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Com cada vez mais frequência estão surgindo defensores da ideologia LGBT no meio católico. Alguns até se declaram homossexuais e “casados” com pessoas do mesmo sexo.

Afinal, é possível ser católico e homossexual ao mesmo tempo? Saiba a resposta na formação especial que acontece hoje às 21h (horário de Brasília).


De fato, a pessoa não deixa de ser católica por isso. Contudo, nas palavras do Papa São Pio X, ela se torna um membro morto da Igreja, um membro que, se não for reanimado pela graça, por meio da contrição e da absolvição, será um dia cortado e lançado ao fogo.

Além disso, quando uma pessoa homossexual que vive uma vida sexual ativa, e ainda recebe a comunhão comete um grave sacrilégio. Comungar em pecado não é o único erro aí. Manter relações contrárias à natureza também é um erro gravíssimo. É justamente o erro que afasta da Sagrada Comunhão. Ostentar e propagar uma vida em estado de pecado também é um erro, na verdade um escândalo, pedra de tropeço para muitos.

É triste que hoje as pessoas pensem assim: “ah, posso viver em pecado mortal. Basta não comungar e pronto”, como se a Sagrada Comunhão fosse qualquer coisa. É o próprio Jesus!

PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO?

PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS SER UM BOM CATÓLICO?

Cada vez mais, em nossa sociedade, tornam-se maior e mais comum o número de pessoas que se declaram sua homossexualidade publicamente. Haveria na Igreja Católica espaço para estas pessoas, uma vez que a igreja já se posicionou oficialmente contra a prática homossexual?

A resposta para esta pergunta é SIM! O que a Igreja condena não é a tendência, mas sim a prática homossexual. Qualquer pessoa com tendências homossexuais pode ser não apenas um bom católico, mas também um GRANDE SANTO, desde que persevere na vida de comunhão e se esforce para seguir a Deus e seus mandamentos.

Jesus, como Bom Pastor, não rejeita a ninguém, assim como não rejeitou a prostituta que veio aos seus pés, arrependida de seus pecados. Mas em contrapartida Ele espera da pessoa uma sincera conversão, ou seja, mudança de vida, de modo que ao menos se esforce para não mais voltar aos mesmos pecados.

A Igreja Católica, tal como seu supremo pastor Jesus Cristo, acolhe a todos como mãe amorosa! Acolhe também as pessoas que tiveram ou têm problemas de práticas homossexuais, mas mostra a gravidade deste erro e chama seus filhos à conversão porque isto contradiz diretamente a lei de Deus e a dignidade do nosso ser cristão.

A igreja acolhe os pecadores mas exorta a todos que abandonem seus pecados a fim de que se salvem; é falsa a ideia de que para demonstrarmos caridade, temos que acolher as pessoas e aceitar os seus pecados, pois o pecado é a negação e a exclusão de Deus de sua vida, logo não pode haver verdadeiro amor onde Deus é excluído. Este relativismo moral sentimentaloide tem sido muito usado nos nossos dias para justificar o pecado e enganar os filhos de Deus levando-os a permanecer no seu erro, ao invés de buscarem uma verdadeira conversão.

“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.” Parágrafo 2359 do Catecismo da Igreja Católica

Ao fundar a Igreja, Jesus Cristo nos proporcionou meios para que sejamos salvos e isso é possível através dos sacramentos. Porém, para que tenhamos acesso aos sacramentos precisamos seguir a orientação da igreja.

Vamos listar abaixo alguns itens que remetem à sexualidade que geralmente proporcionam muitas dúvidas, tanto para heterossexuais quanto para pessoas com tendência homossexual.

ORIENTAÇÃO DA IGREJA PARA PESSOAS COM TENDÊNCIAS HETEROSSEXUAIS:

>> Viver a castidade de acordo com seu estado de vida <<

– Se for celibatário, viver o celibato, ou seja, abstinência sexual. – Se for solteiro, manter a abstinência sexual e esperar a concretização do sacramento do matrimônio. – Se for casado, viver a castidade dentro do casamento, mantendo relações apenas com a esposa sem uso de métodos anticoncepcionais.

Enfim: Fazer sexo fora do casamento é pecado grave. Todo aquele que comete um pecado grave e não se arrepende e não se confessa corre risco de ser condenado ao inferno.

ORIENTAÇÃO DA IGREJA PARA PESSOAS COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS:

>> Viver a castidade de acordo com seu estado de vida <<

– Se for solteiro, manter a abstinência sexual. – Se a vocação for celibato, basta viver o celibato, ou seja, abstinência sexual.

ENFIM: Se a pessoa com tendências homossexuais vive a castidade e luta para obedecer aos outros mandamentos da Igreja, confessando-se com frequência conforme orienta a santa igreja, ele é tão cristão quanto o papa, e está no caminho certo para o caminho do Céu.

PODE UMA PESSOA COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS RECEBER O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO COM UMA PESSOA DO MESMO SEXO?

Segundo a doutrina da Igreja não pode haver casamento entre pessoas do mesmo sexo, pois a prática homossexual, ou como é chamada pela igreja, Pecado Impuro contra a Natureza, é considerada como um dos quatro (4) Pecados que Bradam o Céu e pedem Vingança a Deus. Deste modo é impossível que a interpretação da igreja mude sobre este assunto.

PODE UM HOMEM COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS RECEBER O SACRAMENTO DA ORDEM?

A Igreja, conforme suas regras e sabedoria, não pode admitir ao seminário e às ordens sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais (ou como o catecismo da igreja se refere: inclinação objetivamente desordenada) ou que apóiam a chamada Cultura GAY (LGBT).

Os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro:

1º Homicídio voluntário; 2º Pecado impuro contra a natureza; (atos homossexuais, bestialidades, sexo anal ou oral mesmo que hetero, etc.) 3º Opressão de órfãos e viúvas; 4º Não pagar o salário a quem trabalha. Por que se diz que estes pecados pedem vingança a Deus?

Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus, porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos.

Equipe Templário de Maria

 
 
 

Um número enorme de pessoas sofre a escravidão da masturbação e da pornografia. Na prática, como colaborar com a graça de Deus e se libertar para sempre desta miséria?

Muitas pessoas, homens e mulheres, sofrem com o vício da masturbação, e não têm forças para vencê-lo. Existe um curso do Padre Paulo Ricardo que trata especificamente desse assunto, apresentando dados científicos de como a pornografia e a masturbação têm consequências gravíssimas sobre o cérebro e a alma humana. Para ajudar ainda mais nesse combate, apresentaremos, nesta aula, dicas muito práticas de como viver a castidade e uma sexualidade mais sadia. Nosso objetivo, por ora, não é convencer ninguém de que a masturbação é um pecado, mas oferecer ajuda a quem já identificou o problema.

Assista este vídeo contendo uma super dica sobre como vencer este vício:


A dificuldade maior dos viciados em masturbação e pornografia encontra-se no cérebro, que, de certo modo, é o principal órgão sexual de nosso corpo. Existe, em nosso cérebro, um neurotransmissor chamado dopamina, cuja liberação ativa o instinto da caça no ser humano. O homem vai atrás de comida, de uma presa, para que possa se satisfazer com ela: ele busca uma recompensa. E o mesmo princípio ativo vale para a sexualidade. A excitação dos corpos deve-se a uma descarga de dopamina, que anima a pessoa a buscar alguém com que se relacionar. E é assim que essa pessoa chega à pornografia e à masturbação. Tudo começa com a liberação de dopamina.

Os olhares impudicos na rua, a curiosidade desenfreada na internet, a ociosidade cotidiana… Todas essas atividades que causam a liberação descontrolada de dopamina estão na origem do vício da masturbação. A pessoa está à procura de algum prazer: comida, bebida, sexo etc. E como ela não pode conseguir relações sexuais com muita facilidade, a pornografia e a masturbação tornam-se uma opção comum, pois, nessas atividades, o prazer depende apenas de um clique. Ninguém faz esforço para conseguir acessar um site pornográfico.

A primeira coisa a fazer, portanto, é ordenar a liberação de dopamina. Nos Mandamentos, existem dois preceitos sobre a sexualidade: um para os atos (o sexto, que diz para não pecar contra a castidade) e outro para os pensamentos (o nono, que diz para não desejar a mulher do próximo). Notem a sabedoria divina: não é possível cumprir o sexto mandamento sem o cumprimento fiel do nono, ou seja, sem a purificação dos pensamentos, que inclui a modéstia dos olhares. A masturbação começa com a imaginação da pessoa que ficou buscando corpos robustos na rua ou em outro lugar qualquer. Nesse caso, ou se aceita integralmente o nono mandamento, ou o sexto continuará sendo um obstáculo.

