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“Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe.”

Um dos argumentos de que mais se servem os inimigos da Igreja para pôr em questão a verdade do inferno diz respeito à misericórdia divina. “Se Deus é misericordioso”, dizem, “não condenará ninguém a fogo nenhum, quanto mais eternamente.”

O primeiro problema por trás dessa forma de pensamento é, sobretudo, a falta de fé. Se Jesus Cristo realmente é Deus, como crê e ensina desde o princípio a Igreja Católica, e se foi Ele próprio quem disse, conforme consignado inúmeras vezes no Evangelho, que existe o “inferno” (cf. Mt 11, 23; 23, 33; Lc 12, 5; 16, 23), o “fogo eterno” (cf. Mt 18, 8; 25, 41), a “geena” (cf. Mt 5, 22ss; 10, 28; Mc 9, 43ss), ou o “castigo eterno” (cf. Mt 25, 46), a única resposta possível do ser humano é crer em suas palavras. O próprio Deus falou; a segunda Pessoa da Santíssima Trindade se pronunciou, Ele que nec falli nec fallere potest, isto é, “não se engana nem nos pode enganar” [1]. Ou aceitamos por isso a verdade do inferno, ou então estamos brincando quando dizemos crer em Deus, em Jesus e na sua Igreja. Quem escolhe da doutrina que o próprio Senhor revelou somente aquilo que lhe agrada, pondo de lado o que lhe desagrada, não é em Deus que crê, mas em si mesmo; não é católico, mas herege.

“O maior número das almas que lá estão, é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse.”

É claro que a teologia pode explicar a doutrina do inferno e demonstrar, àqueles que já crêem, a razoabilidade desse ensinamento de Nosso Senhor. O Deus cristão, afinal de contas, é também λόγος (“logos”); o que Ele faz não nasce do puro arbítrio, como acreditam os voluntaristas, os fideístas ou os muçulmanos. Ao mesmo tempo, porém, àqueles que estão do lado de fora, nenhuma explicação será suficiente para que creiam. Se essas pessoas, resistindo, não derem seu assentimento de fé à autoridade de Deus revelante, aceitando em sua totalidade o depositum fidei que a Igreja custodia e anuncia, todo e qualquer esforço argumentativo será em vão.


Nesse sentido, a visão de Santa Faustina Kowalska, descrita a seguir, serve menos para convencer os descrentes que para confirmar, no coração dos católicos mornos ou vacilantes, a veracidade da doutrina católica de sempre sobre o inferno. Pode-se muito bem, é verdade, duvidar dessa revelação privada que recebeu a Apóstola da Misericórdia, assim como se pode duvidar da visão do inferno de Fátima e de outros tantos fenômenos místicos semelhantes por que passaram os santos da Igreja [2]. O que não pode questionar, ao menos quem foi batizado na fé da Igreja e enche a boca para se dizer “católico”, é que o inferno existe e a condenação eterna é uma possibilidade real e terrível, confirmada pelos Evangelhos, pela Tradição e pelo Magistério — ainda que, na verdade, os teólogos avessos a essas revelações privadas (aprovadas pela Igreja!) sejam, na maioria das vezes, justamente os hereges que rechaçam essa parte, incômoda, da doutrina católica.

Quem tem fé, entretanto, na vida eterna (e talvez até seja devoto da Divina Misericórdia), atente-se bem às palavras dessa santa religiosa, que recebeu de Deus o privilégio de visitar o inferno: “Estou escrevendo isso por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há Inferno, ou que ninguém esteve lá e não sabe como é“; “Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe“. O testemunho de Santa Faustina é dirigido a nós, homens céticos e incrédulos do século XXI!

Escutemos o apelo que a Misericórdia Divina nos faz e, temendo a principal pena do inferno, que é “a perda de Deus”, aprendamos a evitar o pecado, que nos faz viver a amargura e a infelicidade ainda nesta vida.

