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Uma grave profanação contra o Santíssimo Sacramento ocorreu na Catedral Basílica de do Santíssimo Salvador durante a Missa de 7° dia do Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo. Um homem entrou na fila da comunhão e, após receber o Corpo de Cristo em suas mãos, profanou Santíssimo Sacramento quebrando-o e dizendo: “Este não é o Corpo de Cristo”.

“Somos chamados a mostrar amor e reverência Àquele que é fonte de todo amor e que não foi amado por todos devidamente”, disse o bispo auxiliar de Salvador (BA) dom Marco Eugênio Galrão, ao celebrar ontem (3) um ato de reparação na catedral basílica do Santíssimo Salvador, no centro da capital baiana. A celebração aconteceu porque na sexta-feira (1º) um homem quebrou a Eucaristia durante a missa e gritou que a hóstia consagrada “não é o corpo de Cristo”.

“Foi um momento de desrespeito, de profanação”, disse o bispo auxiliar.


A profanação aconteceu durante a missa de sétimo dia da morte do arcebispo emérito de Salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. No momento da comunhão, um homem entrou na fila e recebeu a Eucaristia nas mãos, mas não a consumiu. Ele saiu da fila, virou para a assembleia, ergue a hóstia e a quebrou, gritando: “isso não é o corpo de Cristo”. A celebração estava sendo transmitida ao vivo.

Imediatamente, um padre foi até o homem e conseguiu recuperar a hóstia.

O homem foi contido por algumas pessoas e retirado da igreja. Segundo o site ‘Correio 24 horas’, ele foi levado para a polícia, mas não se tem informações se será prestada queixa. O site diz ainda que o indivíduo, que não teve a identidade revelada, “está em situação de rua e é conhecido na região”.

Após o ocorrido, foi celebrado ontem o ato de reparação, que precedeu a missa das 10h. “Fomos desrespeitados dentro da nossa casa, estávamos dentro do nosso espaço celebrando o maior mistério da fé. O que estamos fazendo aqui hoje é um ato de reparação. Ele foi quem ofendeu, mas nós vamos dar amor ao Senhor por aqueles que não o amam e que o ofenderam”, disse o bispo auxiliar de Salvador.

Fonte: ACI Digital

 
 
 

Uma grave profanação contra o Santíssimo Sacramento ocorreu na Catedral Basílica de do Santíssimo Salvador durante a Missa de 7° dia do Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo. Um homem entrou na fila da comunhão e, após receber o Corpo de Cristo em suas mãos, profanou Santíssimo Sacramento quebrando-o e dizendo: “Este não é o Corpo de Cristo”.

“Somos chamados a mostrar amor e reverência Àquele que é fonte de todo amor e que não foi amado por todos devidamente”, disse o bispo auxiliar de Salvador (BA) dom Marco Eugênio Galrão, ao celebrar ontem (3) um ato de reparação na catedral basílica do Santíssimo Salvador, no centro da capital baiana. A celebração aconteceu porque na sexta-feira (1º) um homem quebrou a Eucaristia durante a missa e gritou que a hóstia consagrada “não é o corpo de Cristo”.

“Foi um momento de desrespeito, de profanação”, disse o bispo auxiliar.


A profanação aconteceu durante a missa de sétimo dia da morte do arcebispo emérito de Salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. No momento da comunhão, um homem entrou na fila e recebeu a Eucaristia nas mãos, mas não a consumiu. Ele saiu da fila, virou para a assembleia, ergue a hóstia e a quebrou, gritando: “isso não é o corpo de Cristo”. A celebração estava sendo transmitida ao vivo.

Imediatamente, um padre foi até o homem e conseguiu recuperar a hóstia.

O homem foi contido por algumas pessoas e retirado da igreja. Segundo o site ‘Correio 24 horas’, ele foi levado para a polícia, mas não se tem informações se será prestada queixa. O site diz ainda que o indivíduo, que não teve a identidade revelada, “está em situação de rua e é conhecido na região”.

