O RACISMO JUDEU E AS REVOLTAS POPULARES:

O RACISMO JUDEU E AS REVOLTAS POPULARES: As revoltas populares contra os judeus e conversos foram contidas, em grande medida, graças à enérgica ação dos sacerdotes e à firmeza da autoridade real, e por fim, de forma definitiva, quando se estabeleceu a inquisição. A corrupção e o relaxamento nos tribunais de justiça seria solucionado graças ao ímpeto e vontade de Isabel: mesmo ocupada na solução de tantos problemas imediatos, encontraria tempo lugar para assegurar-se de que todos os cidadãos tivessem Justiça rápida e gratuita, em todas as causas cíveis e criminais, administrando-a pessoalmente junto a um grupo de secretários e conselheiros. Apenas sua presença e as suas advertências que dirigiu contra aqueles funcionários relaxados já seriam suficientes para fazer-los compreender que os reis católicos — ao contrário de alguns de seus antecessores — iriam governar para todos, tanto para o povo quanto para os diferentes segmentos da sociedade. A inquisição, definitivamente, se encarregaria de em grande parte de erradicar os privilégios que os grandes da Espanha utilizavam muitas vezes em detrimento dos mais pobres, passando inclusive por cima dos Reis. Como diz o Historiador espanhol Serrano Plaja, que com os católicos, “os reis Foram pela primeira vez na Espanha, Reis; estado,e a política, política de nação, e não de um clã particular. Comenta Charles Lea uma anedota que põe em evidência esta realidade: “os dois simples Frades falaram com descarada Audácia aos grandes, acostumados a tratar a seus soberanos quase como iguais, uma Audácia que deve ter parecido incrível, mas a qual a Espanha com tempo seria acostumada pelo Santo Ofício”. Nas palavras de Dom Marcelino menéndez y pelayo: “A Espanha, evangelizadora da metade do orbe; Espanha, Martelo dos hereges, luz de Trento, espada de Roma, berço de Santo Inácio(…); essa é a nossa grandeza e nossa unidade; não temos outra. O dia em que acabe de perder-se, a Espanha voltará ao cantolanismo dos arévacos e dos vetões ou Reis de Taifas.(Arévacos e vetões: povos pré-romanos da região da península Ibérica).
O RACISMO JUDEU
Verdadeiramente racistas foram — e continuam sendo — os estatutos empregados pelos judeus. Não entrar no tema das perseguições que sofrem hoje em Israel os cristãos e não judeus, que são, antes de tudo e em primeiro lugar, promovida e amparadas pelo próprio estado Judeu. Tampouco vamos fazer referência ao extermínio sistemático de civis e dissidentes palestinos. Nada se diz a acerca da minuciosa seleção racial que o atual Parlamento israelense emprega para eleger seus membros (um dado bastante significativo que expressa bem esta realidade é o caso de Israel, cujo parlamento é 99% ocupado por judeus, Apesar destes constituírem pouco mais da metade da população total daquele país. Compare por exemplo, com o caso da Argentina, onde, constituindo menos de 1% da população ocupam direta ou indiretamente os postos mais relevantes de sua política). Basta perceber na atual teocracia israelense os traços proeminentes de um regime tipicamente totalitário, racista e fundamentalista; fato denunciado inclusive por homens honestos Judeus como Noam Chomsky e Israel shamir, junto a importante comunidade de judeus ortodoxos. Para podermos, verdadeiramente falar de estatutos raciais devemos buscar a história do judaísmo, algo que não deveria surpreender, dada a excessiva importância histórica atribuída pelos judeus a questão racial, conforme os ensinamentos da Torá — e muito especialmente os que vêm do talmud — que manda, entre outras prescrições, não casar com mulheres estrangeiras. Como bem reconhece Kuzntezky, que é um Historiador mais próximo à linha Judaica do que à neutralidade, inclusive os judeus assumidos apoiavam e consideravam convenientemente aplicação dos estatutos de pureza de sangue pela inquisição, pois eles mesmos, mais do que ninguém, queriam conservar pura sua raça, detestando profundamente aqueles conversos que se uniram a cristãos. O afã de manter pura a própria origem semítica está abundantemente expressado no antigo testamento, e com muita frequência na literatura dos judeus espanhóis, vieram os judeus Alessandra tu és muito Santa tomamos ter como a noiva de Nobre linhagem apreciarmos Tim como o ouro no pescoço (Américo Castro a realidade histórica da Espanha editorial México 1966. Outro preceito, expressão do particularismo judeu e da força isoladora da Lei, diz: “não contrairás matrimônio com esses povos, não darás tuas filhas aos seus filhos nem tomaras as suas filhas para os teus filhos Deuteronômio 7,3. O livro de Esdras Capítulo 2 dá uma lista daqueles que vieram a Jerusalém após o cativeiro da Babilônia, com suas linhagens e suas origens. Os sacerdotes deviam mostrar o registro de sua ascendência, ou seja, seu comprovante de pureza de sangue. Os filhos de certos sacerdotes “buscaram os registros de suas genealogias, e não o encontraram; e foram afastados do sacerdócio” Ezequiel 2,62 e Neemias 7,63. O hispanista Ramiro de Maetzu, da mesma opinião, concebe o judaísmo como uma comunidade é racista, em segundo lugar, talvez, religiosa. A prova, está em que, em primeiro lugar não querem prosélitos. Conta Isabel Friedllander que, quando estes eram admitidos, ‘era sempre sob condições expressa de que com isso abandonavam o direito de ser judeus por raça’. Por essa razão foram rechaçados os samaritanos, que professavam sua religião mas não procediam de seu sangue. É, por outro lado, um judeu continua sendo judeu quando ele renuncia de sua fé. Precisamente por isso fomos obrigados a estabelecer a inquisição. Não podíamos confiar em sua suposta conversão, pois a história nos ensina que os judeus pseudo-cristãos, pseudo-pagãos ou pseudo-mulçumanos, que adotaram quando lhes convinha uma religião estranha, voltam à sua própria religião quando se lhes apresenta uma ocasião favorável, ainda que tenham de esperar por ela durante várias gerações. O filósofo Immanuel Kant expressava-se em termos similares, dizendo: “o judaísmo não é propriamente uma religião, mas simplesmente a associação de algumas pessoas de uma origem comum, constituídas em uma República com o Amparo de leis puramente política; portanto, não formam uma igreja (…). O judaísmo está muito longe de ter sido a Igreja Universal durante algum tempo; é mais adequado dizer que excluiu a todo o gênero humano de sua comunhão; considerava-se o povo escolhido de Javé, provocando assim a inimizade de todos os povos e incitando a sua própria inimizade Contra Eles”, por sua vez, Roy Schoeman, escritor e teólogo convertido em 1992, explica claramente os fundamentos do etnicismo religioso judaico: “A nova aliança é uma aliança através da fé. É através da fé que alguém se torna e se mantém membro. Embora os sacramentos fortaleçam e confirmem o membro na Aliança, ao mesmo tempo que lhe trazem inumeráveis Graças, não são eles em si a essência, como o prova o fato de que o batismo de desejo sempre existiu desde os primeiros dias da igreja. A antiga aliança dado aos judeus, ao contrário, é uma aliança através do sangue, da descendência, no clan genealógico que começou com filho de Abraão e Isaac. É mais uma identidade étnica do que um grupo de crenças. A conversão ao judaísmo consistia não tanto em adotar certas crenças (as quais são também necessárias), quanto em ser adotado pelo clã dentro da comunidade de Israel. O status social é de tal importância para os judeus que podem encontrar-se expressões de racismo manifestos entre os de seu próprio grupo, como o caso dos judeus sefarditas, que têm inimizades, às vezes mortal, com os asquenazes. Leon poliakov, Historiador judeu considerado um dos maiores especialistas no tema do antissemitismo, dedicou grande parte de suas obras a este assunto em particular. No terceiro Volume de seu trabalho história do antissemitismo, menciona casos Que surpreenderam Há muitas pessoas assim por exemplo o caso do médico judeu português do Duque de Hannover, o qual se manifestava, assim como seus correligionários, não querer ter nenhum tipo de relacionamento com judeus alemães(asquenazes), “por causa de sua imundícia e fedor” conta polyakov ,citando uma carta do judeu Bortoles Pinto, em resposta ao antissemitismo de Voltaire, que o divórcio do judeu português dos outros judeus alcança Tais extremos que, se um judeu português contraísse matrimônio com uma judia alemã, tanto na Holanda como na Inglaterra já não seria aceito como membro de sua sinagoga e perderia todas as suas prerrogativas, assim como todo tipo de Privilégio eclesiásticos e civis. “seria considerado como absolutamente separado do corpo da Nação, e nem sequer poderia ser enterrado junto a seus irmãos Portugueses.
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