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A protagonista da sequência da Disney ‘Frozen 2’ não será homossexual. Isso foi assegurado pela Kristen Anderson-López, membro da equipe de composição musical do filme.

“Eles vão seguir os rumos propostos no primeiro filme. Elsa não é definida apenas por um interesse romântico. Há tantos filmes que definem uma mulher por seu interesse romântico. Mas não queríamos contar essa história mais uma vez, da garota atrás de um amor. Essa história é sobre uma garota com poderes, que quando cresce precisa encontrar seu lugar no mundo”, explicou Anderson-López.

A questão de uma possível homossexualidade da princesa Elsa está presente nos últimos anos desde que foi anunciado o lançamento da segunda parte do sucesso mundial cuja trilha sonora ‘Let it GO’ foi adotada pelo lobby do LGTB como um de seus hinos

Além da especulação incentivada pelos grupos LGTB e da crescente tendência LGTB da própria empresa, o aparecimento de uma nova personagem feminina nos trailers vazados pela Disney intensificou o debate.

O lobby LGTBI organizou campanhas para reivindicar o lesbianismo aberto da protagonista por meio de hashtags como #GiveElsaAGirlFriend, que se tornou uma tendência global impulsionada pelo grupo GLAAD, que havia criticado anteriormente que nenhum dos 11 filmes lançados em 2015 pela Disney Eu tinha um personagem abertamente LGTBI.

Por outro lado, o CitizenGo lançou uma campanha para pedir à Disney que não cedesse às pressões do lobby gay. A isso foram adicionados, até o momento, mais de 333.000 pessoas.

 
 
 

Um estudo científico do genoma de quase meio milhão de pessoas divulgado na revista científica Science concluiu que não há um gene específico para a orientação sexual, ou mesmo um conjunto de genes específicos. A predisposição para a atração por pessoas do mesmo sexo ou do oposto parece assim resultar de uma complexa associação entre fatores genéticos e ambientais — como a maioria das características humanas.

É impossível determinar o comportamento sexual de alguém a partir do seu genoma.” É a conclusão de um estudo efetuado a partir do material genético de 493 mil voluntários britânicos, americanos e suecos e divulgado esta quinta-feira na revista científica Science, sumarizada por um dos autores, o geneticista estatístico americano Benjamin Neale.

Apresentado nos media como o estudo que prova a inexistência de um “gene homossexual”, as suas conclusões não implicam no entanto que não haja qualquer predisposição genética ou biológica para o comportamento sexual, que se trataria então de uma opção individual. “Isso está errado”, diz outro dos autores do estudo, o também geneticista Brendan Zietsch, da Universidade de Queensland, Austrália, ao site LiveScience. “O que apuramos é que há muitos genes que determinam o comportamento sexual e, no caso específico deste estudo, a atração por pessoas do mesmo sexo. Cada um desses genes tem individualmente pouco efeito mas juntos têm um efeito substancial.”

“Outra possível interpretação errada é de que se a preferência por parceiros sexuais do mesmo sexo é influenciada geneticamente, então é geneticamente determinada”, esclarece Zietsch. “Isso não é verdade. Indivíduos geneticamente idênticos — gémeos — muitas vezes têm orientações sexuais distintas. Sabemos que há fatores não-genéticos também, mas não os conhecemos bem e o nosso estudo não diz nada sobre eles.”

Via Diário de Notícias – Portugal.

 
 
 

Um estudo científico do genoma de quase meio milhão de pessoas divulgado na revista científica Science concluiu que não há um gene específico para a orientação sexual, ou mesmo um conjunto de genes específicos. A predisposição para a atração por pessoas do mesmo sexo ou do oposto parece assim resultar de uma complexa associação entre fatores genéticos e ambientais — como a maioria das características humanas.

É impossível determinar o comportamento sexual de alguém a partir do seu genoma.” É a conclusão de um estudo efetuado a partir do material genético de 493 mil voluntários britânicos, americanos e suecos e divulgado esta quinta-feira na revista científica Science, sumarizada por um dos autores, o geneticista estatístico americano Benjamin Neale.

Apresentado nos media como o estudo que prova a inexistência de um “gene homossexual”, as suas conclusões não implicam no entanto que não haja qualquer predisposição genética ou biológica para o comportamento sexual, que se trataria então de uma opção individual. “Isso está errado”, diz outro dos autores do estudo, o também geneticista Brendan Zietsch, da Universidade de Queensland, Austrália, ao site LiveScience. “O que apuramos é que há muitos genes que determinam o comportamento sexual e, no caso específico deste estudo, a atração por pessoas do mesmo sexo. Cada um desses genes tem individualmente pouco efeito mas juntos têm um efeito substancial.”

“Outra possível interpretação errada é de que se a preferência por parceiros sexuais do mesmo sexo é influenciada geneticamente, então é geneticamente determinada”, esclarece Zietsch. “Isso não é verdade. Indivíduos geneticamente idênticos — gémeos — muitas vezes têm orientações sexuais distintas. Sabemos que há fatores não-genéticos também, mas não os conhecemos bem e o nosso estudo não diz nada sobre eles.”

Via Diário de Notícias – Portugal.

 
 
 
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