top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

carta_nina_ok

Nos anos da brutal ditadura na Albânia na qual viveu-se uma intensa perseguição religiosa, uma menina americana de nove anos escreveu ao governante desse então, o ditador Enver Hoxha, uma carta no Natal na qual lhe pedia que se unisse a ela para rezar pela paz do mundo.

A carta em menção, escrita por uma menina americana de nove anos chamada Pamela K. McNutt, faz parte de uma exibição especial titulada “Fé” que busca mostrar a religiosidade dos albaneses e que ocorre no Museu Nacional da Albânia, o primeiro país europeu ao qual viajará o Papa Francisco.

“Exibimos a carta porque queremos mostrar que ninguém era consciente do que estava acontecendo na Albânia nos anos do Comunismo”, assinala Mirton Resuli, que colaborou com o Ministério de Cultura albanês para organizar esta exposição.

A carta de Pamela a Enver Hoxha, governante da Albânia e principal líder comunista que isolou o país da comunidade internacional, a menina escreve: “saudações pelo Natal a você e a cada um dos líderes do mundo. A pequena expressava sua esperança de que ele, “seu povo e todos os povos do mundo” se unissem a ela “em oração pela paz mundial e pela boa vontade para com todos”.

Resulli disse à equipe do grupo ACI que está em Tirana cobrindo a viagem papal que “resgatou a carta entre uma boa quantidade de missivas que estavam dirigidas a Enver Hoxha”. “Chamou-me a atenção o símbolo na parte superior esquerda (as mãos unidas) e a li. Depois de lê-la, ficou claro que esta carta deveria fazer parte da exibição”.

Albânia se declarou Estado ateu em 1967, embora a perseguição contra sacerdotes e religiosos começou em 1946 quando Enver Hoxha assumiu o poder.

“O ateísmo de estado significava que as expressões religiosas estavam proibidas e eram consideradas um delito. Estava proibido até mesmo ir aos cemitérios já que ali havia cruzes:, explicou Resulli.

Durante o regime de Hoxha 2100 pessoas entre sacerdotes católicos e membros de outras religiões foram assassinados tão somente em razão de sua fé.

“Parece absurdo mas realmente aconteceu. Pessoas foram torturadas e assassinadas apenas por causa de sua religião. Mas, de fato, o mundo não sabia o que realmente sucedia na Albânia”, ressaltou Mirton Resulli.

Para seguir a viagem do Papa Francisco a Albânia, ingresse em: http://www.acidigital.com/albania2014/

 
 
 
Natal é abrir o coração para receber Jesus

Cidade do Vaticano (RV) – “Preparar-se para o Natal com a oração, a caridade e o louvor: com o coração aberto ao encontro com o Senhor, que tudo renova”: foram as palavras do Papa na missa presidida na Casa Santa Marta, nesta primeira segunda-feira de Advento.

Comentando o trecho do Evangelho do dia, em que o centurião romano pede com fé a Jesus a cura de seu servo, o Papa recordou que nestes dias, “começamos um novo caminho… rumo ao Natal, que não é apenas uma data bonita, e nem a recordação de um fato bonito”:

“O Natal é mais: vamos neste caminho para encontrar Jesus, Natal é um encontro com o coração com a vida, para encontrar o Senhor vivo, com fé. Não é fácil viver com fé. Na parábola do Evangelho, o Senhor se surpreende com a fé do centurião. Este, que tinha feito um caminho de fé, sentiu a alegria do encontro com o Senhor”. No entanto, Francisco fez uma ressalva: “Mais importante do que encontrarmos Jesus é deixar-nos encontrar por Ele”:

“Quando é Ele que entra dentro de nós, é Ele que refaz tudo, porque isto é a chegada do Senhor. Ele refaz nosso coração, alma, vida, esperança e caminho… mas é preciso ter o coração aberto!”.

“Assim Ele me diz o que quer me dizer, que nem sempre é o que quero ouvir, mas Ele é o Senhor e fala somente para mim!. Ele não nos vê como um conjunto, uma massa: Ele olha cada um nos olhos, no rosto, porque seu amor não é abstrato, mas concreto. O Senhor pessoa me vê como pessoa. Deixar-se encontrar pelo Senhor é justamente isso: deixar-se amar por Ele”.

Neste caminho rumo ao Natal – concluiu o Papa – alguns comportamentos podem nos ajudar: “perseverar na oração, ser mais concretos na caridade fraterna, aproximar-se mais de quem precisa; e ter alegria ao louvar o Senhor”. (CM)

Para ler o texto original em italiano, clique aqui: http://bit.ly/1gy2ih8

 
 
 

O Natal, «muito mais que o nascimento de um grande personagem»

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI declarou que para os cristãos o Natal é muito mais que a lembrança do «nascimento de um grande personagem». 

O Papa aproveitou que nesta quarta-feira começava a Novena de Natal para dedicar a catequese da audiência geral, concedida na Sala Paulo VI, a explicar o sentido desta festa, na qual «inclusive os não-crentes percebem como algo extraordinário e transcendente, algo íntimo que fala ao coração». 

Os valores da simplicidade, da amizade e da solidariedade, que tanto se exaltam nestas festas, afirmou o Papa, «não bastam para assimilar plenamente o valor do Natal». 

«No Natal, portanto, não nos limitamos a comemorar o nascimento de um grande personagem; não celebramos simplesmente e em abstrato o mistério do nascimento do homem ou em geral o nascimento da vida; tampouco celebramos só o princípio de uma nova estação.»

«Nós sabemos que se celebra o acontecimento central da história: a Encarnação do Verbo divino para a redenção da humanidade», acrescentou. 

Explicando o significado que em grego tem a palavra Logos, que é a que São João utiliza no prólogo de seu Evangelho para referir-se a Cristo, o Papa fez notar que além de traduzir-se como «o Verbo», que é a transposição corrente, Logos significa também «o Sentido». 

Portanto, explicou o Papa, o «Sentido eterno» do mundo «se fez tangível a nossos sentidos e à nossa inteligência: agora podemos tocá-lo e contemplá-lo», e esse «sentido» «não é simplesmente uma idéia geral inscrita no mundo», mas é «uma Pessoa que se interessa por cada um de nós». 

«Sim, existe um sentido, e o sentido não é um protesto impotente contra o absurdo. O Sentido é poderoso: é Deus bom, que não se confunde com qualquer poder excelso e distante, ao que nunca se poderia chegar, mas um Deus que se fez próximo de nós.»

Mas, por que Deus se fez um menino indefeso? Pergunta o Papa. 

«Na gruta de Belém, Deus se mostra a nós como humilde ‘infante’ para vencer nossa soberba», responde. 

«Talvez tivéssemos nos rendido mais facilmente frente ao poder, frente à sabedoria; mas Ele não quer nossa rendição; apela mais ao nosso coração e à nossa decisão livre de aceitar seu amor.»

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis