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Cardeal Gianfranco Ravasi: Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.

VATICANO, 10 Jan. 12 / 06:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, aplaudiu a iniciativa de um bispo francês que há um ano usa sua conta no Twitter para difundir com o hashtag #twittomelie –que poderia traduzir-se como “twitthomilias”- ideias para refletir sobre o Evangelho diário.

Em 7 de janeiro, o Cardeal Ravasi se reuniu com o Bispo do Soissons (França), Dom. Hervé Jean Robert Giraud, criador das Twitthomilías e difundiu em sua conta @CardRavasi uma fotografia do Prelado.

O Bispo de Soissons esteve conosco hoje e conseguiu escrever as #twitthomilías!”, escreveu o Cardeal no Twitter, onde tem mais de sete mil seguidores.

Semanas atrás, Dom Giraud explicou ao jornal francês Le Monde, que seus “tuits” respeitam os 140 caracteres que estabelece como requisito a rede de microblogging e têm como objetivo “difundir uma gota de espiritualidade nas redes sociais” assim como “convidar as pessoas a lerem a palavra de Deus, uma atividade que sofre hoje em dia um déficit de grande dimensão”.

Em novembro do ano passado, durante uma conferência no Centro de São Luis dos Franceses de Roma, o Cardeal Ravasi afirmou que as homilias “estão em risco de converter-se em palavras insignificantes”, e poderiam perder a verdadeira função que devem ter nos fiéis: “estimular, capturar a atenção e fazer refletir”.

“A porta à felicidade se abre para fora de modo que se possa fechar só para sair de nós mesmos”, escreveu recentemente Dom Ravasi em sua conta do Twitter.

 
 
 
davi

Fonte: Portal A12

Pe. Evaldo César de Souza, C.Ss.R.

O Clavis David

et sceptrum domus Israel:

qui aperis, et nemo claudit;

claudis et nemo aperit:

Veni, et educ vinctum de domo carceris,

sedentem in tenebris et umbra mortis

Ó Chave de Davi

o cetro da casa de Israel

que abris e ninguém fecha;

fechais e ninguém abre:

Vinde e libertai da prisão o cativo

assentado nas trevas e à sombra da morte.

Referências Bíblicas :Is 22,20-23; Ap 3,7; Is 42,6-7; Lc 1,78-79.

Esta antífona retoma o símbolo do poder das chaves. Quem tem as chaves tem o poder de abrir e fechar. Jesus recebe este poder do Pai e simbolicamente permite que a Igreja também o tenha (Mt 16,19; Mt 18,18; Jo 20,23). Quem se vê diante da porta aberta pode encontrar a luz e seguir na claridade da paz. O Messias liberta os homens ao abrir e fechar a porta do Reino do Céu. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=cS_0-B3gmCw[/youtube]

 
 
 

DUBLIN, 30 Nov. 12 / 11:05 am (ACI/EWTN Noticias).- A Câmara dos Representantes do Parlamento da Irlanda rechaçou hoje um projeto de lei a favor do aborto apresentado pelo Partido Socialista, que pretendia legalizar esta prática anti-vida em caso de risco para a saúde da mãe.

Conforme assinala a agência Efe, a decisão foi tomada após dois dias de debate depois do qual se votou por impedir a norma.

Antes da votação, a autora do projeto, a deputada socialista Clare Daly, insistiu aos legisladores a “não esperar outros seis meses” para tratar este tema porque este atraso, disse, poderia “ter trágicas consequências” para algumas mulheres como “aconteceu com Savita Halappanavar”.

O caso de Savita Halappanavar foi manipulado pelos promotores do aborto que dizem que sua morte, ocorrida no dia 28 de outubro deste ano, aconteceu porque no Hospital Universitário de Galway não quiseram fazer-lhe o aborto.

Ela ingressou no Hospital Universitário de Galway em 20 de outubro, afligida por fortes dores nas costas. Ao pouco tempo os médicos indicaram-lhe que estava sofrendo um aborto espontâneo.

A mulher pediu que lhe fizessem um aborto, mas os médicos indicaram-lhe que não realizariam esse procedimento até que o coração do bebê deixasse de bater. Em 24 de outubro, a criança morreu e seu corpo foi retirado. Quatro dias depois, a mãe faleceu vítima de septicemia.

O Life Institute divulgou a manobra orquestrada pelos abortistas na Irlanda, ao planejar a difusão nos meios e a pressão política do trágico final da jovem.

A porta-voz do Life Institute, Niamh Uí Bhriain, revelou que tem em seu poder uma cópia de um correio eletrônico, na qual se evidencia que os abortistas conheciam o caso antes que este chegasse aos meios de comunicação, e “de forma muito desagradável (o) descreveram como uma ‘notícia importante para os meios’”.

O correio, com data de 11 de novembro e remetido pela organização abortista Irish Choice Network (ICN), assegura que “uma notícia importante com relação ao aborto aparecerá nos meios de comunicação no início desta semana”.

Por sua parte, MaterCare International assinalou que “com exceção do caso de Savita Halappanavar que foi trágico e fora do comum, a prática da medicina materna na Irlanda foi impecável nas décadas recentes. Irlanda, junto com outros países onde o aborto não está permitido por lei, tem uma das taxas de mortalidade materna mais baixas do mundo”.

Irlanda, indicaram, é “um dos lugares mais seguros no mundo para que as mulheres deem à luz a seus filhos. Alterar dramaticamente estas bem-sucedidas práticas médicas para atender aos buliçosos e ignorantes lobistas seria um erro”.

Os médicos católicos afirmaram que as críticas feitas pelo lobby abortista contra a Igreja “junto com um esforço organizado pelos grupos de pressão tratam de tirar proveito desta perda com o fim de mudar a Constituição da Irlanda para que permita o aborto livre”.

A morte de Savita Halappanavar sublinharam, “é uma trágica perda”, entretanto “não deve ser aproveitado pelos defensores do aborto a fim de promover sua própria ideologia e agenda política”.

Os médicos católicos asseguraram que “se realmente desejamos salvar as vidas das mulheres que morrem durante o parto, devemos respeitar seus direitos como mães e brindar-lhes um cuidado compassivo e especializado”.

 
 
 
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