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A grande questão enfrentada por todos os pais cristãos que têm consciência de sua missão é sobre a forma de como educar seus filhos de modo a despertar neles o amor a Deus e o desejos pelas coisas do alto.

Em um tempo de profunda apostasia onde a sociedade quase nada reflete dos valores cristãos, onde os atrativos são numerosos e o sentido da vida, para a maioria das pessoas, se limita principalmente às coisas deste mundo, a tarefa de ensinar as crianças a amar a Deus sobre todas as coisas e a desejar mais o céu do que jogos ou chocolate é tremendamente desafiadora.

A primeira grande dificuldade para o cumprimento dessa missão de santificar os os filhos são os próprios pais, que, em sua grande maioria, não possuem clareza suficiente da gravidade desse seu dever de estado ou não acreditam em Jesus Cristo o suficiente para ao menos tentar obedecê-lo. Assim a grande maioria dos filhos, mesmo de pessoas que frequentam a Igreja, não têm um modelo prático diante dos olhos do que seja esse amar a Deus acima de tudo.

Para quem desperta a consciência para a necessidade de trabalhar pela santificação e salvação dos filhos, o primeiro passo é fazer um exame de consciência e perguntar se está ao menos no esforço de vivência de uma autêntica vida cristã, tal como a Igreja sempre ensinou.

Desgraçadamente a falta de fé e o mundanismo de muitos pais acaba sendo um dos grandes obstáculos para fazer dos filhos verdadeiros seguidores de Jesus Cristo.

Uma vez que os pais (ou os que lhes fazem as vezes) estejam convencidos de que a nossa felicidade está em Deus, ficará muito fácil ajudar os filhos a perceberem que o cumprimento da vontade de Deus nos torna pessoas boas e felizes. De fato, Deus sempre ajuda os pais de boa vontade que estão lutando para fazer o que é certo e que desejam formar seus filhos na fé.

Antes de terminar a leitura, assista essa formação:


Depois disso caberá aos pais buscar os meios para fazer despertar no coração dos filhos esse desejo por Deus e pelas coisas celestes. Daí, juntamente com o exemplo, entra a importância da vida de oração, da catequese, do ensino dos valores e do testemunho de tantas outras crianças que amaram a Jesus e a sua Mãe Santíssima, fazendo ver que a santidade é acessivel…e é para todos.

Apesar de todas as dificuldades, com o auxílio da graça de Deus e a utilização dos meios adequados, os pais e educadores podem sim, cumprir de modo satisfatório a sua missão de ajudar seus filhos a serem os santos de que o mundo de hoje tanto precisa, fachos luminosos que farão enxergar o caminho da paz e da felicidade em meio às densas trevas do mundanismo e da indiferença para com Deus.

Templário de Maria

Curso de Catequese e Espiritualidade para Crianças

Para auxiliar os pais em sua missão, estaremos disponibilizando um curso de Catequese e Vida Espiritual para Crianças, culminando com a preparação para a total consagração das crianças à Santíssima Virgem, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Aquilo o que é necessário para ensinar autêntica doutrina católica para ajudar seus filhos a viverem como verdadeiros cristãos. O curso terá inicio em 13 de junho e terá duração de quatro meses com aulas todas as segundas-feiras às 19h. Será totalmente online através de reuniões virtuais. Participem e divulguem! 👉 Clique aqui para mais informações e inscrever-se no curso


 
 
 

A grande questão enfrentada por todos os pais cristãos que têm consciência de sua missão é sobre a forma de como educar seus filhos de modo a despertar neles o amor a Deus e o desejos pelas coisas do alto.

Em um tempo de profunda apostasia onde a sociedade quase nada reflete dos valores cristãos, onde os atrativos são numerosos e o sentido da vida, para a maioria das pessoas, se limita principalmente às coisas deste mundo, a tarefa de ensinar as crianças a amar a Deus sobre todas as coisas e a desejar mais o céu do que jogos ou chocolate é tremendamente desafiadora.

A primeira grande dificuldade para o cumprimento dessa missão de santificar os os filhos são os próprios pais, que, em sua grande maioria, não possuem clareza suficiente da gravidade desse seu dever de estado ou não acreditam em Jesus Cristo o suficiente para ao menos tentar obedecê-lo. Assim a grande maioria dos filhos, mesmo de pessoas que frequentam a Igreja, não têm um modelo prático diante dos olhos do que seja esse amar a Deus acima de tudo.

Para quem desperta a consciência para a necessidade de trabalhar pela santificação e salvação dos filhos, o primeiro passo é fazer um exame de consciência e perguntar se está ao menos no esforço de vivência de uma autêntica vida cristã, tal como a Igreja sempre ensinou.

Desgraçadamente a falta de fé e o mundanismo de muitos pais acaba sendo um dos grandes obstáculos para fazer dos filhos verdadeiros seguidores de Jesus Cristo.

Uma vez que os pais (ou os que lhes fazem as vezes) estejam convencidos de que a nossa felicidade está em Deus, ficará muito fácil ajudar os filhos a perceberem que o cumprimento da vontade de Deus nos torna pessoas boas e felizes. De fato, Deus sempre ajuda os pais de boa vontade que estão lutando para fazer o que é certo e que desejam formar seus filhos na fé.

Antes de terminar a leitura, assista essa formação:


Depois disso caberá aos pais buscar os meios para fazer despertar no coração dos filhos esse desejo por Deus e pelas coisas celestes. Daí, juntamente com o exemplo, entra a importância da vida de oração, da catequese, do ensino dos valores e do testemunho de tantas outras crianças que amaram a Jesus e a sua Mãe Santíssima, fazendo ver que a santidade é acessivel…e é para todos.

Apesar de todas as dificuldades, com o auxílio da graça de Deus e a utilização dos meios adequados, os pais e educadores podem sim, cumprir de modo satisfatório a sua missão de ajudar seus filhos a serem os santos de que o mundo de hoje tanto precisa, fachos luminosos que farão enxergar o caminho da paz e da felicidade em meio às densas trevas do mundanismo e da indiferença para com Deus.

Templário de Maria

Curso de Catequese e Espiritualidade para Crianças

Para auxiliar os pais em sua missão, estaremos disponibilizando um curso de Catequese e Vida Espiritual para Crianças, culminando com a preparação para a total consagração das crianças à Santíssima Virgem, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Aquilo o que é necessário para ensinar autêntica doutrina católica para ajudar seus filhos a viverem como verdadeiros cristãos. O curso terá inicio em 13 de junho e terá duração de quatro meses com aulas todas as segundas-feiras às 19h. Será totalmente online através de reuniões virtuais. Participem e divulguem! 👉 Clique aqui para mais informações e inscrever-se no curso


 
 
 

Muitos possuem uma visão errada de que o processo de nulidade seja uma espécie de “divórcio” ou mesmo que poderia “anular” um casamento. Isso não existe!

O processo de nulidade matrimonial apenas declara, através da análise dos fatos, que um casamento nunca ocorreu, para isso é estritamente necessário ter conhecimento da verdade. Aqueles que adulteram fatos estão cometendo um grave pecado, e caso contraiam matrimônio com outra pessoa já sendo casado na igreja, viverá em estado de adultério.

O papa Francisco disse que qualquer “alteração ou manipulação voluntária” dos fatos para conseguir a nulidade matrimonial é “inadmissível”, segundo Vatican News, serviço de informações da Santa Sé.

Em sua audiência com os juízes do Tribunal da Rota Romana por ocasião da inauguração do Ano Judiciário, em 27 de janeiro, o papa destacou que, embora “no julgamento ocorra as vezes uma dialética entre teses opostas”, é importante que cada caso se desenvolva “sempre com uma adesão sincera ao que parece ser verdadeiro para cada um, sem se fechar em sua própria visão, mas estando também abertos à contribuição dos demais participantes do processo”.

“A disponibilidade para oferecer a própria versão subjetiva dos acontecimentos torna-se frutífera no contexto de uma comunicação adequada com os outros, o que também pode levar à autocrítica”, disse Francisco. “Portanto, é inadmissível qualquer alteração ou manipulação voluntária dos fatos, visando a obtenção de um resultado pragmaticamente desejado.”

O Tribunal da Rota Romana, encarregado, entre outras funções, de receber recursos e processos de segunda instância, é uma das mais altas instâncias judiciárias da Santa Sé, apenas abaixo do Supremo Tribunal da Congregação para a Doutrina da Fé e do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica.

O papa Francisco também destacou a importância do “compromisso para favorecer o perdão e a reconciliação entre os cônjuges, e, também, para validar um matrimônio nulo quando isso for possível e prudente”.

“Desta forma, entende-se também que a declaração de nulidade não deve ser apresentada como se fosse o único objetivo a ser alcançado diante de uma crise matrimonial, ou como se isso constituísse um direito independentemente dos fatos”, afirmou. Leia também Casais em segunda união podem receber o Sacramento da Comunhão?

Francisco destacou aos juízes que “ao considerar a eventual nulidade, é necessário fazer com que os fiéis reflitam sobre os motivos que os levam a solicitar a declaração de nulidade do consentimento matrimonial, favorecendo uma atitude de acolhimento da sentença definitiva, ainda que não corresponda à própria convicção”.

O papa exortou a “aprender a escutar, que não é simplesmente ouvir”, porque “é preciso compreender a visão e as razões do outro, quase identificar-se com o outro”.

“Como em outras âmbitos da pastoral, também na atividade judiciária é necessário promover a cultura da escuta, condição prévia da cultura do encontro”, disse.

O papa Francisco disse que “as respostas padrão aos problemas concretos das pessoas são deletérias. Cada uma delas, com sua experiência muitas vezes marcada pela dor, constitui para o juiz eclesiástico a ‘periferia existencial’ concreta da qual toda ação pastoral judiciária deve se mover”.

“Neste sentido, em sua ação como ministros do tribunal, nunca deve faltar um coração pastoral, um espírito de caridade e compreensão para com as pessoas que sofrem com o fracasso de sua vida conjugal”.

Francisco disse que “o êxito deste caminho é a sentença, fruto de um discernimento atento que conduz a uma palavra crível sobre a experiência pessoal, iluminando os percursos que podem ser abertos a partir dali”.

“Portanto, a sentença deve ser compreensível às pessoas envolvidas: só assim se tornará um momento de especial relevância no seu caminho humano e cristão”, disse ele. Fonte: ACI Digital Leia também Casais que “vivem juntos” e não possuem o Sacramento do Matrimônio, podem se consagrar a Nossa Senhora?

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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