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Muitos acreditam em Deus, mas poucos realmente o conhecem. Quem é Deus, segundo a doutrina católica?

Como católicos, temos que compreender que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Neste sentido, um aspecto muito importante da nossa fé é que em matéria de Doutrina, não devemos abrir espaço para que hajam dúvidas.

Por este motivo, é nosso dever buscar sempre conhecer a Doutrina deixada por nosso Senhor Jesus Cristo, que foi confiada à sua Igreja que tem a missão de transmiti-la pelos séculos.

Quem é Deus?

Deus é puro Espírito, eterno, criador das coisas visíveis (este mundo) e das coisas invisíveis (os anjos e a alma espiritual e imortal em cada homem) (cf.Gn 1-2).

Em Deus há, numa só natureza, três Pessoas realmente distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

  1. O mistério de Jesus de Nazaré. “Não há evangelização verdadeira enquanto não se anunciar o nome, a vida, as promessas, o reino, o mistério de Jesus de Nazaré, Filho de Deus” (EN 22). O Santo João Paulo II, no discurso inaugural da conferência de Puebla (24-01-1979), recomendou vivamente aos Bispos da América Latina “uma cuidadosa e zelosa transmissão da verdade sobre Jesus Cristo.” Mas a verdade sobre a Jesus Cristo (Segundo Mistério da nossa Fé) supõe a verdade sobre Deus, Uno e Trino (Primeiro Mistério da nossa Fé).

  2. Verdade de Razão e de Fé. A existência de Deus é verdade de Razão (a nossa mente está em condições de afirmar e comprovar que Deus existe), confirmada pela Fé. As provas racionais da existência de Deus são principalmente três: a) a ordem universal; b) a voz da consciência; c) o consenso dos povos.

  3. Verdade de Fé. Verdade só de Fé e, por isso, mistério, é a Santíssima Trindade. Esta verdade nos foi revelada por Cristo no novo Testamento (cf. Mt 3, 13-17; Jo 1, 1-14).

  4. Verdades consoladoras. As verdades mais consoladoras, reveladas no Novo Testamento a respeito de Deus, são duas: Deus é Pai (cf. Mt 6,9; Mt 11, 25-27); Deus é Amor (cf. 1 Jo 4, 8-16; Jo 3, 16).

  5. Primeiro Mistério da nossa Fé. Unidade e Trindade de Deus.

Ó Eterna Verdade e Verdadeira Caridade e Cara Eternidade: Tu és o meu Deus, por Ti suspiro dia e noite.Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! (Santo Agostinho)
 
 
 

Muitos acreditam em Deus, mas poucos realmente o conhecem. Quem é Deus, segundo a doutrina católica?

Como católicos, temos que compreender que Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Neste sentido, um aspecto muito importante da nossa fé é que em matéria de Doutrina, não devemos abrir espaço para que hajam dúvidas.

Por este motivo, é nosso dever buscar sempre conhecer a Doutrina deixada por nosso Senhor Jesus Cristo, que foi confiada à sua Igreja que tem a missão de transmiti-la pelos séculos.

Quem é Deus?

Deus é puro Espírito, eterno, criador das coisas visíveis (este mundo) e das coisas invisíveis (os anjos e a alma espiritual e imortal em cada homem) (cf.Gn 1-2).

Em Deus há, numa só natureza, três Pessoas realmente distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

  1. O mistério de Jesus de Nazaré. “Não há evangelização verdadeira enquanto não se anunciar o nome, a vida, as promessas, o reino, o mistério de Jesus de Nazaré, Filho de Deus” (EN 22). O Santo João Paulo II, no discurso inaugural da conferência de Puebla (24-01-1979), recomendou vivamente aos Bispos da América Latina “uma cuidadosa e zelosa transmissão da verdade sobre Jesus Cristo.” Mas a verdade sobre a Jesus Cristo (Segundo Mistério da nossa Fé) supõe a verdade sobre Deus, Uno e Trino (Primeiro Mistério da nossa Fé).

  2. Verdade de Razão e de Fé. A existência de Deus é verdade de Razão (a nossa mente está em condições de afirmar e comprovar que Deus existe), confirmada pela Fé. As provas racionais da existência de Deus são principalmente três: a) a ordem universal; b) a voz da consciência; c) o consenso dos povos.

