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Reflexão do Pe. Federico Lombardi

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 25 de maio de 2009 (ZENIT.org).- O atual desafio da Igreja na época do Facebook e do Twitter consiste em apresentar a profunda mensagem de Jesus sem deixar-se atrair pelos aspectos superficiais, considera o porta-voz da Santa Sé.

O Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, oferece esta reflexão no último editorial deOctava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, por ocasião da Jornada Mundial das Comunicações Sociais, celebrada neste domingo, que tem por tema, segundo dispôs o Papa em sua mensagem, “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”.

“Bento XVI – ou melhor B16, como costuma ser chamado neste mundo particular –dirige-se antes de tudo aos jovens, à denominada ‘geração digital’, animando-a no desafio de viver seu próprio crescimento e seu próprio compromisso humano e espiritual, também na dimensão comunicativa, caracterizada pelas novas tecnologias.”

Tal dimensão ocupa muito espaço na vida da “geração digital” (os que cresceram com os novos meios de comunicação), recorda o Pe. Lombardi, algo que implica a necessidade de acompanhar os jovens na inculturação do Evangelho no mundo das novas tecnologias.

“Também neste campo, a fé cristã deve ser ‘inculturada’, presente como anúncio e estilo de vida e de relações. Ainda que não seja fácil. O risco de limitar-se ao jogo, de perder tempo, de fugir da realidade e de ficar no superficial é grande.”

“Por sua parte, B16, quando fala aos jovens, por exemplo nas Jornadas Mundiais da Juventude, insiste em querer comunicar à juventude conteúdos firmes, consistentes e articulados, que requerem empenho para ser assimilados, ainda antes de ser traduzidos na vida de cada dia.”

Portanto, pergunta-se o Pe. Lombardi, “fazer passar o substancial por meio do virtual é um grande desafio. Nossos jovens conseguirão? Conseguiremos acompanhá-los nesta aventura? Verdadeiramente, esperamos que sim”.

“Mas não devemos ser vítimas da fascinação dos extraordinários êxitos tecnológicos, devemos continuar distinguindo possibilidades e limites – adverte. E prosseguir buscando, ao mesmo tempo, a profundidade do sólido terreno da relação vital com Deus e com os demais, para edificar verdadeiramente uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade.”

 
 
 

Ao meditar na Carta de São Tiago

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 28 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Para Bento XVI, a fé, se é autêntica, não se expressa de maneira abstrata, mas com obras concretas de amor.

Esta foi a conclusão à que chegou nesta quarta-feira, ao refletir na figura do apóstolo Tiago o Menor, cuja biografia é pouco conhecida, mas que deixou à cristandade uma carta que faz parte dos escritos do Novo Testamento.

Nesse texto, declarou o Papa ao dirigir-se aos 25.000 peregrinos que suportaram um forte sol na praça de São Pedro do Vaticano, «insiste muito na necessidade de não reduzir a própria fé a uma declaração verbal ou abstrata, mas em expressá-la concretamente com boas obras».

Segundo Bento XVI, São Tiago «nos convida à constância nas provas gozosamente aceitas e à oração confiada para obter de Deus o dom da sabedoria, graças à qual chegamos a compreender que os verdadeiros valores da vida não estão nas riquezas transitórias, mas em saber compartilhar as próprias capacidades com os pobres e necessitados».

O que o bispo de Roma gosta da carta de São Tiago é que «mostra um cristianismo muito concreto e prático».

«A fé deve ser realizada na vida, sobretudo no amor ao próximo e particularmente no compromisso com os pobres», declarou.

«Este é o fundo com o qual se deve ler também a famosa frase: ?Assim como o corpo sem espírito está morto, assim também a fé sem obras está morta? (Tiago 2, 26)». Alguns, reconheceu, contrapuseram esta declaração a outra de São Paulo, na qual diz que não somos justificados ante Deus em virtude de nossas obras, mas graças à nossa fé (cf. Gálatas 2).

«Contudo — assegurou o Papa –, as duas frases, que aparentemente são contraditórias, na realidade, se bem interpretadas, são complementares. São Paulo se opõe ao orgulho do homem, que pensa que não tem necessidade do amor de Deus», pois a graça é «doada e não merecida».

São Tiago, indicou, «fala, pelo contrário, das obras como fruto da fé: ?A árvore boa dá frutos bons?, diz o Senhor. E São Tiago repete isso para nós».

Por último, disse, «a carta de São Tiago nos exorta a colocar-nos nas mãos de Deus em tudo que fazemos, pronunciando sempre as palavras: ?Se Deus quiser? (Tiago 4, 15)».

«Deste modo, ele nos ensina a não planejar nossa vida de maneira autônoma e interesseira, mas a deixar espaço à inescrutável vontade de Deus, que conhece o autêntico bem para nós. Assim, São Tiago continua sendo um mestre de vida para cada um de nós», concluiu.

 
 
 

CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Na luta contra a praga da fome, os meios de comunicação também têm uma responsabilidade, advertiu neste domingo Bento XVI.

A uma semana da XL Jornada Mundial das Comunicações Sociais, a atenção do Papa ? antes de entoar a oração do «Regina Cæli» ? se dirigiu à praga da fome no mundo.

E é que neste domingo ? explicou ?, «com a iniciativa ?O mundo em marcha contra a fome? (Walk the World), sugerida pelo Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, procura-se sensibilizar os governos e a opinião pública sobre a necessidade de uma ação concreta e oportuna para garantir a todos, em particular às crianças», libertar-se da fome.

Nesse ponto, recordou que «a Igreja olha com atenção os meios, porque representam um veículo importante para difundir o Evangelho e para favorecer a solidariedade entre os povos, chamando a atenção sobre os grandes problemas que ainda os marcam profundamente».

Já em sua mensagem para a próxima Jornada Mundial das Comunicações Sociais ? querida pelo Concílio Vaticano II ? Bento XVI aprofundou no lema desta edição: «Os meios: rede de comunicação, comunhão e cooperação».

Expressando sua proximidade, na oração, da citada «Marcha contra a fome ? que acontece em Roma e em outras cidades de uns cem países ?, o Papa recordou diante das dezenas de milhares de fiéis que lotavam a Praça de São Pedro, e a todos que seguiam sua intervenção por conexão televisiva internacional, «a urgente e dramática situação de Darfur, no Sudão».

Lá «persistem fortes dificuldades para satisfazer inclusive as necessidades primárias de alimentação da população», lamentou (Zenit, 27 de fevereiro de 2006).

«Desejo vivamente que, graças à contribuição de todos, possa ser superar a praga da fome que ainda aflige à humanidade, pondo em grave perigo a esperança de vida de milhões de pessoas», expressou o Papa.

Em sua oração, encomendou especialmente a Nossa Senhora todos os «oprimidos pelo açoite da fome» e a «todos que prestam a ajudá-los».

Igualmente, estendeu sua oração pelos que, «através dos meios de comunicação social, contribuem a consolidar entre os povos os vínculos da solidariedade e da paz».

 
 
 
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