top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

A catequese do “encardido” chamada Big Brother – Trecho de uma pregação de Padre Léo

Se você quer uma catequese do demônio, para descobrir tudo que o demônio tem a ensinar as famílias para que elas se destruam, chama-se Big Brother.

Clique aqui para assistir a pregação:


A maior catequese demoníaca contrária à família. Se você quer uma catequese do demônio, para descobrir tudo que o demônio tem a ensinar as famílias para que elas se destruam (e aí o lobo entra lá com facilidade), chama-se Big Brother. Aí você tem uma aula completa. E é terrível!

Hoje faz uma semana que eu li na Folha de São Paulo, um jornal sério, um grande jornal (e também não iria publicar uma matéria dessas se não tivesse provas), que o Big Brother, criado pela Endemol… Olha o nome da empresa: Endemol… O Big Brother já passou em 27 países do mundo. Na Espanha, por exemplo, já chegou na quinta edição. No Brasil está na *quarta…

Ele já foi assistido por 2 bilhões de telespectadores no mundo. E, como eles estão espalhados no mundo inteiro, criaram então o Big Brother árabe, muçulmano, pra passar em vários países da Arábia. O programa foi feito nos Emirados Árabes. Os doze participantes, um de cada país, pegando toda a região da Arábia, toda a região muçulmana. E tomaram os cuidados, lá, por exemplo: o quarto das moças separado do quarto dos rapazes. Os rapazes não podiam entrar no quarto das moças e as moças não podiam entrar no quarto dos rapazes, como é a lei muçulmana. As moças podiam ficar com a veste até o pé, como elas usam, inclusive uma delas, dizia o jornal, o tempo todo estava com aquela veste. Eles tinham, dentro da casa do Big Brother, um quarto especial para oração, que o muçulmano tem que rezar três vezes por dia. Portanto, eles tomaram muitos cuidados! Estreou, foi ao ar e saiu do ar dois dias depois! Porque a população de 12 países muçulmanos disse: “Nós não queremos isso em nossa casa”. Lá na Arábia.

Agora, sabe o que deixa a gente envergonhado? Nos países que já fizeram a terceira, a quarta, a quinta edição, a maioria da população se diz católica. Não é uma vergonha? A própria Folha de São Paulo dizia que, há três semanas atrás, quando tinha a eliminatoria do Big Brother, tiveram a alegria de ter 11 milhões de telefonemas. Onze milhões de telefonemas! Com excessão do estado de São Paulo e de Minas, nenhum outro estado do Brasil tem uma população tão grande. Onze milhões? Pra que, gente? Pra eliminar alguém!

Qual é a grande catequese que ensina o Big Brother? Que você pra ganhar na vida, você tem que ir, pouco a pouco, eliminando as pessoas. Olha se não é o demônio que taí? É o contrário do Evangelho. Por isso, eles gastam tanto dinheiro, por isso tem tanta propaganda, tanta empresa grande patrocinando. É a catequese do inferno pra destruir família. A imoralidade corre solta! Por acaso eles colocam lá um irmão, uma irmã de verdade? Porque aí ia defender o irmão… Eles colocam gente estranha. Eles colocam lá gente que tenha coragem de se mostrar, gente que tenha coragem de ficar pelado. Gente que tenha coragem de se prostituir e sabendo que está sendo tudo filmado. Gente que não tem pudor. Gente que não tem vergonha na cara. E mostra que a família está apoiando essa pouca vergonha! Porque cada semana, pra eliminatória leva.. a Globo paga uma fortuna pra levar a família de avião, fica em hotel 5 estrelas, os amigos, vão buscar “véio, a véia”, eles vão buscar todo mundo em cadeira de rodas, tudo eles levam…cPra mostrar que a família está apoiando a pessoa lá dentro.

Apoiando o quê, gente? Pra ganhar o quê? Pra ganhar não sei quantos mil reais, claro, não é todo esse dinheiro que vai pra mão da pessoa, isso é óbvio que não é. Se fosse assim os que tivessem ganhado antes estavam já milionários. Num país feito o nosso ganhar 500 mil reais!

Estão programando um lá na França e outro na Espanha, com duração de um ano. O prêmio vai ser um milhão de euros. Dá mais ou menos 3.700 mil reais. Uma loucura! Uma fortuna! Esse vai ser o prêmio. Então, vai ensinando a pessoa que pra você conseguir, primeiro, que a felicidade é consequência daquilo que eu tenho. Que eu preciso de muito dinheiro pra ser feliz. E para conseguir muito dinheiro eu preciso fazer o quê? Eliminar as pessoas.

Eu vou dizer uma coisa a você, na nossa Comunidade Bethânia, nós já temos muitos filhos e filhas que foram eliminados pela família. Quantas pessoas você já eliminou da sua vida? Ah, tem um amigo e ele prejudicou você? Elimina! Seu marido não faz você mais feliz? E você nasceu para ser feliz, você tem direito de ser feliz? Você assistiu isso na novela… Tem direito de ser feliz? Elimina o marido. Quantos maridos já eliminaram a esposa? Alguns chegam a eliminar, mandam matar mesmo! Não foi ontem no shopping, aqui? Eliminaram um casal aí. Meteu fogo! Dez metros aí do estacinamento do shopping da cidade. Tá no jornal de hoje, notícia do jornal de Joinville. Elimina! Seu vizinho tá te incomodando? Elimina!

Ah, não precisa ir longe, lá no seu Grupo de Oração tem alguém te incomodando? Elimina! Como você não tem coragem de eliminar ele matando, como você não tem coragem de ir lá no confessionário pra eliminar ele, você mata com sua língua através da fofoca, da mentira, da calúnia… Elimina. Porque a hora que elimina a comunidade… Por isso, o demônio não gosta de comunidade. A comunidade constrói. Gente, o encardido é terrível!

Hoje, a Nova Era patrocina religiões que se dizem catolicas. Nós sabemos que, por exemplo, quantas comunidades católicas tem em Joinville! Quantas comunidades evangélicas sérias tem em Joinville! Santa Catarina tem uma dívida imensa aos irmãos, principalmente aos irmãos da Confissão Luterana, por exemplo… Quantos!

Como é que surge uma comunidade? A gente arruma dinheiro, e vai lá e compra um teatro? Nós temos dinheiro pra comprar aqui o Ivan Rodrigues e transformá-lo numa Igreja? Temos? Não. Uma comunidade vai sendo contruída tjolo por tijolo. Ou você constrói ou o lobo derruba!

Pois o encardido está criando igrejas que se dizem cristãs, que usam o nome de Jesus. Usando dinheiro de droga, dinheiro internacional. Vai lá no centro da cidade, compra um teatro, compra um cinema. Compra isso, compra aquilo… E a partir de então põe uma fachada lá na frente dizendo: Essa igreja é de Nosso Senhor Jesus Cristo. E eu digo a você: essa não é a igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Transcrição de um áudio de pregação de padre Léo encontrado no YouTube.

* A quarta edição do BBB aconteceu em 2004, o que nos leva a conclusão que a pregação acima transcrita é do referido ano e ocorreu em Joinville-SC, de acordo com a narração de Padre Léo dos fatos daquele fim de semana.

 
 
 

Para a nossa família o Terço diário começou um ano, durante o Advento. A Joy e eu sabíamos que deveríamos rezar o Terço em família todos os dias. Afinal de contas, Nossa Senhora de Fátima pediu se rezar o Terço todos os dias.

Mais ainda, os Papas têm pedido repetidas vezes o Terço em família, concedendo mesmo uma indulgência plenária a quem o faz. Por isso nós queríamos rezá-lo, mas não sabíamos como começar. Sem sabermos, o Advento viria a tornar-se o modo para o Terço diário se tornar consagrado na nossa vida doméstica de cada dia. Aconteceu assim:

Todos os anos a nossa família acende uma coroa de advento muito bonita, com velas altas e largas – não só nos Domingos do Advento mas em cada do dia do Avento (i.e. acendemos um vela roxa todas noites na primeira semana – duas velas na segunda semana, etc.). Normalmente eu lia um versículo da Sagrada Escritura, falávamos sobre isso e depois rezámos em família. Quando as crianças começaram a crescer faziam o que fosse preciso para acender as velas porque as crianças gostam mesmo do fogo.

