top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

“Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar…”(Ef 6,12)

Nos diz o venerável Cardeal Fulton Sheen: “Nós estamos vivendo nos dias do Apocalipse – os últimos dias da nossa era… as duas grandes forças do Corpo Místico de Cristo e do Corpo Místico do Anticristo estão começando a desenhar as linhas de batalha para o embate final. O Falso Profeta terá uma religião sem a cruz. Uma religião sem um mundo vindouro. Uma religião para destruir as religiões. E o falso profeta vai criar uma outra.

A falsa igreja é mundana, ecumênica e global. Vai ser uma federação de igrejas. E as religiões irão formar um tipo de associação global. Um Parlamento Mundial das Igrejas. Será esvaziada de todo conteúdo divino e será o corpo místico do Anticristo. O corpo místico hoje na Terra terá o seu Judas Iscariotes e será o falso profeta. Satanás o recrutará dentre os nossos bispos.

De Anticristo ele não será chamado, caso contrário ele não conseguiria seguidores. Ele não se vestirá de vermelho e nem vomitará enxofre, também não terá como cetro um tridente ou balançará uma cauda pontiaguda como Mefistófeles em Fausto. Esta mascaração só serviu para ajudar o demônio a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais ninguém o reconhece, mais poder ele exerce.

Deus definiu a Si mesmo como “Eu sou Aquele que Sou”, enquanto o demônio, como antítese se define como “eu sou aquele que não sou”. Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras encontramos justificativa para o mito popular do Diabo como um palhaço vestido de “vermelho”. Ao invés disto, ele é descrito como um anjo caído do céu, como “o príncipe deste mundo”, cuja tarefa é nos dizer que não existe outro mundo. Sua lógica é simples: se não há céu, não há inferno, se o inferno não existe, então não há pecado, se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento então o mal é bom e bom é mau. Mas, acima de todas estas descrições, Nosso Senhor nos adverte que ele será tão parecido com o Cristo que seria capaz de enganar até mesmo os escolhidos – e certamente nenhum demônio já descrito em alegorias de livros seria capaz de enganar os escolhidos.

Como então ele se apresentará nessa nova era pra ganhar seguidores para a sua religião?

A crença já nos tempos anteriores à Rússia comunista é que ele virá disfarçado como um grande líder humanitário: ele vai falar de paz, prosperidade e abundância não como um meio para levar-nos a Deus, mas como um fim em si mesmo. A terceira tentação , aquela em que Satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo, se tornará a tentação de ter uma nova religião sem a cruz, uma liturgia sem a menção de um mundo por vir, uma religião para destruir a verdadeira religião, ou uma política que se tornará uma religião – uma religião que renderá a César até mesmo as coisas que são de Deus.

No meio de todo o seu aparente amor pela humanidade e seu discurso simplista de liberdade e igualdade, ele guardará um grande segredo que não revelará a ninguém: ele não acredita em Deus. Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Anticristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino.

Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de Cristo. Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial”

(Fonte: Cardeal Fulton J. Sheen, no livro “Communism and the Conscience of the West” – Bobbs-Merril Company, Indianápolis, 1948, páginas 24-25 – Em 2002, sua causa de canonização foi aberta e suas “virtudes heroicas” foram reconhecidas em 2012 — sendo, portanto, já um “Venerável”).

“Nos tempos do Anticristo a Igreja de Deus sobre a terra verá reduzido grandemente o número aparente de seus fiéis devida a aberta deserção dos poderes deste mundo. Esta deserção começará por uma indiferença a toda forma de cristianismo, sobre a aparência de uma tolerância universal. Mas esta tolerância não procederá de um verdadeiro espírito de caridade e indulgência mas de uma projeto que tem por fim destruir o cristianismo pelo incentivo as seitas.