Além disso, uma compreensão errada sobre a sexualidade torna a castidade uma tarefa assaz problemática. É preciso humanizar a sexualidade outra vez, pois ela não existe para o prazer animalesco e momentâneo. O sexo é um dom de Deus para a criação do gênero humano. Trata-se de uma missão, pela qual as famílias tornam-se mais semelhantes ao Criador, exercendo as virtudes da paternidade e da maternidade. Quando um homem se une a uma mulher, os dois tornam-se, de fato, uma só carne, e as suas “sementes” entram em comunhão para a geração de um novo ser. Os filhos devem estar presente na sexualidade do casal, ainda que nem toda relação aberta à vida resulte em uma gravidez.

A Revolução Sexual criou a ilusão de que o prazer é uma necessidade, pois nenhum outro animal sente tanta sede de orgasmos contínuos como o ser humano pode sentir. Mas isso se deve mais a uma vida desregrada do que a uma necessidade verdadeiramente humana. É que o prazer realmente vicia. Por isso, o sexo precisa estar associado à família, ao sacrifício de amor um pelo outro e, sobretudo, aos filhos, para que não degenere em puro egoísmo e satisfação de carências. O homem não tem necessidade de prazer, tem necessidade de amor.

Antes de continuar a leitura, assista mais este vídeo:


A meditação sobre a finalidade do sexo ajuda a transformar a vontade e ordenar os próprios instintos. E, uma vez convencida sobre esse assunto, a pessoa precisa pôr em prática os meios da castidade: guardar o olhar, fugir das ocasiões de perigo, ocupar-se com atividades sadias como trabalho, estudo, esporte e outros bons lazeres. Tudo isso serve para controlar a liberação de dopamina. Ao contrário, se a pessoa se permitir olhar maliciosamente para os corpos alheios, jamais será verdadeiramente casta, porque o pecado contra a pureza, que não admite parvidade de matéria, começa no coração. Se os seus olhares causaram-lhe uma excitação deliberada, então você já pecou!

Para as pessoas que se expuseram muito à pornografia ou que se excitam com apenas um olhar, ainda que não seja malicioso, vale esta dica preciosa: concentre-se na realidade, ou seja, olhe para outras coisas que despertam a sua atenção, veja os detalhes, de modo que a sua imaginação não possa desenvolver nenhum pensamento furtivo. Ademais, é preciso ter muita atenção com os toques e outros tipos de intimidades, como conversas etc. Enfim, deve-se evitar tudo o que desperte a excitação.

Mas, de todos esses conselhos, dois devem estar muito bem presentes no coração: o recurso à graça de Deus e o desejo de amar sem medida. Quem não quiser suportar dificuldades por amor a Deus e ao próximo, jamais terá uma vida realmente casta, ainda que muito se esforce, pois a pureza não se resume a um esforço meramente humano, mas é também um dom de Deus.

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo dá uma resposta definitiva às inúmeras questões que surgem a respeito desse tema. Assista e ajude-se!


 
 
 

Um número enorme de pessoas sofre a escravidão da masturbação e da pornografia. Na prática, como colaborar com a graça de Deus e se libertar para sempre desta miséria?

Muitas pessoas, homens e mulheres, sofrem com o vício da masturbação, e não têm forças para vencê-lo. Existe um curso do Padre Paulo Ricardo que trata especificamente desse assunto, apresentando dados científicos de como a pornografia e a masturbação têm consequências gravíssimas sobre o cérebro e a alma humana. Para ajudar ainda mais nesse combate, apresentaremos, nesta aula, dicas muito práticas de como viver a castidade e uma sexualidade mais sadia. Nosso objetivo, por ora, não é convencer ninguém de que a masturbação é um pecado, mas oferecer ajuda a quem já identificou o problema.

Assista este vídeo contendo uma super dica sobre como vencer este vício:


A dificuldade maior dos viciados em masturbação e pornografia encontra-se no cérebro, que, de certo modo, é o principal órgão sexual de nosso corpo. Existe, em nosso cérebro, um neurotransmissor chamado dopamina, cuja liberação ativa o instinto da caça no ser humano. O homem vai atrás de comida, de uma presa, para que possa se satisfazer com ela: ele busca uma recompensa. E o mesmo princípio ativo vale para a sexualidade. A excitação dos corpos deve-se a uma descarga de dopamina, que anima a pessoa a buscar alguém com que se relacionar. E é assim que essa pessoa chega à pornografia e à masturbação. Tudo começa com a liberação de dopamina.

Os olhares impudicos na rua, a curiosidade desenfreada na internet, a ociosidade cotidiana… Todas essas atividades que causam a liberação descontrolada de dopamina estão na origem do vício da masturbação. A pessoa está à procura de algum prazer: comida, bebida, sexo etc. E como ela não pode conseguir relações sexuais com muita facilidade, a pornografia e a masturbação tornam-se uma opção comum, pois, nessas atividades, o prazer depende apenas de um clique. Ninguém faz esforço para conseguir acessar um site pornográfico.

A primeira coisa a fazer, portanto, é ordenar a liberação de dopamina. Nos Mandamentos, existem dois preceitos sobre a sexualidade: um para os atos (o sexto, que diz para não pecar contra a castidade) e outro para os pensamentos (o nono, que diz para não desejar a mulher do próximo). Notem a sabedoria divina: não é possível cumprir o sexto mandamento sem o cumprimento fiel do nono, ou seja, sem a purificação dos pensamentos, que inclui a modéstia dos olhares. A masturbação começa com a imaginação da pessoa que ficou buscando corpos robustos na rua ou em outro lugar qualquer. Nesse caso, ou se aceita integralmente o nono mandamento, ou o sexto continuará sendo um obstáculo.

Além disso, uma compreensão errada sobre a sexualidade torna a castidade uma tarefa assaz problemática. É preciso humanizar a sexualidade outra vez, pois ela não existe para o prazer animalesco e momentâneo. O sexo é um dom de Deus para a criação do gênero humano. Trata-se de uma missão, pela qual as famílias tornam-se mais semelhantes ao Criador, exercendo as virtudes da paternidade e da maternidade. Quando um homem se une a uma mulher, os dois tornam-se, de fato, uma só carne, e as suas “sementes” entram em comunhão para a geração de um novo ser. Os filhos devem estar presente na sexualidade do casal, ainda que nem toda relação aberta à vida resulte em uma gravidez.

A Revolução Sexual criou a ilusão de que o prazer é uma necessidade, pois nenhum outro animal sente tanta sede de orgasmos contínuos como o ser humano pode sentir. Mas isso se deve mais a uma vida desregrada do que a uma necessidade verdadeiramente humana. É que o prazer realmente vicia. Por isso, o sexo precisa estar associado à família, ao sacrifício de amor um pelo outro e, sobretudo, aos filhos, para que não degenere em puro egoísmo e satisfação de carências. O homem não tem necessidade de prazer, tem necessidade de amor.

Antes de continuar a leitura, assista mais este vídeo:


A meditação sobre a finalidade do sexo ajuda a transformar a vontade e ordenar os próprios instintos. E, uma vez convencida sobre esse assunto, a pessoa precisa pôr em prática os meios da castidade: guardar o olhar, fugir das ocasiões de perigo, ocupar-se com atividades sadias como trabalho, estudo, esporte e outros bons lazeres. Tudo isso serve para controlar a liberação de dopamina. Ao contrário, se a pessoa se permitir olhar maliciosamente para os corpos alheios, jamais será verdadeiramente casta, porque o pecado contra a pureza, que não admite parvidade de matéria, começa no coração. Se os seus olhares causaram-lhe uma excitação deliberada, então você já pecou!

Para as pessoas que se expuseram muito à pornografia ou que se excitam com apenas um olhar, ainda que não seja malicioso, vale esta dica preciosa: concentre-se na realidade, ou seja, olhe para outras coisas que despertam a sua atenção, veja os detalhes, de modo que a sua imaginação não possa desenvolver nenhum pensamento furtivo. Ademais, é preciso ter muita atenção com os toques e outros tipos de intimidades, como conversas etc. Enfim, deve-se evitar tudo o que desperte a excitação.

Mas, de todos esses conselhos, dois devem estar muito bem presentes no coração: o recurso à graça de Deus e o desejo de amar sem medida. Quem não quiser suportar dificuldades por amor a Deus e ao próximo, jamais terá uma vida realmente casta, ainda que muito se esforce, pois a pureza não se resume a um esforço meramente humano, mas é também um dom de Deus.

Nesta aula, Padre Paulo Ricardo dá uma resposta definitiva às inúmeras questões que surgem a respeito desse tema. Assista e ajude-se!


 
 
 
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