Após o ocorrido, foi celebrado ontem o ato de reparação, que precedeu a missa das 10h. “Fomos desrespeitados dentro da nossa casa, estávamos dentro do nosso espaço celebrando o maior mistério da fé. O que estamos fazendo aqui hoje é um ato de reparação. Ele foi quem ofendeu, mas nós vamos dar amor ao Senhor por aqueles que não o amam e que o ofenderam”, disse o bispo auxiliar de Salvador.

Fonte: ACI Digital

 
 
 

O fato se torna ainda mais grave pois, além de não professar fé católica, o referido Sheik fez o gesto mas não comungou, e levou a hóstia consigo. A comunhão entregue nas mãos facilita que casos assim aconteçam todos os dias. A arquidiocese prometeu publicar uma nota de esclarecimento, mas ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. Assista o vídeo abaixo.

Matéria de Rhuan C. Soletti do jornal Brasil Sem Medo

Vídeo mostra o arcebispo de Londrina (PR), Dom Geremias Steinmetz, na missa de exéquias do falecido cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, o segundo arcebispo da cidade, entregando a hóstia consagrada [Corpo de Cristo] nas mãos do Sheik Ahmad Saleh Mahairi, fundador da Mesquita Rei Faiçal, em Londrina, e maior autoridade para assuntos islâmicos no país.

Nas imagens, Dom Geremias vê o árabe paramentado, que fura a fila da comunhão, e mesmo assim entrega a Eucaristia para ele. Mahairi, por sua vez, finge que vai comungar, mas em seguida abaixa a mão e não leva a Eucaristia até sua boca — este momento é filmado, mas em seguida o sheik sai do alcance da câmera e não é mais possível saber se ele de fato comeu a hóstia ou a levou para algum lugar.

O vídeo que mostra esse momento viralizou. Vários fiéis católicos usaram as redes sociais para criticar Dom Geremias e os ministros da Eucaristia que participavam daquela missa e não impediram o ocorrido.

Eles lembram que, além da comunhão do Corpo de Cristo ser expressamente restrita aos batizados na Santa Igreja, existem instruções para que os ministros, e até mesmo os bispos, recusem a hóstia consagrada para os não-católicos, assim como os não-ministros e os não-ordenados não podem distribuí-la. A missa na Catedral reuniu dezenas de padres, arcebispos, bispos e cardeais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 


A equipe do jornal Brasil Sem Medo tentou contato com o arcebispo e a arquidiocese de Londrina, buscando contextualizar a situação: o Sheik comungou do pão após sair de cena? Algum ministro da Eucaristia ou coroinha se movimentou para exigir a comunhão diante do altar – conforme legislação da própria Igreja? O arcebispo estava ciente de quem era o Sheik, e que ele, como não-batizado, não poderia comungar o Corpo de Cristo? A arquidiocese se esquivou de dar respostas, alegando que deixariam uma nota de esclarecimento – não publicada até agora.

Há indícios de que o arcebispo Geremias, além de vários outros participantes da missa e integrantes da cúpula da CNBB, conheciam o Sheik Mahairi, já que ele próprio é um dos líderes “religiosos” da comarca. O que se discute com frequência é a intenção do arcebispo que, segundo internautas, ignorou a doutrina da própria instituição.

Em um áudio gravado e compartilhado no WhatsApp, o padre Alexandre Alves, assessor eclesial dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão (MESC) da Arquidiocese de Londrina, e braço direito de Dom Geremias, tenta minimizar a repercussão, dizendo que “não há provas de que o líder religioso não tenha comungado o pão” – ignorando que o mesmo não poderia fazê-lo de qualquer forma.

O braço direito do arcebispo alegou também que os acusadores dele é que não podem comungar o Corpo de Jesus. Alves ainda disse que todos deveriam aguardar o pronunciamento do próprio arcebispo, que até o momento não falou nada.

Clique aqui e continue lendo a matéria completa no site do Jornal Brasil Sem Medo

Nota de esclarecimento

Mediante este contexto, Dom Geremias Steinmetz emitiu uma nota de esclarecimento.

 
 
 
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