Esta pretensiosa tolerância irá muito mas além de uma justa tolerância a inclusive a que diz respeito as diversas denominações cristãs. Pois os governos pretenderão ser indiferentes a todas e não darão proteção preferencial a nenhuma. Da tolerância das mas pestíferas heresias passarão logo a tolerância do islamismo, do ateísmo e por fim virá a perseguição explícita da verdade do cristianismo. Nesses tempos o Templo de Deus se verá reduzido aos santos, isto é, ao pequeno número dos verdadeiros cristãos que adoram o Pai em espírito e em verdade e que regem estritamente sua doutrina e culto e toda sua conduta pela Palavra de Deus”

(Fonte: Beato Cardeal John Henry Newman, escrito no ano de 1838)

Diante de um mundo cada vez mais anticristão, nós vemos muitos dos nossos irmãos entregando-se à podridão das trevas, pouco a pouco, se desvencilhando da vida virtuosa e, ao mesmo tempo, da Sã Doutrina do Senhor, enganados pela ilusão de uma vida mais cômoda e fácil, oposta às “aflições” supostamente trazidas pela vida reta. Enganam-se aqueles que pretendem viver com Cristo, supondo que não sofrerão, assim, os males terrenos. Ora, o próprio Jesus não deixa dúvidas: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33b). E desafia-nos: “…Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16,24).

Viver conforme a vontade de Deus não é, portanto, passar pela via larga, mas pela estreita (cf. Mt 7,13-14; Lc 13-,24), pois não há como chegar à santidade vivendo conforme a própria vontade, deleitando-se com os prazeres da carne, e afastando de si a mortificação. A beleza da vida virtuosa está na luta contra o mal, na batalha contra si mesmo, e na renúncia ao mundo. O cristão não pode desejar para si nada, senão os desejos de Deus. Não deve preocupar-se com nada (cf. Mt 6,25ss), apenas esforçar-se na luta constante para permanecer puro e agradável aos olhos de Deus. O mundo há de querer sempre arrastar-nos para si, seduzir-nos com suas ciladas, atracar-nos às suas falsas delícias, para que assim não tenhamos forças ou ânimo suficientes para regressarmos ao caminho da salvação. Os clássicos inimigos de todos os cristãos são o diabo, a carne e o mundo. E diante de tais inimigos, não deve ficar o católico estático.

Deve preparar-se para o combate, como nos alerta o apóstolo Paulo:

“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal espalhadas nos ares.

Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos” – (Ef 6,11-18)

A ação e oração devem caminhar juntas para que vençamos estes tempos bélicos, pois não há outro tempo de batalha, senão este em que vivemos. Talvez não percebamos isto, talvez nosso conceito de batalha seja o das guerras clássicas, de exércitos, de armas, de sangue…

Muitos aliaram estas duas batalhas: lutaram contra o mundo, contra a carne, contra o mal, e acabaram dando a sua vida por causa disto. Os martírios diminuíram, é verdade, mas o mundo está cada vez mais impiedoso, Satanás tem encontrado cada vez mais espaço para agir, e os homens se tornaram ainda mais escravos do próprio corpo. E é por isso que devemos nos voltar para a batalha que deve acontecer todos os dias em nossas vidas, e lutá-la. Não basta sabermos do dever de resistir ao mal, devemos nos revestir da armadura de Deus! Devemos nos manter vigilantes, atentos, e jamais deixarmos a oração, a penitência e o jejum, a fim de mantermos o espírito e a carne preparados.Preparando o espírito, nos tornamos mais capazes de dominar a carne, a fim de nos encontrarmos prontos para trilharmos o caminho da santidade. O caminho da perfeição passa pela cruz.

Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual. O progresso espiritual envolve ascese e mortificação, que levam gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças. Não para perder a alegria, mas para tentar alcançar a perfeição, devemos nos despir do “homem velho” (cf. Ef 4,22) através da mortificação, dando lugar ao “homem novo” (cf. Ef 4,24).Aceitando os sofrimentos que nos ocorrem, jejuando, privando o corpo de prazeres e excessos, enfim, fazendo sacrifícios, afastamos de nós as más inclinações, e assim nos assemelhamos mais a Cristo, que, mesmo em toda a sua perfeição, não se isentou do sofrimento e da cruz. E por que nos afastaríamos, se é pela cruz que Cristo obteve, e nós obtemos a vitória? O sofrimento, as dores, as dificuldades sempre vêm, e são ainda maiores para aqueles que buscam a santidade. Devemos aprender a administrá-los, a não renunciá-los, e a crescermos com eles.

