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A ideologia de gênero está prestes a ser sacralizada em nosso país. Sua inserção no Plano Nacional de Educação representa um enorme ameaça àqueles a quem deveríamos proteger: nossos jovens e crianças. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=UXMSfF0_Foc[/youtube]

Neste vídeo, Padre Paulo Ricardo faz um apelo urgente a todo aquele que se insere na imensa maioria de cidadãos brasileiros contrários à ideologia que vem sendo introduzida no país por um grupo de ideólogos, capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores.

Na próxima quarta feira, dia 11, será votada no Plenário do Congresso o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012) que pretende sacralizar pelos próximos 10 anos a ideologia de gênero nas escolas. Mas, o que é a ideologia de gênero? De maneira resumida, é possível dizer que é uma forma perversa de pensar segundo a qual todos nós nascemos com um SEXO (homem ou mulher), mas precisamos nos libertar da “ditadura de nosso corpo” (sexismo) e construir nossa própria identidade escolhendo:

1) Nosso próprio GÊNERO (masculino, feminino, andrógino, transgênero ou qualquer outro)

2) E nossa própria ORIENTAÇÃO SEXUAL (heterossexual, homossexual, bissexual, transexual, pedófilo, sado-masoquista, etc.)

Ora, se essa lei for aprovada não haverá mais possibilidade de objeção de consciência por parte dos pais nem mesmo das escolas católicas, por exemplo. As crianças, que hoje têm 07 anos, ao fim da validade do Plano estarão com 17, às portas da universidade, portanto, já deformadas pela mentalidade de gênero.

Não podemos deixar que isso aconteça. O Brasil é um país democrático e como tal deve ter os desejos da população respeitados. Por isso, leve aos representantes da nação a sua opinião sobre o tema.

O que fazer?

Entre em contato com todos os senadores (principalmente do seu estado!), se identifique como eleitor e explique porque você é contra a Ideologia de Gênero no Plano Nacional de Educação.

Mas existem três senadores que são mais importantes estrategicamente.

1) Se você é da Paraíba, sua missão é urgente! Fale com os assessores do Senador Vital do Rego.

SENADOR VITAL DO RÊGO (PMDB-PB) (61) 3303-6747 (61) 3303-6753 vital.rego@senador.leg.br

2) Se você é de Alagoas, entre então em contato urgente com o Senador Renan Calheiros (PMDB) presidente do senado.

SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL) (61) 3303-2261/2263 (61) 3303-1695 renan.calheiros@senador.leg.br

3) Se você é do Distrito Federal, entre em contato com o Senador Gim Argello.

SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF) (61) 3303-1161/3303-1547 (61) 3303-1650 gim.argello@senador.leg.br

4) Se você é de outras partes do Brasil. Entre em contato com os seus Senadores

E-mails dos senadores

acir@senador.leg.br; aecio.neves@senador.leg.br;alfredo.nascimento@senador.leg.br; aloysionunes.ferreira@senador.leg.br;alvarodias@senador.leg.br; ana.amelia@senadora.leg.br;ana.rita@senadora.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br;anibal.diniz@senador.leg.br;

antonio.rodrigues@senador.leg.br; antoniocarlosvaladares@senador.leg.br;armando.monteiro@senador.leg.br; benedito.lira@senador.leg.br;blairomaggi@senador.leg.br; casildomaldaner@senador.leg.br;cassio@senador.leg.br; cicero.lucena@senador.leg.br;ciro.nogueira@senador.leg.br; clesio.andrade@senador.leg.br;

cristovam@senador.leg.br; cyro.miranda@senador.leg.br;delcidio.amaral@senador.leg.br; eduardo.amorim@senador.leg.br;eduardo.braga@senador.leg.br; eduardo.lopes@senador.leg.br;eduardo.suplicy@senador.leg.br; ecafeteira@senador.leg.br;eunicio.oliveira@senador.leg.br; fernando.collor@senador.leg.br;

flexaribeiro@senador.leg.br; francisco.dornelles@senador.leg.br;garibaldi@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br;humberto.costa@senador.leg.br; inacioarruda@senador.leg.br;ivo.cassol@senador.leg.br; jader.barbalho@senador.leg.br;jarbas.vasconcelos@senador.leg.br; joao.alberto@senador.leg.br;

capi@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br; joaoribeiro@senador.leg.br;j.v.claudino@senador.leg.br; jorgeviana.acre@senador.leg.br;jose.agripino@senador.leg.br; gab.josepimentel@senado.leg.br;sarney@senador.leg.br; katia.abreu@senadora.leg.br;lidice.mata@senadora.leg.br;

lindbergh.farias@senador.leg.br; lobaofilho@senador.leg.br;lucia.vania@senadora.leg.br; luizhenrique@senador.leg.br;magnomalta@senador.leg.br; maria.carmo@senadora.leg.br;mario.couto@senador.leg.br; mozarildo@senador.leg.br;osvaldo.sobrinho@senador.leg.br; paulobauer@senador.leg.br;

paulodavim@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br;simon@senador.leg.br; pedrotaques@senador.leg.br;randolfe.rodrigues@senador.leg.br; renan.calheiros@senador.leg.br;ricardoferraco@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br;rollemberg@senador.leg.br; romero.juca@senador.leg.br;

ruben.figueiro@senador.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br;sergiosouza@senado.leg.br; valdir.raupp@senador.leg.br;vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; vicentinho.alves@senador.leg.br;vital.rego@senador.leg.br; waldemir.moka@senador.leg.br;pinheiro@senador.leg.br; wellington.dias@senador.leg.br;

wilder.morais@senador.leg.br; zeze.perrella@senador.leg.br;

