top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

O natal e o paganismo

Introdução:

Todo Natal é a mesma coisa. Começam a pipocar filmes de teor natalino na TV, as decorações começam a tomar forma, e como não poderia deixar de ser, as acusações de que o natal é uma festa pagã começam a surgir. Quem nunca ouviu que o Natal é uma cópia de festividades pagãs, que foi Constantino que “inventou” a divindade de Cristo ou que seu nascimento, na verdade representa o “deus Sol” dos pagãos?

O cristianismo sofre todo tipo de acusação desde o início. Na própria Bíblia, lemos que os fariseus acusaram Jesus de expulsar demônios pelo “poder de Belzebu, o príncipe dos demônios”. (Mat 12:24). Também lemos que o apóstolo Paulo teve que se defender de acusações injustas dos judeus diante do governador Félix (Atos 24).

Durante o cristianismo primitivo, Origenes (185 – 254 d.C), grande teólogo do segundo século, escreveu uma das primeiras defesas do cristianismo contra as acusações do filósofo pagão Celso. Em sua obra Contra Celso, ele responde as acusações de que o nascimento de Cristo fora fruto de um adultério e que Jesus aprendeu artes mágicas no Egito para enganar o povo com seus supostos milagres. Também Santo Atanásio, Santo Agostinho e Santo Irineu de Lyon, são conhecidos por suas obras apologéticas, ao combater os falsos ensinos de sua época.

Os cristãos já foram acusados inclusive de praticar incesto, pois chamavam-se de “irmãos”, de antropofágicos, pois na ceia comiam a “carne” e bebiam o “sangue” de Cristo, dentre muitas outras coisas. Até a culpa pelo incêndio em Roma eles já receberam.

Na década passada, o filme O Código Da Vinci, ajudou a piorar ainda mais as coisas, pois popularizou diversas mentiras a nível mundial. Como o relacionamento entre Jesus e Maria Madalena, e as possíveis adulterações da Bíblia.

Portanto, vemos que o cristianismo sempre foi um grande alvo das famosas “fake news”.

As acusações:

Muitas pessoas acreditam que a data do Natal na qual celebramos o nascimento de Cristo, era a comemoração da festividade pagã do Sol Invictus, que era comemorada no solstício de inverno, na segunda quinzena de dezembro, em Roma. E que à medida que os pagãos foram se convertendo, a Igreja decidiu manter a tradição pagã, apenas trocando os deuses honrados pelas festividades, substituindo um deus pagão por Jesus. 

Mas será que foi assim mesmo?

Ligar o cristianismo ao paganismo é ignorar que durante os primeiros três séculos de cristianismo, os cristãos foram perseguidos duramente, principalmente por causa de sua conduta diante dos costumes pagãos da época e na recusa de adotar tais ritos, como adorar o imperador ou os deuses romanos. Basta analisar os documentos antigos para verificarmos que os cristãos, longe de se deleitarem em festividades pagãs, eram desprezados por não participar desses costumes. Assim, já em uma das primeiras citações sobre os cristãos, encontramos o historiador romano Tácito se referindo a eles como “gente odiada”:

[ Após o incêndio em Roma] “Nero fez aparecer como culpados os cristãos, uma gente odiada por todos por suas abominações, e os castigou com mui refinada crueldade. ”  (Tácito, Annales, 15:44).

Inúmeros relatos históricos de martírios e perseguições dão testemunho que os cristãos se recusaram a abraçar as práticas pagãs e passaram a ser odiados por todos no império romano, sendo inclusive chamados de “ateus”, como Justino de Roma, no segundo século, escreve:

“Por isso, também nós somos chamados de ateus; e, tratando-se desses supostos deuses, confessamos ser ateus. Não, porém, do Deus verdadeiríssimo, pai da justiça, do bom senso e das outras virtudes, no qual não há mistura de maldade. ” (Justino de Roma, I Apologia)

Em um dos martírios mais conhecidos da história cristã, Policarpo de Esmirna, sucessor do apóstolo João como bispo de igreja em Éfeso, é forçado a adorar os deuses romanos e negar sua fé em Cristo, ele se recusa e diz: “Eu o sirvo há oitenta e seis anos, e ele não me fez nenhum mal. Como poderia blasfemar o meu rei que me salvou? ”  (O martírio de Policarpo, Coleção Patrística vol. 1 – Padres Apostólicos)

Vemos que as acusações não se sustentam, pois, os cristãos preferiam o martírio do que se contaminar com a idolatria pagã. Então porque eles adotariam deliberadamente uma festividade pagã como data do nascimento de Cristo?

