É POSSIVEL UMA IGREJA ESQUIZOFRÊNICA?

Nesta semana, li nalgum lugar que o Pontifício Conselho para a Família (presidido pelo controvertido Arcebispo Vincenzo Paglia) estuda a possibilidade de a Igreja rever sua posição quanto aos anticoncepcionais.
Os anticoncepcionais são instrumentos que contrariam a lei natural. Paulo VI já alertava para os riscos de erotização da sociedade com o uso massificado dos anticoncepcionais, ao facilitar e banalizar as relações sexuais.
E, depois da Humanae vitae, não deu outra coisa: a pornografia passou a imperar por todo lado.
O estranho é que a própria Igreja, que alertou para esse risco, examina agora a possibilidade de rever sua posição a respeito dos contraceptivos.
É possível falar numa Igreja esquizofrênica? É imaginável o Cristo-corpo contrariando o Cristo-cabeça? Ou seria mais justo falar numa falsa “igreja” diabolicamente infiltrada na verdadeira, tentando destruí-la, o que provoca essa impressão de esquizofrenia?
A verdadeira Igreja sabe que o meio mais legítimo para evitar a concepção (se isto for realmente necessário) é a mortificação sexual, que aliás é uma excelente escola de virtude.
















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