top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

VATICANO, 21 Fev. 13 / 01:11 pm (ACI/EWTN Noticias).- O último dia do pontificado do Papa Bento XVI, em 28 de fevereiro, será filmado ao vivo pela televisão. Serão suas últimas horas de permanência no Vaticano antes de partir para Castel Gandolfo. Assim o indicou Monsenhor Edoardo María Viganó, diretor do Centro Televisivo Vaticano (CTV).

Mons. Viganó explicou que o embarque do Papa no helicóptero “será um momento histórico”. E para transmitir ao vivo os momentos da partida a Rádio e Televisão Italiana (RAI) também estão se preparando.

As imagens serão transmitidas aos cinco continentes. O CTV, além disso, terá 26 câmeras para acompanhar o conclave e a apresentação do futuro pontífice.

“Estamos pensando em relatar estes momentos respeitando a pessoa do Papa e informando aos fiéis que querem acompanhar Bento XVI neste momento tão importante”.

As câmeras, portanto, estarão no Palácio Apostólico e acompanharão o Papa até as 17 horas, momento em que o pontífice subirá ao helicóptero para partir para Castel Gandolfo, onde três horas depois entrará em vigor sua renúncia e se iniciará o período de Sede Vacante.

Até que ponto as câmeras conseguirão filmar o Santo Padre sem invadir sua privacidade? Monsenhor Viganó, em declarações à agência de notícias ANSA, indicou que, “os detalhes não estão definidos ainda”, embora queira cobrir o máximo possível, passo a passo.

O diretor do CTV, explicou que no domingo passado pela primeira vez uma câmera entrou no estúdio do Papa durante a oração do Ângelus. Este domingo, “conseguimos filmar Bento XVI por trás”, indicou.

“Conseguimos com as imagens passar a ideia do grande abraço entre o Papa e a multidão reunida na praça de São Pedro”. Além de serem passadas ao vivo, as imagens também estarão disponíveis para distribuição.

O encarregado explicou que se reunirá uma documentação histórica extraordinária sobre o último dia do pontificado que poderá ser utilizada por estudiosos, pesquisadores e documentários das redes televisivas.

 
 
 

É com grande alegria e entusiasmo que depois de um longo tempo de pesquisa, estudo e reflexão que temos o prazer de lançar o livro Manual de Defesa dos Livros Deuterocanôncos de autoria de Rafael Rodrigues, autor e escritor do site Apologistas católicos.

Estrangeira neste mundo, a Igreja de Cristo sempre enfrentou obstáculos que tentaram afligir a sua fé e atacar a sã doutrina conservada através dos séculos. Um dos ataques mais freqüentes, é que ela teria adicionado livros não inspirados a Bíblia para assim tentar provar suas “doutrinas anti-bíblicas”. Diversas são as artimanhas e mentiras usadas para tentar desqualificar estes livros, assim chamados deuterocanônicos, e a autoridade da Igreja de salvaguardar e preservar a Bíblia como ela sempre foi transmitida. Como, pois, é desígnio proceder segundo o título proposto, o autor manifesta essa verdade que a fé professa e a razão descobre, produzindo argumentos demonstrativos e argumentos dos quais são fornecidos pelas próprias Escrituras, obras de Doutores, Santos, Padres da Igreja, médicos, teólogos e historiadores, no intuito de confirmar a verdade do autêntico Cânon Bíblico e dos Livros Deuterocanônicos. Passando depois da analise dos livros e da crença dos primeiros séculos da Igreja, o autor expõe a verdade, refutando os argumentos dos adversários e esclarece toda a verdade de fé a respeito destes Santos Livros tão atacados pelos racionalistas.

Dados dos livro:

Número de páginas: 275 Edição: 1(2013) Formato: A5 148×210 Coloração: Preto e branco Acabamento: Brochura c/ orelha Tipo de papel: Offset 75g

Links para aquisição:

CLUBE DOS AUTORES

AGBOOKS

ÍNDICE

SOBRE O AUTOR PREFÁCIO INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I

Cânon O Cânon Bíblico Protocanônico & Deuterocanônico Apócrifo A versão da Septuaginta (LXX) Os Manuscritos do Mar Morto O Concílio de Jâmnia

CAPÍTULO II

Tobias Judite I Macabeus II Macabeus Sabedoria Eclesiástico Baruc Trechos de Ester Trechos de Daniel

CAPÍTULO III – Padres da Igreja e os deuterocanônicos

Melitão De Sardes (+ 170 d.C) Orígenes De Alexandria (+ 254 d.C) Cirilo De Jerusalém (+ 350 d.C) Hilário De Poitiers (+ 360 d.C) Carta De Atanásio (367 d.C) Gregório De Nazianzo (+ 380 d.C) Anfilóquio De Icônio (+ 380 d.C) Epifânio De Salamina ( + 403 a.C) São Jerônimo (+ 420 d.C) Santo Agostinho (+ 430 d.C) Rufino De Aquileia (+ 400 d.C) Papa Inocêncio I (+ 405 d.C) Decreto De Gelásio (+ 492 d.C) Relatório De Junílio ( + 550 d.C) O Stichometry De Nicéforo (+ 550 d.C). Cassiodório (+ 560 D.C) Isidoro De Sevilha (+ 625 D.C) João De Damasco (+ 730 d.C) Rábano Mauro (+ 780) Barnabé (+ 74 d.C) Clemente Romano (Papa, + 95 d.C) Didaqué (+ 80 d.C) Policarpo de Esmirna (+ 110 d.C) O Pastor De Hermas (+ 140 d.C) Irineu De Lião (+180 d.C) Tertuliano (+ 197 d.C)    181 Clemente De Alexandria (+ 202 d.C) Hipólito (+ 236 d.C) Cipriano De Cartago (+ 248 d.C) Dionísio, O Grande (+ 265 d.C) Lactâncio (+ 310 d.C) Alexandre De Alexandria (+ 324 d.C) Afraates O Sírio (+ 345 d.C) Gregório De Nissa (+ 371 d.C) Ambrósio (+ 378 d.C)    187 Basílio, O Grande (+379 d.C) São João Crisóstomo (+ 387 d.C) João Cassiano (+ 428 d.C) São Vicente De Lerins (+ 434 d.C) Léo O Grande (Papa, + 461 d.C) Gregório O Grande, (Papa, + 604 d.C) Venerável Beda (+ 735 d.C) Conclusão

CAPÍTULO IV – Listas Históricas

Lista De Cheltenham Ou Mommsen (360 d.C) Os “Cânones Apostólicos” (380 d.C). Lista de Stichometric no Codex Claromontanus (400 d.C). Synopsis Scripturae Sacrae ( 550 d.C).

CAPÍTULO V – Concílios e os deuterocanônicos

Laodiceia (Regional – 363 d.C) Hipona (Regional – 393 d.C) Cartago III (Regional – 397 d.C) Cartago IV (Regional – 419 d.C) Éfeso (Ecumênico – 431 d.C) Trullo (Regional – 692 d.C) Niceia II (Ecumênico – 787 d.C) Constantinopla IV (Ecumênico – 869 d.C). Laterano IV (Ecumênico – 1215 d.C) Florença (Ecumênico – 1440 d.C) Trento (Ecumênico – 1546 d.C)

CAPÍTULO VI – Refutando Acusações

O período interbíblico. O historiador Flávio Josefo A suposta divisão da Bíblia Hebraica Lucas 11, 50-51 Romanos 3, 1 – 2 A alegação Sobre I E II Esdras da LXX O Apocalipse de Esdras e o cânon preexistente (IV Esdras) A “Grande Sinagoga de Esdras” Filon de Alexandria e o uso dos deuterocanônicos Thomas de Vio (Cardeal Caetano, + 1534)

CAPÍTULO VII    – Protestantismo e o cânon bíblico.

Lutero e o cânon bíblico Sola Scriptura X Cânon Bíblico Versão do rei Tiago (KJV) e a Versão de Genebra Bíblias protestantes até o século XIX

CONCLUSÃO APÊNDICE BIBLIOGRAFIA

 
 
 

VATICANO, 25 Dez. 12 / 11:51 am (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir a Missa de Véspera de natal celebrada na Basílica de São Pedro no dia 24 à noite, o Papa Bento XVI sublinhou que “com a glória de Deus nas alturas, está relacionada a paz na terra entre os homens. Onde não se dá glória a Deus, onde Ele é esquecido ou até mesmo negado, também não há paz”.

O Santo Padre lamentou em sua homilia a existência de correntes de pensamento populares que “afirmam o contrário: as religiões, mormente o monoteísmo, seriam a causa da violência e das guerras no mundo”.

Segundo as mesmas correntes de pensamento “primeiro seria preciso libertar a humanidade das religiões, para se criar então a paz; o monoteísmo, a fé no único Deus, seria prepotência, causa de intolerância, porque pretenderia, fundamentado na sua própria natureza, impor-se a todos com a pretensão da verdade única.”.

O Santo Padre indicou que embora seja “incontestável algum mau uso da religião na história, não é verdade que o «não» a Deus restabeleceria a paz”.

“Se a luz de Deus se apaga, apaga-se também a dignidade divina do homem. Então, este deixa de ser a imagem de Deus, que devemos honrar em todos e cada um, no fraco, no estrangeiro, no pobre. Então deixamos de ser, todos, irmãos e irmãs, filhos do único Pai que, a partir do Pai, se encontram interligados uns aos outros”.

O Papa assinalou que “o tipos de violência arrogante que aparecem então com o homem a desprezar e a esmagar o homem, vimo-los, em toda a sua crueldade, no século passado.”.

“Só quando a luz de Deus brilha sobre o homem e no homem, só quando cada homem é querido, conhecido e amado por Deus, só então, por miserável que seja sua situação, sua dignidade é inviolável”.

Bento XVI remarcou que “no decurso de todos estes séculos, não houve apenas casos de mau uso da religião; mas, da fé no Deus que Se fez homem, nunca cessou de brotar forças de reconciliação e magnanimidade. Na escuridão do pecado e da violência, esta fé fez entrar um raio luminoso de paz e bondade que continua a brilhar”.

“Cristo é a nossa paz e anunciou a paz àqueles que estavam longe e àqueles que estavam perto”, .

O Santo Padre também pediu a Deus para que Ilumine a quantos acreditam que devem praticar violência em nome da religião, para que aprendam a compreender o absurdo da violência e a reconhecer o vosso verdadeiro rosto. “Ajudai a tornarmo-nos homens «do vosso agrado»: homens segundo a vossa imagem e, por conseguinte, homens de paz”, rogou.

O Papa exortou os fiéis a ousarem “o passo que vai mais além, que faz a «travessia», saindo dos nossos hábitos de pensamento e de vida e ultrapassando o mundo meramente material para chegarmos ao essencial, ao além, rumo àquele Deus que, por sua vez, viera ao lado de cá, para nós. Queremos pedir ao Senhor que nos dê a capacidade de ultrapassar os nossos limites, o nosso mundo; que nos ajude a encontrá-Lo, sobretudo no momento em que Ele mesmo, na Santa Eucaristia, Se coloca nas nossas mãos e no nosso coração.”.

“Supliquemos-Lhe para que a curiosidade santa e a santa alegria dos pastores nos toquem nesta hora também a nós e assim vamos com alegria até lá, a Belém, para o Senhor que hoje vem de novo para nós, concluiiu”.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis