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O papa Francisco recebeu o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (13) no Vaticano, uma reunião privada e particularmente significativa pois o ex-presidente já foi condenado pela justiça brasileira duas vezes, e ainda é réu em vários processos.

Lula chegou ao Vaticano por volta das 15h30, a bordo de um carro com vidro escuro, disse um fotógrafo da AFP. A reunião durou cerca de uma hora e uma declaração oficial não será divulgada pela Santa Sé devido à sua natureza particular.

O ex-presidente brasileiro pediu que o interrogatório agendado em Brasília fosse adiado em 11 de fevereiro para viajar para a Itália e o Vaticano entre 12 e 15.

Este encontro, infelizmente, tem um significado muito mais abrangente do que possa parecer a primeira vista, assista a análise completa:


 
 
 

Campanha ‘Tudo Tem Seu Tempo’, anunciada nesta segunda (3) pelo governo, sugere que abstinência seja uma das alternativas dos adolescentes para evitar gravidez precoce e DSTs.

O governo federal lançou nesta segunda-feira (3) a campanha “Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois”. A estratégia propõe que os adolescentes considerem a possibilidade de adiar o início da vida sexual como uma ferramenta para evitar a gravidez precoce.

O lançamento foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. O projeto terá campanhas na TV e na internet, e custará no total R$ 3,5 milhões.

A campanha vem sendo comentadas por técnicos do governo desde o começo de janeiro e ficou conhecida como projeto da “abstinência sexual”. A ideia recebeu críticas de entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Defensoria Pública da União. Entre os argumentos está o de que a estratégia não funciona, fere a liberdade do jovem sobre seu corpo e confunde.

Mandetta disse não considerar a ação um estímulo à abstinência e que ela poderá a combater a gravidez precoce no Brasil. “Vai motivar uma série de debates. Não entendo como abstinência, entendo como comportamento mais responsável. É dizer espere, reflita, olhe quanto métodos você tem, até não ter atividade sexual. Se serve para “a” e não serve para “b”, que “b” faça uso de um DIU, um diafragma”, afirmou o ministro.

A ministra Damares Alves afirmou que “não se trata de um assunto moral, e não somente de comportamento, mas de saúde pública”. “Eu quero falar da menina de 11, eu quero falar do menino de 10”, diz, em alusão ao número expressivo de casos de gravidez no início da adolescência.

Números apresentados no lançamento da campanha mostram que o número de bebês de mães adolescentes caiu 40% desde 2000, mais que os 27% se considerada apenas a faixa etária de adolescentes com menos de 14 anos.

Dados oficiais apontam ainda para um crescimento das DST (doenças sexualmente transmissíveis) no Brasil nos últimos anos, especialmente entre os jovens. Os novos casos do Aids aumentaram 21% entre 2010 e 2018 no país, enquanto diminuíram no mundo, segundo a ONU.

Casos de sucesso

Um exemplo onde este tipo de política foi aplicado com sucesso, ocorreu em Uganda, que conseguiu reduzir de 30 para 6% a taxa de AIDS promovendo mais abstinência que preservativos, exemplo que deve ser empregado em todo o continente.

Apesar do grande empenho da indústria farmacêutica e dos governos de países africanos investirem muito em campanhas promovendo preservativos, a taxa de contaminação pelo vírus HIV só aumenta. Uganda é um dos únicos países que conseguiu redução significativa utilizando a Castidade e Fidelidade conjugal.

”O método de Uganda era claro: a AIDS te mata, abstenha-se das relações sexuais antes do matrimônio e sejas fiel no matrimônio. A esperança se recuperou e Uganda se converteu em um ponto de referência para o tema da AIDS”, afirma um especialista africano.

Entretanto, recorda que o caso Uganda não tem apoio comercial porque os vendedores de preservativos perdem negócio ao promover a abstinência e em segundo lugar “algumas organizações ganham o pão de cada dia através da AIDS. Isto obriga a mudar a estratégia de prevenção a algo que não seja a Castidade”.

 
 
 

Campanha ‘Tudo Tem Seu Tempo’, anunciada nesta segunda (3) pelo governo, sugere que abstinência seja uma das alternativas dos adolescentes para evitar gravidez precoce e DSTs.

O governo federal lançou nesta segunda-feira (3) a campanha “Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois”. A estratégia propõe que os adolescentes considerem a possibilidade de adiar o início da vida sexual como uma ferramenta para evitar a gravidez precoce.

O lançamento foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. O projeto terá campanhas na TV e na internet, e custará no total R$ 3,5 milhões.

A campanha vem sendo comentadas por técnicos do governo desde o começo de janeiro e ficou conhecida como projeto da “abstinência sexual”. A ideia recebeu críticas de entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Defensoria Pública da União. Entre os argumentos está o de que a estratégia não funciona, fere a liberdade do jovem sobre seu corpo e confunde.

Mandetta disse não considerar a ação um estímulo à abstinência e que ela poderá a combater a gravidez precoce no Brasil. “Vai motivar uma série de debates. Não entendo como abstinência, entendo como comportamento mais responsável. É dizer espere, reflita, olhe quanto métodos você tem, até não ter atividade sexual. Se serve para “a” e não serve para “b”, que “b” faça uso de um DIU, um diafragma”, afirmou o ministro.

A ministra Damares Alves afirmou que “não se trata de um assunto moral, e não somente de comportamento, mas de saúde pública”. “Eu quero falar da menina de 11, eu quero falar do menino de 10”, diz, em alusão ao número expressivo de casos de gravidez no início da adolescência.

Números apresentados no lançamento da campanha mostram que o número de bebês de mães adolescentes caiu 40% desde 2000, mais que os 27% se considerada apenas a faixa etária de adolescentes com menos de 14 anos.

Dados oficiais apontam ainda para um crescimento das DST (doenças sexualmente transmissíveis) no Brasil nos últimos anos, especialmente entre os jovens. Os novos casos do Aids aumentaram 21% entre 2010 e 2018 no país, enquanto diminuíram no mundo, segundo a ONU.

Casos de sucesso

Um exemplo onde este tipo de política foi aplicado com sucesso, ocorreu em Uganda, que conseguiu reduzir de 30 para 6% a taxa de AIDS promovendo mais abstinência que preservativos, exemplo que deve ser empregado em todo o continente.

Apesar do grande empenho da indústria farmacêutica e dos governos de países africanos investirem muito em campanhas promovendo preservativos, a taxa de contaminação pelo vírus HIV só aumenta. Uganda é um dos únicos países que conseguiu redução significativa utilizando a Castidade e Fidelidade conjugal.

”O método de Uganda era claro: a AIDS te mata, abstenha-se das relações sexuais antes do matrimônio e sejas fiel no matrimônio. A esperança se recuperou e Uganda se converteu em um ponto de referência para o tema da AIDS”, afirma um especialista africano.

Entretanto, recorda que o caso Uganda não tem apoio comercial porque os vendedores de preservativos perdem negócio ao promover a abstinência e em segundo lugar “algumas organizações ganham o pão de cada dia através da AIDS. Isto obriga a mudar a estratégia de prevenção a algo que não seja a Castidade”.

 
 
 
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