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A Santa Missa e os abusos litúrgicos que ofuscam sua grandeza e seu mistério

A Santa Missa é o que existe de mais precioso e sagrado na face da terra e de forma alguma deveria receber rótulos e nem ter sua estrutura adulterada.

Não deveriam existir as rotuladas missas Sertanejas, missas Afro, missas das Crianças, missas de Cura ou Libertação, etc… A Santa Missa é sempre a atualização do Calvário, independentemente do tempo litúrgico em que se celebra, portanto é dever do sacerdote e da equipe de liturgia seguir sempre as instruções do missal, sem modificações, invenções, interrupções de qualquer tipo. Entretanto, como bem sabemos, não é isso que acontece na maioria das paróquias.

Assista ao vídeo:


Em missas previamente rotuladas, tornou-se extremamente comum acontecer todo tipo de abusos. É algo muito grave.

Além das adulterações serem uma terrível ofensa ao sagrado, os abusos litúrgicos acabam ainda afetando negativamente a fé de muitas pessoas, que comparam a Santa Missa a outras celebrações muito menos importantes, e consequentemente continuam tratando o cristianismo como algo superficial, impedindo, dessa forma, de se aprofundam na fé, o que impede que haja uma conversão sincera. Leia também Mandamento da Igreja: Guardar domingos e festas de guarda

O que muitos ainda não compreenderam é que a Santa Missa precisa ser respeitada acima de tudo, pois mais do que ritos, estamos presenciando de maneira velada aquilo que aconteceu no Calvário. De maneira simplificada, é como se nós estivéssemos em uma máquina do tempo, uma vez que para Deus o tempo não existe pois é eterno, Ele permite que participemos deste mistério.

A maioria dos católicos que são obrigados a frequentar missas adulteradas, não compreendem a sua importância por perceber que aqueles deveriam zelar pela liturgia, não o fazem! A consequência disso é que muitos ainda não conhecem o verdadeiro significado da Eucaristia, e por este motivo recebem-na, por diversas vezes, sem o devido preparo, às vezes até mesmo em estado de pecado mortal, pois também não são orientados a buscar a confissão com frequência como manda a Igreja, uma vez que em nossos tempos é muito incomum encontrar pessoas que permaneçam ao menos 1 semana sem cometer pecados graves.

Enfim, é importante lembrar que grande parte da culpa de tudo isso acontecer são dos próprios dos bispos que permitem uma péssima formação nos seminários e não ficam atentos aos sacerdotes pelos quais são responsáveis. Também tem culpa os padres que permitem ou estimulam tais abusos, pois deveriam, no mínimo, ter conhecimento profundo sobre a liturgia e sobre a doutrina da igreja. No meio desta grave crise na igreja, os mais prejudicados são aqueles que estão no meio do povo, pois acabam ficando desorientados, como se estivessem sem pastor. Leia também Padre carismático pede perdão por abusos litúrgicos: “Não celebrava a Missa da Igreja”

Assista também este outro vídeo:


 
 
 

SACERDOTE, ALTAR, VÍTIMA

Não pode haver religião sem altar, sem sacrifício e sem sacerdote.

Na Gênesis encontramos estas indicações em termos positivos: “E Noé edificou um altar ao Senhor, e tomando de todos os animais e de todas as aves puras, ofereceu hoje em holocausto sobre o altar (8,20)

Abraão, por sua vez, construiu um altar em Siquém, em Hebrom, E aí ofereceu um sacrifício ao Senhor (Gênesis 12, 7; 13, 18). E assim por diante, em toda parte onde há um culto religioso, encontramos o sacerdote, o altar, a vítima (Gênesis 22, 9; 35,1; êxodo 15, 15; 27,1; 29, 13; números 7, 1; 18, 3; Deuteronômio 27,5 Lamentações 2, 7; Amós 9,1; Malaquias 2, 13).

Em toda parte, no antigo como no Novo Testamento, encontramos com o base de todo o culto, os três inseparáveis elementos: sacerdote, altar e vítima.

Na Igreja católica, a única igreja fundada por Jesus Cristo, estes três elementos são igualmente a base de todo seu culto.

A um sacerdócio, instituído pelo próprio Jesus Cristo: fazer isto em memória de mim (Lucas 22,19), disse o salvador aos seus apóstolos instituindo o santo sacrifício da missa.

Há também um sacrifício. A função do sacerdote, diz o apóstolo, ou do pontífice, oferecer dons e sacrifícios a Deus (hebreus 5,1).

Há ainda um altar, diz São Paulo: “Nós (os cristãos) temos um altar, do qual os (sacerdotes judeus) que servem ao tabernáculo, não têm facudade de comer (hebreus 13, 10).

O sacerdote é aquele que recebe o sacramento da ordem, e é ungido é consagrado sacerdote, segundo a ordem de melquisedec, com os caracteres já indicados. O sacrifício é o próprio Jesus Cristo, que, não querendo mais os holocaustos de animais, oferece-se ao Pai eterno para a salvação dos homens (hebreus 5,1).

O altar é o lugar preparado para oferecer este sacrifício, onde, por indicação divina, deve ser enrolada a vítima. O anjo estava diante do altar para oferecer as orações (Apocalipse 8,3).

