A ESTRATÉGIA DO ANTICRISTO:RESPOSTA AO INDIFERENTISMO E AO SINCRETISMO RELIGIOSO
Aproveitando o momento em que estamos passando, trago um estudo sobre à atuação do mal através de pessoas e organizações que não temos nenhuma desconfiança, pessoas que estão dentro da Igreja, esse estudo esta mais atual do que no passado, são informações que monsenhor Sanahuja nos trouxe, e é muito indicado para quem deseja entender melhor porque estamos passando dificuldades até dentro da Igreja.
João Paulo II foi muito claro quando se dirigiu a assembléia plenária da congregação para a doutrina da fé: “para por remédio a esta mentalidade relativista, é preciso reiterar, sobretudo, o caráter definitivo e íntegro da revelação de cristo, por conseguinte, é contrária à fé da igreja a tese acerca do caráter limitado da revelação de Cristo, que encontraria seu complemento nas outras religiões, efetivamente, é errôneo considerar a igreja como um caminho de salvação ao lado daqueles constituídos por outras religiões, que seriam complementares a igreja e convergentes com esta rumo ao reino escatológico de Deus, portanto, deve- se excluir uma certa mentalidade de indiferentismo ” caracterizada por um relativismo religioso, que considera que uma religião vale por outra( Redemptoris missio,36). Em 5 de setembro de 2000, a congregação para a doutrina da fé apresentou a declaração dominus Iesus sobre a unicidade e universalidade salvífica de Jesus Cristo e da igreja. A relação da declaração com a avalanche de novos paradigmas éticos e, especialmente com a imposição do sincretismo e indiferentismo religioso é mais do que clara. O Cardeal Ratzinger, assinalando as diferenças da fé cristã para esclarecer a confusão do igualitarismo, do indiferentismo, e sincretismo religioso, afirma: Cristo é totalmente diferente de todos os fundadores das outras religiões e não pode ser reduzido a um Buda ou a Sócrates ou Confúcio. É realmente a ponte entre o céu e a terra, a luz da verdade que apareceu para nós.
SINCRETISMO RELIGIOSO A SERVIÇO DO PODER O binômio relativismo-positivismo jurídico é uma clara manifestação da aliança da democracia com o relativismo ético, que remove da convivência civil qualquer ponto seguro de referência moral, despojando-a radicalmente do reconhecimento da verdade, como nós advertiu João Paulo II. Está aliança “converte-se facilmente num totalitarismo aberto ou dissimulado”. No caso específico da religião, o relativismo, além de combater qualquer verdade imutável, promove o indiferentismo religioso: não importa no que se acredita, o importante é acreditar em alguma coisa”; no pior dos casos, fomenta o sincretismo, a diferença de diferentes tradições religiosas. Muito antes da criação de redes inter-religiosas que apóiem seus objetivos, todas as reuniões internacionais das nações unidas são acompanhadas por fóruns e reuniões menores com líderes religiosos, os participantes podem ser menos ou mais relacionados com a burocracia da ONU. Entre as aparentes alheias à estrutura da ONU, mas trabalhando lado a lado com ela,é importante ter em conta a organização religiosa Global faith-based organization forum on multi-religious coperation for humanitarian relief, development and peace, fórum da organização global baseado na fé sobre a cooperação multi religiosa para à ajuda humanitária o desenvolvimento e a paz, que depende da organização religião Para a paz, cujo presidente emérito, agora moderador internacional, é o príncipe El Hassan bin talal da Jordânia, que foi presidente do clube de Roma e membro da iniciativa carta da terra. A organização religiões Para a paz apoio na ONU a criação da nova religião universal para uma nova era, a idade de ouro da harmonia e prosperidade, da paz e da justiça. O texto mistura passagens bíblicas de Isaías, as profecias de Zoroastro, as promessas do alcorão, a visão sikh, a doutrina jain, e as teorias de Confúcio e do budismo; o taoísmo, o bhagavad-gita, o xintoísmo, o bahá’í e religião Sioux: é a consagração internacional do sincretismo religioso. Entre os 42 co-presidentes do conselho mundial de religiões para a paz , chama especialmente atenção a presença de três cardeais da igreja católica e alguns bispos, além de outras personalidades católicas, como Karen m. Hurley, presidente da world Union of catholic women’s organization[ união mundial das organizações de mulheres católicas]. Outro cardeal aparece entre os moderadores de religiões pela paz. A organização religiões pela paz recebe financiamento, por exemplo, de catholic relief services; Latin American and Caribbean regional offices ; maryknol fhaters and brothers; un mileniun campaig, usaid;UNESCO; Unicef; unifem; PNUD. Em novembro de 2009 houve um encontro singular no castelo de Windsor. Os organizadores foram aliança das religiões e conservação, uma organização presidida pelo príncipe de Edimburgo, e o secretário geral das nações unidas Ban ki-moon. Participaram representantes de todas as crenças religiosas que assinaram o primeiro grande compromisso internacional pela conservação do meio ambiente – no qual todas as religiões estão envolvidas – que visa moldar o comportamento e as atitudes dos fiéis, a fim de proteger a natureza para as gerações futuras. Este grande compromisso pretende ser contributo das religiões para a XV conferência internacional sobre climática em Copenhagen, organizada pela ONU, de 07 a 18 de dezembro de 2009. Os compromissos de Windsor, the Windsor commitments, ocupam um volume de quase 200 páginas intitulado many heavens, one hearth: faith commitments to protect the living planeta[ muitos céus. Uma terra: compromissos da fé para proteger o planeta vivo]. Basta o título da publicação para facilmente se perceber como seus signatários estão tomados de um sincretismo panteísta, ainda que tentem esconder- já que cada um dos signatários se compromete a implantar em suas comunidades um plano de ação pretensamente compatível com a sua própria doutrina. Os não cristãos que estão envolvidos no compromisso são os seguintes: a religião bahá’í, budismo, taoísmo, hinduísmo, islamismo, judaísmo, xintoísmo, deita sikh e os grupos sincretistas Greenfaith [fé verde], operation noah [ operação Noé ] e regeneration project( interfaith power and light), projeto regeneração, ( poder e luz interconfessional. Entre os cristãos não católicos estão a igreja da Inglaterra, igreja apóstolica Armênia, igreja autocéfala da Polônia, igreja da Noruega, os quakers do reino unido, e várias denominações da Ásia e da África. Instituições católicas também estão envolvidas: conferência episcopal CATÓLICA australiana, conferência episcopal CATÓLICA da Inglaterra e Gales, Família Franciscana, jesuítas, coalisão católica americana ao longo do rio-eua, ordem beneditinos de monges e monjas católicas; coalisão católica norte- americana em mudança climática. Está última reúne 13 instituições, incluindo dois departamentos da conferência episcopal dos EUA. Em alguns desses programas é muito fácil distinguir a fé católica do culto da TERRA; por exemplo, na jornada de oração pelo dia da terra, que algumas escolas CATÓLICAS na Grã-Bretanha celebram. Em outros casos, tal como o texto expressa, parecia que os modelos ecológicos de construção das escolas, igrejas e capelas, ou Green programs [programas verdes] aplicado ao ensino católico, à formação das vocações religiosas ou a salvação do rio Hudson, fazem parte da fé e da moral da igreja. Os the Windsor commitments foram adotados pelo programa das nações unidas para o desenvolvimento (PNUD) e apoiado pelo banco mundial e worldWilde fund for nature e outras instituições ecológicas. Cf: João Paulo II, enc. veritates splendor, n° 101, 06 de agosto de 1993.
Referência: Poder Global e Religião Universal, do Monsenhor Claudio Sanahuja
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