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FRIBURGO, 26 Set. 11 / 03:31 pm (

Em seu discurso às associações católicas comprometidas com a Igreja e a sociedade na Alemanha, o Papa Bento XVI disse que “a fé cristã é para o homem sempre um escândalo, não só em nosso tempo”.

Ontem pela tarde na Konzerthaus de Friburgo, o Santo Padre agradeceu primeiramente o trabalho destas associações e fez uma reflexão sobre o fato que, ante a progressiva secularização da sociedade cada batizado, “cada cristão e a comunidade dos crentes estão chamados a uma conversão contínua”.

Este processo, explicou, deve considerar o “escândalo” da fé já que “acreditar que o Deus eterno se preocupe dos seres humanos, que nos conheça; que o Inexeqüível se converteu em um momento dado em acessível; que o Imortal tenha sofrido e morto na cruz; que tenha prometido aos mortais a ressurreição e a vida eterna; para nós os homens, tudo isto é verdadeiramente uma ousadia”.

Este escândalo, continuou, “que não pode ser suprimido se não quer anular o cristianismo, foi lamentavelmente escurecido recentemente pelos dolorosos escândalos dos anunciadores da fé”.

“Cria-se uma situação perigosa, quando estes escândalos ocupam o posto do skandalon primário da Cruz, fazendo-o assim inacessível; isto é quando escondem a verdadeira exigência cristã atrás da inépcia de seus mensageiros”, acrescentou.

O Papa disse logo que para cumprir com sua missão de anunciar ao mundo o Evangelho de Cristo para a salvação dos homens, é necessário como dizia Paulo VI, que a Igreja “’diferencie-se profundamente do ambiente humano no qual vive e ao qual se aproxima’. Para cumprir sua missão, ela tomará continuamente as distâncias de seu entorno, deve em certa medida ser desmundanizada”.

A Igreja, explicou Bento XVI, existe graças à vontade de Deus que ama todos sem distinção e respeita a liberdade de cada qual para segui-lo ou não, para responder livremente ao seu amor apesar de que “o homem não pode corresponder com nada equivalente”.

“Também a Igreja deve seu ser a este intercâmbio desigual. Não possui nada de autônomo diante d’Aquele que a fundou. Encontra seu sentido exclusivamente no compromisso de ser instrumento de redenção, de impregnar o mundo com a palavra de Deus e de transformá-lo ao introduzi-lo na união de amor com Deus”.

O Pontífice precisou que “a Igreja deve se abrir uma e outra vez às preocupações do mundo e dedicar-se a elas sem reservas, para continuar e fazer presente o intercâmbio sagrado que começou com a Encarnação”.

“No desenvolvimento histórico da Igreja se manifesta, entretanto, também uma tendência contrária, a de uma Igreja que se acomoda a este mundo, chega a ser auto-suficiente e se adapta a seus critérios. Por isso dá uma maior importância à organização e à institucionalização que à sua vocação à abertura”.

Ante esta situação, disse o Papa, e “para corresponder à sua verdadeira tarefa, a Igreja deve uma e outra vez fazer o esforço de separar-se do mundano do mundo. Com isto segue as palavras de Jesus: ‘Não são do mundo, como eu também não sou do mundo’”.

Em um certo sentido, continuou o Papa Bento, “a história vem em ajuda da Igreja através de distintas épocas de secularização que contribuíram de modo essencial à sua purificação e reforma interior”.

“Com efeito, as secularizações –seja que consistam em expropriações de bens da Igreja ou em cancelamento de privilégios ou coisas similares– significaram sempre um profundo desenvolvimento da Igreja, no qual se despojava de sua riqueza terrena ao mesmo tempo em que voltava a abraçar plenamente sua pobreza terrena”.

O Papa destacou assim “os exemplos históricos mostram que o testemunho missionário da Igreja ‘desmundanizada’ resulta mais claro. Liberada de seu fardo material e político, a Igreja pode dedicar-se melhor e verdadeiramente cristã ao mundo inteiro, pode verdadeiramente estar aberta ao mundo. Pode viver novamente com mais soltura sua chamada ao ministério da adoração a Deus e ao serviço do próximo”.

Para obter isto, explicou Bento XVI, é necessário que a Igreja experimente a fé “no hoje vivendo-a totalmente precisamente na sobriedade do hoje, levando-a à sua plena identidade, tirando o que só aparentemente é fé, mas em realidade não são mais que convenções e hábitos”.

