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Os Redentoristas Transalpinos, com sede central na ilha da Escócia

ROMA, segunda-feira, 14 de julho de 2008 (ZENIT.org).- O Frei Michael Mary, C.SS.R., vigário geral dos Redentoristas Transalpinos, com sede central em uma ilha escocesa, que em sua história recebeu ajuda do arcebispo Marcel Lefebvre e da fraternidade sacerdotal de São Pio X, anunciou pela internet sua comunhão com Roma.

O anúncio acontece em uma carta apresentada no site da Ordem, (http://www.papastronsay.com) e publicada em seu próprio blog (http://papastronsay.blogspot.com).

A ordem celebra a Eucaristia segundo o rito precedente à reforma litúrgica do Concílio Vaticano II.

O anúncio explica que este passo aconteceu depois que em «18 de junho passado, diante do cardeal Darío Castrillón e dos membros da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, em Roma, eu pedira humildemente à Santa Sé, em meu nome e em nome do conselho do mosteiro, que as sanções sacerdotais fossem suspensas».

«Em 26 de junho, recebi oralmente a mensagem que afirmava que a Santa Sé apoiou nossa petição. Todas as censuras canônicas foram suspensas», anuncia.

«Estamos profundamente agradecidos ao nosso Santo Padre, Bento XVI, por ter publicado em julho do ano passado o Motu Proprio Summorum Pontificum, que nos convidou a uma comunhão serena com ele», afirma o vigário.

«Agora temos esta serena comunhão! É uma pérola de grande valor; um tesouro escondido no campo; uma doçura que não pode ser imaginada por aqueles que não a provaram.»

«Seu valor não pode ser expresso plenamente com a linguagem humana, e por esse motivo esperamos que todos os sacerdotes tradicionalistas que ainda não o fizeram, respondam ao convite do Papa Bento XVI para desfrutar da graça da serena comunhão com ele.»

Pensando no futuro, segundo explica, «o próximo passo será erigir canonicamente nossa comunidade».

Originalmente baseada em Joinville, França, a ordem se trasladou à ilha de Sheppey, Kent, e de maneira permanente em Papa Stronsay, pequena ilha do norte de Escócia, em 1999. Vivem no mosteiro de Golgotha e publicam «The Catholic».

A ordem estabeleceu recentemente um segundo mosteiro na cidade de Christischurch, Nova Zelândia, cujo blog também divulgou o anúncio da comunhão com Roma.

Sua regra se baseia na de Santo Alfonso Maria de Ligório, mas não tem laços hierárquicos com a ordem Redentorista.

 
 
 

D. José Policarpo ordena padres e diáconos na abertura do Ano Paulino

Por Alexandre Ribeiro

LISBOA, segunda-feira, 30 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Cardeal-Patriarca de Lisboa apresentou nesse domingo o exemplo de Paulo aos presbíteros recém-ordenados, destacando que o sacerdote tem de aprender a acreditar em Jesus Cristo e na Igreja.

D. José Policarpo presidiu à missa de abertura do Ano Paulino no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, ocasião em que ordenou sete padres e quatro diáconos.

Segundo o cardeal, «o apóstolo Paulo e o seu itinerário de fidelidade» impõem-se como «modelo inspirador do vosso ministério».

D. José Policarpo afirma que Paulo está seguro de que o Senhor é capaz de o manter fiel na fé.

«Cristo vivo é o fundamento sólido da fé de Paulo, desde o início, a sua conversão na Estrada de Damasco, até ao fim, quando lhe será atribuída a coroa de justiça que o Senhor lhe dará naquele dia, o dia da plena manifestação de Cristo.»

«Entre estes dois momentos situa-se a sua vida, o palco do grande combate, em que reconhece: “o Senhor esteve a meu lado e deu-me força” (2Tim. 4,17)», afirma.

De acordo com o cardeal, a fé foi para Paulo «uma aventura de amor e de fidelidade a Jesus Cristo. “Para mim viver é Cristo” (Fil. 1,21), é o desabafo que o define».

