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“ARIANISMO” CRISTO COMO DIVINO

CRISTO




COMO DIVINO

“ARIANISMO”

( Derrubando as heresias dos adventistas e testemunhas de Jeová)

Vamos agora mostrar as questões dos hereges, em objeção a divindade do Cristo, vamos mostrar que essa questão, é uma questão bem antiga, negar a divindade de Cristo.

Pois aquele que a igreja chamava de Deus também era aquele cujo sofrimento e cuja morte na cruz representavam o fardo do testemunho da igreja, conforme o contexto de diversas dessas mesmas citações também mostram (2Clemente 1.2; martírio de Policarpo 17.2). A declaração de que ele que era Deus tinha sofrido trouxe à tona algumas das primeiras controvérsias doutrinárias da igreja. Como, falando por críticos pagãos do Evangelho, fez essa declaração do objeto do seu ataque (Orígenes contra Celso 2.16) e sustentou que o corpo de um deus não teria nascido nem comeria (origines contra Celso 1.69- 70). Os marcionitas, citando as palavras “a semelhança do homem pecador” de Romanos 8.3, protestaram contra a imagem de Cristo como um homem com corpo material e sofredor (Tertuliano contra Marcião 5.14.1); o gnosticismo simoniano ensinava que Simão “pareceu sofrer na Judeia, embora ele não tivesse sofrido” (Irineu contra as heresias 1.23.3); para Ptolomeu, o Salvador “ficou impassível” (Irineu contra heresias 1.7.2); e os Evangelhos gnósticos tentavam por uma tela entre a pessoa do Salvador e a dor e o sofrimento descritos nos Evangelhos canônicos. Mas o princípio histórico de que a linha da demarcação entre a ortodoxia e a heresia não deve ser traçada prematuramente nem com precisão demais é confirmado pela evidência de que esse docetismo não estava confinado aos gnósticos e outros hereges, mas estava suficientemente espalhado nas igrejas para evocar as reiteradas advertências dos primeiros escritores cristãos. Embora a Clara afirmação de que “seu sofrimento foi apenas fingimento” (Apolinário de Laodicéia e Ignácio aos tralianos 10) era o ensinamento dos gnósticos e foi rápido e facilmente identificado como herege, o exemplo de Clemente de Alexandria mostra que as tendências docetizantes, mesmo entre os crentes ortodoxos, deve ser considerada como uma forma de “pensar em Jesus Cristo como Deus”. E Ignácio, acima de todos, foi o que reconheceu que era abrir mão de coisas demais por causa dessa confissão. Ele insistiu que Cristo “realmente nasceu, comeu e bebeu, foi realmente perseguido por Pôncio Pilatos foi realmente crucificado e morreu e realmente ressuscitou dos Mortos” (Ignácio de Antioquia aos tralianos 9). Como, a própria existência do docetismo também é um testemunho da tenacidade da convicção de que Cristo tinha de ser Deus, mesmo à custa de sua verdadeira humanidade.

Os problemas levantados pelo docetismo foram um tanto prematuros, pois as implicações mais sutis e profundas desses problemas tiveram de aguardar a criação de uma terminologia cristológica que fosse igualmente Sutil. Eles também tiveram de esperar o esclarecimento do problema mais fundamental que não era a relação do Divino em Cristo com sua vida terrena, mas a relação do Divino em Cristo com o Divino no pai. Na fórmula de Atanásio: “Como é possível alguém não se enganar em relação a presença encarnada do filho se o indivíduo ignora totalmente a geração genuína e verdadeira do filho pelo pai?” (Atanásio de Alexandria discursos contra Ário 1.8 página 26 e 28). O exame da doutrina de Cristo esclareceu o pensamento e a linguagem da igreja acerca desse problema anterior e depois, com ajuda de algo dessa mesma linguagem, voltou a questão da “dupla Proclamação” (pseudo Atanásio Apologias 1.10) concernente a Cristo tanto com Deus quanto com o homem.

“entendendo a heresia dos adventistas e testemunhas de Jeová”

Vamos procurar entender o que levou as primeiras heresias, com relação a divindade de Cristo, vamos falar sobre o arianismo, e explicar essas questões sobre o Logos e o Anjo.

Todos os cristãos, nas várias metáforas em que concebem o sentido da salvação, compartilham a convicção de que a salvação foi a obra de nenhum outro ser que não o senhor do céu e da terra. Os cristãos, em meio a todas as variedades de respostas para os sistemas gnósticos, tinham certeza que o Redentor não pertencia a alguma ordem mais baixa da realidade divina, mas era Deus mesmo. O mais antigo sermão sobrevivente da Igreja Cristã depois do novo testamento começava com estas palavras: “Irmãos, Temos de pensar em Jesus Cristo como Deus, como o juiz dos vivos e dos mortos. E não devemos subestimar nossa salvação; pois quando o subestimamos, também esperamos receber menos” (2Clemente 1.1-2). O mais antigo Relato Sobrevivente da Morte de um mártir Cristão continha esta declaração: “É impossível abandonarmos Cristo ou adorar qualquer outro. Pois ele, sendo o filho de Deus, o adoramos, mas valorizamos os Mártires” (martírio de Policarpo 17.2-3). O mais antigo relato pagão Sobreviventes sobre a igreja descreviam os cristãos se reunindo antes da Aurora e “entoando um hino a Cristo como separa um deus” (Plínio, o jovem epístolas 10.96.7). A mais antiga oração litúrgica sobrevivente da igreja era uma oração dirigida Cristo: “Vem, senhor” (1Coríntios 16. 22)! era claramente a mensagem de que a igreja cria e ensinava que Deus era um nome apropriado para Jesus Cristo (novaciano sobre a Trindade 13.71). mas antes que essa crença e esse ensinamento se desenvolvessem na confissão da Trindade dentro do irmã da pessoa de Cristo se passariam séculos de esclarecimento e controvérsia e a relação dessa crença com a Gama completa da doutrina Cristã tinha de ser definida.

vou fazer textos pequenos para que as pessoas possam acompanhar, e entender de pouquinho em pouquinho para que se houver dúvidas as pessoas possamos esclarecer, e para que todos possam ver e entender que esse problema que foi o arianismo, foi o maior problema que igreja encontrou na antiguidade

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