Se disserem a uma criança: “Podes acender as velas do Advento se comeres as ervilhas todas”, a criança vai comer todas as ervilhas. Isto também funciona na Missa. Já acalmei o meu filho de 3 anos a dizer baixinho: “Se queres acender uma vela no fundo da igreja, é melhor parares de andar às voltas!”

Assim, o Advento foi a única altura consistente em que nos juntávamos como uma família à noite para rezar. Rezávamos com as crianças antes de dormir. As crianças gostavam das nossas noites de Advento porque podiam acender as velas e depois soprá-las quando acabava. Naturalmente, o Advento foi a altura ideal para inserir o Terço de família e foi isso que aconteceu.

As crianças, dos 3 aos 7 de idade, vão tentar rezar e seguir as contas se puderem “brincar com o fogo”. As velas do Advento foram o meio de conseguir isto.

Por isso, quando o Advento acabou, continuámos a rezar o Terço durante os 12 dias de Natal e continuámos a acender essas velas. Depois veio a Epifania e tínhamos de guardar as velas. Isto foi um problema porque as crianças queriam acender as velas! Mas nós não podíamos manter a Coroa de Advento o ano inteiro…

Assim, fizemos um altar de família permanente, acrescentámos um crucifixo e…claro: velas. E o Terço em família simplesmente continuou e tem continuado sem interrupções até hoje. Mesmo com babysitters, as crianças vão rezar o Terço. É como lavar os dentes ou pôr desodorizante. Rezar o Terço é uma coisa que se faz todos os dias.

Ainda estamos na primeira semana do Advento. Se não rezam o Terço em família não é tarde. Deixem os miúdos acender as velas e arranjem uma imagem bonita de Nossa Senhora ou um crucifixo para ter por perto. Quando o Advento acabar, tirem a coroa, e repitam o processo.

Tenham um feliz e santo Advento e façam dele um tempo para crescer mais perto de Maria e Jesus – através do Santo Terço.

Taylor Marshall

 
 
 

Nosso plano é fazer a vontade de Deus, afirmam pais de 10 crianças.

A família de Carlos e Mariana Arasaki chama a atenção em um mundo obcecado por contraceptivos e planejamento familiar. Casados há 10 anos, eles são pais de dez filhos, contando os dois gêmeos que devem nascer em março. A foto com que anunciaram a chegada dos dois mais novos herdeiros, com uma espécie de “escadinha” numerada com balões dos filhos viralizou nas redes sociais. A tal ponto que chamou a atenção dos meios de comunicação. O casal virou notícia em diversos sites. Mas os sites omitiram a razão profunda pela qual Carlos e Mariana têm sua grande família: os Arasaki são católicos.

“Para nós, essa repercussão nunca foi planejada, nós só nos abrimos. Quando você abre seu coração para Deus entrar e a providência poder fazer o que ela precisa fazer, você sabe que não vai se arrepender, porque tomou a decisão correta”, afirmou Carlos. Para o casal, essa foi uma oportunidade de falar sobre a importância de estar aberto a receber os filhos que Deus enviar. Para Carlos, o principal é que a mensagem que transmitem é “universal”, “é uma oportunidade de poder passar para todas as pessoas, de todas as religiões”, o valor de “se abrir à vida”. Leia também: A Igreja Católica permite o uso dos métodos anticoncepcionais?

