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Cardeal Geraldo Agnelo faz comentário ao evangelho dominical

SALVADOR, terça-feira, 11 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Se tomamos consciência de como a Eucaristia faz a Igreja, como diz o Concílio Vaticano II, “vemos como a missa é capaz de transformar e em profundidade nós cristãos que dela participamos”, afirma o arcebispo de Salvador (Brasil).

O cardeal Geraldo Agnelo –em artigo enviado a Zenit ontem–, no contexto do evangelho de domingo, destaca que a Eucaristia “é tema fundamental para todo cristão, para toda comunidade de fé, para toda paróquia e para toda Igreja”.

“Vamos à igreja para libertar-nos ao menos um pouco das preocupações materiais, porque sentimos necessidade de encontrar-nos com Deus, termos o autor de nossa fé em nossas mãos e conceder-nos um momento de silêncio e de reflexão profunda”, diz.

“Não julgamos os outros por serem faltosos à verdade, à justiça, à solidariedade. Examinamos a nós mesmos e pedimos a Deus perdão de nossos pecados.

Colocamo-nos a seguir na escuta da Palavra do Senhor. Através do evangelho, Jesus nos fala ainda, como falava às multidões lá na Palestina.”

Segundo o arcebispo, as palavra de Jesus “nos ajudam a compreender melhor nossa situação de criaturas, filhos de Deus, por ele amados em Cristo, e chamados a um destino eterno”.

“Somos convidados a uma coerência de vida, a um testemunho no mundo. Temos o que rever em nossos programas, purificar-nos, formular novos projetos, mais generosos, mais cristãos.”

Vem depois –prossegue o arcebispo– “o momento da comunhão, do encontro no mistério com Cristo, do encontro pessoal com Ele, pão descido do céu, dom do Pai aos homens”.

“Saímos dos bancos, colocamo-nos em fila, e encaminhamo-nos para o altar como um povo em caminho. Não cada um por si, mas juntos, unidos pela fé e pela comunhão de propósitos.”

“No silêncio falamos com o Senhor. Agradecemos-lhe pelos seus dons, pedimos-lhe aquilo de que temos mais necessidade, oferecemos-lhe em troca nossa boa vontade, e o empenho por uma vida melhor”, assinala.

Com a despedida da celebração –escreve o cardeal Agnelo–, “voltamos a nossas casas, a nossas ocupações, a nossos amigos, e levamos para a vida de cada dia o que amadurecemos no encontro eucarístico”.

“Somos chamados a participar de uma revolução silenciosa para que o mundo creia no Cristo Jesus e faça como ele fez: Passou pelo mundo fazendo o bem”, afirma.

 
 
 

E destaca o amor especial que a Mãe de Jesus lhes dedica

CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 12 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI pediu hoje que os sacerdotes tenham Maria na dinâmica de sua existência e no horizonte de seu apostolado, valorizando o especial vínculo de maternidade entre a Mãe de Jesus e os presbíteros.

Esta manhã, durante a audiência geral com os peregrinos no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo, o Papa falou sobre Maria e o sacerdócio, “uma relação profundamente enraizada no mistério da Encarnação”.

De acordo com o pontífice, o ‘sim’ de Maria “é a porta através da qual Deus é capaz de entrar no mundo, fazer-se homem. Então Maria é verdadeira e profundamente envolvida no mistério da Encarnação, de nossa salvação”.

Ao voltar o olhar para a Cruz, o Papa destacou que naquele momento Jesus entregou na reciprocidade Maria e o discípulo amado.

“O Evangelho nos diz que, a partir desse momento, São João, o filho amado, levou a mãe Maria ‘para a sua casa’. Assim é na tradução italiana, mas o texto grego é muito mais profundo, muito mais rico”, disse o Papa.

“Podemos traduzir: levar Maria no íntimo de sua vida, de seu ser, eis tà ìdia, na profundidade do seu ser. Levar consigo Maria significa introduzi-la na dinâmica completa da própria existência –não é algo exterior– e em tudo o que constitui o horizonte de seu apostolado.”

De acordo com o Papa, assim se compreende “como a peculiar relação de maternidade existente entre Maria e os sacerdotes constitui a fonte primária, a razão fundamental da predileção que ela tem por cada um deles”.

“Maria os prefere, de fato, por duas razões: porque eles são mais parecidos com Jesus, amor supremo de seu coração, e também porque, como Ele, estão envolvidos na missão de proclamar, testemunhar e dar Cristo ao mundo.”

“Pela própria identificação e conformação sacramental a Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, cada sacerdote pode e deve sentir-se realmente filho amado desta suprema e humilde Mãe”, disse Bento XVI.

 
 
 

São assim “instrumentos de salvação para muitos, para todos”

LES COMBES, domingo, 26 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI assegurou neste domingo que Deus continua fazendo milagres – como o da multiplicação dos pães e peixes – com os sacerdotes que se colocam em suas mãos.

O pontífice meditou sobre a passagem do Evangelho que São João apresenta no capítulo 6, ao rezar ao meio-dia o Ângelus junto a 5 mil peregrinos reunidos na casa de Les Combes, na qual transcorre suas férias.

“Ao narrar o ‘sinal’ dos pães, o evangelista sublinha que Cristo, antes de distribuí-los, abençoou-os com uma oração de ação de graças”, recorda o Papa.

“O verbo é eucharistein e faz referência diretamente à narração da Última Ceia, em que, de fato, João não refere a instituição da Eucaristia, mas o lavatório dos pés. Aqui, a Eucaristia fica como antecipada no grande sinal do pão da vida”, explicou.

“Neste Ano Sacerdotal, recordamos que especialmente nós, os sacerdotes, podemos nos ver neste texto de João, tomando o lugar dos apóstolos, quando dizem: ‘Onde poderemos encontrar pão para toda esta gente?’”

“E ao ver o anônimo jovem que tem 5 pães de cevada e 2 peixes, também a nós surge espontaneamente a pergunta: ‘Mas o que é isso para uma multidão tão grande?’. Em outras palavras: quem sou eu? Como posso, com meus limites, ajudar Jesus em sua missão?”, perguntou-se o Papa, convertendo-se em porta-voz de todo sacerdote.

“E o Senhor nos dá a resposta: precisamente ao colocar em suas “santas e veneráveis” mãos o pouco que são, os sacerdotes se convertem em instrumentos de salvação para muitos, para todos”, respondeu.

Bento XVI convocou, de junho de 2009 a junho de 2010, o Ano Sacerdotal em recordação dos 150 anos do falecimento de São João Maria Vianney, o Cura de Ars.

 
 
 
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