  3. Verdade de Fé. Verdade só de Fé e, por isso, mistério, é a Santíssima Trindade. Esta verdade nos foi revelada por Cristo no novo Testamento (cf. Mt 3, 13-17; Jo 1, 1-14).

  4. Verdades consoladoras. As verdades mais consoladoras, reveladas no Novo Testamento a respeito de Deus, são duas: Deus é Pai (cf. Mt 6,9; Mt 11, 25-27); Deus é Amor (cf. 1 Jo 4, 8-16; Jo 3, 16).

  5. Primeiro Mistério da nossa Fé. Unidade e Trindade de Deus.

Ó Eterna Verdade e Verdadeira Caridade e Cara Eternidade: Tu és o meu Deus, por Ti suspiro dia e noite.Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! (Santo Agostinho)
 
 
 

“Et ecce intus eras et ego foris et ibi te quaerebam, et in ista formosa quae fecisti deformis irruebam…”

1. Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.

2. Tu estavas dentro de mim e eu fora… “Os homens saem para fazer passeios, a fim de admirar o alto dos montes, o ruído incessante dos mares, o belo e ininterrupto curso dos rios, os majestosos movimentos dos astros. E, no entanto, passam ao largo de si mesmos. Não se arriscam na aventura de um passeio interior”. Durante os anos de minha juventude, pus meu coração em coisas exteriores que só faziam me afastar cada vez mais d’Aquele a Quem meu coração, sem saber, desejava… Eis que estavas dentro e eu fora! Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Estavas comigo e não eu Contigo…

3. Mas Tu me chamaste, clamaste por mim e Teu grito rompeu a minha surdez… “Fizeste-me entrar em mim mesmo… Para não olhar para dentro de mim, eu tinha me escondido. Mas Tu me arrancaste do meu esconderijo e me puseste diante de mim mesmo, a fim de que eu enxergasse o indigno que era, o quão deformado, manchado e sujo eu estava”. Em meio à luta, recorri a meu grande amigo Alípio e lhe disse: “Os ignorantes nos arrebatam o céu e nós, com toda a nossa ciência, nos debatemos em nossa carne”. Assim me encontrava, chorando desconsolado, enquanto perguntava a mim mesmo quando deixaria de dizer “Amanhã, amanhã”… Foi então que escutei uma voz que vinha da casa vizinha… Uma voz que dizia: “Pega e lê. Pega e lê!”.

4. Brilhaste, resplandeceste sobre mim e afugentaste a minha cegueira. Então corri à Bíblia, abri-a e li o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar. Pertencia à carta de São Paulo aos Romanos e dizia assim: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,13s). Aquelas Palavras ressoaram dentro de mim. Pareciam escritas por uma pessoa que me conhecia, que sabia da minha vida.

5. Exalaste Teu Perfume e respirei. Agora suspiro por Ti, anseio por Ti! Deus… de Quem separar-se é morrer, de Quem aproximar-se é ressuscitar, com Quem habitar é viver. Deus… de Quem fugir é cair, a Quem voltar é levantar-se, em Quem apoiar-se é estar seguro. Deus… a Quem esquecer é perecer, a Quem buscar é renascer, a Quem conhecer é possuir. Foi assim que descobri a Deus e me dei conta de que, no fundo, era a Ele, mesmo sem saber, a Quem buscava ardentemente o meu coração.

6. Provei-Te, e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me, e agora ardo por Tua Paz. “Deus começa a habitar em ti quando tu começas a amá-Lo”. Vi dentro de mim a Luz Imutável, Forte e Brilhante! Quem conhece a Verdade conhece esta Luz. Ó Eterna Verdade! Verdadeira Caridade! Tu és o meu Deus! Por Ti suspiro dia e noite desde que Te conheci. E mostraste-me então Quem eras. E irradiaste sobre mim a Tua Força dando-me o Teu Amor!

7. E agora, Senhor, só amo a Ti! Só sigo a Ti! Só busco a Ti! Só ardo por Ti!…

8. Tarde te amei! Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que estavas dentro, e eu, fora – e fora Te buscava, e me lançava, disforme e nada belo, perante a beleza de tudo e de todos que criaste. Estavas comigo, e eu não estava Contigo… Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Chamaste, clamaste por mim e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste, e a Tua Luz afugentou minha cegueira. Exalaste o Teu Perfume e, respirando-o, suspirei por Ti, Te desejei. Eu Te provei, Te saboreei e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me e agora ardo em desejos por Tua Paz!

Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29

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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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