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MULHER OU ESPOSA? – SOBRE 1 COR. 9,5

3 de abr de 2018
10 min de leitura

Por Fábio Morais. (Em resposta a Welington Mendes)

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Lucas Banzoli, em seu blog bisonho, se esmera em malabarismos desprezíveis para demonstrar que, em 1 Cor 9,5, o apóstolo S. Paulo reivindicava para si o direito de levar uma “esposa” à tiracolo.

E começa pelo que chama de “Análise exegética, lógica e contextual”.

Oh! Que erudito!

Vamos ver, aqui, a “lógica” da exegese banzolina, à luz do texto paulino e do seu contexto, bem como do contexto geral das Escrituras.

Como fez o Lucas, farei eu.

Começarei pelo texto.

Primeiramente, pelo texto grego da passagem:

—- “μὴ οὐκ ἔχομεν ἐξουσίαν ἀδελφὴν γυναῖκα περιάγειν ὡς καὶ οἱ λοιποὶ ἀπόστολοι καὶ οἱ ἀδελφοὶ τοῦ κυρίου καὶ Κηφᾶς” —

Agora a TRADUÇÃO PROTESTANTE de João Ferreira de Almeida (Acf):

—- “Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? —-

Muito bem.

A palavra “γυναῖκα”, em Ferreira de Almeida, é vertida por “esposa”.

Ora, mas isso NÃO É, RIGOROSAMENTE, TRADUZIR!

É interpretar!

E lembra a “equivalência dinâmica” (ou “funcional” de Nida, tão combatida, quando convém, pelos protestantes, embora eu nada tenha contra ela).

No caso de 1cor 9,5, o Banzoli esqueceu a “equivalência formal”, decantada pelos fiéis na abordagem da versão corrigida e “Fiel” de Almeida, e a própria versão esqueceu, ela mesma, o próprio princípio que pretendeu utilizar.

Ora, a TRADUÇÃO de “γυναῖκα”, no texto, é simplesmente “MULHER”.

A TRADUÇÃO, pois, do versículo, é: “MULHER IRMÔ (“ἀδελφὴν γυναῖκα”).

“ESPOSA CRENTE” é INTERPRETAÇÃO DO TRADUTOR, baseada em inferências DO TRADUTOR.

A menos que Lucas Banzoli demonstre que o sentido PRIMÁRIO de “γυναῖκα” é “esposa”.

Pode fazer isso, Banzoli ?

Agora, se a tal MULHER (“γυναῖκα”) mencionada por S. Paulo, é a esposa do apóstolo, é outra conversa.

Porque, tradução por tradução, eu posso indicar aqui várias que trazem “mulher irmã” e não “esposa crente”.

Como a dos Monges de Maredsous, a de Mateus Hoepers e outras, inclusive protestantes.

Estão erradas ?

Evidentemente não!

O texto grego esta aí.

Vá, Lucas e procure em Strong o significado primário de “γυνή” e encontrará: —- guné: a woman Original Word: γυνή, αικός, ἡ Part of Speech: Noun, Feminine Transliteration: guné Phonetic Spelling: (goo-nay’) Short Definition: a woman, wife, my lady Definition: a woman, wife, my lady. (ver aqui: http://biblehub.com/greek/1135.htm) —-

“A WOMAN”, Banzoli!

“UMA MULHER”!

Mulher casada ?

NÃO NECESSARIAMENTE, embora POSSA ser, sem violar o significado primário do termo.

Você, achando que está a expor grande argumento, lança a seguinte frase de efeito:

—- “Ela [γυνή] é usada em todos os textos que tratam indiscutivelmente de esposa”. —-

Óbvio, Lucas!

Pois você mesmo observou que:

—- “no grego não havia palavra para distinguir “mulher” e “esposa” ” —-

Queria que fosse usada que outra palavra ?

O texto, em si, portanto, NADA PROVA em favor da tese protestante.

Não é, pois, caro Banzé, a TRAUÇÃO EM SI que vai solucionar o problema.

É o CONTEXTO!

Ao contexto, então.

Você escreve:

—- “No caso de 1ª Coríntios 9:5, está perfeitamente claro que se trata mesmo de uma esposa, e não de uma outra mulher, pois Paulo está reivindicando para si e para Barnabé o direito de levar a esposa nas viagens como faziam os outros apóstolos, direito este que ele abria mão.” —-

Antes de qualquer coisa, quem lhe disse, Banzoli, que “Paulo está reivindicando para si e para Barnabé o direito de levar a esposa nas viagens como faziam os outros apóstolos” ?

Você, que se diz adepto da “Sola Scriptura”, em que parte da Bíblia encontrou que os apóstolos levaram consigo as suas “esposas” nas viagens missionárias que empreenderam ?

Onde, na sua “única refra de fé”, consta o nome da “esposa” de algum apóstolo, a acompanhá-lo no “ide por todo o mundo” ordenado por Jesus ? (Cf. Mc 16,15).

Cite uma!

Só uma!

Será que ocorrerá o que estou pensando e você irá pedir arrego, como um “romanista”, à tradição ?

Você diz, todo desenxabido:

—- “A tese da apologética católica é de que Paulo estava apenas abrindo mão de levar consigo em suas viagens uma “colaboradora” (não uma esposa). Mas isso não faz sentido nenhum” —-

Não faz sentido por quê ?

Você procura explicar a “ausência de sentido” através de 8 “motivos”.

Vamos a eles:

—- “(1) O próprio Senhor Jesus era acompanhado por mulheres colaboradoras em seu ministério (Lc 23:55). Por que Paulo abriria mão de algo que o próprio Senhor Jesus, muito mais abnegado que ele, não abria?” —-

Jesus também “comia e bebia”, e S. Paulo diz: “Não temos nós direito de comer e beber?” (v.4). Por que, Lucas, pergunto, Paulo reivindicaria um direito básico de todo ser humano e que nem Cristo ( por tratar-se de um direito básico), reivindicou ? Ora, essas palavras de Paulo constituem, por assim dizer, a “chave” de toda a argumentação do apóstolo na referida passagem. ELE TINHA DIREITOS, garantidos, dada a sua condição, de SUBSISTIR. E, para tal subsistência, compreendia justa a necessidade de ter colaboradoras cristãs, mulheres dignas, para servir nas tarefas diárias que uma mulher sabe realizar melhor que um homem, principalmente quando este está concentrado em tarefas de grande magnitude. É razoável, então, que achasse justo levar consigo e com Barnabé, uma auxiliar cristã.

—- (2) “Se Paulo abriu mão de um direito que nem o próprio Cristo abriu, por que ele não citou Jesus como exemplo, uma vez que é ele o exemplo máximo para o cristão? Ele cita apenas os apóstolos, os irmãos de Jesus e Pedro do lado contrário, mas não cita o próprio Cristo, o que fortaleceria muito mais seu argumento. Na tese protestante isso faz sentido, pois Jesus não era casado, então Paulo só poderia usar como exemplo estes outros casos, de pessoas casadas”. —- Paulo abriu mão de uma COLABORADORA (não de uma “esposa”) e ainda de outras coisas, porque, como ele mesmo diz, não queria ser fardo para ninguém, como está em uma das cartas aos de Tessalônica (versais minhas):

“Porquanto, vós mesmos sabeis como deveis seguir o nosso exemplo, pois não vivemos de forma ociosa durante o tempo que estivemos convosco, 8nem comíamos de graça dos alimentos de ninguém; pelo contrário, trabalhávamos dia e noite com esforço e fadiga, a fim de NÃO SERMOSPESADOS A NENHUM DE VÓS” (2Ts 3,7-8). Ora, se ele se referisse à uma “esposa” na cara aos Coríntios, esse desejo de “não ser pesado”, não faria sentido, pois o auxílio da esposa seria justo e até mesmo obrigatório.

—- (3) Por que levar uma mulher colaboradora em viagem seria algo tão importante assim a ponto de ter que dizer que poderia reivindicar esse direito, e ainda citar o exemplo dos apóstolos e dos irmãos de Jesus? O que há de tão especial em andar acompanhando de mulheres comuns? —-

Não era algo “tão importante assim”, Banzoli! Isso é ilação SUA! Era apenas um direito que foi lembrado por Paulo para reforçar o quão importante era a sua missão, a ponto de poder, se quisesse, ter uma COLABORADORA. Por outro lado, lhe pergunto: ” Por que levar uma “esposa” em viagem seria algo tão importante assim a ponto de ter [Paulo] que dizer que poderia reivindicar esse direito” ? O que vale para a sua pergunta, vale para a minha!

—- “(4) Paulo frequentemente andava acompanhado de colaboradores no ministério, como João Marcos, Barnabé, Silas, Lucas, Timóteo e outros. Então o “problema” era apenas o fato de ser mulher? —-

Não! Pois “João Marcos, Barnabé, Silas, Lucas, Timóteo e outros” eram, como o próprio Paulo, MINISTROS DO EVANGELHO e não ajudantes em coisas materiais próprias da condição feminina naquele contexto histórico. Barnabé, inclusive, foi chamado de apóstolo! (Cf. At 14,14). Não confunda as coisas!

—- (5) “Note que Paulo faz questão de citar nominalmente Pedro no fim do verso, que era casado (Mt 8:14) e não iria ficar andando em particular em todo lugar por aí com uma outra mulher que não fosse a sua própria esposa, e era certamente um exemplo bem conhecido. Para os papistas, inacreditavelmente, Pedro havia “abandonado a sua mulher”(!), entrando no anátema de Paulo em 1ª Timóteo 5:8, mas mesmo tendo abandonado a sua esposa fazia questão de andar viajando com outra mulher! E o mais impressionante é que na moral católica abandonar a esposa para “cumprir o ministério” e trocá-la por outra mulher que o servisse de “colaboradora” não tem nada de anormal. Pedro abandona sua própria esposa “por causa do ministério”, então percebe que precisa de uma mulher para ser sua colaboradora no ministério, e, em vez de ter a brilhante ideia de escolher sua própria esposa, prefere continuar deixando sua mulher no abandono e escolher uma outra mulher para acompanhá-lo. É essa a aberração que se chega para se negar que, de fato, Paulo estava falando de esposa, e não de uma mera “colaboradora”…” —-

Comentário extremamente MALDOSO!

Se, por ocasião da cura da sogra de Pedro (se!) a mulher deste ainda vivia, seria lógico e natural que ela, e não a sogra de Pedro, servisse a Jesus depois de curada. Ademais, o próprio Pedro diz que deixou “TUDO” para seguir Jesus (Cf. Mt 19,27).

E nesse “TUDO” está, certamente, incluída a esposa:

“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou MULHER, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna” (Mt 19,29)

Agora, o que dirá, Banzoli ? Que Pedro não deixou a mulher (devidamente amparada, é claro) para seguir Jesus e levou-a consigo ?

Onde a “Sola Scriptura” corrobora que “MULHER” em Mt 19,29 EXCLUI A MULHER DE PEDRO ?

Hein, apologista de esquina ?

Só esse fato de Pedro ter deixado TUDO, inclusive a MULHER, conforme se infere naturalmente de Mt 19, já é suficiente para demonstrar que em 1Cor 9 Paulo não está falando em “esposas” e sim em COLABORADORAS.

E nem ficou Pedro “andando em particular em todo lugar por aí com uma outra mulher que não fosse a sua própria esposa” – como você diz.

Seu comentário, repito, é MALDOSO, porque sugere que Pedro, “andando por aí” com outra mulher, daria mau exemplo, sugerindo, por tal atitude, que estava fornicando.

É maldoso ainda o comentário, quando sugere que Pedro “trocou” sua esposa “por outra mulher” e fez “questão de andar viajando com outra mulher!”

Tudo maldade!

Tudo fruto de uma mente suja, a imaginar o grande apóstolo às voltas com mulheres e pecando com elas.

Pedro NUNCA faria isso!

E se andasse ao lado de uma irmã na fé, íntegra e dedicada, NINGUÉM ousaria pensar isso dele.

Só você e canalhas como o Elisson Freire, se vivessem na época…

Tenha mais respeito!

—- (6) Não faz absolutamente sentido algum dizer que neste texto a “mulher” é uma mulher qualquer, como uma amiga, uma mulher da igreja ou coisa do tipo, porque ninguém sai em particular com uma mulher específica levando-a para todos os lugares que não seja a sua companheira (esposa). Note que o texto não fala de “mulheres”, no plural, mas de uma “mulher irmã” ou “esposa crente”, ou seja, uma mulher em específico, cada uma delas acompanhando cada um deles, e não “colaboradoras”, como seria no caso de ajudantes.” —-

Não faz sentido mesmo não, dizer que era “uma mulher qualquer”! Por que não era! Eram irmãs na fé, dispostas a dedicar a vida ao seguimento de Jesus, auxiliando os seus apóstolos. Não eram simples “amigas”, eram, antes, mulheres devotadas a uma causa que importava salvação eterna e que esse seu cérebro medíocre jamais entenderá.

—- (7) Não há sentido em se colocar o termo gune no singular, se estava falando de meras colaboradoras. Isso porque quem tinha colaboradores costumava ter mais de um, como era o caso de Cristo, e não uma única pessoa, e ainda mais uma única mulher. Mas Paulo não diz que poderia levar pessoas para colaborar consigo no ministério, mas sim uma mulher ou esposa, que neste contexto é óbvio que se trata de uma esposa mesmo. É por isso que os escribas pró-celibato costumavam adulterar este versículo em suas cópias, geralmente trocando “mulher” por “mulheres”, que viam como necessário para dar algum sentido à tese das “colaboradoras”. —-

O singular faz sentido sim, senhor! Desde que Paulo estava tratando de um PRINCÍPIO, exempificando-o. E, para isso, o singular basta. Assim, por exemplo, nada obsta que alguém, dizendo: “-Preciso urgentemente de um ajudante para consertar minha casa”, receba, ao invés de um, dois ou três. Argumento bolha de sabão.

—- (8) O xeque-mate à “tese das colaboradoras” das quais Paulo supostamente teria aberto mão é o texto de Filipenses 4:2-3, onde o próprio Paulo diz ter colaboradoras!

“O que eu rogo a Evódia e também a Síntique é que vivam em harmonia no Senhor. Sim, e peço a você, leal companheiro de jugo, que as ajude; pois lutaram ao meu lado na causa do evangelho, com Clemente e meus demais cooperadores. Os seus nomes estão no livro da vida” (Filipenses 4:2-3)” —-

Isso não chega nem a ser um xeque, que dirá um “xeque-mate”!

E quem lhe disse que tais “colaboradoras” ACOMPANHAVAM PAULO E BARNABÉ EM SUA VIAGENS ?

Quem ?

Há maneiras e maneiras de se colaborar com alguém, Banzoli!

Uma acolhida temporária, uma mensagem contendo informações importantes, a própria divulgação feita por elas, entre seus parentes e conhecidos, do trabalho de Paulo etc. etc.

Por onde se conclui que o seu artigo é de uma pobreza franciscana.

Você continua:

—- “Está na cara que Paulo estava mesmo falando de esposa”. —-

Só se for na sua cara de pau!

Já os comentários que você, inicialmente, citou, TODOS PROTESTANTES, (Gill’s Exposition of the Entire Bible, Jamieson-Fausset-Brown , Matthew Henry, The Enduring Word Bible Commentary (de David Guzok) Pulpit Commentary, Coffman’s Commentaries on the Bible, William Barclay’s Daily Study Bible, Adam Clarke Commentary, Thomas Coke Commentary on the Holy Bible, Schaff’s Popular Commentary on the New Testament….)

NADA PROVAM, além da parcialidade protestante.

Todos protestantes, os comentários!!

Todos!

O que esperava, Banzoli ?

Que eles corroborassem a tese católica ?

Se quiser eu posso, por exemplo, listar o dobro desses comentários, TODOS (e muitos deles PROTESTANTES) afirmando que em Mt 16,18 a PEDRA é Pedro.

Acreditará neles ?

Não!

Você não acreditará!

E por quê ?

Porque – você dirá – são todos “romanistas”.

Do mesmo modo, diante do texto em si e da maneira que sempre o compreendeu a Igreja antiga e o compreendem ainda muitos exegetas, devo dizer-lhe que o número talvez impressione puxa-sacos seus, como o analfabeto do Welington Mendes.

Não a mim!

Com efeito, diz o Dr. Henri Deen, no periódico (já extinto, acho) “Hora Presente”, que:

—-

“Este texto [1Cor 9,5] NUNCA FOI COMPREENDIDO DE MANEIRA DIFERENTE [DA COMPREENSÃO CATÓLICA] NO CONJUNTO DA IGREJA”…Não encontramos UM ÚNICO TEXTO AUTÊNTICO PARA APOIAR O PONTO DE VISTA PROTESTANTE” (P.165). —-

No “CONJUNTO”, Lucas!

Entenda!

Dois ou três Padres isolados não decidirão nada.

E quanto aos comentários católicos que você citou ?

Bem, nada posso fazer contra uma ou outra opinião evidentemente insustentáveis deles.

Você acha mesmo, Banzoli, que eu acato qualquer comentário só porque provém de fonte (pelo memos em tese) católica ?

Acha que sou igual a esses “apologistazinhos” protestantes de Facebook ?

Agora, sim, vem o cheque-mate:

E é em você (versais minhas):

—– “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher;Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência. Digo, porém, isto como que por permissão e não por mandamento. PORQUE QUERERIA QUE TODOS OS HOMENS FOSSEM COMO EU MESMO” (1Cor. 7,1-70)

Paulo, caro Banzé, era SOLTEIRO!

Ou, no máximo, VIÚVO.

Casado é que não era!

O contexto de 1 Cor 7 não revela, da parte dele, A MENOR INTENÇÃO DE MUDAR DE ESTADO CIVIL.

Como, então, reivindicaria “esposa” em 1Cor 9,5 ?

Responda!

Por ora basta.

Fiz esta réplica de um jato.

E só a fiz para demonstrar a todos que você é um sofista de carteirinha.

E para mostrar ao Welington Mendes que, bajular sofista (como bajular qualquer pessoa), é ridículo.

Só que muito mais ridículo…

 
 
 

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