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REDAÇÃO CENTRAL, 18 Jul. 11 / 01:29 pm (

O Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Dom Juan Vicente Córdoba, informou à agência ACI Prensa que até o momento a iniciativa para blindar a vida contra o aborto constitucionalmente já conta com o apoio de mais de 4 milhões de assinaturas.

Assim indicou o Prelado em diálogo telefônico com a ACI  Prensa diante da próxima apresentação, no dia 20 de julho, da iniciativa que busca modificar o artigo 11 da Constituição para blindar a vida desde a fecundação até a morte natural.

Com efeito, diversos meios colombianos como RCN e Caracol Radio informaram que esse dia o presidente do Partido Conservador, José Darío Salazar, apresentará o projeto de reforma constitucional.

Dom Córdoba explicou ao grupo ACI que embora a medida seja apresentada por Salazar, “este não é um projeto do Partido Conservador” como afirmam diversos meios, mas é “multipartidário e multirreligioso”.

A iniciativa que busca a proteção da vida em todas suas fases conta com o apoio de deputados de diversos setores políticos e conta ademais com o respaldo de evangélicos, diversas denominações cristãs, judeus e muçulmanos na Colômbia.

Dom Córdoba explicou ademais que a modificação constitucional que está sendo exposta fecha “toda possibilidade ao aborto ou à eutanásia“.

O Secretário da CEC disse também à ACI Prensa que as 4 milhões de assinaturas reunidas nos últimos meses, mostram “um apoio popular” à iniciativa, que expressam além disso “o sentir do povo que respalda a vida”.

 
 
 

Vaticano, 21 Mai. 11 / 01:10 pm (

Em uma comunicação que durou aproximadamente 20 minutos, o Papa Bento XVI conversou hoje com os astronautas da estação espacial internacional do transbordador Endeavour, com quem tratou diversos temas como o aporte da ciência à consecução da paz e o futuro do mundo.

Ao iniciar a conexão, o Santo Padre disse: “queridos astronautas, estou muito contente de ter a extraordinária oportunidade de conversar com vocês durante esta missão, e especialmente agradecido de poder falar com vocês presentes na estação espacial neste momento”.

Em sua introdução às perguntas, assinala a Rádio Vaticano, Bento XVI assinalou que “a humanidade experimenta um período de rápido progresso nos campos de aplicações técnicas e conhecimentos científicos e que em certo sentido eles neste campo são representantes da humanidade em uma exploração que introduz no conhecimento de novos espaços e possibilidades para o futuro da humanidade que vai além das limitações da existência cotidiana”.

“Em um sentido, são nossos representantes: a exploração da humanidade é um ponto de partida para novos espaços e possibilidades para o nosso futuro, que vai além das limitações de nossa existência cotidiana”.

O Papa disse logo que “admiramos sua valentia assim como a disciplina e extrema responsabilidade com que se prepararam para cumprir com esta missão. Estamos convencidos de que ela está inspirada por nobres ideais e tem a finalidade de colocar os resultados desta investigação e seus esforços à disposição de toda a humanidade para o bem comum”.

Depois de expressar sua curiosidade pelo que os astronautas apreciam do espaço e sobre suas investigações, o Papa fez uma pergunta relacionada com a visão que desde uma estação espacial se tem da terra, aludindo a que se voa sobre as nações e continentes várias vezes ao dia.

“Acredito que deve ser evidente para vocês que vivemos todos juntos na terra e quão absurdo seja o lutar e matar a outros”, e expressou a Mark Kelly, um dos astronautas, sua curiosidade por saber se, quando estão contemplando a terra de acima acaso se perguntaram “sobre as Nações e as pessoas que vivem juntas na terra e sobre o modo em que a ciência pode contribuir à causa da paz”.

O segundo argumento tratado pelo Santo Padre e dirigido a Ron Garan, tem relação com um tema que se refere à responsabilidade que os humanos têm sobre o futuro do planeta. “Recordo neste momento, os graves riscos que enfrenta o meio ambiente com a sobrevivência das gerações futuras. Os cientistas nos dizem há que tomar cuidado e desde um ponto de vista ético, temos que desenvolver nossa consciência”.

E perguntou desde sua perspectiva de observação, extraordinária, sobre o modo em que se percebe a situação na terra, e se forem perceptíveis os sinais ou fenômenos para os que temos que estar mais atentos.

