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ROMA, 08 Ago. 14 / 02:58 pm (ACI/EWTN Noticias).- Mark Arabo, líder da comunidade caldeia, denunciou que os jihadistas do Estado Islâmico (ISIS), estão decapitando crianças cristãs em Mosul, pendurando os seus pais e estuprando as mulheres, as quais –informou por outro lado um porta-voz da Media Luna Roja–, são sequestradas e vendidas como escravas.

“No parque (de Mosul) o Estado Islâmico decapita sistematicamente as crianças, colocando as suas cabeças em cima de paus e cada vez mais crianças estão sendo decapitadas. As suas mães são estupradas e assassinadas e estão pendurando os seus pais”, denunciou Arabo à CNN.

Arabo acrescentou que muitos cristãos fugiram de Mosul enquanto uma pequena porção se converteu ao Islã. “Isto é um genocídio em todo sentido. Eles (ISIS), estão matando todos os cristãos que veem”, acrescentou.

Por sua parte, a Media Luna Roja denunciou na terça-feira que o Estado Islâmico deteve “mais de cem famílias no aeroporto de Tel Aftar, matando todos os homens e sequestrando as mulheres e as crianças”. “Levaram-se às mulheres cristãs e yazidíes a um lugar desconhecido com o objetivo de vendê-las como escravas”, declarou o porta-voz Mohamed al Jozai à Iraqi News.

Em junho deste ano, os jihadistas do Estado Islâmico (então chamado Estado Islâmico do Iraque e Síria – ISIS), tomaram a cidade de Mosul, a mais importante do país, expulsando em julho os cristãos que não queriam converter-se ao Islã ou pagar um imposto.

Ontem, quinta-feira, tomaram Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, provocando a fuga de milhares de pessoas para o Curdistão iraquiano, onde se encontram refugiados milhares de cristãos e outras minorias expulsas de suas regiões com o objetivo de conseguir proteção. Entretanto, as forças curdas não puderam deter o avanço do grupo extremista.

Do mesmo modo, depois do anúncio feito ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dois aviões F/A-18 lançaram bombas guiadas por laser contra artilharia do ISIS e em apoio às forças curdas e também para proteger as minorias cristãs e yazidí, e os interesses dos Estados Unidos. Entretanto, descartou que se enviem “tropas terrestres”.

Obama também anunciou o envio de ajuda humanitária aos milhares de deslocados.

Ontem, o Papa Francisco reiterou o seu apelo a não deixar de rezar pela paz nesta região e exortou a comunidade internacional a colocar fim a esta tragédia humanitária.

 
 
 

Bento XVI visita a “Cúpula da Rocha”

JERUSALÉM, terça-feira, 12 de maio de 2009 (ZENIT.org) .- Os fiéis das três grandes religiões monoteístas têm a tarefa de construir um mundo de paz, guiados pela justiça e a misericórdia que advêm do Deus Uno.

Foi o que disse na manhã desta terça-feira Bento XVI, no encontro com representantes da comunidade muçulmana, após a visita à Cúpula de Rocha, na Esplanada das Mesquitas.

Em sua visita, o Papa estava acompanhado pelo Grão Mufti de Jerusalém, Muhammad Ahmad Husayn, sunita, considerado a máxima autoridade legal islâmica de Jerusalém e do povo árabe-muçulmano na Palestina.

A “Cúpula da Rocha”, construída entre 687 e 691, é o mais antigo monumento islâmico na Terra Santa. Foi construída onde, segundo a tradição, era o templo de Salomão, destruído em 70, durante o reinado de Tito. 

Neste lugar, disse o Papa, “se cruzam os caminhos das três grandes religiões monoteístas do mundo, recordando-nos o que têm em comum. Cada uma delas acredita no Deus Uno, criador e senhor de tudo”.

A área chamada “al-Haram al-Sharif (Nobre Santuário), local da Mesquita de Omar, é uma terra sagrada para as três grandes religiões monoteístas abraãmicas.

