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Mesmo com autorização especial do governo, Igreja Católica não realizará missas

27 de mar. de 2020
1 min de leitura

Este posicionamento do governo é importantíssimo neste momento pois, mesmo os bispos proibindo missas e fechando todas as igrejas, nós temos a segurança de que essa é uma decisão particular da Igreja, e não uma imposição do governo.

A Igreja Católica, maior religião brasileira, informou que manterá a decisão de não realizar missas para evitar aglomerações, o que facilitaria o contágio de coronavírus. A decisão foi divulgada hoje em carta da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil).

“A CNBB, considerando as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministérios da Saúde, que indicam o distanciamento social, orienta os bispos que as igrejas podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito até agora, apenas para orações individuais, transmissões online, etc”, justifica trecho da carta da CNBB.

Ou seja, a Igreja Católica permite que fiéis estão liberados para entrar em templos e rezar, mas não pode haver concentração de pessoas. A decisão ocorre mesmo depois que o presidente Jair Bolsonaro incluiu as celebrações religiosas entre os serviços essenciais.

Na prática, o governo federal autorizou, por meio de decreto que missas e cultos possam acontecer desde que respeitem as orientações do Ministério da Saúde. Mas a avaliação da CNBB é de que houve permissão, mas não obrigação de realizar missas.

“Não há como entender que os instrumentos legais acima referidos possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração.

Veja o pronunciamento do Presidente da CNBB:


 
 
 

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