O Natal cristão: Como chegamos em 25 de dezembro?

As pessoas dizem que a Bíblia não traz nenhum indicativo sobre o nascimento de Jesus. De fato, ela não menciona nenhuma data, mas ela nos aponta um norte.

A concepção de João Batista é um bom ponto histórico inicial. Não se trata de algo preciso, mas vemos que a preocupação dos cristãos primitivos em estabelecer a data do nascimento de Cristo é extremamente antiga e pautada em algumas referências bíblicas.

A Bíblia nos diz que no tempo de Herodes, rei da Judeia, Zacarias servia como sacerdote no templo do Senhor, onde recebeu a visita do anjo anunciando a vinda do seu filho.  (Lucas 1)

 Como o Evangelho de Lucas afirma que o Arcanjo Gabriel apareceu a Virgem Maria no sexto mês após a concepção de João (Lc 1,26), isso situa a concepção de Cristo no equinócio de primavera, ou seja, no momento da Páscoa Judaica, no fim de março. Seu nascimento seria assim no fim de dezembro no momento do solstício de inverno.

Seguindo essa lógica, por volta de 221 d.C, Sexto Júlio Africano escreveu a Chronographiai, na qual afirma que a Anunciação do anjo foi em 25 de março, baseado na gravidez de Isabel e o serviço de Zacarias no templo.  Uma vez que a data da Encarnação estava estabelecida, era uma simples questão de adicionar nove meses para chegar à data do nascimento em 25 de dezembro. Essa data se tornaria oficial apenas no final do quarto século. Mas isso nos mostra que longe de ser influenciado por festividades pagãs, a data de 25 de dezembro foi uma tentativa honesta de estabelecer o dia do nascimento de Jesus.

Por exemplo, desde o final do século II, vemos nos escritos de Clemente de Alexandria que esse assunto já era debatido, e algumas datas já eram apontadas. (Clemente de Alexandria, Stromata 1.21.145)

O testemunho do bispo Teófilo de Cesaréia (115-181 d.C), também nos mostra a discussão sobre a data em seu tempo, ele diz: “Devemos comemorar o aniversário de Nosso Senhor, a cada 25 de dezembro isso deve acontecer. ” (Magdeburgenses, Cent. 2. c. 6. Hospinian, De origine Festorum Chirstianorum.)

Pouco tempo depois, ainda no século II, o bispo Hipólito (170-240 d.C) escreveu em uma passagem afirmando a data de 25 de dezembro:

“O Primeiro Advento de nosso Senhor na carne ocorreu quando Ele nasceu em Belém, era 25 de dezembro, uma quarta-feira, enquanto Augustus estava em seu quadragésimo segundo ano, que é de cinco mil e quinhentos anos desde Adão. Ele morreu no trigésimo terceiro ano, 25 de março, sexta-feira, no décimo oitavo ano de Tibério César, enquanto Rufus e Roubellion eram cônsules. ” (Hipólito, Comentário sobre Daniel 4, 23)

Já no final do 4º século, as Igrejas do Oriente haviam adotado datas especiais comemorando conjuntamente o nascimento de Cristo, a adoração dos Magos e o batismo de Jesus. Aparentemente, esses cultos foram a princípio celebrados em 6 de janeiro, porém, mais tarde, ficaram divididos entre 25 de dezembro e 6 de janeiro. 

Santo Agostinho aponta para a tradição prevalecente entre as Igrejas ocidentais no 5º século, acerca do nascimento de Cristo e da observância do Natal, e diz que é uma tradição muito antiga: “Porque é crido que Ele tenha sido concebido no 25° dia de Março, dia no qual Ele também sofreu  […] Mas Ele nasceu, de acordo com a tradição, em 25 de Dezembro” (Santo Agostinho, De Trinitate.).