Se agora olharmos para o culto protestante, não encontramos nenhum destes elementos essenciais.

Sacerdote? — Não há. Apenas um leigo que se intitula pastor, mas sem ordenação, sem missão, sem poderes, sem capacidade.

Altar? — Não existe: No templo há apenas uma estante e uma Bíblia. Nenhum altar, nenhum incenso, nenhum lugar próprio para sacrifícios.

Sacrifícios? — Não existe também. Fazer às vezes uma ceia, onde é servido um pedaço de pão e um copo de vinho (dependendo da seita apenas suco de uva, ou refresco de uva), não constitui nenhum sacrifício; é uma ceia, um jantar, o que quiserem, que se pode fazer em casa como na casa de oração…nada mais… Nem sacerdote, nem altar, nem sacrifício: tudo desaparece.

E estes pobres de Protestantes julgam possuir uma religião indígena; julgam, e não possuem nada, nem sequer a sombra de uma religião.

O profeta tinha anunciado que em toda parte eu queria um sacrifício puro em honra de Deus (Malaquias 1,11) e a casa de oração protestante aboliu este sacrifício: Periit sacrificium… geme outro profeta (Joel 1,9).

É o deserto… a destruição… é a abominação no lugar, que deveria ser um lugar Santo, e que se torna um antro de perdição. Et erit in templo abominatio desolationis (Daniel 9,27).

Pobres protestantes, reflitam um instante!

LOMBAERD, Júlio Maria, ataques protestantes as verdades católicas.

 
 
 

Por Jeffrey Bruno

Nos Evangelhos, lemos o caso de uma pessoa que foi exorcizada e depois voltou a ser atormentada por toda uma legião de demônios, que queriam possuí-la de forma ainda mais vigorosa (cf. Mt 12, 43-45).

O rito de exorcismo, de fato, serve para expulsar o diabo: mas não é uma “garantia” de que o diabo nunca mais vai tentar voltar.

Os exorcistas recomendam quatro maneiras de manter a alma em paz e nas mãos de Deus:

1. Recorrer com frequência aos sacramentos da Confissão e da Eucaristia

O que permite mais facilmente a entrada do diabo na vida de alguém é o habitual estado de pecado mortal desse alguém. Mesmo o pecado venial enfraquece a nossa relação com Deus e nos expõe ao inimigo.

A confissão dos pecados é a principal maneira de que dispomos a trilhar um novo caminho. Não por acaso, o diabo tentou implacavelmente impedir São João Maria Vianney de ouvir as confissões dos pecadores empedernidos. O santo sabia que um grande pecador estava chegando à cidade quando o diabo o assediava durante a noite. A confissão tem tanto poder e graça que o diabo teme as almas que recorrem com frequência a este sacramento.

A Santa Eucaristia é ainda mais poderosa para afastar o diabo – afinal, a Eucaristia é nada menos que a presença real de Jesus Cristo, verdadeiro Deus, diante de quem os demônios não têm absolutamente nenhum poder. A Eucaristia recebida em estado de graça após a confissão é uma dupla muralha contra o diabo, como confirmou São Tomás de Aquino em sua Summa Theologiae: “[A Eucaristia] repele todos os assaltos do diabo”.

2. Vida de oração consistente

A pessoa que recorre frequentemente aos sacramentos da confissão e da Eucaristia também tem de alimentar uma vida de oração diária e consistente, que a coloca em estado permanente de graça e relacionamento com Deus. A pessoa que conversa regularmente com Deus não precisa nunca ter medo do diabo. Os exorcistas sempre sugerem às pessoas que alimentem sólidos hábitos espirituais, como a leitura frequente das Escrituras, o rosário e as formas privadas de oração e reflexão cristã.

3. Jejum

Este é um conselho que vem diretamente dos Evangelhos: “[Há demônios que] não podem ser expulsos senão com oração e jejum” (Mc 9,29). Cada um de nós deve discernir que tipo de jejum é chamado a praticar: como vivemos no mundo e temos tantas responsabilidades, em especial para com a nossa família, não podemos jejuar irresponsavelmente a ponto de negligenciar a nossa própria vocação e pôr a saúde em risco. Em contrapartida, se quisermos mesmo deixar o diabo longe, também precisamos nos desafiar a um jejum que vá além de renunciar a um mísero chocolatinho durante a Quaresma. As virtudes da temperança e da prudência nos ajudarão a definir uma modalidade de jejum que ao mesmo tempo seja sensata e nos exija um sacrifício real.

4. Sacramentais

Os exorcistas não só usam os sacramentais (o próprio rito do exorcismo é um sacramental) como ainda aconselham as pessoas que sofreram possessão diabólica a usarem com frequência os sacramentais. Eles são uma arma poderosa na luta diária para afugentar o diabo. De que sacramentais estamos falando? Dos mais comuns e conhecidos pelas pessoas: água benta, sal abençoado, escapulário… Mantenha-os não só em casa, mas também no seu local de trabalho, no seu carro, junto a si mesmo quando for o caso (como é o do escapulário).

Estas quatro grandes ajudas não só vão manter o diabo longe como também ajudarão você no caminho para a santidade – que nada mais é, afinal, do que viver sempre em união com Deus!

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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