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Nasce o grupo “Sim ao crucifixo”

MADRI, quarta-feira, 19 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O anúncio do ministro da Justiça, Francisco Caamaño, da intenção do Governo espanhol de proibir a presença dos símbolos religiosos nos centros educativos públicos provocou a mobilização no Facebook.

Com este motivo se criou o grupo “Sim ao crucifixo”, que no momento do fechamento desta edição contava com cerca de 700 usuários na rede social, pouco depois de ter sido criado.

“O sinal da cruz é o sinal universal do amor e da paz”, dizem os promotores no Facebook.

O grupo é promovido pelo site da revista Ecclesia.

Nos foros de discussão, alguns dos participantes retomaram as declarações que emitiu esta terça-feira o cardeal Eduardo Martínez Somalo, carmalengo emérito e antigo prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

Após a reunião com Pedro Sanz, presidente do Governo de La Rioja, o purpurado espanhol reconheceu que “não entende” por que o Governo espanhol propõe mediante uma lei tirar crucifixos dos colégios públicos.

O cardeal confessou que desconhece “a quem os crucifixos podem agredir”, “ainda que não seja católico”. Não se entende, disse, como “para chegar à pluralidade e para ter uma autêntica democracia tenha de suprimir um elemento da pluralidade, que é o catolicismo, ou não respeitar a grande maioria, que são crentes”.

 
 
 

Convida os fiéis a «anunciar a todos a presença de Deus no meio de nós»

CIDADE DO VATICANO, domingo, 23 dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Hoje, Bento XVI convidou todos os fiéis a anunciar ao mundo a alegria do Natal, o amor de Deus feito homem.

Nisso consiste a missão evangelizadora da Igreja, esclareceu aos milhares de peregrinos congregados na Praça de São Pedro para participar da oração mariana do Ângelus. «Amanhã à noite nos reuniremos para celebrar o grande mistério do amor que não pára de nos surpreender. Deus se fez filho do homem para nos tornar filhos de Deus», começou constatando.

«A missão evangelizadora da Igreja – indicou – é a resposta ao grito ‘Vinde, Senhor Jesus’, que percorre toda a história da salvação e que continua a ser levada entre os lábios dos fiéis. ‘Vinde, Senhor, transformar nossos corações, para que no mundo sejam difundidas a justiça e a paz’.»

O pontífice esclareceu que este é o motivo que levou a Congregação vaticana para a Doutrina da Fé a publicar recentemente a Nota Doutrinal Sobre Alguns Aspectos da Evangelização.

«O documento se propõe, de fato, a recordar a todos os cristãos, em uma situação na qual freqüentemente não está muito clara, nem mesmo a muitos fiéis, a própria razão de ser da evangelização, que o acolhimento da boa nova na fé motiva por si mesma a comunicar a salvação recebida como dom», reconheceu.

«A verdade que salva a vida, que se fez carne em Jesus, incendeia o coração de quem a recebe, com um amor ao próximo que move a liberdade a doar isso que gratuitamente se recebeu.»

A vinda de Deus, «que se faz próximo de nós no Natal, é um dom inestimável, dom capaz de nos fazer viver no abraço universal dos amigos de Deus, naquela rede de amizade com Cristo que liga o céu e a terra, que estica a liberdade humana até seu cumprimento e que, se vivida em sua verdade, floresce em um amor gratuito e cheio de cuidado pelo bem de todos os homens».

«Nada é mais belo, urgente e importante que doar gratuitamente aos homens o que gratuitamente recebemos de Deus», reconheceu o Papa.

«Nada pode nos eximir ou nos tirar deste oneroso e fascinante dever. A alegria do Natal que já experimentamos, enquanto nos enche de esperança, alenta-nos, ao mesmo tempo, a anunciar a todos a presença de Deus no meio de nós», concluiu.

Bento XVI presidirá a Missa do Galo na noite de Natal e, ao meio-dia do dia 25 de dezembro, ele dará a bênção «Urbi et Orbi» e felicitará o mundo pela vinda de Jesus.

 
 
 

Segundo constatam os bispos católicos do mundo que visitaram os Lugares Santos

JERUSALÉM, quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Ao concluir uma visita à Terra Santa, bispos de países da Europa e da América constataram que a presença dos cristãos nos Lugares Santos é essencial para alcançar a paz, motivo pelo qual fazem um chamado a mostrar-lhes apoio com peregrinações.

Ao mesmo tempo, os representantes dos católicos fizeram um chamado ao governo de Israel para que aplique o Acordo Fundamental que regulamenta suas relações com a Igreja Católica.

Por sua parte, pedem aos palestinos a rejeição da violência e o reconhecimento do Estado de Israel.

A peregrinação, acontecida de 12 a 18 de janeiro, contou com a participação de prelados procedentes do Canadá, Inglaterra e Gales, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Conselho das Conferências Episcopais Européias (CCEE) e da Comissão dos Episcopados da União Européia (COMECE).

Na peregrinação, estavam também representadas diversas organizações: Cáritas Internationalis, Catholic Relief Services, Pax Christi International, Cavaleiros do Santo Sepulcro, Pontifícia Sociedade Missionária, Rádio Vaticano e a Fundação Cristã Ecumênica da Terra Santa.

«A presença cristã é um fator de moderação e é essencial para a consecução da paz», afirmam os participantes em uma declaração final.

«Os cristãos devem ser uma ajuda e um apoio para um futuro de paz e fraternidade», acrescentam. «Os cristãos são pequenos em número, mas são uma parte integrante de Israel e dos territórios palestinos.»

«Seus direitos devem ser garantidos com o reconhecimento da igualdade e de uma melhor segurança, junto aos direitos religiosos reconhecidos por lei», declaram.

«Vemos com clareza que é preciso alcançar a justiça e a paz, de modo que os israelenses possam superar o medo, que conduz a políticas ineficazes de segurança que oprimem os palestinos», declaram os prelados.

«Deste modo, os palestinos poderão superar a cólera e o desespero, que conduzem à violência que aterroriza os israelenses», acrescentam.

O documento conclui fazendo um «chamado aos católicos a rezar pela paz, a vir em peregrinação e a empreender outras atividades para apoiar a Igreja Mãe» de Jerusalém.

 
 
 
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