O Papa Bento XVI disse logo que “estar abertos às vicissitudes do mundo significa portanto para a Igreja ‘desmundanizada’ testemunhar, segundo o Evangelho, com palavras e obras, aqui e agora, a senhoria do amor de Deus”.

Ao final do seu discurso o Papa disse: “queridos amigos, resta só implorar para todos nós a bênção de Deus e a força do Espírito Santo, para que possamos, cada um em seu próprio campo de ação, reconhecer uma e outra vez e testemunhar o amor de Deus e sua misericórdia”.

 
 
 

Vaticano, 29 Jul. 11 / 02:09 pm (

O Papa Bento XVI assinalou que a ausência de amor é uma das principais “pobrezas” que afetam os jovens atualmente e que ademais é “a raiz de qualquer problema humano”.

Assim indicou o Pontífice em sua mensagem, divulgado ontem, enviado ao superior geral dos Clérigos Regulares de Somasca, o Pe. Franco Moscone, por ocasião do Ano Jubilar pelo V centenário da milagrosa liberação do cárcere de seu fundador São Girolamo (Jerônimo) Emiliani.

Conforme assinala a nota de Rádio Vaticano, o Santo Padre também afirma no texto que “as provações pessoais e institucionais a que somos submetidos servem para aumentar a nossa fé”.

Bento XVI afirmou na mensagem que “a libertação do padroeiro universal dos órfãos e da juventude abandonada foi um evento prodigioso que modificou o curso de uma trajetória humana e deu início a uma experiência de vida consagrada muito significativa para a história da Igreja”.

Deste modo expressou seu desejo de que este Santo “nos ajude a dar prioridade a qualquer pobreza que sofram nossos jovens, seja moral, física ou existencial, e sobre tudo à ausência de amor, que é a raiz de todo problema humano sério”.

Diante dos problemas políticos da época, a libertação do cárcere de São Jerônimo Emiliani graças à intervenção divina, também foi uma liberação “dos laços do egoísmo, do orgulho, da busca de reafirmação pessoal. De forma que sua existência, antes dedicada às coisas temporais, orientou-se unicamente a Deus, amado e servido através da juventude órfã, doente e abandonada”.

Para o Santo, o que os jovens precisavam era de amor, “um amor que emanava da mesma caridade de Deus repleto de paciência e compreensão: atento, tenro e preparado ao sacrifício como o de uma mãe”.

Logo em seguida ressaltou o trabalho dos clérigos regulares com os jovens e alentou a que a educação das novas gerações seja animada por um “amor que vence o individualismo e o egoísmo e que se sensibiliza diante das necessidades de qualquer irmão, inclusive quando não pode ser correspondido e especialmente então”.

As celebrações terão início no próximo 25 de setembro em Veneza, com a Santa Missa na basílica de São Marcos e se prolongarão durante o ano com uma série de congressos históricos dedicados à figura e a espiritualidade de São Jerônimo Emiliani. O encerramento oficial será em Somasca no dia 30 de setembro de 2012.

A liberação

Em 27 de agosto de 1511, São Jerônimo Emiliani liderou a resistência militar de uma das fortalezas de Veneza, que nesse momento enfrentava várias potências européias que não queriam que a cidade seguisse obtendo mais poder.

Foi derrotado e feito prisioneiro no castelo que defendeu. Foi preso com grilhões nas mãos, no pescoço e uma corrente atada a uma grande coluna de mármore. Em uma situação similar à de São Inácio de Loyola, teve tempo para meditar sobre o “poder” das ações militares.

Assim começa a rezar e logo se descobre, de repente, livre. Isto aconteceu em 27 de setembro de 1511. O santo atribuiu sempre sua liberação à especial intervenção da Virgem Maria.

Depois de sua liberação dedica sua vida a ajudar os órfãos e os jovens abandonados. Por seu trabalho em Veneza, diversos bispos da região da Lombardia pedem que ele reorganize os trabalhos de caridade.

Surge em torno dele um grupo de pessoas que querem compartilhar seu estilo de vida e surge a Companhia dos servidores dos pobres, hoje chamados Padres Somascos.

São Girolamo ou São Jerônimo faleceu em Somasca -Lecco, ao norte da Itália- no dia 8 de fevereiro de 1537, por causa da peste contraída assistindo os doentes, durante uma das muitas epidemias que assolaram o Vale de São Martinho.