É provável que as diversas tradições da Igreja primitiva acerca do tempo exato da concepção de Cristo, tenham levado às diferenças nas datas em que o Natal é celebrado no Oriente e no Ocidente. Em 336 d.C., entre Igrejas ocidentais, a observância do Natal no dia 25 de dezembro já estava bem consolidada e oficializada.

O natal como festividade pagã

Como podemos observar através de algumas fontes históricas, os cristãos não tentaram cristianizar uma festividade pagã. Na verdade, o contrário ocorreu. Assim como os gnósticos buscavam assimilar traços do cristianismo para torná-lo mais popular, os romanos importaram festividades orientais, como o Sol Invictus, para revitalizar o sistema religioso romano, que estava em declínio.

  Citando José Hermano, em sua História Universal, vemos:

“Através desta homenagem prestada ao deus nunca vencido (invictus), abriu-se o caminho para o culto do Sol, também nunca vencido, astro venerado pelos povos do Oriente sob diferentes nomes; no ano 274 d.C., Aureliano erigiu em sua honra um templo no Campo de Marte. A festa do Sol ficou estabelecida para o 25 de dezembro, data em que – segundo o calendário antigo – o astro voltava a empreender a sua ascensão”. (José Hermano, História Universal, 1985, Volume I).

O imperador Aureliano era um conhecido inimigo da fé cristã, como Eusébio de Cesareia (265 – 339 d.C) relata em sua História Eclesiástica: “Tal era então Aureliano em relação a nós; posteriormente, porém, em seu reinado, teve outros sentimentos, e foi incitado por determinados conselhos a mover-nos novamente perseguição; disso muito já se falava entre todos. ”  (História Eclesiástica, Eusébio de Cesareia)

Sendo o imperador era um inimigo da fé cristã, ele buscava revitalizar a própria fé do sistema de crenças romano, como forma de combater a ascensão do cristianismo, que por volta do ano 274 d.C – apesar de ainda ser perseguido como uma religião marginal – já não mais poderia ser ignorado.

Como afirma o historiador Justo Gonzalez, o que mais comumente acontecia, era que os cultos pagãos buscavam imitar a fé cristã, que crescia e se desenvolvia rapidamente. Ele afirma que: “ aprendemos que já neste período os cultos pagãos tentavam imitar algumas das características da nova fé dinâmica. ” (Justo Gonzalez, Uma História do Pensamento Cristão Vol 1)

Conclusão:

Esse é um assunto polêmico e que divide opiniões. Existem historiadores e teólogos que defendem que o natal foi uma cristianização da festividade pagã, pois esse tipo de atitude foi feito em outras ocasiões pela igreja. Mesmo que isso fosse verdadeiro, não invalidaria as comemorações. Pois por onde passou, o cristianismo soube se adaptar às culturas, fazendo-as florescer em seu esplendor, levando cativo todo pensamento a Cristo. O cristianismo assumiu formas culturalmente diversas em todo o mundo, muito mais do que qualquer outra religião. Mas óbvio, sem negociar sua própria essência religiosa.

Não podemos nos esquecer que o cristianismo é uma religião nascida no oriente, florescida no Norte da África, solidificada na Europa e exportada para as Américas.

A data do Natal em si talvez nem seja o mais importante, mas sim o que ela representa, o nascimento do Rei. O nascimento de Jesus foi um capítulo sem precedentes na história do mundo. Foi o momento em que o Rei do universo, deixou a sua glória para habitar no meio de nós. Deixou a perfeição do seu reino, por uma manjedoura. Trocou a adoração dos anjos, pela admiração dos animais e pastores do campo.

Seu nascimento é a maior demonstração do amor de Deus. Pois foi somente quando o Verbo se faz carne, é que a natureza humana pode finalmente ser redimida. Pois somente aquele que é inteiramente Santo, poderia limpar nossa corrupção do pecado. 

O Natal não se trata de presentes trocados, daquela vontade de renovação para o próximo ano ou daquele espírito de mudar o mundo pelas nossas boas obras. O nascimento de Cristo representa a Luz em meio as trevas “O povo que andava em trevas, viu uma grande luz.” (Isaías 9:2) O natal não é sobre nós, sobre o que nós podemos fazer, mas sobre o que Deus fez por nós, e Ele “enviou o seu Filho ao mundo não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele. “ (João 3:17)

O nascimento de Jesus foi aguardado por muitas gerações, as Escrituras testemunham o anseio pelo “desejado das nações” durantes séculos e séculos. Então, como nós não poderíamos celebrar a sua vinda? Como não poderíamos estar alegres com esse dia glorioso?

Que o natal seja celebrado pelo seu verdadeiro motivo, a encarnação do Verbo de Deus, Cristo Jesus.

Celebremos essa data, pois independe de suas origens, a palavra do profeta se cumpriu: “ um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6)

—-

Ramon Serrano

 
 
 

Que o grupo Porta dos Fundos gera polêmica e revolta cristãos com suas sátiras envolvendo o cristianismo já não é novidade. Porém, no final deste ano (2019), a plataforma de filmes e séries em streaming Netflix também está sendo criticada por hospedar o filme mais recente da produtora de humor.

Na sinopse do filme “Especial de Natal Porta dos Fundos : A Primeira Tentação de Cristo”, um breve texto apresenta: “Jesus está fazendo 30 anos e traz um convidado surpresa para conhecer a família. Um especial de Natal tão errado que só podia ser do Porta dos Fundos”.

O tal “amigo” (Fábio Porchat) que o personagem de Jesus (Gregório Duvivier) traz para passar alguns dias em sua casa seria também seu “namorado”, segundo a história. Porém ao longo da trama, o parceiro se revela como o diabo.

Uma petição online (Change.org) que exige que a Netflix retire a série de seu acervo já conseguiu mais de 180 mil assinaturas em apenas 5 dias após sua criação. O objetivo é atingir 200 mil.

“Pelo impedimento do filme de Natal da Netflix e porta dos fundos, por ofender gravemente os cristãos”, diz a descrição do abaixo-assinado.

Cada internauta que assinou a petição deixou um comentário, manifestando seu repúdio ao Porta dos Fundos por seu escárnio ao cristianismo e também à Netflix por promover o filme.

Crítica de Carlos Vereza

Em um texto publicado no Facebook, o ator comentarista de Cinema Carlos Vereza fez duras críticas ao Porta dos Fundos pelo lançamento do novo filme, com uma temática que apresenta Jesus como um homossexual.

“Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator.

“Vocês são safos, descolados, sub imitação dos filmes trash- refuse-pornô, supostos pós-modernos num país em eterno subdesenvolvimento”, acrescentou. “Idiotas pretensiosos, estafetas da Nova Ordem Mundial, que têm como pauta, desde a Escola de Frankfurt, a desconstrução da família e da religião”.

O ator também acusou a produtora de fazer militância “lula livre” e e outras “causas” da esquerda, como a legalização das drogas e revolução sexual.

“O subtexto de vocês, que não vou nomina-los, é o lula livre, é a volta do baseado livre, do tráfico livre nas universidades, do desregramento sexual livre, à falta do amor, que para vocês, é careta, coisa da direita. Vocês, cúmplices do maior ladrão da pobre história desse país, um genocida que matou milhares de carentes pela precariedade na saúde, pela manipulação ideológica em frágeis estudantes”, afirmou.

“Nem originais vocês conseguem ser. Os mesmos de sempre. Obcecados pela pauta gayzista. Soltem-se, há batom para todos os gostos. Liberem a Linda Lovelace que existe em vocês!”, finalizou, ironizando.

 
 
 

(ACI).- O Natal está próximo e com ele os presentes, a ceia natalina, as atividades na paróquia, as viagens etc. Uma série de atividades que poderiam fazer esquecer o verdadeiro honrado. Por isso, compartilhamos esta história sobre o verdadeiro sentido do Natal intitulada “Carta de Jesus”.

Querido Amigo: Olá, eu te amo muito. Como você sabe, já se aproxima novamente a data na qual celebram o meu nascimento. No ano passado fizeram uma grande festa para mim e tenho a impressão de que este ano ocorrerá o mesmo. A final de contas, há alguns meses estão fazendo compras para esta ocasião e quase todos os dias anunciam e avisam que faltam poucos dias para esta celebração. Na verdade, passam dos limites, mas é agradável saber que pelo menos em um dia do ano pensam em mim. Há muito tempo, compreendiam e agradeciam de coração tudo o que eu fiz por toda a humanidade. Mas hoje em dia, tenho a impressão de que a maioria das pessoas quase não sabe por que celebra o meu aniversário. Por outra parte, gosto que as pessoas se reúnam e fiquem felizes e me alegra, sobretudo, que as crianças se divirtam tanto; mas ainda assim, acredito que a maioria das pessoas não sabe bem do que se trata. Você não acha? Como aconteceu, por exemplo, no ano passado. Ao chegar o dia do meu aniversário, fizeram uma grande festa, mas pode acreditar que nem sequer me convidaram? Imagina! Eu era o convidado de honra! Mas esqueceram-se completamente de mim! Estavam preparando as festas durante dois meses e, quando chegou o grande dia, me deixaram fora da celebração. Já aconteceu isso comigo tantas vezes que, na verdade, não me surpreendi. Embora não tenham me convidado, tive a ideia de entrar na festa sem fazer barulho. Entrei e fiquei em um cantinho. Imagina que ninguém notou a minha presença? Nem perceberam que eu estava ali. Todos estavam bebendo, rindo e aproveitando bastante, quando de repente chegou um homem gordo, vestido de vermelho, com uma barba postiça branca, gritando: “Ho, ho, ho!”. Parecia que tinha bebido muito e, depois de muito esforço, chegou ao lugar onde estavam os presentes, enquanto todos o felicitavam. Quando se sentou em uma grande poltrona, todas as crianças, emocionadíssimas, se aproximaram dele correndo e dizendo: “Papai Noel!” Como se ele fosse o homenageado e toda a festa fosse em sua honra. Aguentei aquela “festa” até onde pude, mas ao final fui embora. Caminhando pela rua me senti solitário e triste. O que mais me assombra de como a maioria das pessoas comemora o dia do meu aniversário é que em vez de me dar presentes, presenteiam uns aos outros e isto é um absurdo, pois quase sempre são objetos que nem sequer precisam ganhar. Vou te fazer uma pergunta: Você não acharia estranho que ao chegar seu aniversário todos os seus amigos decidissem comemorar dando presentes uns aos outros e não dessem nada para você? Pois isto é o que acontece comigo a cada ano! Uma vez alguém me disse: “É que você não é como outros, nunca te vemos; como é que vamos presenteá-lo?”. Já imaginará o que eu lhe respondi. Eu sempre digo: “Você pode dar de presente comida e roupa aos pobres, ajudar a quem necessita. Pode visitar os órfãos, doentes e aqueles que estão na prisão. Tudo o que você der aos seus semelhantes para aliviar os seus sofrimentos, considerarei como se tivesse me entregado pessoalmente” (Mateus 25,34-40). Nesta época, muitas pessoas, em vez de pensar em dar presentes, fazem bazares ou vendas na sua garagem, onde vendem qualquer coisa a fim de arrecadar até o último centavo para suas novas compras de Natal. E em pensar no bem e felicidade que poderiam levar aos bairros marginalizados, aos orfanatos, aos asilos, às prisões ou aos familiares dos detentos! Infelizmente, a cada ano que passa é pior. Chega o dia do meu aniversário e só pensam nas compras, nas festas e nas férias e eu de jeito nenhum apareço em tudo isto. Além disso, a cada ano os presentes de Natal, pinheiros e enfeites são mais sofisticados e mais caros, as pessoas gastam verdadeiras fortunas tentando impressionar os seus amigos. Isto acontece inclusive nos templos. E só de pensar que eu nasci em uma manjedoura, rodeado de animais porque não tinha outro lugar. Ficaria muito mais feliz de nascer todos os dias no coração dos meus amigos e que me permitissem morar aí para ajudá-los a cada dia em todas assuas dificuldades, para que possam experimentar o grande amor que sinto por todos; porque não sei se você saiba, mas há mais de 2 mil anos entreguei a minha vida para te salvar da morte e mostrar o grande amor que sinto por você. Por isso, peço que me deixe entrar no seu coração. Durante vários anos estou tentando entrar, mas até hoje não me deixaste. “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos”. Confie em mim, abandone-se em mim. Este será o melhor presente que poderá me dar. Obrigado. Seu amigo,Jesus.
 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis