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Ciência e Fé. Amigas ou inimigas?

18 de mai. de 2018
12 min de leitura

Ciência e Fé. Amigas ou inimigas?

Algumas pessoas veem conflito entre a ciência e a fé em Deus.  Mas o engraçado é que as pessoas que realmente mudaram os rumos da ciência não tiveram problemas em conciliar a ciência com sua fé.

Newton, Pascal, Leibniz, Faraday, Galileu, Pasteur, Planck e tantos outros cientistas brilhantes, foram homens que transformaram a ciência e fizeram contribuições gigantescas em seus campos de atuação, eles viam a questão da crença em Deus não como algo fútil e contraditório, mas como a mais sublime manifestação do intelecto.

A ordem, a inteligência, a complexidade e a majestosa beleza da natureza sempre intrigou os cientistas, e saber como Deus criou tudo isso os impulsionava a descobrir os mecanismos usado pelo Criador. Pois não haveria o menor interesse em se estudar algo que foi formado aleatoriamente, sem nenhum propósito ou processo inteligente por trás. Como afirma o prêmio Nobel de Física em 1981 Arthur Schawlow: “O mundo é tão maravilhoso que não posso imaginar que tenha sido por puro acaso.”[1]

Pois se nosso próprio cérebro é formado por apenas moléculas em movimento, como podemos ter certeza que esse processo produz algo capaz de ser chamado de racionalidade? A ciência e a fé atuam em áreas diferentes, a ciência atua sobre o natural, com seus limites e métodos e a fé no campo espiritual, e elas não são mutuamente excludentes, como dizia Albert Einstein: “Quanto mais eu estudo ciência, mais eu acredito em Deus.“[2] “A Ciência sem religião é manca, religião sem ciência é cega.”[3]

Negar a fé por se dizer em favor da ciência, não faz o menor sentido, pois a própria história mostra que essa escolha é baseada na ignorância do desconhecimento do que se trata a verdadeira fé, e do que se trata a ciência e seus limites. A própria história do “nascimento da ciência” não deixa a menor dúvida, o desenvolvimento da ciência foi enormemente impulsionado graças à cosmovisão cristã de como o mundo funciona e como Deus criou o universo.

A ciência tentar explicar “como”, e a fé os “porquês”, e a conciliação entre os dois é capaz de abrir a mente e expandir o conhecimento além dos limites naturais, abrindo caminho para novas descobertas e moldando novos padrões. Como afirmou o papa João Paulo II em sua famosa encíclica Fides et Ratio (Fé e Razão):

” A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de O conhecer a Ele, para que, conhecendo-O e amando-O, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio.”[4]

A ciência não ocorre num vácuo asséptico conceitual quer seja religioso, quer filosófico, quer cultural. A nossa percepção e ação fundamentam-se em nossos pressupostos os quais sãos reforçados, transformados, lapidados ou abandonados em prol de outros, conforme a nossa percepção dos “fatos”.

Por exemplo, a ciência pressupõe que a natureza é ordenada. De fato, para a natureza se tornar um objeto de estudo  ela precisa ser considerada um lugar onde os eventos que nela ocorrem possua certa estruturas regulares.  Sem a crença que nós vivemos em um universo ordenado, a ciência é impossível.

Por isso, os primeiros brotos da ciência moderna surgiram da crença de que há uma racionalidade intrínseca ao universo físico, em virtude de sua criação pela própria fonte de toda razão [Deus].  Se a Razão permeia todo o universo, e nós fomos contemplados com uma participação nessa razão, podemos esperar compreender, ao menos de um modo limitado, como o universo funciona. O pano de fundo teísta deu resposta a duas importantes questões. Por que podemos assumir a regularidade dos processos físicos, sejam ou não eles totalmente determinados, e por que as nossas mentes são ajustadas para compreendê-los?

O físico Eugene Wagner, prêmio Nobel de Física, confessa que a base matemática da natureza “é algo que beira o misterioso e não há explicação racional para isso… é um artigo de fé”.

O renomado físico norte-americano Richard Feynman, ganhador do prêmio Nobel em Física, e ateu, confessa “O porquê a natureza é matemática é um mistério… O fato que afinal há regras é um tipo de milagre”. A ciência nada pode dizer sobre eventos sobrenaturais, pois isso foge ao seu escopo de análises, ela simplesmente os ignora e parte destes pressupostos para fazer seu trabalho, dando um salto de fé.

Dizer que a ciência provou que Deus não existe, ou que milagres são impossíveis é simplesmente uma grande mentira e falta de conhecimento dos limites da ciência. Assim, a fé permeia a ciência, a religião e toda a vida humana, todas as pessoas possuem um conjunto de premissas sustentadas pela fé a respeito das coisas que creem.

A fé está presente na vida de todos, mesmo você sendo um ateu. Pois grande parte das nossas convicções mais fundamentais sobre as coisas são crenças impossíveis de se justificar para os que dela não compartilham, e nem são provadas empiricamente, são baseadas na fé.  Num sentido mais amplo, a fé em alguma visão de mundo e da natureza humana está presente na vida de todos. Todo mundo age e vive a partir de uma identidade narrativa, quer seja elaborada e objeto de reflexão, quer não.

O nascimento da ciência

Porque que foi na Europa cristã medieval que a ciência surgiu e não em outros lugares?

Analisando a história, percebe-se que as grandes civilizações como os gregos, os hindus, os árabes e os chineses desenvolveram conhecimentos e técnicas consideráveis. Dominavam a astronomia, as navegações, construíam edifícios, catapultas, armas e etc. No entanto, nenhum desses povos foi capaz de desenvolver a ciência como um movimento progressivo, como aconteceu na Europa Cristã no final da Idade Média. O conhecimento do mundo e as técnicas em posse de outras culturas não eram suficientes em si para manter em andamento a ciência como a conhecemos. O que faltava a esses povos era a estrutura certa que pudesse propiciar a confiança e a motivação necessárias para que o estudo científico florescesse.

Stanley Jack, historiador da ciência, em seu livro “Science and creation”, diz:

“A investigação científica só encontrou solo fértil depois que a fé num criador pessoal, racional, realmente impregnou toda uma cultura, a partir dos séculos da Idade Média Alta. Essa foi a fé que forneceu uma dose suficiente de crédito na racionalidade do universo confiança no progresso e valorização do método qualitativo – todos eles, ingredientes indispensáveis da investigação científica”[5]

Assim como o historiador Christopher Dawson: “…as origens da ciência moderna, no período final da Idade Média, serão encontradas não entre os seguidores de Averróis em Pádua, mas com os discípulos de Roger Bacon e Guilherme de Ockham, que consideravam a fé religiosa a fonte suprema do verdadeiro conhecimento.”[6] O estudioso Rodney Stark também explica.

O impulso científico foi um fruto do trabalho de estudiosos e cristãos devotos. É importante reconhecer que a ciência não é só tecnologia. Uma sociedade não tem ciência só porque consegue construir navios, fundir ferro, ou comer em pratos de porcelana.  A ciência é um método sistemático utilizado em esforços organizados que visam explicar a natureza, que está sempre pronta a ser modificada e corrigida através da observação sistemática. Em outras palavras, a ciência consiste de teoria e pesquisas.

Porque foi na Europa cristã e não em outros lugares que a ciência cresceu e prosperou?

A resposta tem a ver com a imagem de Deus no imaginário medieval.