Telefones e faxes das lideranças do Senado

SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL) (61) 3303-2261/2263 (61) 3303-1695 renan.calheiros@senador.leg.br

SENADOR ALVARO DIAS (PSDB-PR) (61) 3303-4059/4060 (61) 3303-2941 alvarodias@senador.leg.br

SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF) (61) 3303-1161/3303-1547 (61) 3303-1650 gim.argello@senador.leg.br

SENADOR ALOYSIO NUNES FERREIRA (PSDB-SP) (61) 3303-6063/6064 (61) 3303-6071 aloysionunes.ferreira@senador.leg.br

SENADOR EDUARDO BRAGA (PMDB-AM) (61) 3303-6230 (61) 3303-6233 eduardo.braga@senador.leg.br

SENADOR JOSÉ PIMENTEL (PT-CE) (61) 3303-6390 /6391 (61) 3303-6394 gab.josepimentel@senado.leg.br

SENADOR WELLINGTON DIAS (PT-PI) (61) 3303 9049/9050/9053 (61) 3303 9048 wellington.dias@senador.leg.br

SENADOR JOSÉ AGRIPINO (DEM-RN) (61) 3303-2361 a 2366 (61) 3303-1816/1641 jose.agripino@senador.leg.br

SENADOR RODRIGO ROLLEMBERG (PSB-DF) (61) 3303-6640 (61) 3303-6647 rollemberg@senador.leg.br

SENADOR VITAL DO RÊGO (PMDB-PB) (61) 3303-6747 (61) 3303-6753 vital.rego@senador.leg.br

SENADOR INÁCIO ARRUDA (PC DO B-CE) (61) 3303-5791 3303-5793 (61) 3303-5798 inacioarruda@senador.leg.br

 
 
 

O desserviço da mídia politicamente correta e o anúncio pró-vida do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude


Manual de Bioética que será distribuído na Jornada Mundial da Juventude

As viagens papais sempre são precedidas por uma série de polêmicas levantadas pela mídia local, a fim de jogar terra na visita do Santo Padre. A bola da vez é a distribuição de cerca de dois milhões de exemplares do “Manual de Bioética para Jovens” para o público da Jornada Mundial da Juventude, no próximo mês de julho, no Rio de Janeiro. A iniciativa é da Comissão para a Vida e Família da CNBB e pretende, como diz o documento, “corrigir um ensino, por vezes, desvirtuado nos manuais escolares” acerca de temas como aborto, eutanásia e métodos contraceptivos. Para os “especialistas” ouvidos pela mídia, o manual seria um “desserviço” aos jovens, pois “não lhes dá o direito a uma informação técnica sem valores religiosos”.

Para afastar qualquer dúvida a respeito do manual, há de se ter em conta que a idealizadora do documento é nada menos que a fundação francesa Jérôme Lejeune. Ela é uma das mais importantes em pesquisas relacionadas à trissomia 21 (Síndrome de Down) no mundo e a maior provedora de fundos para estudos sobre o assunto na França. O nome da fundação é uma homenagem ao descobridor da base genética da Síndrome de Down e a quem o Beato João Paulo II se referia como um médico que “utilizou a ciência somente para o bem do homem”. Por sua defesa da vida, no entanto, o doutor Jérôme Lejeune – que pode ser beatificado em breve – foi hostilizado pelo patrulhamento da cultura da morte, fato que mostra claramente quais são os valores que regem esse movimento.

O chilique da mídia em relação ao Manual deve-se a um motivo bem específico. Ela reza por outra cartilha, mais precisamente, a da Unicef e do Ministério da Saúde. Trata-se do famoso“Caderno das coisas importantes” preparado em 2007 e distribuído pelo Governo Federal a alunos de 13 a 19 anos de idade. Nessa agenda, o adolescente encontra dicas de manuais de sexo, aprende a usar a camisinha e a como se masturbar. No capítulo dedicado ao preservativo, o leitor encontra o material sob o título de “o pirata de barba negra e de um olho só encontra o capuz emborrachado”.


Capítulo do “Caderno das coisas importantes”, patrocinado pela Unicef e pela Unesco, em que se ensina a usar a camisinha

Quando a imprensa e seus pseudos especialistas dizem que a Igreja presta um “desserviço” ao jovem por lhe ensinar “valores religiosos” na verdade, estão combatendo aquilo que há muito tempo perderam, ou seja, as virtudes. Todo o código de ética procede de uma única fonte: a lei natural. É contra essa lei que a mídia liberal luta e, por conseguinte, contra o próprio ser humano. O ódio desses jornais aos valores indica uma coisa: são pessoas sem valores e imorais. E, além disso, querem que todos sejam assim. Não é à toa que a corrupção caminha a passos largos no Brasil. Bento XVI já advertia na Encíclica Deus Caritas Est que “um governo sem princípios morais não passa de uma quadrilha de malfeitores”.