Ora, só se obtém uma espada após forjar o metal. “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” – (Gl 2,20). E para que Cristo viva em nós, é necessário lutarmos a cada dia, sem cessar, contra tudo o que nos afasta d’Ele. Vigiando e orando, revestidos da armadura de Deus, sigamos vivendo estes tempos bélicos.

Rezemos, jejuemos, para que possamos, chegar aos céus e, combatendo á tudo e á todos, que não estão se preocupando com o desmoronamento da Igreja, seu modernismo e aparentes boas mudanças! Rezemos, Jejuemos e nos penitenciemos, pois creio que somente assim, ajudaremos e viveremos o que Nosso Senhor nos disse: viver no mundo, sem ser do mundo. Rezemos á Deus e peçamos a intercessão da Santíssima Virgem Maria, dos santos, em particular do Beato Pio IX, para que muitos e muitos dentro da Igreja, inclusive de sua hierarquia, abandone a linha liberalista, populista e modernista.

Equipe Padre Rodrigo Maria

 
 
 

“Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar…”(Ef 6,12)

Nos diz o venerável Cardeal Fulton Sheen: “Nós estamos vivendo nos dias do Apocalipse – os últimos dias da nossa era… as duas grandes forças do Corpo Místico de Cristo e do Corpo Místico do Anticristo estão começando a desenhar as linhas de batalha para o embate final. O Falso Profeta terá uma religião sem a cruz. Uma religião sem um mundo vindouro. Uma religião para destruir as religiões. E o falso profeta vai criar uma outra.

A falsa igreja é mundana, ecumênica e global. Vai ser uma federação de igrejas. E as religiões irão formar um tipo de associação global. Um Parlamento Mundial das Igrejas. Será esvaziada de todo conteúdo divino e será o corpo místico do Anticristo. O corpo místico hoje na Terra terá o seu Judas Iscariotes e será o falso profeta. Satanás o recrutará dentre os nossos bispos.

De Anticristo ele não será chamado, caso contrário ele não conseguiria seguidores. Ele não se vestirá de vermelho e nem vomitará enxofre, também não terá como cetro um tridente ou balançará uma cauda pontiaguda como Mefistófeles em Fausto. Esta mascaração só serviu para ajudar o demônio a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais ninguém o reconhece, mais poder ele exerce.

Deus definiu a Si mesmo como “Eu sou Aquele que Sou”, enquanto o demônio, como antítese se define como “eu sou aquele que não sou”. Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras encontramos justificativa para o mito popular do Diabo como um palhaço vestido de “vermelho”. Ao invés disto, ele é descrito como um anjo caído do céu, como “o príncipe deste mundo”, cuja tarefa é nos dizer que não existe outro mundo. Sua lógica é simples: se não há céu, não há inferno, se o inferno não existe, então não há pecado, se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento então o mal é bom e bom é mau. Mas, acima de todas estas descrições, Nosso Senhor nos adverte que ele será tão parecido com o Cristo que seria capaz de enganar até mesmo os escolhidos – e certamente nenhum demônio já descrito em alegorias de livros seria capaz de enganar os escolhidos.

Como então ele se apresentará nessa nova era pra ganhar seguidores para a sua religião?

A crença já nos tempos anteriores à Rússia comunista é que ele virá disfarçado como um grande líder humanitário: ele vai falar de paz, prosperidade e abundância não como um meio para levar-nos a Deus, mas como um fim em si mesmo. A terceira tentação , aquela em que Satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo, se tornará a tentação de ter uma nova religião sem a cruz, uma liturgia sem a menção de um mundo por vir, uma religião para destruir a verdadeira religião, ou uma política que se tornará uma religião – uma religião que renderá a César até mesmo as coisas que são de Deus.

No meio de todo o seu aparente amor pela humanidade e seu discurso simplista de liberdade e igualdade, ele guardará um grande segredo que não revelará a ninguém: ele não acredita em Deus. Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Anticristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino.

Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de Cristo. Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial”

(Fonte: Cardeal Fulton J. Sheen, no livro “Communism and the Conscience of the West” – Bobbs-Merril Company, Indianápolis, 1948, páginas 24-25 – Em 2002, sua causa de canonização foi aberta e suas “virtudes heroicas” foram reconhecidas em 2012 — sendo, portanto, já um “Venerável”).

“Nos tempos do Anticristo a Igreja de Deus sobre a terra verá reduzido grandemente o número aparente de seus fiéis devida a aberta deserção dos poderes deste mundo. Esta deserção começará por uma indiferença a toda forma de cristianismo, sobre a aparência de uma tolerância universal. Mas esta tolerância não procederá de um verdadeiro espírito de caridade e indulgência mas de uma projeto que tem por fim destruir o cristianismo pelo incentivo as seitas.

Esta pretensiosa tolerância irá muito mas além de uma justa tolerância a inclusive a que diz respeito as diversas denominações cristãs. Pois os governos pretenderão ser indiferentes a todas e não darão proteção preferencial a nenhuma. Da tolerância das mas pestíferas heresias passarão logo a tolerância do islamismo, do ateísmo e por fim virá a perseguição explícita da verdade do cristianismo. Nesses tempos o Templo de Deus se verá reduzido aos santos, isto é, ao pequeno número dos verdadeiros cristãos que adoram o Pai em espírito e em verdade e que regem estritamente sua doutrina e culto e toda sua conduta pela Palavra de Deus”

(Fonte: Beato Cardeal John Henry Newman, escrito no ano de 1838)

Diante de um mundo cada vez mais anticristão, nós vemos muitos dos nossos irmãos entregando-se à podridão das trevas, pouco a pouco, se desvencilhando da vida virtuosa e, ao mesmo tempo, da Sã Doutrina do Senhor, enganados pela ilusão de uma vida mais cômoda e fácil, oposta às “aflições” supostamente trazidas pela vida reta. Enganam-se aqueles que pretendem viver com Cristo, supondo que não sofrerão, assim, os males terrenos. Ora, o próprio Jesus não deixa dúvidas: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33b). E desafia-nos: “…Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16,24).

Viver conforme a vontade de Deus não é, portanto, passar pela via larga, mas pela estreita (cf. Mt 7,13-14; Lc 13-,24), pois não há como chegar à santidade vivendo conforme a própria vontade, deleitando-se com os prazeres da carne, e afastando de si a mortificação. A beleza da vida virtuosa está na luta contra o mal, na batalha contra si mesmo, e na renúncia ao mundo. O cristão não pode desejar para si nada, senão os desejos de Deus. Não deve preocupar-se com nada (cf. Mt 6,25ss), apenas esforçar-se na luta constante para permanecer puro e agradável aos olhos de Deus. O mundo há de querer sempre arrastar-nos para si, seduzir-nos com suas ciladas, atracar-nos às suas falsas delícias, para que assim não tenhamos forças ou ânimo suficientes para regressarmos ao caminho da salvação. Os clássicos inimigos de todos os cristãos são o diabo, a carne e o mundo. E diante de tais inimigos, não deve ficar o católico estático.

Deve preparar-se para o combate, como nos alerta o apóstolo Paulo:

“Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal espalhadas nos ares.

Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos” – (Ef 6,11-18)

A ação e oração devem caminhar juntas para que vençamos estes tempos bélicos, pois não há outro tempo de batalha, senão este em que vivemos. Talvez não percebamos isto, talvez nosso conceito de batalha seja o das guerras clássicas, de exércitos, de armas, de sangue…

Muitos aliaram estas duas batalhas: lutaram contra o mundo, contra a carne, contra o mal, e acabaram dando a sua vida por causa disto. Os martírios diminuíram, é verdade, mas o mundo está cada vez mais impiedoso, Satanás tem encontrado cada vez mais espaço para agir, e os homens se tornaram ainda mais escravos do próprio corpo. E é por isso que devemos nos voltar para a batalha que deve acontecer todos os dias em nossas vidas, e lutá-la. Não basta sabermos do dever de resistir ao mal, devemos nos revestir da armadura de Deus! Devemos nos manter vigilantes, atentos, e jamais deixarmos a oração, a penitência e o jejum, a fim de mantermos o espírito e a carne preparados.Preparando o espírito, nos tornamos mais capazes de dominar a carne, a fim de nos encontrarmos prontos para trilharmos o caminho da santidade. O caminho da perfeição passa pela cruz.

Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual. O progresso espiritual envolve ascese e mortificação, que levam gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças. Não para perder a alegria, mas para tentar alcançar a perfeição, devemos nos despir do “homem velho” (cf. Ef 4,22) através da mortificação, dando lugar ao “homem novo” (cf. Ef 4,24).Aceitando os sofrimentos que nos ocorrem, jejuando, privando o corpo de prazeres e excessos, enfim, fazendo sacrifícios, afastamos de nós as más inclinações, e assim nos assemelhamos mais a Cristo, que, mesmo em toda a sua perfeição, não se isentou do sofrimento e da cruz. E por que nos afastaríamos, se é pela cruz que Cristo obteve, e nós obtemos a vitória? O sofrimento, as dores, as dificuldades sempre vêm, e são ainda maiores para aqueles que buscam a santidade. Devemos aprender a administrá-los, a não renunciá-los, e a crescermos com eles.

Ora, só se obtém uma espada após forjar o metal. “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” – (Gl 2,20). E para que Cristo viva em nós, é necessário lutarmos a cada dia, sem cessar, contra tudo o que nos afasta d’Ele. Vigiando e orando, revestidos da armadura de Deus, sigamos vivendo estes tempos bélicos.

Rezemos, jejuemos, para que possamos, chegar aos céus e, combatendo á tudo e á todos, que não estão se preocupando com o desmoronamento da Igreja, seu modernismo e aparentes boas mudanças! Rezemos, Jejuemos e nos penitenciemos, pois creio que somente assim, ajudaremos e viveremos o que Nosso Senhor nos disse: viver no mundo, sem ser do mundo. Rezemos á Deus e peçamos a intercessão da Santíssima Virgem Maria, dos santos, em particular do Beato Pio IX, para que muitos e muitos dentro da Igreja, inclusive de sua hierarquia, abandone a linha liberalista, populista e modernista.

Equipe Padre Rodrigo Maria

 
 
 

Declarou o Papa São Félix III: “Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la”. Em uma recente entrevista ao jornal espanhol ‘El Mundo’, o Padre Arturo Sosa assinalou que “fizemos figuras simbólicas, como o diabo, para expressar o mal”.

Recordemos, que o IV Concílio Ecumênico Lateranense, em 1215, declarou que nós cristãos “firmemente cremos e simplesmente confessamos” que Deus criou “do nada uma e outra criatura, espiritual e corporal, ou seja, a angelical e a mundana, e depois a humana”. “O diabo e os outros demônios”, e continua o texto conciliar: “por Deus, certamente foram criados bons por natureza; mas eles, por si mesmos se converteram em maus”.

Em 29 de junho de 1972, assinalou, Paulo VI, em sua homilia, afirmou ter a sensação de que, “por alguma fissura entrou a fumaça de Satanás no templo de Deus. Há a dúvida, a incerteza, os problemas, a inquietação, a insatisfação, o confronto”. Nesse mesmo ano, em 15 de novembro, Paulo VI advertiu que “uma das maiores necessidades da Igreja, é nos defender do Demônio”.

Quando pedimos “livrai-nos do mal” na oração do Pai Nosso, assinalamos que nesta petição, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O ‘Diabo’ (dia-bolos) é aquele que ‘se atravessa’ no desígnio de Deus e na sua obra de salvação realizada em Cristo.

Disse certa vez o falecido Exorcista, padre Gabriele Amorth: “O demônio está instalado no coração da Igreja”. Essa frase, corrobora e confirma, as palavras de Paulo VI, que falou sobre a invasão da Fumaça de satanás. Para o exorcista, há sinais de que o Anticristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé. De acordo com Amorth, as evidências são irrefutáveis. Ele ainda disse que, “na alta hierarquia Católica, há cardeais que não acreditam em Jesus, e bispos que estão ligados ao demônio”.

Devemos lembrar as aparições da Virgem em Akita, no Japão, reconhecida pela Igreja, e seu conteúdo e aviso são similares à mensagem de Fátima. Nossa Senhora disse: “O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor. O demônio especialmente dirigirá sua ira contra almas consagradas a Deus. O pensamento da perda de tantas almas é a causa de minha tristeza. Se os homens aumentarem ainda mais seus pecados em número e gravidade, já não haverá nenhum perdão para eles”.

Fortes e contundentes palavras da Mãe de Deus. Muitos cristãos não acreditam no diabo, chegando a dizer que “Isso não é nada além de superstição”. Existe neste pensamento herético, uma certa “lógica”. Pois se “fecharam” as portas do inferno, dizendo e ensinando que ele não existe, seria lógico e conseguente, também dizer que o demônio é uma fábula, e que ele simplesmente não existe.

“Não servirei!!”

Este odioso brado de revolta ― inspiração de todos os gritos de insubmissão da História ― fez-se ouvir no Céu. Era Lúcifer, o anjo que portava a luz.

Tal era sua excelência que a Igreja aplica a ele as palavras de Ezequiel: “Tu és o selo de semelhança de Deus, cheio de sabedoria e perfeito na beleza; tu vivias nas delícias do paraíso de Deus e tudo foi empregado para realçar a tua formosura!” – (Ez 28, 12-12).

Arrastando consigo a terça parte dos anjos, Lúcifer foi precipitado no inferno, tornando-se o príncipe das trevas. O mundo está sob ataque de Satanás, conforme Nosso Senhor disse que seria (1 Pedro 5: 8-14), e esta batalha está ocorrendo dentro da própria Igreja, e a devastação é muito evidente. Na Igreja, hoje, muitos Católicos estão perplexos, porque estão vendo e ouvindo coisas jamais vistas. Ouvimos vindo da Hierarquia da Igreja, frases que na boca de qualquer outra pessoa, seria considerado blasfêmia.

Até que ponto a fumaça de satanás penetrou no seio da Igreja? E até onde vai sua demolição?

Tudo se derruba à nossa volta, tudo se questiona, a fé católica está desfigurada e questionada e, quem tem a sagrada obrigação de nos confirmar na fé, nos ensina o erro, fala pensando na reação que terão suas palavras, em agradar aos homens, razão pela qual suavizam a palavra de Deus, ou simplesmente a calam e adulteram.

Santa Francisca Romana (1384-1440), teve singulares, estupendas, e as mais estarrecedoras visões do inferno e de seus demônios. Ela descreveu o inferno, onde reina uma ordem às avessas, a desordem como o princípio constitutivo da anti-ordem de satanás: O que é uma pessoa passar uma hora com ouro ou prata derretidos e quentes dentro da garganta, sem anestésicos, sem os mil cuidados dos nossos hospitais? Então, imaginem o que é passar a eternidade com ouro e prata derretidos na garganta. Querer engolir e não poder, queimaduras horrorosas, sensações atrozes.

Tudo isto foi mostrado à Santa Francisca Romana. Viu as hierarquias de demônios, suas funções, seus suplícios e os crimes a que eles presidem. Viu Lúcifer, consagrado ao orgulho, chefe geral dos orgulhosos, rei de todos os demônios e de todos os condenados. E Santa Francisca Romana relata:

“Uma parte dos demônios fica no inferno; outra reside no ar e outra reside entre os homens, buscando a quem devorar. Os que ficam no inferno dão as suas ordens e enviam seus deputados; os que residem no ar agem fisicamente sobre as perturbações atmosféricas e telúricas, lançam por toda parte influências más, empestam o ar física e moralmente”, finaliza, mais uma vez confirmando sim, a existência do demônio.

Os demônios sofrem terrivelmente vendo um ato público de virtude. Porque eles sofrem mais em ver o bem, do que em todos os tormentos do inferno. O homem que faz o bem, que vive e respeita os Mandamento e as Leis de Deus, que tem fidelidade à Sua Doutrina, ao Seu Magistério e aos seus ensinamentos, inflige ao demônio uma tortura tremenda. Devemos pedir a Santa Francisca Romana, que ela nos dê o suficiente discernimento para compreendermos quais ações são do demônio, para odiá-las e talhá-las logo que se iniciam.

Muitas vezes o demônio se apresenta por vias indiretas, sugere-nos coisas que parecem insignificantes, uma pequena ideia fixa a respeito de uma ninharia. É a ação do demônio…

E o que fazer nesta hora? Corta essas coisas no começo! Há um princípio de sabedoria que diz “principia obstat”, corte no começo! Vamos pedir que Santa Francisca Romana nos dê o discernimento de tudo isto, e nos faça compreender como o católico precisa estar preparado para lutar contra essa pluralidade de influências, ensinamentos e pensamentos nefastos. E nos previna contra uma doutrina errada, mas tão frequente, de que a tentação do demônio seja apenas uma superstição. Vamos pedir a Santa Francisca Romana que nos dê uma clara e lúcida visão dessas verdades.

Diz na Sagrada Escritura: “Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu” – (São Mateus 13, 25).

Ante o crescimento de um culto materialista, um culto ao homem no lugar de Deus, a entidades maternas pagãs, é preciso lembrar que a verdadeira mãe da humanidade, é aquela cujo fruto nos alimenta para a eternidade, a Santíssima Virgem Maria, mãe de Deus e nossa mãe.

O dogma da maternidade divina de Maria está ligado a um artigo inegociável do credo cristão: a encarnação do Verbo. Na hora derradeira, Jesus entregou Sua mãe para toda a humanidade, na pessoa do apóstolo amado – (Jo 19, 25-26). Maria é, pois, a mãe que nos dá o verdadeiro alimento que salva: o pão vivo descido do céu.

Infelizmente, assistimos a uma nova onda de paganismo, a qual tem minimizado a importância da fé cristã em nossa sociedade, para ressaltar os novos deuses dos tempos modernos. A maternidade de Maria é posta de lado — por vezes, até ridicularizada —, ao passo que a nova mãe do mundo, a Gaia, como dizem alguns, ganha o espaço que antes era da Mãe de Deus. Isso explica o porquê de as igrejas estarem vazias, na virada do ano, e as praias estarem cheias: as luzes efêmeras dos fogos de artifício têm mais valor que a Luz perene irradiada por Cristo.

Uma sociedade materialista moldará deuses materialistas. Por isso, prefere-se cultuar a mãe que dá o alimento que passa, do que a Mãe que introduz na vida eterna. Mas esse culto à Mãe da Terra e ao mundo, longe de trazer libertação, prende o ser humano nos vícios da carne, nas paixões mundanas e no próprio egoísmo. O homem esquece-se de sua finalidade, que é o Céu, para concentrar esforços numa jornada sem propósito: este mundo mesmo “onde a ferrugem e as traças corroem” – (Mt 6, 19). Quantos têm desperdiçado este auxílio precioso por culpa ora de más teologias, ora do paganismo e das heresias que se propaga hoje em dia. É uma ótima oportunidade para redescobrirmos o valor da espiritualidade mariana, lembrando-nos dos pedidos que a Senhora fez à humanidade: oração e mortificação pela paz no mundo e pela salvação dos povos. Enquanto alguns fazem troça desses pedidos, os verdadeiros católicos, têm o dever de ecoar pelos quatro cantos da Terra a mensagem daquela cujo coração triunfará no último dia.

Equipe Templário de Maria

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis