O paradoxo da felicidade
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- 9 de jul. de 2017
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O paradoxo da felicidade
Nunca antes na história, a indústria do entretenimento foi tão grande. Hoje temos maravilhosos parques temáticos, inúmeros filmes sendo produzidos diariamente, grandes peças de teatro, novelas, séries, desenhos, documentários…Tudo que de alguma maneira possa tornar a vida do homem melhor e mais feliz. Mas nunca antes o ser humano foi tão triste, estressado, deprimido, ansioso e esgotado mentalmente. O consumo de antidepressivos e a procura por ajuda psicológica vem a cada dia aumentando, mostrando que o ser humano, por mais que tente esconder, é carente, frágil e necessitado de amor.
Mas qual seria o motivo desse paradoxo? Uma sociedade que tem várias opções de “felicidade”,mas, o máximo que consegue são picos esporádicos dela. Creio que no fundo, todos sabem que a felicidade que esse mundo pode proporcionar, nunca será suficiente para satisfazer os desejos da alma. Existe um vazio existencial dentro de cada um que somente algo muito especial pode preencher. Esse “algo muito especial”, na verdade é alguém muito especial, que rompeu paradigmas e derrubou barreiras emocionais. Seus amigos o amavam, e seus inimigos se admiravam dele. De pescadores a reis, de coletores de impostos a cientistas, de prostitutas a rainhas e princesas, todos encontraram Nele, paz, alívio e preenchimento para seus vazios existenciais. O maior “Eu te amo” que esse mundo já viu, veio do alto de uma cruz, com os braços abertos e rosto ensanguentado, mostrando ao mundo que aquele amor era o único e verdadeiro. O grande Autor da vida, saiu da glória dos céus, para ensinar aos homens que Ele, somente Ele, era a plenitude da satisfação existencial humana, que Nele, a alma encontraria paz duradoura, com a sublime contemplação da verdadeira felicidade.
“Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” João 10:10















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