Ron Garan respondeu ao Santo Padre: “Sua Santidade, é uma grande honra conversar com você e tem razão: realmente temos um ponto extraordinário de observação aqui em cima. Por um lado, podemos ver quão indescritivelmente formoso é o planeta que nos foi dado, mas por outro, também vemos claramente quão frágil ele é”.

O Papa introduziu sua terceira pergunta a Mike Finchke, antepondo sua convicção de que a tripulação presente na Estação Espacial Internacional “vive uma experiência extraordinária e muito importante, sobre tudo se pensamos que terão que retornar à terra e viver como o resto dos seres humanos”.

Foi assim observou que certamente, à sua volta, serão admirados e tratados como heróis a quem pedirão falar de suas experiências. Em seguida questionou sobre “quais serão as mensagens mais importantes que gostariam de transmitir especialmente aos jovens que vão viver em um mundo fortemente influenciado por sua experiência e descobertas”.

Em sua quarta intervenção dirigida a Roberto Vittori, o Pontífice novamente sublinhou que a exploração espacial é uma fascinante aventura científica e disse: “sei que instalaram novas equipes para seguir a investigação científica e o estudo da radiação procedente do espaço exterior, mas acredito que também é uma aventura do espírito humano, um poderoso estímulo para refletir sobre a origem e o futuro do universo e da humanidade. Freqüentemente os crentes olham o céu ilimitado e meditam sobre o criador de tudo, pensando no mistério de sua grandeza”.

O Papa recordou logo que a medalha que entregou a este astronauta italiano tem gravada a representação do fresco de “Criação” do homem, desenhado por Michelangelo na Capela Sixtina. Recordando seu intenso compromisso de trabalho e de investigação perguntou-lhe se existem vezes em que têm que se deter para fazer reflexões parecidas, “e talvez dirigir uma oração ao Criador, ou acaso será mais fácil refletir sobre estas coisas estando de volta e sobre a Terra”.

Vittori assinalou em sua resposta que “quando temos um momento para olhar abaixo, a beleza tridimensional de nosso planeta captura nosso coração, captura meu coração. E sim rezo. Rezo por mim, por nossas famílias, por nosso futuro”.

A última pergunta de Bento XVI aos astronautas foi em italiano, dirigida ao segundo astronauta desta nacionalidade, Paolo Nespoli. Ele comentou que era ciente que há poucos dias sua mãe havia falecido: “quando dentro de poucos dias você retorne à casa já não a encontrará esperando-te. Todos estamos próximos a ti, rezei também eu por ela”.

O Santo Padre dirigiu sua última pergunta para saber se “na estação espacial os astronautas se sentem longínquos e isolados, sofrendo um sentido de separação, ou pelo contrário se sentem unidos entre eles mesmos e portanto membros de uma comunidade que os acompanha com atenção e afeto”.

Nespoli respondeu: “Santo Padre, escutei suas orações,eu as senti chegar até aqui: é certo, estamos fora deste mundo, orbitamos em torno da terra e estamos em um ponto de vantagem para olhar a Terra e para escutar tudo ao redor”.

Depois de agradecer a proximidade de sua família e sua tripulação frente à distância, o astronauta disse que “senti-me longínquo mas também muito próximo, e certamente o pensamento de sentir a todos próximos neste momento, foi de grande alívio. Agradeço à Agência Espacial Européia e à Agência Espacial americana que puseram a disposição os recursos para que para que eu tenha podido falar com você nestes momentos”.

Finalmente o Papa Bento XVI disse aos astronautas que “vocês ajudaram, não somente a mim mas a tantas outras pessoas, a refletir juntas sobre temas importantes para o futuro da humanidade. Expresso os melhores desejos para o desenvolvimento de seu trabalho e pelo resultado desta grande missão ao serviço da ciência, da colaboração internacional, do progresso autêntico e da paz no mundo. Continuarei a segui-los com meu pensamento e minha oração”.

 
 
 

Os Padres, Santos e Doutores da Igreja sempre condenaram a homossexualidade nas suas obras.

São Justino, Mártir (100-165)

São Justino, mártir e apologista cristão, nasceu em Flavia Neapolis e converteu-se ao cristianismo por volta do ano130. Ensinou e defendeu a religião cristã na Ásia Menor e em Roma, onde sofreu o martírio.

Na sua Primeira Apologia, dirigida ao imperador Tito, São Justino explica os mistérios cristãos e da racionalidade da doutrina católica. Ele também aponta o absurdo paganismo e a imoralidade dos gregos e romanos:

“Porque vemos que quase todos que são expostos (não só as raparigas, mas também os homens) são trazidos para a prostituição. E como os antigos dizem ter criado rebanhos de cavalos bois ou cabras ou ovelhas, ou de pasto, agora nós vemo-los criar filhos apenas para essa vergonhosa utilização e para esse tipo de poluição. Uma multidão de fêmeas e hermafroditas, e aqueles que cometem iniquidades abomináveis são encontrados em todas as nações. E quem recebe aluguer destes, os direitos e impostos a partir deles, deve ser eliminado do seu reino.

E alguém que use essas pessoas, além dos ateus que mantêm relações infames e impuros, pode eventualmente ter relações sexuais com seu próprio filho, ou parente, ou irmão. E há alguns que até mesmo prostituem os seus próprios filhos e esposas, e alguns são abertamente mutilado com a finalidade de sodomia”.

* * *

Santo Ireneu de Lião (130-202)

Santo Irineu nasceu em Esmirna, na Ásia Menor, onde ele conheceu o bispo São Policarpo, discípulo do Apóstolo São João. Saindo da Ásia Menor para Roma, Santo Irineu juntou-se à Escola de S. Justino Mártir antes de se tornar Bispo de Lyon no sul da Gália. Os escritos mais conhecidos de Santo Irineu são “Contra as Heresias” e “Prova da Pregação Apostólica”, em que ele refutou gnosticismo.

Santo Irineu reitera a condenação do homossexualismo pela Igreja:

“Além dessa blasfémia contra Deus, ele [Marcion], falando com a boca do diabo, disse em directa oposição com a Verdade, que ele e aqueles que são como ele, os sodomitas, os egípcios, todas as nações que praticaram todos os tipos de abominação, foram salvos pelo Senhor.”

* * *

Atenágoras de Atenas (2 º século)

Atenágoras de Atenas foi um filósofo que se converteu ao cristianismo no segundo século. Atenágoras escreveu o seu fundamento para os cristãos ao imperador Marco Aurélio em torno de 177. Ele defendeu os cristãos, a quem os pagãos tinham acusado de imoralidade. Em seguida, ele mostra que os pagãos, que eram totalmente imorais, nem sequer se abstém dos pecados contra a natureza.

“Para aqueles que criaram um mercado para fornicação e estabeleceram recursos para a infâmia e todo o tipo de vil prazer, que não se conseguem abster até mesmo de homens, homens com homens cometendo abominações chocantes, insultando todos os mais nobres princípios e insultando de modo desonroso toda a obra justa de Deus.”

* * *

São Jerónimo (340-420)

São Jerónimo é Padre e Doutor da Igreja.

Ele também foi um exegeta notável e grande polemista. No seu livro “Contra Jovinianus”, ele explica como um sodomita necessita de arrependimento e penitência para ser salvos:

“E Sodoma e Gomorra poderiam ter apaziguado a ira de Deus, se estivessem dispostas a se arrependerem, com a ajuda de jejum para ganhar as lágrimas do seu arrependimento.”

* * *

São João Crisóstomo (347-407)

São João Crisóstomo é considerado o maior dos Padres gregos e foi proclamado Doutor da Igreja. A ele foi-lhe dado o título de “Crisóstomo” (“boca de ouro”), por causa d sua grande capacidade oratória e sermões. Ele foi arcebispo e Patriarca de Constantinopla, e a sua revisão do grego na liturgia é usado até hoje.

Nos seus sermões sobre São Paulo na Epístola aos Romanos, ele mora na extrema gravidade do pecado do homossexualismo:

“Mas se tu aprendeste e ouviste falar do Inferno e acreditas que não é fogo, lembra-te de Sodoma. Pois vimos, e com certeza continuamos a ver até mesmo na vida presente, uma aparência do Inferno. Quando muitos negam totalmente as coisas que virão depois desta vida, negam ouvir falar do fogo inextinguível, Deus traz à mente as coisas presentes. Por isso foi calcinada Sodoma. Pensa emcomo é grande o pecado, para ter forçado o Inferno a aparecer mesmo antes do seu tempo! Onde a chuva era incomum, porque a relação sexual era contráriaà natureza, ela inundou a terra, tal como a luxúria havia feito com as suas almas. Por isso também a chuva era o oposto da chuva habitual. Agora não só ela não mexe no ventre da terra para a produção de frutos, mas tornou ainda inútil para a recepção das sementes. Foi também assim a relação dos homens entre homens, fazendo um corpo desta espécie mais inútil do que a própria terra de Sodoma.”

* * *

Santo Agostinho (354-430)

O maior dos Padres do Ocidente e um dos grandes Doutores da Igreja, estabeleceu as bases da teologia católica. Nas suas “Confissões”, assim ele condena, com a Igreja, a prática da homossexualidade.

“As infracções contrárias à natureza são em toda parte e em todas as vezes que se realizaram foram punidas. Tais foram as dos sodomitas. Todos eles deverão ser culpados do mesmo crime pela Lei Divina. Pois a relação que deve haver entre Deus e nós, é violado, quando a natureza, da qual Ele é o autor, é poluída pela perversidade da luxúria.”

* * *

São Gregório Magno (540-604)

Papa São Gregório I é chamado de “o Grande”. Ele é Padre e Doutor da Igreja. Introduziu o canto gregoriano na Igreja.

“A Sagrada Escritura confirma que o enxofre evoca o cheiro da carne, assim como fala da chuva de fogo e enxofre sobre Sodoma derramado pelo Senhor. Ele tinha decidido punir Sodoma por causa dos crimes da carne, e com o tipo de punição Ele enfatizou a vergonha do crime, pois quis que fedesse a enxofre, fogo e carne queimada. Foi exactamente por isso que os sodomitas, queimando com desejos perversos decorrentes da carne como fedor, devem perecer pelo fogo e enxofre para que através deste justo castigo percebam o mal que tinham cometido, comandados por um perverso desejo.

* * *

Santa Catarina de Sena (1347-1380)

Santa Catarina, uma grande mística e Doutora da Igreja viveu em tempos difíceis. O Papado estava no exílio em Avignon, na França. Ela foi fundamental para trazer de volta os Papas para Roma. Os seus “Diálogos com Deus” são escritos famosos.

“Esses desgraçados não só são frágeis na sua natureza, mas pior, cometendo o pecado maldito contra a natureza e, como cegos e tolos, com a luz do seu intelecto escurecida, eles não sabem o mau cheiro e da miséria em que se encontram. Não só este pecado cheira mal diante de Mim, que sou o Supremo e Eterna Verdade, mas realmente desagrada-me muito. Não só a Mim, mas aos próprios demónios. Não é que o mal lhes desagrada, porque eles não gostam de nada que seja bom, mas porque a sua natureza foi originalmente angelical, e sua natureza angelical faz com que eles se afastem quando este grande pecado é cometido.”

* * *

São Bernardino de Siena (1380-1444)

São Bernardino de Siena era um pregador famoso, conhecido pela sua doutrina e santidade.

Quanto à homossexualidade, afirma:

“Nenhum pecado no mundo amarra a alma como a maldita sodomia, o pecado que sempre foi detestado por todos aqueles que vivem segundo Deus. Uma paixão desordenada, próxima da loucura, que perturba o vice intelecto, destrói elevação e generosidade da alma, faz do preguiçoso uma pessoa irascível, teimoso e obstinado, servil e macio e incapaz de qualquer coisa. Além disso, agitada por um desejo insaciável por prazer, a pessoa sodomita não segue a razão, mas o instinto. Eles tornam-se cegos e, quando os seus pensamentos deve subir para coisas altas e grandes, eles são frívolos e reduzidos para as coisas vis, inúteis e podres, que nunca poderia fazê-los felizes. Assim como as pessoas participam da glória de Deus em diferentes graus, de igual modo também no Inferno alguns sofrem mais que outros. Quem vive com esse vício de sodomia sofre mais do que outra, porque este é maior pecado.”

* * *

São Pedro Canísio (1521-1597)

São Pedro Canísio, jesuíta e doutor da Igreja, é responsável por ajudar um terço da Alemanha abandonar o Luteranismo e retornar para a Igreja Católica.

“Como diz a Sagrada Escritura, os sodomitas sempre foram extremamente perversos e pecaminosos. São Pedro e São Paulo condenaram sempre o pecado nefando e depravado. Na verdade, a Escritura denuncia essa indecência enorme (…) Aqueles que deviam ter vergonha de violar a lei divina e a lei natural são escravos da mais perversa depravação.”

Fonte: Livro DEFENDING A HIGHER LAW-Why We Must Resist Same-Sex “Marriage”and the Homosexual Movement

 
 
 
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