Quem presta um desserviço aos jovens não é a Igreja que os ensina a viver a sexualidade de forma sadia, mas a imprensa que instrumentaliza seus corpos para campanhas publicitárias. Quem desrespeita a juventude não é a Igreja que os educa para a honestidade e os compromissos duradouros, mas a mídia que os estimula à traição e aos relacionamentos descartáveis. Quem aliena os jovens não é a Igreja que os incentiva a buscar a verdade, mas os jornais que os fazem acreditar que o fim último de suas vidas está num quarto de motel. O “Manual de Bioética para Jovens” pergunta aos leitores “que futuro nos promete uma sociedade em que o modelo feminino pretende construir a sua identidade matando o próprio filho e em que a morte programada dos mais velhos e dos mais vulneráveis é apresentada como o cúmulo da compaixão?”. No que depender da mídia abortista, não será um futuro promissor.

É justamente contra essa lógica perversa que se levanta a Jornada Mundial da Juventude. Para horror da mídia politicamente correta, mais de um milhão de jovens se encontrarão com o senhor vestido de branco para falarem de família, matrimônio e castidade. Francisco vem como o grande guardião da vida e da fé para anunciar a “boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade”. Enfim, para “proclamar um ano de graças da parte do Senhor” (Cf. Isaías 61, 1-2). E por isso as hostes do inferno tremem, porque mais uma vez terão de lembrar que esta terra é Terra de Santa Cruz.

 
 
 

As ruas de Paris voltaram a ser palco de uma mobilização contrária à política socialista do presidente François Hollande, que pretende legitimar o “casamento” gay na França até junho deste ano. Cerca de 1,4 milhão de pessoas (algumas informações defendem 300 mil) marcharam à frente da Torre Eiffel para dizer um forte “não” à equiparação dos relacionamentos homossexuais à família natural. Em meio a um público de diferentes idades e credos, a ocasião foi também uma oportunidade para unir católicos, protestantes e até muçulmanos em torno da defesa da família. E, para desespero dos militantes esquerdistas, a manifestação que aconteceu no último domingo, 24/03, contou com o apoio de vários homossexuais, sobretudo dos membros da Homovox, a maior associação homossexual do país.

Essa é a terceira vez em que os franceses saem às ruas para repudiar o projeto da Ministra da Justiça francesa, Christiane Taubira, que busca a regularização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Em janeiro de 2013, a marcha teve o apoio de centenas de associações e grupos de diferentes credos que marcaram presença durante o ato para exigir do presidente François Hollande um referendo sobre o assunto. Embora a maioria dos franceses apoiem a proposta, a porcentagem dos que são contrários vêm crescendo dia após dia, em grande parte, devido a esses protestos. Foram as maiores manifestações públicas do país desde que a população resolveu protestar contra a reforma educacional em 1984.

As lideranças gays, numa tentativa fracassada de fazer oposição às marchas em defesa da família, também se organizaram em manifestações. No entanto, apesar de todo o aparato da mídia progressista e do lobby de outras organizações, o número de participantes ficou muito aquém daquele presente nas manifestações rivais. Uma derrota vergonhosa para a ideologia de gênero e seus promotores. Quem achava que a família natural poderia ser subvertida mediante uma simples canetada do presidente percebeu que estava errado. Fator que só tende a reforçar o incisivo ensinamento da Igreja de que, nas palavras do Cardeal Joseph Ratzinger, “[n]enhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente”.

Se por um lado o governo já declarou que não tem a intenção de voltar atrás no projeto, por outro, a situação é uma ótima oportunidade para os franceses perceberem a farsa do discurso socialista e o pouco caso dessa ideologia em relação aos termos democráticos. Não importa que a lei natural diga que dois homens não são capazes de gerar um filho, não importa que a população se mostre contrária à proposta. A única coisa que importa para políticos dessa estirpe é fazer prevalecer seus ideais delirantes e imorais. Nem que para isso eles tenham que perseguir, condenar ou fazer uso das famosas guilhotinas de Robespierre e Napoleão. A criação de um “Observatório Nacional da Laicidade” para combater o que eles chamam de “patologia religiosa” já é um primeiro passo nesta direção.

Uma coisa é certa, a histórica manifestação dos franceses não deixará indiferente a consciência da população, muito menos a de seus governantes. Prova disso vê-se na preocupação dos socialistas em relação à crescente atuação da Igreja no espaço do debate público. Mesmo que a absurda lei do “casamento” gay venha a ser aprovada, o presidente François Hollande não ficará imune à reprovação do país, algo que poderá se refletir nas próximas eleições. Há um despertar da fé no povo francês, isso é notório. E esse despertar é o que ajudará os franceses a perceberem que, no debate acerca da união entre pessoas do mesmo sexo, o que se está em jogo não são apenas convicções religiosas, como alguns querem fazer crer, mas a própria natureza e identidade do ser humano.

 
 
 
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