cristão podem fazê-lo”. O jovem então foi morto a sangue frio, junto aos outros dois homens. A mulher ficou ferida, sendo conduzida em seguida para um hospital em Damasco. Na ação dos grupos armados, outros seis cristãos foram seqüestrados e levados para a região de Yabrud, na montanha de Qalamoun.

“Aquele de Sarkis é um verdadeiro martírio, uma morte por odium fidei”, afirmou a Irmã Carmel, que presta assistência aos cristão de Maalula. Muitos fugitivos da cidade estão em Damasco e só pedem para “poder retornar às próprias casas, em paz e segurança”.

As religiosas greco-ortodoxas do Convento de Santa Tecla foram ameaçadas e permaneceram vários dias sob tensão, enquanto os grupos armados ameaçavam invadir o Convento. Da estrutura foram removidos os crucifixos.

Nesta quarta-feira, soldados do exército regular sírio entraram em Maalula, sob o fogo de franco-atiradores escondidos nas casas e nas montanhas que circundam o vilarejo.(JE)

Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=727983 do site da Rádio Vaticano

 
 
 

MADRI, 03 Set. 13 / 09:29 am (ACI/EWTN Noticias).- No que foi considerado um ataque direto contra os cristãos, o Presidente da Coca Cola Espanha, Marcos de Quinto, respondeu ridicularizando os defensores da vida e dafamília a uma campanha que a organização cidadã Hazte Oír lançou para frear um programa televisivo que denigre a mulher.

“Deus nos livre de grupos como ‘Os Guardiões da fé’, que nos dizem qual programa de TV temos que assistir, que livro e jornal ler, e em que partido votar”, escreveu em sua conta do Twitter @MarcosdeQuinto para justificar por que Coca Cola é a única grande empresa que se negou a retirar seu patrocínio ao polêmico reality show “Acampamento de Verão”, da rede de TV Telecinco.

No programa em questão uma das participantes foi obrigada a ficar em roupa interior, foi banhada em chocolate contra sua vontade, enquanto o apresentador convidava o resto dos participantes a lamber o seu corpo para retirar o chocolate.

Hazte Oír lançou uma campanha cívica que conseguiu que anunciadores como: McDonalds, Burger King, Orange, ING Direct e Minute Maid (que é uma marca registrada da Coca Cola) retirem suas publicidades. Entretanto, o CEO da Coca Cola Espanha manteve os anúncios da popular bebida.

Para justificar o apoio, De Quinto usou a sua conta do Twitter para atacar a organização cidadã que defende a vida, a família e a liberdade religiosa na Espanha.

“Se o preço que tenho que pagar para que você não deixe de beber Coca-cola é que eu tenha que pensar como você, prefiro que não beba. Sério (…) Minhas desculpas se não ter cedido a suas pretensões te magoou. Uma saudação muita cordial”, escreveu o diretor dirigindo-se na rede social a Ignacio Arsuaga, presidente de Hazte Oír.

“Provavelmente a missão de Arsuaga seja salvar as nossas almas da pérfida Telecinco e não seja tanto ocupar-se de nosso corpo. Concede logo o seu perdão cristão a Tele5 (que já se desculpou) e deixem de ameaçar com os orçamentos de terceiros”, adicionou De Quinto ridicularizando.

De Quinto atacou a organização cidadã –que dá voz a milhões de espanhóis pró-vida e família– acusando-a de hipócrita e pede que ela esclareça a sua posição sobre o aborto e sobre o matrimônio homossexual. Inclusive ameaçou com que “uma equipe jurídica estude as responsabilidades penais daqueles que alentam o ataque contra objetivos concretos”, em referência ao trabalho da organização.

Enquanto no Twitter o diretor da Coca Cola Espanha se dedica a atacar os crentes, a empresa fechou um acordo comercial milionário com o Mediaset Espanha, o grupo de comunicações ao que pertence a rede Telecinco, para associar os valores de sua marca Coca Cola a suas próximas produções.

Na sexta-feira 30 de agosto, o Bispo de São Sebastião, Dom José Ignacio Munilla, lamentou a atitude do diretor e declarou à Rede Cope que tomou a “decisão pessoal de beber água pura e cristalina em vez de Coca Cola até que o horizonte se esclareça um pouco mais, porque me parece que o presidente da Coca Cola Espanha cometeu um erro muito grande e deveria retificar-se”.

As expressões do diretor suscitaram numerosas reações nas redes sociais de usuários, inclusive fora da Espanha, que prometem deixar de consumir a bebida até que De Quinto se retifique.

 
 
 
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