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Em pelo menos três Estados do Brasil, bispos querem que os fiéis continuem usando máscara nas igrejas, apesar de governadores e prefeitos terem acabado com a obrigatoriedade da máscara como meio de combate à pandemia de covid-19.

O arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz Fernandes, comunicou na tarde de ontem que, mesmo após a prefeitura da cidade ter desobrigado o uso de máscara de proteção, “a arquidiocese decidiu manter o uso obrigatório dentro das igrejas e em qualquer evento religioso realizado em espaço fechado, por tempo indeterminado.”

Em Anápolis (GO), o bispo, dom João Wilk, afirmou que “conforme determinado na última reunião do clero, em caso de aglomeração de pessoas por um tempo prolongado, mantenha-se obrigatório o uso de proteção facial tanto nas santas missas como durante encontros de pastorais e movimentos”.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou a liberação do uso de máscaras em locais fechados na quinta-feira, 17 de março.

Mesmo assim, em nota, a arquidiocese de São Paulo disse respeitar a decisão de Doria, mas recomenda que, “nos ambientes internos das igrejas e organizações eclesiais, seja mantido o uso das máscaras, sobretudo, para não colocar em risco a saúde das pessoas idosas, com comorbidades ou as que ainda não estão com a vacinação completa contra a covid-19.”

Em Botucatu (SP), a orientação é a mesma. Assinado pela equipe de comunicação da arquidiocese, um comunicado ainda fala de “higienização das mãos, a limpeza e a ventilação dos ambientes.”

Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto, também recomendou o uso do item, pedindo que continuem usando máscaras “durante as celebrações e atividades pastorais.”

Em contrapartida, na sexta-feira, 11 de março, o arcebispo de Brasília, dom Paulo Cezar Costa, tornou facultativo o uso de máscara nas missas e demais eventos eclesiais. Em nota, disse que “o fiel é livre para utilizar ou não a proteção facial”. Bem como no Rio de Janeiro, o uso da máscara fica a cargo do fiel. Além disso, a arquidiocese da capital carioca afirmou que, “quanto ao modo de se distribuir a Comunhão Eucarística, na mão ou na boca, deixamos a liberdade de se adequar ao que a comunidade estiver acostumada”.

Na cidade de Campinas (SP), o arcebispo Dom João Inácio Müller determinou que o uso da máscara não é mais obrigatório nas Santas Missas, embora ainda deva ser recomendado. Entretanto ainda manteve o uso obrigatório para as crianças e jovens da catequese.

Membro da União dos Juristas Católicos de São Paulo, Paulo Henrique Cremoneze disse à ACI Digital: “Os bispos podem recomendar” a utilização de máscaras durante missas e eventos pastorais. “Mas não podem exigir algo que o Estado não exige.”

“Discute-se muito se o próprio Estado poderia adotar todas as medidas que adotou na pandemia, por isso a delicadeza da posição da Igreja”, diz o advogado.

Fonte: ACI Digital

 
 
 

Em pelo menos três Estados do Brasil, bispos querem que os fiéis continuem usando máscara nas igrejas, apesar de governadores e prefeitos terem acabado com a obrigatoriedade da máscara como meio de combate à pandemia de covid-19.

O arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz Fernandes, comunicou na tarde de ontem que, mesmo após a prefeitura da cidade ter desobrigado o uso de máscara de proteção, “a arquidiocese decidiu manter o uso obrigatório dentro das igrejas e em qualquer evento religioso realizado em espaço fechado, por tempo indeterminado.”

Em Anápolis (GO), o bispo, dom João Wilk, afirmou que “conforme determinado na última reunião do clero, em caso de aglomeração de pessoas por um tempo prolongado, mantenha-se obrigatório o uso de proteção facial tanto nas santas missas como durante encontros de pastorais e movimentos”.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou a liberação do uso de máscaras em locais fechados na quinta-feira, 17 de março.

Mesmo assim, em nota, a arquidiocese de São Paulo disse respeitar a decisão de Doria, mas recomenda que, “nos ambientes internos das igrejas e organizações eclesiais, seja mantido o uso das máscaras, sobretudo, para não colocar em risco a saúde das pessoas idosas, com comorbidades ou as que ainda não estão com a vacinação completa contra a covid-19.”

Em Botucatu (SP), a orientação é a mesma. Assinado pela equipe de comunicação da arquidiocese, um comunicado ainda fala de “higienização das mãos, a limpeza e a ventilação dos ambientes.”

Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto, também recomendou o uso do item, pedindo que continuem usando máscaras “durante as celebrações e atividades pastorais.”

Em contrapartida, na sexta-feira, 11 de março, o arcebispo de Brasília, dom Paulo Cezar Costa, tornou facultativo o uso de máscara nas missas e demais eventos eclesiais. Em nota, disse que “o fiel é livre para utilizar ou não a proteção facial”. Bem como no Rio de Janeiro, o uso da máscara fica a cargo do fiel. Além disso, a arquidiocese da capital carioca afirmou que, “quanto ao modo de se distribuir a Comunhão Eucarística, na mão ou na boca, deixamos a liberdade de se adequar ao que a comunidade estiver acostumada”.

Na cidade de Campinas (SP), o arcebispo Dom João Inácio Müller determinou que o uso da máscara não é mais obrigatório nas Santas Missas, embora ainda deva ser recomendado. Entretanto ainda manteve o uso obrigatório para as crianças e jovens da catequese.

Membro da União dos Juristas Católicos de São Paulo, Paulo Henrique Cremoneze disse à ACI Digital: “Os bispos podem recomendar” a utilização de máscaras durante missas e eventos pastorais. “Mas não podem exigir algo que o Estado não exige.”

“Discute-se muito se o próprio Estado poderia adotar todas as medidas que adotou na pandemia, por isso a delicadeza da posição da Igreja”, diz o advogado.

Fonte: ACI Digital

 
 
 

Dom Roque Paloschi, da Arquidiocese de Porto Velho, publicou nesta quarta-feira (27) um decreto com disposições concernentes à vacinação em tempo de Pandemia da Covid-19.

O decreto proíbe que todos os Padres, Diáconos e todos os agentes de pastoral que não foram “totalmente imunizados” com a vacina para Covid-19 possam exercer o ministério e atuar nas comunidades.

Leia o trecho do decreto abaixo: “Orientamos que, a partir da publicação deste, não sejam admitidos para desenvolver seu ministério em nossas comunidades Catequistas, Ministros da Comunhão e da Palavra, Padres, Diáconos, coordenadores de pastorais, movimentos, serviços e comunidades e demais agentes de pastoral que não estejam em dia com a vacinação contra a Covid-19 (ao menos com segunda dose ou dose única, e a terceira quando for possível).”

Fiéis foram às redes sociais questionando o decreto uma vez que “a vacina é experimental e não há comprovação cientifica de que são realmente eficazes e seguras, e mesmo aqueles que foram totalmente vacinados ainda são obrigados a usar máscara, e estão sujeitos a contrair e transmitir a doença, e também correm o risco de morte.”

Veja o que diz um comentário nas redes sociais:

É inconcebível, que a Igreja, através de seus pastores estejam tão alinhados com estes ditames sanitários, suplantando até mesmo a tal pastoralidade tão apregoada pelos próprios prelados. Aqui não cabe nem mensurar como deve estar a dimensão espiritual dessas Paróquias e Dioceses que fizeram de suas celebrações, reuniões sanitárias, de seus sacerdotes, agentes de saúde, do medo sua espiritualidade, da vacina o seu dogma, do passaporte sanitário seu mandamento e da vida biológica o seu “deus”.

Leia o decreto na íntegra:

DOM ROQUE PALOSCHI Por mercê de Deus e da Sé Apostólica Arcebispo Metropolitano de Porto Velho Prot. n° 27/2021 A todos que este novo decreto virem, saudação, paz e bênção no Senhor!

DISPOSIÇÕES CONCERNENTES À VACINAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA DA COVID-19

Meus irmãos e minhas irmãs, graça e paz!

Considerando o avanço da pandemia da Covid-19, considerando a necessidade de seguirmos as medidas sanitárias para o enfrentamento da mesma e considerando também que infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa é crime, com pena de um a doze meses de detenção e multa, segundo o artigo 268 do Código Penal.

Tendo também em vista todas as orientações que o Papa Francisco nos tem feito nesses últimos meses, bem como os demais Bispos do Brasil e do mundo (leia-se abaixo alguns exemplos):

“Graças a Deus e ao trabalho de muitos, hoje temos vacinas para proteger-nos da Covid-

19. Elas são esperança para acabarmos com a pandemia, mas somente se estiverem disponíveis para todos e se colaborarmos uns com os outros.” (Papa Francisco)

“Os esforços heroicos dos profissionais da saúde nos proporcionaram vacinas seguras e eficazes para proteger toda família humana. Vacinar-se é uma opção de amor a todos, principalmente aos mais vulneráveis.” (Dom Cláudio Cardeal Hummes, O.F.M.)

“Vacinas-se com as vacinas autorizadas pelas autoridades competentes é um ato de amor. E ajudar a que a maioria da gente se vacine é um ato de amor. Amor a si mesmos, amor aos familiares e amigos, amor a todos os povos.” (Papa Francisco)

Orientamos que, a partir da publicação deste, não sejam admitidos para desenvolver seu ministério em nossas comunidades Catequistas, Ministros da Comunhão e da Palavra, Padres, Diáconos, coordenadores de pastorais, movimentos, serviços e comunidades e demais agentes de pastoral que não estejam em dia com a vacinação contra a Covid-19 (ao menos com segunda dose ou dose única, e a terceira quando for possível).

Lembramos que temos responsabilidade para com o povo que está em contato com nossos agentes de pastoral, e queremos zelar pelo bem e saúde de todos e de todas. Não podemos admitir que a falta de informação e as notícias falsas que circulam irresponsavelmente, principalmente nas redes sociais, venham a ser causa de doença ou morte de mais irmãos e irmãs. Jesus veio para que tenhamos vida, e vida em abundância (cf. Jo 10,10).

Desde já agradecemos também a todos que ajudam a proteger a vida com esses pequenos gestos de amor. Agradecemos de modo especial aos profissionais da saúde que tanto trabalham nesse tempo de pandemia. Deus abençoe a todos e a todas.

Porto Velho 27 de outubro de 2021. Dom Roque Paloschi Arcebispo Metropolitano de Porto Velho Pe. Marcelo Moschini Daudt Chanceler

 
 
 
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