«É através da fé que mergulha em Jesus Cristo e usufrui da Sua fecundidade redentora. A fé é um mergulho em Jesus Cristo, que leva a mergulhar em Deus.»

O testemunho de vida de Paulo prova que «a evangelização não é um programa humano, é uma paixão por Jesus Cristo».

«Paulo está de tal maneira consciente de que é na fé que se ama Jesus Cristo, que se nos revela como Salvador, que a maior urgência é comunicar a fé, que nasce da Palavra que é Cristo vivo, porque Ele é a Palavra encarnada.»

«Evangelizar é proporcionar aos homens a relação vital com Jesus Cristo». «Evangelizar é fazer ouvir Jesus Cristo, levar a entregar-se a Ele na fé, na certeza de que a fé é uma experiência de amor», enfatiza o cardeal.

D. José Policarpo falou então aos ordinandos que São Paulo os ajudaria «a descobrir a centralidade decisiva da fé, na vossa vida cristã e no exercício do vosso ministério».

«Cultivai a vossa fé, nunca esquecendo que ela é um dom de Deus, fruto da ação de Deus em nós, nos atrai, nos escolhe e nos consagra.»

«Não esqueçais também que a fé é um combate que há-de dar forma à vossa fidelidade a Cristo, à Igreja, ao Povo que Ele ama e a quem vos confia», afirmou.

De acordo com o patriarca de Lisboa, o sacerdote «tem de aprender a acreditar em Jesus Cristo, na Igreja e a amar Jesus Cristo, amando a Igreja».

«Saúdo neste momento todos: os que começam, os que há 25, 50, 60 anos procuraram amar a Cristo, amando a Igreja. Oxalá todos possam exclamar à chegada: “Combati o bom combate, guardei a fé” (2Tim. 4,7)», destacou o cardeal.

 
 
 

KORAZIM (Israel), quinta-feira, 3 de abril de 2008 (ZENIT.org).- No sábado passado, 29 de março, durante um encontro com cerca de 170 bispos europeus, foi inaugurado um mosteiro construído na parte direita da Domus Galilaeae, onde acontecerá a adoração perpétua ao Santíssimo Sacramento.

Cumpre-se, desta maneira, depois de quase um século, o desejo contemplado pelo beato Charles de Foucauld, quando se encontrava em Nazaré, de criar neste monte um lugar onde Cristo Eucaristia fosse uma presença permanente e adorada.

Com este fim, ele havia pensado em reunir uma pequena família monástica cuja vocação estivesse baseada na imitação da vida oculta de Jesus de Nazaré, na adoração eucarística perpétua e na evangelização nos países de missão.

Como sinal concreto de comunhão com a figura do fundador dos Pequenos Irmãos, uma relíquia do beato Charles de Foucauld será depositada sob o altar da capela circular, onde o Santíssimo será exposto noite e dia para ser adorado por todos os que habitam o mosteiro e pelos que se encontrem na Domus.

A adoração perpétua sobre esse monte sustentará «o diálogo entre o judaísmo e a Igreja Católica», segundo as indicações da carta enviada pelo Papa João Paulo II àDomus por ocasião da inauguração de sua biblioteca, assim como a promoção do diálogo ecumênico pela unidade das Igrejas cristãs.

O mosteiro está composto por 23 celas; em seu centro se encontra a capela circular sobre cujo teto se colocou um complexo escultural realizado por Kiko Argüello, que representa Jesus e os doze apóstolos durante a pregação do Sermão da Montanha.

Desta maneira, o monte no qual se proclamou pela primeira vez o mais essencial da pregação de Cristo será um sinal visível da oração da Igreja pela evangelização até os confins da terra.

A inauguração do mosteiro foi presidida pelo patriarca latino de Jerusalém, Sua Beatitude Michel Sabbah, acompanhado de outros bispos de vários ritos, do Custódio da Terra Santa, o Pe. Pierbattista Pizzaballa, o arcebispo Antonio Franco, núncio de Sua Santidade, e de todas as autoridades civis da região. Também participaram numerosos embaixadores.

 
 
 
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