A China, os países muçulmanos, a Índia, e a Grécia e Roma antigas, tinham uma alquimia evoluída, mas foi só na Europa que essa alquimia se transformou em química.  Várias sociedades desenvolveram sofisticados sistemas de astrologia, mas foi só na Europa que astrologia virou astronomia. O filósofo e matemático Alfred Whitehead, durante palestra na universidade de Havard em 1925 explica: ” A maior contribuição da idade média para o movimento científico foi a certeza que existia um segredo,  um segredo que podia ser descoberto. Como essa certeza apareceu no imaginário medieval? Da insistência na racionalidade de Deus.”[7]

Whitehead afirma que as imagens da divindade em outras religiões, principalmente na Ásia, são demasiado impessoais ou irracionais para gerar ciência.  Ele concluiu que a China fracassou em desenvolver a ciência porque muito da sua história não tinha uma convicção firme em um Criador todo-poderoso. Joseph Needham, historiador marxista que passou a vida investigando a ciência e a civilização chinesa, confirmou a opinião de Whitehead. Needham fez uma pesquisa tentando encontrar explicações materialistas para o fracasso da China. Finalmente, sua integridade venceu sua ideologia. Ele concluiu que não havia boas razões geográficas, raciais, políticas ou econômicas para explicar o fracasso da China para desenvolver ciência. Os chineses não desenvolveram a ciência porque nunca lhes ocorreu que esta fosse possível. Eles não tinham uma ciência porque ” a concepção de um legislador divino celestial impondo ordens a natureza não humana nunca se desenvolveu na China.”[8]

E a maioria das religiões não cristãs, nem sequer acredita numa criação, para eles, o universo é eterno, e apesar de apresentar ciclos, não tem propósito. Ou ele é uma entidade completamente misteriosa, imprevisível, inconsistente e arbitrária. As antigas religiões animistas como os babilônios e egípcios, criam que cada parte do universo era divina, rios, árvores, animais e até mesmo pedras possuíam espírito. Nesse universo totalmente misterioso, imprevisível e incontrolável, era impossível de a ciência criar suas raízes. Para os que têm estas crenças, a meditação e as experiências místicas são o caminho para a sabedoria, não há ocasião para celebrar a razão. Durante séculos, os gregos antigos pareciam estar no limiar da descoberta da ciência. Interessavam-se em explicar o mundo natural mediante princípios abstratos e gerais. Entre eles, houve cuidadosos e resistentes observadores da natureza. Apesar de Sócrates considerar o empirismo, por exemplo as observações astronômicas como “perda de tempo”, e de Platão concordar, e aconselhar seus alunos a “deixarem paz os céus estrelados”.

Eles produziram filosofias especulativas, mas nunca atravessaram a barreira da verdadeira ciência. Aristóteles por exemplo, nunca deixou que fecundasse sua teorização. Ensinou que a velocidade de objetos em queda livre era proporcional ao seu peso.  Bastaria uma excursão a qualquer falésia próxima para provar que a tese estava errada. Que a ideia de Demócrito sobre os átomos tenha sido, por acaso correta, é uma simples coincidência linguística. O seu palpite não tem mais importância que a “teoria” do seu amigo Empédocles, que afirmou que toda matéria é composta por fogo, ar, água ou terra.

Nem o famoso filósofo islâmico Averrois e seus seguidores criaram uma visão favorável a ciência no século XII. Para ele e seus seguidores, que foram aristotélicos intransigentes, a física era completa e perfeita, e qualquer observação que fosse contrária às ideias de Aristóteles estavam erradas ou eram uma ilusão.

No islã, por exemplo, pode-se pensar que o conceito de Deus seja parecido com o cristão, e isso poderia permitir o surgimento da ciência. Mesmo Alá sendo representado como o criador das leis naturais, ele é concebido como um deus extremamente ativo e interferente nessas leis. Essa visão levou a formação de um pensamento que qualquer esforço para formular leis naturais, iria contra a liberdade de ação de Alá, portanto, seria uma grande blasfêmia contra ele.

No oriente por exemplo, apesar de terem desenvolvido tecnologias pioneiras e avançadas para sua época, eles não foram capazes de desenvolver ciência. A crença budista não prezava pela busca da verdade, mas o esvaziamento da mente de todo pensamento, desejo e vontade.

O universo, segundo os filósofos chineses, sempre existiu. Não há razão para supor que ele funcionaria de acordo com certas regras racionais e que poderia sem compreendido em termos físico em vez de místicos. Portanto, nos últimos mil anos, os intelectuais chineses procuraram a iluminação mística em vez de explicações. Essa foi a conclusão do historiador da ciência chinesa Joseph Needham.

O surgimento da ciência não foi uma evolução da sabedoria antiga. Foi à conclusão da doutrina cristã: a natureza existe porque foi criada por Deus.

Para amar e honrar a Deus, é necessário compreender e apreciar as maravilhas de Sua obra. Porque Deus é perfeito, sua obra guia-se em princípios imutáveis. E através do poder da razão, que é um dom de Deus, e da observação, é possível desvendar seus princípios. A ordem, a inteligência, a complexidade e a majestosa beleza da natureza sempre intrigaram os cientistas, e saber como Deus havia criado tudo isso, os impulsionava na busca por respostas.

Apenas para ilustrar como a visão de mundo influenciada pela religião pode fazer a diferença na investigação científica, o filósofo e teólogo Agostinho de Hipona, ainda no século IV, apenas pela reflexão baseado no livro de Gênesis, chegou a conclusão que a ciência moderna só chegaria no século XX. Que antes do universo não havia tempo, que o tempo só passou a existir após a criação do universo. Em suas palavras: ” Que tempo poderia existir, se não fosse estabelecido por ti? De fato, foste tu que criaste o próprio tempo…Mas se antes da criação do céu e da terra não havia tempo,  Não podia existir um “então” onde não havia tempo.”[9]

Pois Agostinho sabia, baseado em Gênesis 1:1 “No princípio criou Deus o céu e a terra.”, que houvera uma criação, ou seja, o universo não é eterno e se houve criação, há um criador, e se há criador antes de existir o tempo, Ele deve ser eterno, fora da dimensão do tempo. Observe que Agostinho não estava envolvido em especulações teológicas vagas. Ele estava fazendo uma afirmação radicalmente contra intuitiva sobre a natureza da realidade física.

São essas as ideias principais que explicam o porquê da ciência ter surgido na Europa cristã.[10]

Infelizmente muitos não conseguem enxergar esses fatos, pois ainda existe um grande preconceito contra a Idade média hoje. Devido a sua relação estreita entre religião e Estado, os iluministas querendo dar destaque a sua época como época “das luzes e razão”, criaram o termo da idade das trevas, para dizer que aquele período medieval foi um grande retrocesso científico. Infelizmente isso virou um mito popular que se enraizou nos livros de história escolar. Mas graças ao trabalho de excelentes estudiosos estamos descobrindo as belezas da idade média e vendo suas contribuições fundamentais.

O historiador Thomas Woods afirma: As contribuições científicas medievais foram enormes, por exemplo o sacerdote Nicolau Steno, considerado o pai da geologia, Athanasius Kircher, pai da egiptologia, Rogério Boscovich, considerado pai da teoria atômica moderna.  Os jesuítas que dominaram o estudo sobre os terremotos e as contribuições na astronomia, poucos conhecem esse fato, apesar de 35 crateras lunares terem sido descobertas por cientistas jesuítas. Roger Bacon, conhecido como Doutor admirável que introduziu a observação da natureza e a experimentação como fundamentos do conhecimento natural e William de Ockham, que ajudou a desenvolver o método científico. A ciência e religião naquela época não eram apenas compatíveis, eram amigas inseparáveis.[11]

E especificamente sobre os jesuítas diz: ” Eles contribuíram para o desenvolvimento dos relógios de pêndulo, dos pantógrafos, dos barômetros, dos telescópios refletores e dos microscópios, e trabalharam em campos científicos tão variados como o magnetismo,  a ótica e a eletricidade. Observaram, em muitos casos antes de qualquer outro cientista, as faixas coloridas na superfície e Júpiter, a nebulosa de Andrômeda e os anéis de Saturno. Teorizaram acerca da circulação do sangue, sobre a possibilidade teórica de voar, sobre a maneira como a lua influi nas marés e sobre a natureza ondulatória da luz. Mapas estrelares do hemisférios Sul, lógica simbólica, medidas de controle de enchentes nos rios, introdução de sinais mais e menos na matemática italiana, tudo isso foram realizações de jesuítas, e cientistas influentes como Fermat, Huygens, Leibiniz e Newton não eram os únicos a ter jesuítas entre os seus correspondentes mais apreciados.”[12]

Não foi a toa, que o surgimento das universidades se deu durante a idade média, como já abordamos no capítulo anterior. Elas deram todo o impulso necessário para que a ciência florescesse como nunca antes na história do mundo.

Não tenciono a desmerecer outras culturas e toda sua história e avanços. Mas não podemos em nome do politicamente correto deixar de reconhecer os fatos.

Nos últimos anos, praticamente todos os historiadores da ciência – entre eles Alistair C. Crombie, David Lindberg, Thomas Woods, Edward Grant, Stanley Jaki, James Hannam, Thomas Goldstein, John L. Heilbron, dentre tantos, outros chegaram à mesma conclusão, a ciência foi um processo que nasceu em berço cristão medieval, graças à visão cristã baseada na razão, a ciência encontrou um solo fértil ao seu desenvolvimento. Então colocar uma barreira entre ciência e fé é sempre impossível. De fato, o embate entre ciência e fé só veio a tona nos últimos anos com o crescimento do ateísmo militante, que são ateus fanáticos e dogmáticos, mas que ganharam muito espaço na mídia para espalhar todo seu ódio contra a religião, especialmente o cristianismo. Por ignorar o que de fato é a ciência, a fé e toda a história do seu desenvolvimento, eles criaram essa barreira, mas que como vimos, é absolutamente inexistente.

O próprio cientista Werner Heisenberg, de ganhador do Nobel de Física de 1932 por suas contribuições a física quântica disse: “O primeiro gole do copo de ciências naturais vai te transformar em um ateu, mas no fundo do copo Deus está esperando por você.”[13]

Como afirmei no início do capítulo, os maiores nomes da ciência que o mundo já viu eram pessoas de fé religiosa, em sua maioria cristã. E esse embate entre fé e razão só existe na mentalidade de quem não sabe o que é nenhum dos dois.

Para confirmar, mais um prêmio Nobel de Química, Derek Barton, fala sobre o assunto: “Deus é a verdade. Não há incompatibilidade entre ciência e religião. Ambos estão buscando a mesma verdade. A ciência mostra que Deus existe.”[14]

Alexis Carrel, Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia: “Jesus conhece nosso mundo. Ele não nos desdenha como o deus de Aristóteles. Nós podemos falar com Ele e Ele nos responde. Embora Ele seja uma pessoa como nós, Ele é Deus e transcende todas as coisas ”[15]

Para encerrar, a própria Bíblia afirma um conceito fundamental: Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.

Salmos 19:1 

Se existe algum conflito entre ciência e fé, é na mente de quem não sabe absolutamente nada sobre nenhum dos dois.

Referências: 

[1] Schawlow 1998, Chapter I, Part 5

[2] Einstein, as cited in Holt 1997

[3] Jammer 2002; Einstein 1967, 30

[4] Encíclica Fides et ratio – João Paulo II

[5] Science and creation, Stanley Jaki p. 8

[6] Chrsitopher Dawson, A criação do ocidente e a civilização medieval p.263

[7] Alfred Whitehead, A ciência e mundo moderno p.27

[8] VISHAL MANGALWADI, O livro que fez o seu mundo

[9] Santo Agostinho, Confissões

[10] Rodney Stark, A Vitória da Razão p.60-65

[11] Thomas Woods, Como a Igreja Católica criou a civilização ocidental p.10

[12] Ibid p.96

[13] Heisenberg, as cited in Hildebrand 1988, 10

[14] Barton, as cited in Margenau and Varghese 1997, 144

[15] Carrel, 1952, cap. 6, Part 7

 
 
 

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