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Cidade do Vaticano, 19 de Abril de 2013 (Zenit.orgLuca Marcolivio | 724 visitas

A humildade é uma condição necessária se queremos acolher a palavra de Deus e converter-nos. Disse Papa Francisco durante a missa matutina na capela da casa Santa Marta, celebrada desta vez na presença de alguns funcionários da Imprensa Vaticana e do L’Osservatore Romano.

Articulando a sua homilia sobre as leituras do dia (Atos 9, 1-20; Jo 6, 52-59), o Santo Padre recordou a história da conversão de São Paulo, que, depois de ter perseguido Jesus, o acolhe, porque, apesar da sua mente estar perplexa, o seu coração está aberto a Cristo. Uma atitude semelhante é a de Ananias, enquanto os doutores da lei respondem a Jesus com total fechamento e hostilidade.

A voz de Jesus, disse Francisco, “passa pela nossa mente e vai ao coração, porque Jesus procura a nossa conversão”. Paulo e Ananias, acolhendo a Cristo na sua vida, “respondem como os grandes da história da salvação, com Jeremias, Isaías”.

A confusão e a incerteza são típicos de todos os profetas, incluindo Moisés, que se pergunta: “Mas, Senhor, eu não sei falar, como irei dizer isso aos egípcios?” enquanto a Virgem Maria encontra-se a conceber o Filho de Deus, o Salvador da humanidade, sem ser casada, ou “conhecer homem”.

O salto de qualidade típico de todos os profetas e santos é a “resposta de humildade”, ou a aceitação da Palavra de Deus “com o coração”.  Todo o contrário da lei, que “respondem só com a cabeça” e assim se fazem impermeáveis para qualquer conversão.

Atualizando o conceito, Papa Francisco identificou nos “grandes teólogos” do nosso tempo, outra categoria de pessoas que “respondem somente com a cabeça”, e não compreendem que a Palavra de Jesus “vai para o coração porque é Palavra de amor, é palavra bonita e traz o amor, nos faz amar”

Quando eles descobrem que quem não comer a carne de Jesus e não beber Seu sangue, não vai ganhar a vida eterna, entram em crise: não conseguem ir além do conceito material e convencional do ato de comer carne.

Entra portanto um “problema de intelecto” e quando a ideologia entra “na inteligência do Evangelho, não se entende nada”, observou o Pontífice.

Nem mesmo o “moralismo” é uma estrada viável: mesmo quem insiste em ver em Jesus uma mera “estrada do dever”, de fato, cai na armadilha da pretensão de compreender tudo somente “com a cabeça”. Quem tem uma atitude assim carrega tudo “sobre os ombros dos fieis”.

Toda ideologia, acrescentou o Papa Francisco, “é uma falsificação do Evangelho” e aqueles que a sustentam são “intelectuais sem talento, eticistas sem bondade”; não entendem nem sequer de beleza. Ao longo da estrada do amor, da beleza e do Evangelho avançam pelo contrário os Santos que, com a humildade da sua conversão, “levam adiante a Igreja”.

A oração final do Santo Padre foi portanto por uma Igreja de coração aberto, livre de “qualquer interpretação ideológica” e fundamenta somente no Evangelho “que nos fala do amor e nos leva ao amor” e “nos faz belos”, dando-nos “a beleza da santidade”. [Tradução do Italiano por Thácio Siqueira]

(19 de Abril de 2013) © Innovative Media Inc.

 
 
 
Papa Francisco

VATICANO, 15 Abr. 13 / 02:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco refletiu em sua homilia desta manhã no Domus Santa Marta sobre a força destruidora da calúnia, a que considerou “pior” do que um pecado porque nasce do ódio e busca destruir a obra de Deus.

O Papa comentou as leituras de hoje e destacou o episódio de São Estevão, o primeiro mártir da Igreja, que foi levado ante o Sinédrio por causa do seu testemunho do Evangelho.

O Pontífice explicou que Estevão foi uma vítima da calúnia. É acusado de “falso testemunho” e não protagoniza uma “luta justa, entre homens de bem” porque seus inimigos escolheram o caminho de uma luta suja, “o caminho da calúnia”.

Adicionou que a calúnia é pior que o pecado – uma expressão direta de Satanás. “Todos somos pecadores, todos cometemos pecados, mas a calúnia é outra coisa. É obvio que também é um pecado, mas é algo mais. A calúnia quer destruir a obra de Deus, e nasce de uma coisa muito ruim: nasce do ódio e o ódio é a obra de Satanás. A calúnia destrói a obra de Deus nas pessoas, em suas almas”.

“Onde há calúnia, está o mesmo Satanás”, adicionou.

Fazendo referência ao relato bíblico, o Papa recordou que Estevão não mentiu para salvar-se. “Ele olhou para o Senhor e obedeceu a lei” e considerou isto que é o que ocorre com a história da Igreja porque desde o primeiro mártir até hoje, há numerosos exemplos de valentes testemunhas do Evangelho.

“Mas o tempo dos mártires não terminou, até hoje podemos dizer com verdade, que a Igreja tem agora mais mártires que nos primeiros séculos. A Igreja tem muitos homens e mulheres que são caluniados, que são perseguidos, que são assassinados por ódio a Jesus, por ódio à fé: alguns são assassinados porque ensinam o catecismo, outros são assassinados por carregar a cruz. Hoje, em muitos países, são difamados, são perseguidos. São nossos irmãos e irmãs que sofrem hoje neste tempo de mártires”, afirmou.

Para o Papa, esta é um “tempo de grande confusão espiritual” e evocou um antigo ícone russo que apresenta à Virgem Maria cobrindo o povo de Deus com seu manto.

“Peçamos a Nossa Senhora que nos proteja, e em tempos de turbulência espiritual o lugar mais seguro é debaixo do manto de Nossa Senhora. Ela é a mãe que cuida da Igreja, E neste tempo de mártires, ela é a protagonista, a protagonista da proteção. Ela é a Mãe (…) Digamos com fé: Mãe, a Igreja está sob sua proteção. Cuida da Igreja”.

 
 
 

Vaticano, 10 Abr. 13 / 11:25 am (ACI).- Na Audiência Geral desta Quarta-feira, o Papa Franciscomeditou sobre a esperança cristã e a relação de filhos, que graças à vitória deCristo sobre a morte, podemos ter com Deus, somos realmente capazes de viver àaltura desta dignidade, e devemos nutrir esta relação com a Palavra de Deus e ossacramentos vivendo assim uma vida na qual Deus é o centro.

“Na cruz, Jesus ofereceu-Se a Si mesmo, tomando sobre Si osnossos pecados, mas, na ressurreição, venceu-os, libertou-nos deles e abriu-nosa estrada para a nova condição de filhos de Deus. Esta é o maior dom querecebemos do mistério pascal de Jesus. E a nossa vida será nova, se noscomportarmos como verdadeiros filhos (…), disse o Papa.

“Devemos ter a coragem da fé, não nos deixando levar pelamentalidade que afirma: «Deus não é solução, não tem nada de importante parati». Na verdade é precisamente o contrário! Por exemplo, a ressurreição deJesus é tão importante, que, «se Cristo não ressuscitou – escreve São Paulo –,é vã a nossa fé». Na verdade, a nossa fé apoia-se sobre a morte e ressurreiçãode Cristo, como uma casa está apoiada sobre os alicerces: se estes cedem, cai acasa”, ressaltou.

Falando que no batismo, chegamos, graças à Ressurreição deCristo, a ter uma relação filial com Deus, o Papa Francisco afirmou que esta “écomo um tesouro guardado em um lugar de nossas vidas, mas que deve crescer, seralimentada todos os dias ouvindo a Palavra de Deus, com a oração, aparticipação nos sacramentos, especialmente os da Penitência e daEucaristia ecaridade.

“Nós podemos viver como filhos! E esta é a nossa dignidade -nós temos a dignidade dos filhos, (…) isto significa que a cada dia devemosdeixar que Cristo nos transforme e nos faça como Ele, significa para tentarviver como cristãos, para tentar segui-lo, mesmo vendo as nossas limitações enossas fraquezas. A tentação de deixar Deus de lado para nos colocarmos nocentro está sempre à mão e a experiência do pecado fere a nossa vida cristã, anossa condição de filhos de Deus”, acrescentou o Pontífice.

“Queridos irmãos e irmãs, é preciso primeiro ter firmementea esperança e devemos ser um sinal visível, claro, brilhante para todos. OSenhor Ressuscitado é a esperança que nunca falha, que não decepciona (Rm 5:5).A esperança não decepciona”, asseverou.

“Quantas vezes, na esperança de nossa vida a esperança desaparece,como muitas vezes as expectativas que levamos no nosso coração não se realizam!A esperança dos cristãos é forte, segura e sólida nesta terra, onde Deus noschamou a caminhar, e está aberta à eternidade, porque está fundada em Deus, queé sempre fiel. Não devemos esquecer: Deus é sempre fiel”.

“Queridos irmãos e irmãs, para aqueles que pedem razão daesperança que está em nós (cf. 1 Pd 3,15), assinalamos o Cristo Ressuscitado. (…)Mostramos a alegria de ser filhos de Deus, que nos dá a liberdade de viver emCristo, que é a verdadeira liberdade que nos salva da escravidão do mal, dopecado e da morte!”, exclamou.

No final saudou Francisco saudou os peregrinos de língua portuguesa:

Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, emparticular os grupos vindos de Coimbra e de São José do Rio Preto. A todosagradeço pela presença, desejando a cada um que possa crescer sempre mais navida nova de ressuscitados que Cristo nos conquistou. Que Deus vos abençoe!

 
 
 
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