 
 
 

WASHINGTON DC, 22 Jun. 11 / 01:06 pm (

Diversos representantes do governo dos Estados Unidos assinalaram que a resolução pró-gay da ONU, divulgada nesta sexta-feira 17 de junho, constitui uma “vitória” para a política internacional da administração do Presidente Barack Obama.

Diante das informações dos meios seculares que qualificaram de “histórica” e “sem precedentes” a resolução, o texto em realidade só pede a realização de um estudo sobre “as leis discriminatórias e as práticas de violência contra indivíduos por causa da orientação sexual e a identidade de gênero”.

O estudo, assinala a resolução, determinará como “as leis sobre direitos humanos internacionais podem ser usadas para pôr fim a esta violência”. Um painel debaterá os resultados uma vez que a análise seja concluída.

“Este é realmente um exemplo paradigmático sobre como deve ser usado o sistema da ONU para avançar em uma das prioridades do Presidente Obama”, disse Suzanne Nossel, subsecretária de estado para assuntos internacionais ao conhecer a resolução.

Em conferencia de imprensa na sexta-feira 17, o subsecretário para a democracia, direitos humanos e trabalho, Dan Baer, também ressaltou o papel da Secretária de Estado, Hillay Clinton, na decisão tomada pela ONU na sede de Genebra (Suíça).

“Ambos, o Presidente e a Secretária de Estado têm feito dos direitos humanos da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) uma prioridade”, disse.

Para Nossel esta resolução inicia um processo “irreversível” para uma declaração oficial internacional, como a dos direitos humanos.

As diversas propostas na ONU para colocar a “orientação sexual” e a “identidade de gênero” ao mesmo nível que a raça, a religião ou o sexo das pessoas, encontraram oposição por parte dos países muçulmanos, da Rússia, da Moldávia, assim como do Vaticano. Em total 23 países votaram a favor da resolução e 19 contra.

Embora a missão permanente da Santa Sé em Genebra não tenha emitido um pronunciamento oficial ainda, o Vaticano chamou constantemente a uma aproximação de respeito para com os direitos humanos de todas as pessoas, sem uma falsa equiparação entre a conduta heterossexual e homossexual.

Por exemplo, em 2008 a Santa Sé precisou que sempre se opôs, se opõe e se oporá “à discriminação injusta para as pessoas homossexuais”, ao mesmo tempo em que objetou as categorias de “orientação sexual” e “identidade de gênero” promovidas pela ideologia de gênero para impor uma perspectiva da sexualidade oposta à natureza humana.

Estas duas categorias podem “criar inexatidões na lei” em relação a importantes temas como o matrimônio, a adoção e os direitos das organizações religiosas.

Em março de 2011, o Observador permanente da Santa Sé perante o Conselho de Direitos humanos, Arcebispo Silvano Tomasi, explicou que o conceito de “orientação sexual” é manipulado por alguns para atacar aqueles que não compartilham a ideologia de gênero.

Um estado, afirmou, “jamais deve castigar uma pessoa por exercer um direito humano, apoiando-se nos sentimentos e pensamentos, incluindo os sexuais. Mas os estados devem e têm que regular condutas, incluindo algumas condutas sexuais. Em todo mundo, existe um consenso de certas condutas sexuais que devem ser proibidas pela lei como a pedofilia e o incesto”.

A ideologia de gênero, explicou o jornal vaticano L’Osservatore Romano em sua edição de hoje, nasceu nos Estados Unidos há 30 anos, desenvolveu-se logo na Europa seguindo “linhas particulares do primeiro feminismo e logo do pensamento homossexual”.

Esta ideologia, segundo o LOR, “pretende afirmar que no mundo moderno a diferença entre homem e mulher é um fato social (uma ‘construção’) antes que algo biológico. Dessa forma a orientação sexual –e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero– contaria mais que o sexo biológico”.

O ensino católico em relação à homossexualidade está resumida em três artigos do Catecismo da Igreja Católica; 2357, 2358 e 2359. Nestes artigos a Igreja ensina que os homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”.

A homossexualidade, como tendência é “objetivamente desordenada”, o que “constitui para a maioria deles (os homossexuais) uma autêntica prova”.

Apoiado na Sagrada Escritura “a Tradição declarou sempre que os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados”, “não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual” e portanto “não podem receber aprovação em nenhum caso”.

“As pessoas homossexuais estão chamadas à castidade” e “mediante o apoio de uma amizade desinteressada, da oração e a graça sacramental, podem e devem aproximar-se gradual e resolutamente à perfeição cristã”

 
 
 
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