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Telegrama de felicitação ao presidente eleito

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 5 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI enviou uma mensagem de felicitação ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, na qual o convida a «construir um mundo de paz, solidariedade e justiça».

Em um telegrama, transmitido através da embaixadora americana na Santa Sé, Mary Ann Glendon, o Papa garante a Obama suas orações para que Deus o assista em suas «elevadas responsabilidades ao serviço da nação e da comunidade internacional».

«Que as abundantes bênçãos do Senhor – deseja o Santo Padre na versão italiana da mensagem – apóiem o senhor e o povo americano em vossos esforços, junto a todos os homens e mulheres de boa vontade, para construir um mundo de paz, solidariedade e justiça.»

O cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Papa, também dirigiu um telegrama de felicitação ao futuro presidente.

A notícia do telegrama foi comunicada aos jornalistas pelo Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, que fez um comentário sobre o desafio que Obama enfrenta como 44º presidente desse país.

«A tarefa do presidente dos Estados Unidos é uma tarefa de imensa e altíssima responsabilidade, não só para seu país, mas para o mundo todo, dado o peso que os Estados Unidos têm em todos os campos do cenário internacional», declarou o porta-voz vaticano.

«Por isso, todos desejamos ao novo presidente que responda a estas expectativas e às esperanças que se depositam nele, servindo eficazmente o direito e a justiça e encontrando caminhos adequados para promover a paz no mundo; favorecendo o crescimento e a dignidade das pessoas no respeito dos valores humanos e espirituais essenciais.»

«Os crentes rezam para que Deus o ilumine e o assista em sua elevadíssima responsabilidade», acrescentou.

O Pe. Lombardi explicou que o Papa também enviará uma mensagem a Obama por ocasião de sua tomada de poder, em 20 de janeiro.

 
 
 

VATICANO, 17 Ago. 08 / 09:28 am (

ACI).- Este meio-dia milhares de fiéis e peregrinos chegaranm até Castel Gandolfo para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem ao introduzir a oração Mariana exortou aos presentes a trabalhar porque a sociedade supere todo racismo, intolerância e exclusão no respeito da dignidade humana.

O Santo Padre animou logo a lembrar a “grande responsabilidade da comunidade eclesiástica, chamada a ser um lar para todos, sinal e instrumento de comunhão para toda a família humana”.

“Que importante é, sobre tudo em nossos tempos, que toda comunidade cristã aprofunde cada vez mais esta consciência, para poder assim também ajudar à sociedade civil a superar toda possível tentação de racismo, de intolerância e de exclusão, e a organizar-se com opções respeitosas da dignidade de cada ser humano”, continuou.

O Pontífice fez notar que “infelizmente em diversos países se registram novas manifestações preocupantes de este, vinculadas freqüentemente a problemas sociais e econômicos, que não podem justificar o desprezo e a discriminação racial. Oramos para que em todo lugar cresça o respeito por cada pessoa, junto à consciência responsável por que somente na acolhida recíproca de todos é possível construir um mundo assinado por uma justiça autêntica e paz verdadeira”.

Responsabilidade de condutores

Seguidamente o Papa chamou a atenção sobre os “numerosos e graves acidentes automobilísticos” que ocorrem cada vez com mais freqüência nas estradas do mundo, ressaltando em primeiro lugar que “não devemos nos acostumar a esta triste realidade. Muito precioso é, em efeito, o bem da vida humana e muito indigno do homem é morrer ou encontrar-se inválido por causas que, na maior parte dos casos, poderiam-se evitar”.

“É necessário –continuou– um maior sentido de responsabilidade. Acima de tudo por parte dos automobilistas, porque os acidentes se devem freqüentemente ao excesso de velocidade e aos comportamentos imprudentes. Conduzir um veículo pelas vias públicas requer de sentido moral e sentido cívico. Para promocionar este último é indispensável o trabalho constante de prevenção, vigilância e repressão por parte das autoridades competentes”.

Depois de ter exortado aos cristãos a fazer “um exame de consciência pessoal sobre a própria conduta de automobilistas” e pedir que “as comunidades eduquem deste modo a todos a considerar o dirigir um carro como um campo onde defender a vida e exercitar concretamente o amor do próximo”, Bento XVI iniciou a reza do Ângelus e terminado este saudou os peregrinos em diversas línguas.

 
 
 

Nas Nações Unidas NOVA YORK, terça-feira, 25 de setembro de 2007 (ZENIT.org).- A Santa Sé tomou a palavra nas Nações Unidas para fazer um chamado a tomar medidas sérias ante a mudança climática.

A voz da Igreja ressoou nesta segunda-feira no «palácio de cristal» de Nova York pela boca de Dom Pietro Parolin, subsecretário para as Relações com os Estados.

«O futuro está em nossas mãos: como enfrentar o desafio da mudança climática» era o tema sobre o qual discutia na sessão da Assembléia Geral da ONU.

Com esta iniciativa, pretende-se promover um debate sobre quais são os possíveis modos de induzir a comunidade internacional a negociar um novo acordo global sobre o clima.

«A mudança climática é uma séria preocupação e uma responsabilidade iniludível para cientistas e outros especialistas, para líderes políticos e governamentais, para administradores locais e organizações internacionais, assim como para todo setor da sociedade humana e para cada pessoa», afirmou o sacerdote italiano.

«Minha delegação – indicou – deseja sublinhar o imperativo moral segundo o qual todos, sem exceção, têm a grave responsabilidade de proteger o ambiente.»

Parolin convidou a estudar mais a fundo as avaliações sobre a possível intervenção do ser humano nas mudanças climáticas, «para dar uma base série à crescente preocupação e para tomar decisões efetivas».

«Dado que nenhum país pode resolver por si mesmo os problemas relacionados com nosso meio ambiente, devemos antepor a ação coletiva ao interesse pessoal», reconheceu.

«Para a comunidade internacional, isso supõe a adoção de uma estratégia política coordenada e eficaz, capaz de responder a esta complexa questão», continuou dizendo.

Dessa forma, propôs «prestar atenção à educação, em especial à dos jovens, para mudar atitudes inatas e egoístas de consumo e abuso dos recursos naturais».

Após pedir incentivos e ajudas financeiras para enfrentar o desafio, pediu aos Estados que aproveitem «a oportunidade que lhes será apresentada dentro de pouco com a próxima Conferência sobre a Mudança Climática que se celebrará em Bali», Indonésia, no próximo mês de dezembro.

 
 
 
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