Os muçulmanos acreditam que a “rocha” no centro da mesquita foi o ponto a partir do qual Maomé ascendeu ao céu (ali também Abraão teria preparado o sacrifício de seu filho Isaac). Para os judeus, é local sagrado porque foi sede do Templo de Salomão. Para os cristãos, recorda as muitas visitas de Jesus ao Templo e episódios de sua vida pública. 

“Em um mundo tristemente assolado pelas divisões, este lugar serve como estímulo e também desafia homens e mulheres de boa vontade a trabalhar para superar os mal-entendidos e os conflitos do passado e empreender o caminho de um diálogo sincero encaminhado à construção de um mundo de justiça e paz para as gerações vindouras”, disse o Santo Padre.

O ponto de partida, indicou, deve ser a fé no Deus Uno, “infinita fonte de justiça e misericórdia”.

“Aqueles que confessam seu nome são chamados à tarefa de se empenhar sem descanso pela justiça, enquanto, imitando sua misericórdia, estão intrinsecamente orientados por ambos à coexistência pacífica e harmoniosa da família humana”, afirmou.

O Papa encorajou o trabalho pela “unidade de toda família humana”. 

“O amor indiviso pelo Deus Uno e a caridade ao próximo convertem-se no eixo pelo qual tudo gira ao redor. Esta é a razão de trabalharmos incansavelmente para proteger os corações humanos do ódio, da ira ou da vingança”, disse Bento XVI.

“Possamos nós viver no espírito de harmonia e cooperação, tomando exemplo do Deus Uno, com um serviço generoso de uns aos outros”, concluiu.

(Com Mirko Testa)

 
 
 

Segundo a organização «Release International»

LONDRES, terça-feira, 9 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Em 2007, 250 milhões de cristãos enfrentarão a perseguição simplesmente por seguir Jesus Cristo, segundo a organização que vigia os casos de perseguição, «Release international» (RI), radicada no Reino Unido. Em especial, a organização revela que a perseguição está aumentando mais rapidamente no mundo islâmico.

«Release International» comprovou que a maioria das perseguições se produz em quatro «zonas» diferentes: as do islã, comunismo, hinduísmo e budismo.

Inclusive os governantes de países muçulmanos moderados com freqüência fracassam em proteger os direitos de suas minorias cristãs, explica RI. Os abusos sofridos pelos cristãos incluem seqüestro, conversão forçada, encarceramento, destruição de igrejas, tortura, estupro e execução.

Um dos países que registra maiores abusos contra a liberdade de religião é a Arábia Saudita, guardiã dos lugares santos islâmicos da Meca e Medina. A Arábia Saudita proíbe todas as demais religiões. Um muçulmano declarado «culpado» de converter-se ao cristianismo pode enfrentar uma sentença de morte por apostasia. E qualquer pessoa que conduzir um muçulmano a Cristo enfrenta a prisão, expulsão ou execução.

«Há uma conspiração de silêncio em torno dos sauditas — diz o diretor de RI, Andy Dipper –, provavelmente porque o Ocidente quer seu petróleo e seu dinheiro. Mas é um Governo que recorre à pena de morte para aqueles dentre seus próprios cidadãos que não desejam outra coisa que a liberdade de escolher sua própria fé. E enquanto os sauditas proíbem toda a literatura cristã, gastam bilhões de dólares a cada ano propagando o Islã em todo o mundo.»

Mas a perseguição mais violenta no mundo islâmico vai muito além do controle do governo. Desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o mundo se tornou dramaticamente consciente das redes globais extremistas islâmicas. Ainda que a mais conhecida é Al Qaeda, há outras que exploram as tensões religiosas para seus próprios fins políticos, disse RI a «Christian Today».

«Um número crescente de extremistas interpreta o chamado à “yihad” como um chamado à violência. Parecem considerá-la como seu dever religioso para forçar os cristãos e os não muçulmanos a converter-se ao Islã. Quem refuta deve ser expulso ou morto», diz RI.

A organização de vigilância da perseguição acrescenta: «Há um movimento crescente para impor a lei islâmica da “charia” que se converte em uma pressão crescente sobre os cristãos. Na Nigéria, militantes expulsaram cristãos de suas casas para eliminar a oposição política e preparar o caminho para a lei da “charia”».

 
 
 
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