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 A ESTÉTICA DO MAL

Existe um conceito estético para responder a uma questão de beleza, existem regras de beleza, existe uma estética que não é tão mal, mas faz mal.

O mal é a carência de um bem devida num ser. Se misturarmos estética e o mal temos um aborto lógico, alguns podem definir uma estética do mal como o conceito de beleza deformada

A beleza supõe a perfeição, o mal supõe imperfeição, deformação. Na medida que uma obra de grande angústia pode ter um grau maior de que o impulso absoluto (metafísicamente falando) seria absolutamente feio. Depois seria completamente impossível uma estética do mal absoluto. É possível, portanto, uma estética do mal? É possível um raciocínio filosófico da beleza da deformação? Não existe, un estética do bem, e estática do mal será tão somente um conceito do inexistente, como o é mal absoluto?

Esse é um problema para ser resolvido. Mas para encontrar uma solução mais eficiente é necessário usar os metafísicos platônicos, Aristóteles ou Tomista. Enfatiza-se em uma situação improdutiva, um labirinto de onde ninguém sai. Para alguns casos filosóficos, a beleza é relativa, imagine a questão do bem e do mal, suas questões culturais? Não se trata de um assunto que é uma questão cultural. Já seria suficiente, com os pressupostos, nos termos de um acordo em que existe ou não estética, em se existe ou não de mal. O relativismo nos leva a problematizar a questão até o infinito. A vida pode fazer com que a pessoa faça o bem, o que faz com que a pessoa faça o mesmo?

 
 
 


Apesar da questão de Jesus ter visitado os espíritos em prisão estar no Novo tratamento, na verdade ela é dependente do texto de Gênesis 6. 1-4, a pergunta que precisa ser respondida é se Pedro e Judas seguiram a interpretação judaica de que os anjos aprisionados foram aqueles que haviam se prostituído com as mulheres em Gênesis 6, o foco são as epístolas de Pedro e Judas, mas o texto de Gênesis diz: ” como se foram multiplicando os homens na TERRA, e lhes nasceram filhas, vendo os “filhos de Deus” que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhe agradaram”(6. 1-2.).



A passagem poderia ser aplicada à mistura de raças, ou seja, que os descendentes de set se casaram com as decendentes de Caim, mas não se sustenta num estudo detalhado.. Desde os tempos antigos, muitos intérpretes judeus tiveram dificuldade em aceitar essa posição, e um dos motivos era o fato de que apenas “homens” da descendência de set teria se casado com “mulheres” da descendência de Caim. Por que não vice versa? Se ler o capítulo anterior, por várias vezes filhas são mencionadas na descendência de set (Gn 6). Então, por que agora, no capítulo 6, limita-se o termo as filhas de Caim? Além disso, o texto não menciona ” filhas de Caim”, mas “filhas de Adão”, que pode ser tomado por ” filhas do homem “, ou seja, descendentes humanas. Não há razão gramátical para restringir isso as filhas de Caim. Por outro lado, no antigo testamento, o termo” filhos de Deus ” não é aplicado diretamente aos homens. Fora do Gênesis 6, o termo só aparece no livro de Jó e no salmo 29. 1. Em Jô, é claramente aplicado aos anjos, entre os quais estava satanás: ” num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar- se perante o senhor, veio também satanás entre eles”. No salmo 29.1, o termo pode se aplicar também aos anjos reunidos em assembléia celeste. De qualquer modo, a única referência explícita do termo no antigo testamento é para anjos. Além disso, o Gênesis narra o aparente estranho resultado daquela união: ” ora, naquele tempo havia gigantes ( Nefilins) na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhe deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade “( Gn6.4).




À questão da interpretação judaica expressa principalmente nos livros apócrifos de 1 Enoque, Jubileus e testamento dos doze patriarcas, é preciso reconhecer que esses livros não são inspirados e, portanto não são fonte de autoridade para a teologia cristã. NO entanto eles podem conter verdades. A questão, portanto, é: o novo testamento reconhece algumas verdades desses livros, especialmente no que que diz respeito ao pecado dos anjos em Gênesis 6? Se o novo testamento reconhece isso como verdadeiro, o teólogo cristão precisa admitir que essa é a interpretação correta de Gênesis 6, não importa se os livros apócrifos tenham interpretações fantasiosas sobre sobre o assunto. O peso da inspiração do novo testamento precisa ser respeitado quer o intérprete goste ou não da interpretação. Portanto, a questão não é apelar para livros apócrifos para sustentar a teoria, e sim reconhecer que o novo testamento a reconhece. Portanto, é a autoridade do novo testamento que define a questão.

É de amplo conhecimento, que essa teoria sobreviveu na tradição apocalíptica judaica. Três livros são os mais conhecidos e que mencionam o fato. O livro dos jubileus, o novo testamento dos doze patriarcas e o livro de Enoque. Também aparecem menções no documento de Damasco, no livro do eclesiástico canônico pra todo cristianismo oriental e ocidental, salvo PROTESTANTE, em 3 macabeus canônico pra igrejas ortodoxas e fragmentos do mar morto. Esses livros interpretam livros interpretam que anjos, chamados de guardiões, se relacionaram com as mulheres, gerando gigantes demoníacos, os quais foram exterminados no dilúvio. A questão é que essa interpretação era amplamente conhecida nos dias de Jesus e do novo testamento, se ela estivesse errada, o novo testamento deveria condená-la de alguma maneira, já que a menciona. Porém o novo testamento não a condena, mas há fortes indícios de que à aprova, em pelo menos quatro livros, as duas cartas de Pedro, a carta de Judas e indiretamente também o livro do apocalipse, pois todos esses livros mencionam anjos ou espíritos em prisão ( 1pe 3. 18-20; 2pe 2.4; Judas 6; apocalipse 9). A questão é de onde vem esse conceito de anjos em prisão que todos esses textos mencionam? É a resposta mais plausível é: dos livros apócrifos mencionados acima, isso é comprovado documentalmente. O autor da carta de Judas cita explicitamente o livro de 1Enoque, que é o principal livro da tradição apocalíptica judaica, vejam Judas 14-15, a seguir compare Judas 6 e 1 Enoque 1,9. Judas 6 Eis que vejo o senhor entre suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra ele.

1Enoque 1.9 Ele virá com milhares de santos, para exercer o julgamento sobre o mundo inteiro e aniquilar todos os malfeitores, reprimir toda a carne pelas más ações tão iniquamente perpetradas e pelas palavras arrogantes que os pecadores insolentemente proferiram contra ele.


Os anjos em prisão

Quem são os espíritos em prisão aos quais Cristo fez uma proclamação após ter sido “morto na carne”, porém” “vivificado em espírito”? ( 1 pé 3. 18-19). Quem são os anjos que pecaram, segundo Judas 6, os quais foram “algemados” e “aprisionados nas trevas” ou, de acordo com 2pedro 2/4 foram “precipitados no tártaro” em abismo de trevas? Trata-se dos mesmos personagens? Quando eles pecararam, e qual foi o pecado deles? Esse sem dúvida é um dos assuntos mais difíceis para se debater na história da teologia cristã, tendo recebido grande destaque especialmente nos primeiros séculos do Cristianismo, quando a influência do judaísmo era mais sentida nas comunidades cristãs. Por que cristãos que crêem em tantos fatos sobrenaturais da bíblia têm dificuldade em Crer que, de algum modo, anjos caídos se relacionaram com mulheres e foram punidos por Deus? Muitos dos “pais da igreja” ( Justino 100-165) seguiram a a interpretação judaica que relacionava espíritos aprisionados com anjos que haviam se relacionado com mulheres antes do dilúvio, conforme relata o texto de Gênesis 6. 1-2. Porém aos poucos, a idéia de que Cristo teria ido ao inferno após a morte e antes da ressurreição, e lá pregado para almas, começou a dominar a interpretação. É contra isso que Santo Agostinho (354-430) se revoltou no quinto século, ao demonstrar acertadamente que não faria nenhum sentido Cristo ir ao inferno e pregar à apenas um grupo de condenados, deixando todos os demais sem pregação. No meio protestante essa interpretação foi vista por conservadores, como má interpretação do antigo testamento e influência dos mitos pagãos. Mas nós últimos anos ressurgiu o assunto é agora no meio conservador, como por exemplo o exegeta Thomas R. S, chereiner, ele diz, Judas 6, assevera que: ” nós podemos estar quase certos de que Judas se referiu aqui ao pecado dos anjos em Gn 6. 1-4″. Do mesmo modo, Peter H. Davids reconhece que ” Judas, então, se refere aos anjos ( também chamados de ” vigilantes ” em 1Enoque e outras literaturas), como os anjos, os filhos do céu”. É também J. N. D. Kelly: ” esses são os “filhos de Deus” de acordo com Gn 6. 1-4, que cederam a à atração das ” filhas dos homens” e formaram união com elas.

RF: confissões de santo Agostinho


 
 
 


Durante a tentação, fazei piedosamente na fronte, O SINAL DA CRUZ, pois este é o sinal da Paixão reconhecidamente provado contra o demônio, desde que feito com fé e não para vos exibir diante dos homens, servindo eficazmente como um escudo: o Adversário, vendo quão grande é a força que sai do coração do homem que serve o Verbo (pois mostra o sinal interior do Verbo projetado no exterior), fugirá imediatamente, repelido pelo Espírito que está no homem.

Era isso que o profeta Moisés representava através do cordeiro morto na Páscoa e ensinava ao aspergir o sangue nos batentes das portas: simbolizava a fé que agora se encontra em nós, ou seja, a fé no Cordeiro perfeito.

Ora, persignando-nos na fronte e nos olhos com a mão, afastamos tudo aquilo que tenta nos destruir.

(Santo Hipólito de Roma)

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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