Após fazer a leitura do relato de Santa Faustina, abaixo, recomendamos também essa importante formação do Anderson Reis.


Hoje conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do Inferno. É um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi: o primeiro tormento que constitui o Inferno é a perda de Deus; o segundo, o contínuo remorso de consciência; o terceiro, o de que esse destino já não mudará nunca; o quarto tormento, é o fogo, que atravessa a alma, mas não a destrói; é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual aceso pela ira de Deus; o quinto é a contínua escuridão, um horrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas vêem-se mutuamente e vêem todo o mal dos outros e o seu; o sexto é a continua companhia do demônio; o sétimo tormento, o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias. São tormentos que todos os condenados sofrem juntos, mas não é o fim dos tormentos. Existem tormentos especiais para as almas, os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrível e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terríveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus. Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por toda eternidade. Estou escrevendo isso por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há Inferno, ou que ninguém esteve lá e não sabe como é. Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus, tinham que me obedecer. O que eu escrevi dá apenas a pálida imagem das coisas que vi. Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão, é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. “Ó meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios a ter que Vos ofender com o menor pecado que seja.” […] Hoje ouvi as palavras: No Antigo Testamento, Eu enviava Profetas ao Meu povo com ameaças. Hoje estou enviando-te a toda a humanidade com a Minha misericórdia. Não quero castigar a sofrida humanidade, mas desejo curá-la estreitando-a ao Meu misericordioso Coração. Utilizo os castigos, apenas quando eles mesmos Me obrigam a isso, e é com relutância que a Minha mão empunha a espada da justiça. Antes do dia da justiça estou enviando o dia da Misericórdia. Eu respondi: “Ó meu Jesus, falai Vós mesmo às almas, porque as minhas palavras são insignificantes. [3]
 
 
 

“Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe.”

Um dos argumentos de que mais se servem os inimigos da Igreja para pôr em questão a verdade do inferno diz respeito à misericórdia divina. “Se Deus é misericordioso”, dizem, “não condenará ninguém a fogo nenhum, quanto mais eternamente.”

O primeiro problema por trás dessa forma de pensamento é, sobretudo, a falta de fé. Se Jesus Cristo realmente é Deus, como crê e ensina desde o princípio a Igreja Católica, e se foi Ele próprio quem disse, conforme consignado inúmeras vezes no Evangelho, que existe o “inferno” (cf. Mt 11, 23; 23, 33; Lc 12, 5; 16, 23), o “fogo eterno” (cf. Mt 18, 8; 25, 41), a “geena” (cf. Mt 5, 22ss; 10, 28; Mc 9, 43ss), ou o “castigo eterno” (cf. Mt 25, 46), a única resposta possível do ser humano é crer em suas palavras. O próprio Deus falou; a segunda Pessoa da Santíssima Trindade se pronunciou, Ele que nec falli nec fallere potest, isto é, “não se engana nem nos pode enganar” [1]. Ou aceitamos por isso a verdade do inferno, ou então estamos brincando quando dizemos crer em Deus, em Jesus e na sua Igreja. Quem escolhe da doutrina que o próprio Senhor revelou somente aquilo que lhe agrada, pondo de lado o que lhe desagrada, não é em Deus que crê, mas em si mesmo; não é católico, mas herege.

“O maior número das almas que lá estão, é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse.”

É claro que a teologia pode explicar a doutrina do inferno e demonstrar, àqueles que já crêem, a razoabilidade desse ensinamento de Nosso Senhor. O Deus cristão, afinal de contas, é também λόγος (“logos”); o que Ele faz não nasce do puro arbítrio, como acreditam os voluntaristas, os fideístas ou os muçulmanos. Ao mesmo tempo, porém, àqueles que estão do lado de fora, nenhuma explicação será suficiente para que creiam. Se essas pessoas, resistindo, não derem seu assentimento de fé à autoridade de Deus revelante, aceitando em sua totalidade o depositum fidei que a Igreja custodia e anuncia, todo e qualquer esforço argumentativo será em vão.


Nesse sentido, a visão de Santa Faustina Kowalska, descrita a seguir, serve menos para convencer os descrentes que para confirmar, no coração dos católicos mornos ou vacilantes, a veracidade da doutrina católica de sempre sobre o inferno. Pode-se muito bem, é verdade, duvidar dessa revelação privada que recebeu a Apóstola da Misericórdia, assim como se pode duvidar da visão do inferno de Fátima e de outros tantos fenômenos místicos semelhantes por que passaram os santos da Igreja [2]. O que não pode questionar, ao menos quem foi batizado na fé da Igreja e enche a boca para se dizer “católico”, é que o inferno existe e a condenação eterna é uma possibilidade real e terrível, confirmada pelos Evangelhos, pela Tradição e pelo Magistério — ainda que, na verdade, os teólogos avessos a essas revelações privadas (aprovadas pela Igreja!) sejam, na maioria das vezes, justamente os hereges que rechaçam essa parte, incômoda, da doutrina católica.

Quem tem fé, entretanto, na vida eterna (e talvez até seja devoto da Divina Misericórdia), atente-se bem às palavras dessa santa religiosa, que recebeu de Deus o privilégio de visitar o inferno: “Estou escrevendo isso por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há Inferno, ou que ninguém esteve lá e não sabe como é“; “Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe“. O testemunho de Santa Faustina é dirigido a nós, homens céticos e incrédulos do século XXI!

Escutemos o apelo que a Misericórdia Divina nos faz e, temendo a principal pena do inferno, que é “a perda de Deus”, aprendamos a evitar o pecado, que nos faz viver a amargura e a infelicidade ainda nesta vida.

Após fazer a leitura do relato de Santa Faustina, abaixo, recomendamos também essa importante formação do Anderson Reis.


Hoje conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do Inferno. É um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi: o primeiro tormento que constitui o Inferno é a perda de Deus; o segundo, o contínuo remorso de consciência; o terceiro, o de que esse destino já não mudará nunca; o quarto tormento, é o fogo, que atravessa a alma, mas não a destrói; é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual aceso pela ira de Deus; o quinto é a contínua escuridão, um horrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas vêem-se mutuamente e vêem todo o mal dos outros e o seu; o sexto é a continua companhia do demônio; o sétimo tormento, o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias. São tormentos que todos os condenados sofrem juntos, mas não é o fim dos tormentos. Existem tormentos especiais para as almas, os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrível e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terríveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus. Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por toda eternidade. Estou escrevendo isso por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há Inferno, ou que ninguém esteve lá e não sabe como é. Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos do Inferno para falar às almas e testemunhar que o Inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus, tinham que me obedecer. O que eu escrevi dá apenas a pálida imagem das coisas que vi. Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão, é justamente daqueles que não acreditavam que o Inferno existisse. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. “Ó meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios a ter que Vos ofender com o menor pecado que seja.” […] Hoje ouvi as palavras: No Antigo Testamento, Eu enviava Profetas ao Meu povo com ameaças. Hoje estou enviando-te a toda a humanidade com a Minha misericórdia. Não quero castigar a sofrida humanidade, mas desejo curá-la estreitando-a ao Meu misericordioso Coração. Utilizo os castigos, apenas quando eles mesmos Me obrigam a isso, e é com relutância que a Minha mão empunha a espada da justiça. Antes do dia da justiça estou enviando o dia da Misericórdia. Eu respondi: “Ó meu Jesus, falai Vós mesmo às almas, porque as minhas palavras são insignificantes. [3]
 
 
 

A produção conta a história de Santa Faustina, desde o seu chamado à vida consagrada até a expansão da devoção à Misericórdia.

O filme, que estreou na véspera da Festa da Misericórdia, conta a história de Santa Faustina, desde o início de seu chamado à vida consagrada até a expansão no mundo da devoção à Divina Misericórdia.

Assista o filme gratuitamente no YouTube:


O Diretor de Dramaturgia, Ralphy Batista dos Santos, conta que o filme surgiu com a inspiração de tornar Santa Faustina mais conhecida, devido à grande repercussão da devoção à Divina Misericórdia, e a Festa da Misericórdia.

A dramaturgia da TV Canção Nova iniciou a produção do filme em 2019, com algumas gravações. Porém precisou parar devido à pandemia da Covid 19 e foi retomada apenas em 2021.

“Com a flexibilização da pandemia em 2021, a gente conseguiu finalizar toda a gravação do filme, e exibiremos, providencialmente, na festa da misericórdia que completa 20 anos esse ano. Então a gente percebe a providência para que o filme fosse lançado num ano muito importante e propício.” destacou Ralphy.

Para a missionária da Comunidade Canção Nova e atriz que interpreta a protagonista do filme, Suellen Moro, a produção traduz a essência do Diário de Santa Faustina. A missão principal é apresentar às pessoas quem é a Apóstola da misericórdia, quem é Santa Faustina, o que ela viveu, e tudo aquilo que trazia em seu coração.

“Faustina foi aquela que não difundiu a devoção pelo mundo, mas a revelou. Ela foi aquela pelo qual passou esse anúncio, e o transmitiu ao Padre Miguel Sopocko. Consequentemente, ele levou a devoção da Divina Misericórdia ao mundo.”

A missionária explica que a principal mensagem do filme é esse apelo às pessoas adentrarem à misericórdia, ao conhecimento dessa tábua de salvação.

“O ponto central da mensagem, de Santa Faustina é o apelo à conversão das almas, conversão dos pecadores, a volta para Deus, a volta para o Senhor, e a confiança na divina Misericórdia” destaca.

Presente do Céu

Para Suellen Moro, o convite para fazer o filme foi um grande presente do céu. “Pra mim foi um presente de Deus porque eu só ganhei. Eu ganhei uma amiga no céu, ganhei na minha espiritualidade. Deus utiliza de instrumentos ineficientes, mas quem faz a obra é Ele. Dentro de mim, há um antes e um depois de Faustina.”

Antes mesmo do filme chegar às pessoas, a intérprete de Santa Faustina afirma que foi tocada pela mensagem que ele traz. “É como uma lança que transpassa a alma, nesse tempo eu fui ‘catequizada’ por Faustina. Educada por ela. E eu espero que ela continue me educando, me catequizando.”

Providência por meio de Santa Faustina

“Eu nunca vi antes o que eu vi nessas gravações. Situações, conduções, moções, era ela própria pela sua intercessão que trazia, que fazia com que acontecesse. Notei que Faustina agrada tão profundamente o coração de Deus, que tudo aquilo que ela pede, Deus olha para aquele pedido e concede. A providência através das mãos de Santa Faustina é algo extraordinário.” Destaca Suellen

Ralphy Batista dos Santos também toca nessa providência. “É desafiador porque a gente grava tudo aqui no Vale do Paraíba por causa dos recursos financeiros. E aí você retratar a Polônia no Brasil, é muito desafiador, mas com a providência as coisas vão acontecendo, e a gente vê a mão de Deus, em todas as etapas.”

A coordenadora de produção, elenco, figurino e missionária, Marly Pinheiro de Jesus, afirma que a dedicação da equipe foi fundamental para que a missão do filme tivesse eficácia.

“Toquei em uma equipe comprometida e que amadurece a cada dia porque entende que não trabalha somente para homens mas, que tem a Deus como Senhor e mestre.”

A missionária diz perceber que Deus tem urgência em atender tudo o que é referente à Santa Faustina Faustina e à Divina Misericórdia.

“Santa Faustina tinha a santa vontade de Deus como objeto do seu amor. Suas ações eram sempre na medida que reconhecia interiormente a vontade de Deus. Acredito que o filme vai despertar no povo de Deus a consciência de filiação, que como filhos é preciso primeiramente ir ao Jesus. Ele nos atende em tudo e sem demora porque nos ama!”

O filme será lançado, no evento em que a Comunidade Canção Nova celebra vinte anos da Festa da Misericórdia. / Foto: Dramaturgia Canção Nova

Estreia neste sábado, 23, o filme produzido pela TV Canção Nova que conta a história de Santa Faustina. A exibição será às 20h na TV Canção Nova, e simultaneamente, no Centro de Evangelização na sede na Comunidade Canção Nova.

O filme, que estreia na véspera da Festa da Misericórdia, conta a história de Santa Faustina, desde o início de seu chamado à vida consagrada até a expansão no mundo da devoção à Divina Misericórdia.

O Diretor de Dramaturgia, Ralphy Batista dos Santos, conta que o filme surgiu com a inspiração de tornar Santa Faustina mais conhecida, devido à grande repercussão da devoção à Divina Misericórdia, e a Festa da Misericórdia.

A dramaturgia da TV Canção Nova iniciou a produção do filme em 2019, com algumas gravações. Porém precisou parar devido à pandemia da Covid 19 e foi retomada apenas em 2021.

“Com a flexibilização da pandemia em 2021, a gente conseguiu finalizar toda a gravação do filme, e exibiremos, providencialmente, na festa da misericórdia que completa 20 anos esse ano. Então a gente percebe a providência para que o filme fosse lançado num ano muito importante e propício.” destacou Ralphy.

Para a missionária da Comunidade Canção Nova e atriz que interpreta a protagonista do filme, Suellen Moro, a produção traduz a essência do Diário de Santa Faustina. A missão principal é apresentar às pessoas quem é a Apóstola da misericórdia, quem é Santa Faustina, o que ela viveu, e tudo aquilo que trazia em seu coração.

“Faustina foi aquela que não difundiu a devoção pelo mundo, mas a revelou. Ela foi aquela pelo qual passou esse anúncio, e o transmitiu ao Padre Miguel Sopocko. Consequentemente, ele levou a devoção da Divina Misericórdia ao mundo.”

A missionária explica que a principal mensagem do filme é esse apelo às pessoas adentrarem à misericórdia, ao conhecimento dessa tábua de salvação.

“O ponto central da mensagem, de Santa Faustina é o apelo à conversão das almas, conversão dos pecadores, a volta para Deus, a volta para o Senhor, e a confiança na divina Misericórdia” destaca.

Presente do Céu

Para Suellen Moro, o convite para fazer o filme foi um grande presente do céu. “Pra mim foi um presente de Deus porque eu só ganhei. Eu ganhei uma amiga no céu, ganhei na minha espiritualidade. Deus utiliza de instrumentos ineficientes, mas quem faz a obra é Ele. Dentro de mim, há um antes e um depois de Faustina.”

Antes mesmo do filme chegar às pessoas, a intérprete de Santa Faustina afirma que foi tocada pela mensagem que ele traz. “É como uma lança que transpassa a alma, nesse tempo eu fui ‘catequizada’ por Faustina. Educada por ela. E eu espero que ela continue me educando, me catequizando.”

Providência por meio de Santa Faustina

“Eu nunca vi antes o que eu vi nessas gravações. Situações, conduções, moções, era ela própria pela sua intercessão que trazia, que fazia com que acontecesse. Notei que Faustina agrada tão profundamente o coração de Deus, que tudo aquilo que ela pede, Deus olha para aquele pedido e concede. A providência através das mãos de Santa Faustina é algo extraordinário.” Destaca Suellen

Ralphy Batista dos Santos também toca nessa providência. “É desafiador porque a gente grava tudo aqui no Vale do Paraíba por causa dos recursos financeiros. E aí você retratar a Polônia no Brasil, é muito desafiador, mas com a providência as coisas vão acontecendo, e a gente vê a mão de Deus, em todas as etapas.”

A coordenadora de produção, elenco, figurino e missionária, Marly Pinheiro de Jesus, afirma que a dedicação da equipe foi fundamental para que a missão do filme tivesse eficácia.

“Toquei em uma equipe comprometida e que amadurece a cada dia porque entende que não trabalha somente para homens mas, que tem a Deus como Senhor e mestre.”

A missionária diz perceber que Deus tem urgência em atender tudo o que é referente à Santa Faustina Faustina e à Divina Misericórdia.

“Santa Faustina tinha a santa vontade de Deus como objeto do seu amor. Suas ações eram sempre na medida que reconhecia interiormente a vontade de Deus. Acredito que o filme vai despertar no povo de Deus a consciência de filiação, que como filhos é preciso primeiramente ir ao Jesus. Ele nos atende em tudo e sem demora porque nos ama!”

Testemunho

Marly contou à nossa equipe como as cruzes que seriam utilizadas nas cenas do filme chegaram ao figurino. “A cruz que tínhamos não tinha nada a haver com a da congregação da santa. Começamos uma corrida contra o tempo para encontramos a cruz, procuramos em todos os lugares de produtos religiosos no Brasil e nada. Foi quando a Divina Providência, nos apresentou um amigo na Polônia, e nos presenteou com as cruzes.”

Ao chegar no Brasil, as cruzes ficaram presas na alfândega e a equipe não pôde pagar o valor cobrado para sua liberação. Porém, um amigo havia se oferecido para ajudar no que precisassem quanto ao filme. Com as Cruzes embargadas e a produção sem dinheiro para liberá-la, a produção lembrou do tal amigo, e entrou em contato.

“O Brasil estava parado, nós tínhamos menos de uma semana para o dia da gravação. Fomos então para a Capela e pedimos a Deus que trouxesse as cruzes para nós. Em menos de 10 minutos as Cruzes estavam em nossas mãos,” recorda Marly.

Dedicação e empenho

A equipe de profissionais da Dramaturgia da TV Canção Nova se dedicou com empenho e esmero na produção Filme de Santa Faustina. Segundo o diretor do filme, a etapa crucial foi a finalização, pois ali se coloca a alma do filme.

“A trilha precisa ser bem colocada, a coloração precisar retratar muito bem a proposta do filme. O tratamento de áudio que pra mim é o grande desafio hoje, porque a emoção do cinema, é o áudio. As ambiências, muitas pessoas acreditam que a imagem vale muito, mas o áudio é crucial quando a gente fala em cinema.” destacou Ralphy

O figurino tem importância fundamental numa produção artística. Ele fortalece a história contada, dá vida e veracidade, ele compõe o personagem.

“A cada marcação o figurinista precisa conferir qual o figurino a ser usado naquela cena, como ele é usado, quais os acessórios. Precisa ficar atento à continuidade da cena, ele responde pela estética dos atores .” explica Marly Pinheiro.

Prestes a ocorrer a estreia, a expectativa é que, ao assistir ao filme, muitos espectadores compreendam a mensagem que Faustina veio trazer ao mundo.

“O Senhor quis fazer uma festa depois da Páscoa, destinada aos pecadores, pra que elas pudessem se voltar e se refugiar no seu lado aberto. Mergulhar no mar da sua misericórdia. Então a mensagem que Faustina veio trazer para o mundo é o Senhor tem um mar de Misericórdia, não importa quão pecador você é, não importa quão miserável você é.” conclui Suellen Moro

Clipe musical

O Ministério Amor e Adoração da Comunidade Canção Nova, com a participação do Anjos de Resgate gravou uma música tema especialmente para o filme. Raios de Misericórdia é a canção que já está disponível no Canção Nova Play. A composição revela de forma poética os anseios de Santa Faustina em expandir a devoção a Jesus Misericordioso.


 
 
 
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