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Para a nossa família o Terço diário começou um ano, durante o Advento. A Joy e eu sabíamos que deveríamos rezar o Terço em família todos os dias. Afinal de contas, Nossa Senhora de Fátima pediu se rezar o Terço todos os dias.

Mais ainda, os Papas têm pedido repetidas vezes o Terço em família, concedendo mesmo uma indulgência plenária a quem o faz. Por isso nós queríamos rezá-lo, mas não sabíamos como começar. Sem sabermos, o Advento viria a tornar-se o modo para o Terço diário se tornar consagrado na nossa vida doméstica de cada dia. Aconteceu assim:

Todos os anos a nossa família acende uma coroa de advento muito bonita, com velas altas e largas – não só nos Domingos do Advento mas em cada do dia do Avento (i.e. acendemos um vela roxa todas noites na primeira semana – duas velas na segunda semana, etc.). Normalmente eu lia um versículo da Sagrada Escritura, falávamos sobre isso e depois rezámos em família. Quando as crianças começaram a crescer faziam o que fosse preciso para acender as velas porque as crianças gostam mesmo do fogo.

Se disserem a uma criança: “Podes acender as velas do Advento se comeres as ervilhas todas”, a criança vai comer todas as ervilhas. Isto também funciona na Missa. Já acalmei o meu filho de 3 anos a dizer baixinho: “Se queres acender uma vela no fundo da igreja, é melhor parares de andar às voltas!”

Assim, o Advento foi a única altura consistente em que nos juntávamos como uma família à noite para rezar. Rezávamos com as crianças antes de dormir. As crianças gostavam das nossas noites de Advento porque podiam acender as velas e depois soprá-las quando acabava. Naturalmente, o Advento foi a altura ideal para inserir o Terço de família e foi isso que aconteceu.

As crianças, dos 3 aos 7 de idade, vão tentar rezar e seguir as contas se puderem “brincar com o fogo”. As velas do Advento foram o meio de conseguir isto.

Por isso, quando o Advento acabou, continuámos a rezar o Terço durante os 12 dias de Natal e continuámos a acender essas velas. Depois veio a Epifania e tínhamos de guardar as velas. Isto foi um problema porque as crianças queriam acender as velas! Mas nós não podíamos manter a Coroa de Advento o ano inteiro…

Assim, fizemos um altar de família permanente, acrescentámos um crucifixo e…claro: velas. E o Terço em família simplesmente continuou e tem continuado sem interrupções até hoje. Mesmo com babysitters, as crianças vão rezar o Terço. É como lavar os dentes ou pôr desodorizante. Rezar o Terço é uma coisa que se faz todos os dias.

Ainda estamos na primeira semana do Advento. Se não rezam o Terço em família não é tarde. Deixem os miúdos acender as velas e arranjem uma imagem bonita de Nossa Senhora ou um crucifixo para ter por perto. Quando o Advento acabar, tirem a coroa, e repitam o processo.

Tenham um feliz e santo Advento e façam dele um tempo para crescer mais perto de Maria e Jesus – através do Santo Terço.

Taylor Marshall

 
 
 

Para a nossa família o Terço diário começou um ano, durante o Advento. A Joy e eu sabíamos que deveríamos rezar o Terço em família todos os dias. Afinal de contas, Nossa Senhora de Fátima pediu se rezar o Terço todos os dias.

Mais ainda, os Papas têm pedido repetidas vezes o Terço em família, concedendo mesmo uma indulgência plenária a quem o faz. Por isso nós queríamos rezá-lo, mas não sabíamos como começar. Sem sabermos, o Advento viria a tornar-se o modo para o Terço diário se tornar consagrado na nossa vida doméstica de cada dia. Aconteceu assim:

Todos os anos a nossa família acende uma coroa de advento muito bonita, com velas altas e largas – não só nos Domingos do Advento mas em cada do dia do Avento (i.e. acendemos um vela roxa todas noites na primeira semana – duas velas na segunda semana, etc.). Normalmente eu lia um versículo da Sagrada Escritura, falávamos sobre isso e depois rezámos em família. Quando as crianças começaram a crescer faziam o que fosse preciso para acender as velas porque as crianças gostam mesmo do fogo.

Se disserem a uma criança: “Podes acender as velas do Advento se comeres as ervilhas todas”, a criança vai comer todas as ervilhas. Isto também funciona na Missa. Já acalmei o meu filho de 3 anos a dizer baixinho: “Se queres acender uma vela no fundo da igreja, é melhor parares de andar às voltas!”

Assim, o Advento foi a única altura consistente em que nos juntávamos como uma família à noite para rezar. Rezávamos com as crianças antes de dormir. As crianças gostavam das nossas noites de Advento porque podiam acender as velas e depois soprá-las quando acabava. Naturalmente, o Advento foi a altura ideal para inserir o Terço de família e foi isso que aconteceu.

As crianças, dos 3 aos 7 de idade, vão tentar rezar e seguir as contas se puderem “brincar com o fogo”. As velas do Advento foram o meio de conseguir isto.

Por isso, quando o Advento acabou, continuámos a rezar o Terço durante os 12 dias de Natal e continuámos a acender essas velas. Depois veio a Epifania e tínhamos de guardar as velas. Isto foi um problema porque as crianças queriam acender as velas! Mas nós não podíamos manter a Coroa de Advento o ano inteiro…

Assim, fizemos um altar de família permanente, acrescentámos um crucifixo e…claro: velas. E o Terço em família simplesmente continuou e tem continuado sem interrupções até hoje. Mesmo com babysitters, as crianças vão rezar o Terço. É como lavar os dentes ou pôr desodorizante. Rezar o Terço é uma coisa que se faz todos os dias.

Ainda estamos na primeira semana do Advento. Se não rezam o Terço em família não é tarde. Deixem os miúdos acender as velas e arranjem uma imagem bonita de Nossa Senhora ou um crucifixo para ter por perto. Quando o Advento acabar, tirem a coroa, e repitam o processo.

Tenham um feliz e santo Advento e façam dele um tempo para crescer mais perto de Maria e Jesus – através do Santo Terço.

Taylor Marshall

 
 
 

O Advento é o tempo de preparação para celebrar o Natal e começa quatro domingos antes desta festa. Além disso, marca o início do novo Ano Litúrgico católico e em 2021 começará no domingo, 28 de novembro.

Advento vem do latim “ad-venio”, que quer dizer “vir, chegar”. Começa com o domingo mais próximo da festa de Santo André (30 de novembro) e dura quatro semanas.

O Advento está dividido em duas partes: as primeiras duas semanas servem para meditar sobre a vinda do Senhor quando ocorrer o fim do mundo; enquanto as duas seguintes servem para refletir concretamente sobre o nascimento de Jesus e sua irrupção na história do homem no Natal.

Nos templos e casas são colocadas as coras do Advento e se acende uma vela a cada domingo. Do mesmo modo, os paramentos do sacerdote e as toalhas do altar são roxos, como símbolo de preparação e penitência. A exceção é o terceiro domingo, o Domingo Gaudete (da alegria), no qual pode se usar a cor rósea.


A fim de fazer sensível esta dupla preparação de espera, durante o Advento, a Liturgia suprime alguns elementos festivos. Na Missa, não é proclamado o hino do Glória.

O objetivo desses simbolismos é expressar de maneira tangível que, enquanto dura a peregrinação do homem, falta-lhe algo para seu gozo completo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, a Igreja terá chegado à sua festa completa, representada pela Solenidade do Natal.

Muitos católicos sabem do Advento, mas talvez as preocupações no trabalho, as provas na escola, os ensaios com o coral ou teatro de Natal, a arrumação do presépio e a compra dos presentes fazem com que se esqueçam do verdadeiro sentido deste tempo. Por isso, é preciso recordar que a principal preparação neste período deve ser interior, na espera da vinda de Jesus.

No tempo do Advento, faz-se um apelo aos cristãos, a fim de que vivam de maneira mais profunda algumas práticas específicas, como: a vigilância na fé, na oração, na busca de reconhecer o Cristo que vem nos acontecimentos e nos irmãos; a conversão, procurando consertar os próprios caminhos e andar nos caminhos do Senhor, para seguir Jesus em direção Reino do Pai; o testemunho da alegria que Jesus traz, através de uma caridade paciente e carinhosa para com os outros; a pobreza interior, de um coração disponível para Deus, como Maria, José, João Batista, Zacarias, Isabel; a alegria, na feliz expectativa do Cristo que vem e na invencível certeza de que Ele não falhará.

8 Dicas para bem viver o Advento.

Estamos nos preparando para o Advento e resolvemos deixar 5 pontos que nos ajudarão a viver bem este tempo único de conversão e de graças. Existe uma ação de Deus toda especial que nos convida à conversão e ao retorno a vida sobre o senhorio de Jesus. O fato de estarmos esperando a vinda de Jesus nos enche de alegria e esperança, pois sabemos que não seremos decepcionados, Jesus virá e não tardará. Por isso preparemo-nos para recebê-lo em nossos corações.

1. Viver o Advento em família;

Reze todos os dias o terço em família e medite os mistérios da vida de Jesus, além

2. Recordar o festejado (Jesus Cristo);

Leia a bíblia, ao menos um capítulo por dia, principalmente os Evangelhos.

3. Montar o presépio;

Monte um presépio, mesmo que seja dos mais simples, é muito útil especialmente para famílias com crianças. (na internet é possível encontrar modelos para imprimir)

4. Contemplar o mistério e preparar o coração para receber o Senhor;

Faça um bom exame de consciência e busque se confessar com frequência, ao menos uma vez por mês, para melhor receber Jesus no Santíssimo Sacramento.

5. Seja missionário

Convide seus familiares e amigos para rezar, para ir à igreja, fazer caridade e outras atividades que os atraiam para mais perto de Deus.

6. Ajude os pobres

Quanto mais você dá, melhor se sente. Faça um acordo com os amigos e com os familiares e reduza os gastos natalinos para dar este dinheiro aos que mais necessitam. Pode apoiar iniciativas locais de sua cidade.

7. Não se esqueça dos sacerdotes

Lembre-se de rezar e se puder um presente ao sacerdote da sua paróquia, mas o principal é sua oração diária.

8. Assista filmes católicos

Assista filmes sobre a verdadeira história do Natal. Priorize aquelas que falam sobre o nascimento do Menino Jesus.

Orientações e práticas para um bom Advento

Inicia-se neste domingo o tempo do Advento, que é o período em que a Igreja se prepara, por meio da oração e da penitência, para a grande solenidade do Natal. Embora haja o costume de se referir a essa data como o “aniversário” de Jesus, o Natal é, na verdade, a celebração do mistério da Encarnação, motivo pelo qual, desde o século IV, a Igreja reserva um tempo específico da liturgia, dedicado à preparação dos fiéis, por meio do incentivo às práticas de piedade e ascese, a fim de que acolham o Verbo Encarnado de Deus, o Redentor do gênero humano, em seus corações.

Deus, que habita em luz inacessível, está presente nas suas criaturas, especialmente no ser humano, por meio de seus vestígios, de modo que o homem pode intuir a sua existência. Com a Encarnação, porém, o Senhor revelou-se aos homens de uma maneira muito particular, manifestando-lhes a plenitude de seu amor, algo que seria impossível de se fazer somente pela criação. Daí a grandeza do Natal e o porquê de a Igreja, vestindo-se de roxo, dedicar um período da liturgia para a meditação desse acontecimento, ao longo de quatro semanas. O objetivo do Advento é capacitar os cristãos a reconhecerem a presença de Cristo em suas vidas.

O Natal se refere a uma das vindas de Jesus. São Bernardo de Claraval ensina que existem três dessas vindas. A primeira ocorreu há dois mil anos, na humildade de uma manjedoura, em Belém. A terceira será a vinda definitiva, no Fim dos Tempos, quando Jesus se assentará no trono da glória para julgar os atos da humanidade. A segunda vinda, por sua vez, é uma vinda intermediária, que pode acontecer todos os dias, por meio dos sacramentos, sobretudo pela Confissão e pela Eucaristia. E é justamente essa a vinda para qual devemos nos preparar no tempo do Advento.

De forma concreta, a pessoa que está em estado de graça deve ser capaz de perceber a presença de Deus em sua alma. Todos os batizados recebem um organismo espiritual que é alimentado pela presença da Santíssima Trindade, como prometeu Jesus durante a Última Ceia: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada” (Jo 14, 23).

Acontece que essa presença é, infelizmente, ignorada por muitos de nós, por conta de nossos apegos e paixões desordenadas. Assim como em uma cidade grande, onde as estrelas acabam ofuscadas pelas luzes artificiais, a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo é escondida pelas centenas de distraçõezinhas da nossa alma, de sorte que, para encontrá-lO, precisamos retirar-nos para o campo, onde não existe a presença de outras luzes, senão a do próprio Céu.

Esse retiro deve ser praticado de três maneiras, segundo o que ensina a nossa Madre Igreja:

  1. Por meio da oração íntima diante de Deus, em que você se entrega absolutamente ao Senhor e trata de amizade com Ele;

  2. Por meio da recepção frequente da Eucaristia; (vídeo abaixo)

  3. Por meio da ação de graças após a Santa Comunhão. (vídeo abaixo)

É claro que esses três passos dependem, em primeiro lugar, da pureza da alma. Por isso é imprescindível que a pessoa esteja em estado de graça para conseguir enxergar a presença de Cristo. De resto, a oração íntima com Deus é válida para todos os tipos de fiéis, pois, como ensina o Concílio Vaticano II, todos somos chamados à santidade, sejamos clérigos ou leigos.



 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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