A foto da família Arasaki com seus dez filhos foi postada no Instagram @coracaodemami. Segundo Mariana, esta conta na rede social foi criada para atender ao pedido de conhecidos que perguntavam como a família lidava com tantos filhos. Inicialmente, a ideia era partilhar essa experiência apenas com amigos. Mas, o alcance foi bem maior. A conta, lançada no início de outubro, já possui mais de 75 mil seguidores. Para o casal, o objetivo ao partilhar suas experiências é “despertar a atenção das pessoas de que a paternidade e a maternidade são o principal, muito mais do que estar focado no seu dinheiro, em crescer profissionalmente, para onde vai viajar, questões egoístas”. “O ponto fundamental é você deixar seu coração aberto para Deus, porque ter uma família numerosa não é um pedido que Jesus vai fazer a todos. Mas, para cada um Ele tem um pedido diferente, para uns Ele tem um, para outros, dois, para outros Ele vai pedir a adoção. E todos os chamados são lindos”, disse Mariana.

Para Mariana e Carlos, o caminho que trilharam até a construção de uma família numerosa foi possível porque “fazer a vontade de Deus sempre foi o plano de nossas vidas”. O casal se conheceu em um domingo de Páscoa, na igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo (SP). Desde então, ainda como amigos, passaram a “ir à missa diária, rezar o terço”. Tinham “uma vida de oração juntos”, contou Mariana. “Já tínhamos uma maturidade na época de que queríamos fazer a vontade de Deus”, disse Carlos. “Deus iria cuidar de nós e nos mostrar nossa vocação, qual caminho deveríamos seguir”. Leia também Desvantagens do filho único e vantagens de uma família numerosa

Depois do casamento, Carlos e Mariana não definiram quantos filhos queriam ter. Segundo Carlos, a decisão de ter muitos filhos “não é algo imediato, é uma vivência que você vai percebendo quando vai criando os primeiros filhos”. É necessário abdicar de “diversas situações que estava acostumado quando solteiro, quando era uma pessoa que não tinha tantas responsabilidades, que não tinha que cuidar de uma família”, diz. “Você só descobre tendo novos filhos que eles são uma bênção, são um tesouro, uma dádiva e alegram, complementam a sua vida”.

Para Mariana, com esta abertura à vida, é possível “entender um pouquinho do amor de Deus por nós, porque cada filho que chega não é que o nosso amor se divida, pelo contrário, ele se multiplica” e, com o nascimento de cada filho, Deus “melhora nossos defeitos, vai nos dando sabedoria para conduzir a família”. “É algo muito especial”, declarou.

Carlos contou que cada “filho é um mundo novo de oportunidades que se abre”. “Você vê esse filho de um tipo de personalidade mais tímido, outro mais líder, outro mais sorridente. Então, vê que cada coração é um tesouro que Deus te dá para você descobrir mais coisas sobre a vida, sobre o amor de Deus”. Por isso, não se pode colocar limitações, “não há limitações para o amor de Deus”. “Falam em limitações financeiras, de tempo, limitações egoístas do que vou fazer com minha carreira ou determinados planos que eu tenho. Mas, na verdade, os planos de Deus são muito mais ricos e maiores”. Leia também Como católicos, podemos escolher a quantidade de filhos?

Família Arasaki na igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo (SP). Foto: @coracaodemami

Membros do Apostolado da Oração, Carlos e Mariana veem sua vida em família também como um testemunho. “É como a pedra na água que você joga e vai fazendo círculos concêntricos e isso vai expandindo. Quanto mais filhos, mais amigos, mais famílias que vão se aproximando. Grande parte desse apostolado é um apostolado que é automático. As pessoas olham na rua e não precisamos falar nada”, disse Carlos, que também é membro da prelazia pessoal da Opus Dei. Mariana lembrou que, muitas vezes durante um passeio, quando as pessoas os veem com várias crianças e ela grávida, param a família “para perguntar se é tudo nosso, se é do mesmo pai e da mesma mãe”.

Como muitas famílias, o casal também já se perguntou se iria dar conta. “Esse dar conta é se vamos ser capazes de dar a formação correta”, diz Mariana, “e não do trabalho em si, porque, depois que você vai tendo os filhos, o trabalho se automatiza e não fica algo trabalhoso”. Para Carlos, o importante é “fazer o melhor todos os dias para fazer aquilo que está dentro do seu controle”. Assim, é preciso se dedicar às “coisas que posso influenciar positivamente, administrar bem o meu lar, acompanhar os meus filhos, tomar os cuidados necessários para que eles se formem bem. Mas, o resto da vida é imprevisível, tanto para uma pessoa, quanto para quinze, vinte pessoas. Então, você tem que abrir mão da tentação de querer controlar tudo”.

Essa confiança em Deus e fé são vividas pela família no cotidiano. “São pequenos detalhes que fazem a diferença”, disse Mariana. “De manhã, vamos para a escola rezando o terço no carro e cada um reza um mistério e cada um faz seus pedidos pessoais; nas refeições, agradecem sempre pelo alimento e, antes de dormir, também fazem a oração”, contou Carlos. Outra prática é oferecer tudo a Jesus. “Buscamos ensinar para as crianças que Jesus se alegra muito com isso. Se estamos tristes, felizes, para oferecermos para Ele. Quando eles não querem comer uma comida diferente, eu converso e falo da importância, digo: ‘mamãe também não gosto de muita coisa, mas faz por Jesus, porque na vida a gente não faz só o que gosta’. Então, estou sempre tentando mostrar esse lado para eles”, disse Mariana.

As crianças trazem em seus nomes a marca da devoção católica da família. “Sempre nos inspiramos nos nossos santos de devoção. Então, para cada filho tem uma história diferente”, disse Mariana. A primeira filha do casal, de nove anos, chama-se Maria Philomena. A mãe alcançou uma graça por intercessão de santa Filomena quando era jovem e prometeu dar o nome da santa à sua primeira filha. “E ela nasceu no dia da apresentação de Nossa Senhora, então meu marido falou que não tinha como não ser Maria Philomena”. As meninas todas levam o nome de Nossa Senhora: Maria Clara, de 7 anos, Maria Sophia, de seis, Margarida Maria, de três, Maria Madalena, de dois, e Stella Maria, de dez meses. Os meninos são Martin, de oito anos, e Bernardo, de quatro. Os gêmeos que ainda estão no ventre da mãe se chamarão João Pio e Josemaría, por causa de “são Josemaria Escrivá, nosso santo do coração; João de várias santos e Pio por Padre Pio” de Pietrelcina, de quem Mariana é muito devota. São Josemaria Escrivá foi o fundador da Opus Dei. Leia também Um grave problema: Terceirizar a educação dos filhos

“Descobri que eram gêmeos foi um dia que tive um sangramento e fui ao consultório da minha médica”, conta Mariana. “Achei que seria atendida rápido, mas Deus tem sempre um plano. Eu cheguei lá e demorou um pouco. Enquanto eu esperava, comecei a chamar por Padre Pio e pedir que intercedesse por meu bebê, para que fosse feita a vontade de Deus. Então, fui pedindo a ele a graça. Enquanto fazia a ultrassom, minha médica começou a rir e perguntou e disse: ‘Você não imagina porque eu estou rindo? São gêmeos!’ Meu coração, então, pulou de alegria, parecia que tinha se dilatado cinco vezes mais e eu ia explodir de felicidade”, contou Mariana. Ao refletir sobre esse episódio, Carlos contou que lembrou de são Felipe Néri, “que na hora que foram exumar o corpo dele viram que o coração dele era maior do que o de uma pessoa normal. É a mesma questão, o seu coração se dilata, seu amor se multiplica, a sua felicidade já não tem mais limites. Por que você vai limitar sua felicidade?”

Curso de Formação para Catequistas e Pais que desejam dar catequese aos Filhos

Cientes desta realidade, apresentamos o curso de formação com metodologia, conteúdo e espiritualidade para catequistas e pais que desejam ensinar seus filhos. Aquilo o que é necessário para ensinar autêntica doutrina católica para seus filhos ou alunos, e ajudá-los a viver como verdadeiros cristãos. O curso terá inicio em 08 de novembro e terá duração de três meses e meio todas as segundas-feiras. Será totalmente online através de reuniões virtuais. 👉 Clique aqui para mais informações e inscrever-se no curso

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis