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A Santa Igreja nos oferece numerosos recursos para alcançarmos o nosso objetivo supremo: a eterna salvação. Usar o Escapulário é um dos mais eficazes.

Dentre todos os “negócios” de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!

Certo dia, um repórter meu amigo resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas, perguntava aos transeuntes: “Você quer ir para o Céu ou para o Inferno?” Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem refletir: “Claro que quero ir para o Céu!” E tocavam em frente… Alguns, nosso repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: “Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?”

Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!

São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à disposição de todos, sem qualquer exceção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Lc 5, 32).

Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação“.

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Os grandes privilégios do Escapulário

No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.

Em nossa época de superstições, não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”

É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!


Alguns exemplos atestam de modo eloqüente esta verdade.

Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraída na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à mulher agonizante. Depois comentou comovido: “Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!” Um caso diferente – narrado por Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo” – se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: “Quero o inferno e o diabo!” Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santíssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado “privilégio sabatino”. Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofício da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.

E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à Santíssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.

Quem usar o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.


Proteção nos perigos da vida quotidiana

Que ao usar o escapulário, enfim, você não só se sinta protegido pela Virgem Maria, mas, sobretudo, cresça na imitação de suas virtudes.

Nossa Senhora, a melhor de todas as mães, quer para seus devotos filhos não somente os benefícios espirituais, mas também os temporais. Assim, quem porta seu Escapulário recebe d’Ela uma proteção especial nos perigos da vida quotidiana.

São inumeráveis os exemplos desse desvelo da Virgem Mãe por seus filhos. Dom Marcos Barbosa, na obra mencionada acima, narra dois bem interessantes.

Em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A família, naturalmente, atribuiu o fato à proteção da Mãe do Carmelo.

Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”

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Sinal de aliança com Nossa Senhora

O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Seu uso é um poderoso meio de afervorar os que vivem em estado de graça e de converter os pecadores.

Deus não deixa sem recompensa nenhum benefício feito a uma pessoa necessitada, mesmo um simples pedaço de pão dado a um indigente. Imagine, pois, como Ele recompensará quem ajudar na salvação de uma alma!

Seja, portanto, você também, um ardoroso propagador do santo Escapulário! Nossa Senhora lhe retribuirá com toda espécie de graças e favores já nesta terra; e mais ainda no Céu.


Como usar o escapulário

O escapulário deve ser usado constantemente, de dia e de noite. Quando, por alguma razão, seu uso se torne dificultoso, a Igreja dá a possibilidade de substituí-lo por uma medalha em que, na frente, esteja cunhada a imagem de Nossa Senhora do Carmo, e, atrás, a do Sagrado Coração de Jesus. É a medalha de Nossa Senhora do Carmo que, no lugar do escapulário, deve ser sempre carregada com a pessoa.

Da primeira vez que se recebe o escapulário, é necessário apresentá-lo ao sacerdote, a fim de que ele o abençoe e o imponha. Por ser confeccionado com tecido, o escapulário desgasta-se facilmente. Uma vez gasto, basta trocá-lo por outro, não sendo, então, mais preciso recorrer ao sacerdote.

Muitas pessoas se perguntam como se desfazerem do escapulário velho. Dado que se trata de um sacramental [2] e, portanto, um objeto religioso que recebeu uma bênção, o ideal seria queimá-lo de modo que ele se deteriorasse completamente. Se, por qualquer motivo, isso se apresentar difícil, pode-se enterrá-lo de maneira que, com o tempo, a umidade da terra venha a apodrecê-lo, causando sua decomposição. Se nada disso for possível, o ideal é entregá-lo a uma igreja onde o sacristão se encarregará de desfazer-se dele.

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O escapulário e as indulgências

É também interessante lembrar que o uso do escapulário permite aos fiéis lucrarem algumas indulgências:

  1. Indulgência parcial – O uso piedoso do escapulário ou da medalha (por exemplo: um pensamento, uma lembrança, um olhar, toque ou beijo etc.), além de favorecer a união com Maria Santíssima e com Deus, obtém uma indulgência parcial, cujo valor aumenta na proporção das disposições de piedade e fervor da pessoa.

  2. Indulgência plenária – Pode-se lucrá-la no dia em que se recebe pela primeira vez o escapulário, na festa de Nossa Senhora do Carmo (16 de julho), de Santa Teresa de Ávila (15 de outubro), de São João da Cruz (14 de dezembro), de Santo Elias (20 de julho), de Santa Teresinha do Menino Jesus (1º de outubro), de todos os santos carmelitas (14 de novembro) e de São Simão Stock (16 de maio). Para lucrar tais indulgências plenárias, são exigidas as seguintes condições:

  3. Confissão, Comunhão eucarística, oração pelo Sumo Pontífice (por exemplo: um Pai-nosso e uma Ave-Maria);

  4. propósito firme de querer observar os compromissos da associação do escapulário.

Que ao usar o escapulário, enfim, você não só se sinta protegido pela Virgem Maria, mas, sobretudo, cresça na imitação de suas virtudes.

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Como receber e usar o Escapulário

1 – Qualquer padre tem poder para benzer e impor na pessoa o Escapulário.

2 – Essa bênção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.

3 – Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.

4 – Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção.

5 – Uma vez recebido, ele deve ser usado sempre, de preferência no pescoço, em todas as ocasiões, mesmo enquanto a pessoa dorme.

6 – Em casos de necessidade extrema, como doentes em hospitais, se o Escapulário lhe for retirado, o fiel não perde os benefícios da promessa de Nossa Senhora.

7 – Em casos de perigo de morte, mesmo um leigo pode impor o Escapulário. Basta recitar uma oração a Nossa Senhora e colocar na pessoa um escapulário já bento por algum sacerdote.

8 – O Papa São Pio X autorizou substituir o Escapulário por uma medalha que tenha de um lado o Sagrado Coração de Jesus e do outro uma imagem de Nossa Senhora. Mas a recepção deve ser feita com o escapulário de tecido.

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Quem se reveste deste sinal mariano, o escapulário, deve adotar algumas atitudes fundamentais:

  1. Escutar a Palavra de Deus e esforçar-se para praticá-la na vida.

  2. Buscar a comunhão com Deus por meio da oração diária, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que nos ama.

  3. Abrir-se ao sofrimento do próximo, solidarizando-se com ele em suas necessidades e procurando ajudar a solucioná-las.

  4. Receber adequadamente os Sacramentos da Igreja, particularmente a Eucaristia e a Reconciliação.

Oração a Nossa Senhora do Carmo

Ó Virgem do Carmo e mãe amorosa de todos os fiéis, mas especialmente dos que vestem vosso sagrado Escapulário, em cujo número tenho a dita de ser incluído, intercedei por mim ante o trono do Altíssimo. Obtende-me que, depois de uma vida verdadeiramente cristã, expire revestido deste santo hábito e, livrando-me do fogo do inferno, conforme prometestes, mereça sair quanto antes, por vossa intercessão poderosa, das chamas do Purgatório.

Ó Virgem dulcíssima, dissestes que o Escapulário é a defesa nos perigos, sinal do vosso entranhado amor e laço de aliança sempiterna entre Vós e os vossos filhos. Fazei, pois, Mãe amorosíssima, que ele me una perpetuamente a Vós e livre para sempre minha alma do pecado. Em prova do meu reconhecimento e fidelidade, ofereço-me todo a Vós consagrando-Vos neste dia os meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser.

E porque Vos pertenço inteiramente, guardai-me e defendei-me como filho e servidor vosso. Amém.

Fontes: (Revista Arautos do Evangelho, Julho/2004, n. 31, p. 18 à 21) e padrepauloricardo.org

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Uma poderosa arma contra o maligno

Entre os muitos sacramentais da Igreja Católica, o escapulário é uma das devoções marianas mais comuns.

O escapulário marrom, que se originou da tradição carmelita, é usado por fiéis do mundo inteiro. Quando Nossa Senhora apresentou o escapulário, ele era uma faixa longa de tecido, que deveria ser usada por cima do hábito dos religiosos carmelitas.

Anos mais tarde, foi feita uma adaptação para que os leigos também pudessem usar e era da seguinte maneira: dois pedaços de pano ligados por um cordão; um com a imagem de Nossa Senhora do Carmo e outro com a imagem do Sagrado Coração de Jesus. Seu uso pode favorece um relacionamento mais profundo com Jesus Cristo e sua mãe, a Santíssima Virgem Maria.

Defesa poderosa

Ao longo da história, este sacramental ajudou um número incontável de almas cristãs e provou ser uma poderosa defesa contra Satanás. No livreto “Garment of Grace”, são encontradas evidências para essa afirmação através do exemplo do Venerável Francis Ypes. De acordo com a história, “um dia, o escapulário dele caiu. Ao substituí-lo, o demônio uivou: ‘Tirem o hábito que afasta tantas almas de nós!’. Então Francis reconheceu que há três coisas que o maligno mais teme: o Santo Nome de Jesus, o Santo Nome de Maria e o Santo Escapulário do Carmelo”.

Confiança em Maria

Como exemplo do poder desse sacramental para “afastar” as almas do diabo, São Pedro Claver usou o escapulário marrom em suas aventuras missionárias. Todo mês “um carregamento de 1.000 escravos chegaria a Cartagena, Colômbia, América do Sul. São Pedro costumava garantir a salvação dos seus convertidos. Primeiro, ele organizava catequistas para lhes dar instruções. Depois, cuidava para que todos fossem batizados e vestidos com o escapulário. São Pedro estava confiante de que Maria cuidaria de cada um dos seus mais de 300.000 convertidos”.

Testemunho dos exorcistas

Essas e outras histórias refletem o que vários exorcistas experimentaram. Gabriele Amorth relatou o que o diabo disse a ele durante um exorcismo: “Eu tenho medo quando você diz o nome da Virgem, pois eu me sinto mais humilhado quando sou espancado por uma criatura simples, ao invés [de ser espancado] por Ele.”

Por isso, quando o uso do escapulário marrom leva uma pessoa a desenvolver o “hábito” da fé, ele se torna uma poderosa defesa contra Satanás e deixa o crente mais próximo da Virgem Maria, que é abominada veementemente pelo diabo.

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Você sabia que o escapulário, para que seja válido, precisa ser de tecido, como o que foi entregue por Nossa Senhora?


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Como usar o escapulário

O escapulário deve ser usado constantemente, de dia e de noite. Quando, por alguma razão, seu uso se torne dificultoso, a Igreja dá a possibilidade de substituí-lo por uma medalha em que, na frente, esteja cunhada a imagem de Nossa Senhora do Carmo, e, atrás, a do Sagrado Coração de Jesus. É a medalha de Nossa Senhora do Carmo que, no lugar do escapulário, deve ser sempre carregada com a pessoa.

Que ao usar o escapulário, enfim, você não só se sinta protegido pela Virgem Maria, mas, sobretudo, cresça na imitação de suas virtudes.

Da primeira vez que se recebe o escapulário, é necessário apresentá-lo ao sacerdote, a fim de que ele o abençoe e o imponha. Por ser confeccionado com tecido, o escapulário desgasta-se facilmente. Uma vez gasto, basta trocá-lo por outro, não sendo, então, mais preciso recorrer ao sacerdote.

Muitas pessoas se perguntam como se desfazerem do escapulário velho. Dado que se trata de um sacramental e, portanto, um objeto religioso que recebeu uma bênção, o ideal seria queimá-lo de modo que ele se deteriorasse completamente. Se, por qualquer motivo, isso se apresentar difícil, pode-se enterrá-lo de maneira que, com o tempo, a umidade da terra venha a apodrecê-lo, causando sua decomposição. Se nada disso for possível, o ideal é entregá-lo a uma igreja onde o sacristão se encarregará de desfazer-se dele.

Revestir-se de Maria

Maria, por ser a Mãe de Deus, foi preservada de toda mancha de pecado. Em sua vida, foi sempre agradável a Deus, tomando atitudes que eram conformes à vontade divina e praticando as virtudes com a máxima perfeição. Vejamos algumas delas:

  1. Maria era uma alma de oração. Estava sempre atenta para escutar e acolher a Palavra de Deus; louvava o Senhor, cantando as maravilhas nela operadas; meditava em seu coração os fatos de sua vida.

  2. Maria aceitava com amor a vontade de Deus. Deu à luz Jesus num estábulo; abandonou sua terra, fugindo para o Egito; aos pés da Cruz, vendo seu Filho morrer, renovou seu “sim” ao Pai.

  3. Maria tinha um espírito apostólico. Abandonada ao plano da Redenção, soube unir-se à imolação de seu Filho e oferecer seu coração transpassado em beneficio da humanidade.

  4. Maria praticava a caridade e era solícita para com todos. Foi em auxílio de sua prima Isabel, socorreu os noivos de Caná.

  5. Maria vivia de fé e de esperança, pois acreditou nas palavras do Anjo, não duvidou que Jesus poderia mudar a água em vinho, esperava a ressurreição.

  6. Maria tinha um coração eclesial. Amava a Igreja que seu Filho fundara e, por isso, rezou no Cenáculo à espera do Espírito Santo. Não só ficava em oração com os apóstolos, mas os amparava espiritualmente em suas missões na Igreja nascente.

E, olhando para o Evangelho, quantas coisas ainda poderiam ser lembradas!


As Promessas de Nossa Senhora a quem usar o Escapulário do Carmo

Em 16 de julho de 1251, Nossa Senhora do Carmo presenteou São Simão Stock com o Santo Escapulário, símbolo de sua presença materna e proteção. Conheça aqui as promessas aos que usarem o escapulário do Carmo.

No dia 16 de julho a Igreja celebra a Festa de Nossa Senhora do Carmo. Isso ocorre, pois nesta mesma data, no ano de 1251, a Mãe de Deus presenteou o Carmelita Inglês São Simão Stock com o Santo Escapulário, símbolo de sua presença materna e proteção.

O fato ocorreu após o Santo pedir com grande insistência a proteção e o amparo da Santíssima Virgem à Ordem do Carmo, que passava por grandes dificuldades, depois de ter deixado a Terra Santa, abandonando o Monte Carmelo, lugar onde viveu Santo Elias e onde ele fundou a Ordem.

Nossa Senhora do Carmo entrega o escapulário e faz importante promessa

São Simão Stock rezou pedindo a Maria alguma amostra da proteção por ela prometida à Ordem Carmelitana da qual ele era o Prior Geral. “Flor do Carmelo, vinha florida, esplendor do céu e Virgem fecunda e singular, oh doce Mãe que não conheceu homem algum; que teu nome proteja os carmelitas, Estrela do Mar”, orou.

Não tardou e Nossa Senhora respondeu o clamor do Santo apresentando-se a São Simão Stock guardada por anjos e entregando-lhe o Escapulário. Nesse mesmo momento lhe fez uma importante promessa.

Promessas de Nossa Senhora do Carmo aos que morrerem com o escapulário

A Mãe do Céu prometeu que quem portar seu escapulário, trazendo-o sempre consigo não irá para o inferno. “Amado filho receba este escapulário de tua Ordem como símbolo de minha confraternidade e especial sinal de graças para ti e todos os Carmelitas; qualquer um que morra portando-o, não padecerá no fogo. Ele é sinal de salvação, defensor nos perigos, promessa de paz e desta aliança”, disse ao santo carmelita inglês.

Mas esta não foi a única promessa que a Virgem do Carmo fez. Setenta anos depois a Virgem fez outra promessa: Nossa Senhora livrará do Purgatório quem portar seu Escapulário. E ela cumprirá essa promessa no sábado após a morte do devoto carmelita.

O escapulário e as indulgências

É também interessante lembrar que o uso do escapulário permite aos fiéis lucrarem algumas indulgências:

  1. Indulgência parcial – O uso piedoso do escapulário ou da medalha (por exemplo: um pensamento, uma lembrança, um olhar, toque ou beijo etc.), além de favorecer a união com Maria Santíssima e com Deus, obtém uma indulgência parcial, cujo valor aumenta na proporção das disposições de piedade e fervor da pessoa.

  2. Indulgência plenária – Pode-se lucrá-la no dia em que se recebe pela primeira vez o escapulário, na festa de Nossa Senhora do Carmo (16 de julho), de Santa Teresa de Ávila (15 de outubro), de São João da Cruz (14 de dezembro), de Santo Elias (20 de julho), de Santa Teresinha do Menino Jesus (1º de outubro), de todos os santos carmelitas (14 de novembro) e de São Simão Stock (16 de maio). Para lucrar tais indulgências plenárias, são exigidas as seguintes condições:

  3. Confissão, Comunhão eucarística, oração pelo Sumo Pontífice (por exemplo: um Pai-nosso e uma Ave-Maria);

  4. propósito firme de querer observar os compromissos da associação do escapulário.

A Indulgência Sabatina é outra promessa do escapulário do Carmo

Aconteceu no ano de 1322 com o Papa João XXII. A Virgem do Monte Carmelo apareceu a ele usando o hábito de Carmo e lhe revelou a denominada ‘Indulgência Sabatina’. “Eu, Mãe de misericórdia, livrarei do purgatório e levarei ao Céu, no sábado após sua morte, os que houverem portado meu Escapulário”, assegurou.

No dia 3 de março do mesmo ano, o Pontífice promulgou a Bula Sabatina, que logo foi ratificada por outros Pontífices. Entre eles, o Papa Paulo V que em 20 de janeiro de 1613 declarou que “no sábado seguinte à morte dos confrades carmelitas, ou como interpreta a Igreja, quanto antes, mas especialmente no sábado, a Virgem do Carmo, com carinho maternal, os livra da prisão expiatória e os introduz no Paraíso”.


O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo

O Escapulário do Carmo é composto por dois pedaços de lã em cor marrom que são unidos por duas fitas ou cordões, representando o hábito da Ordem do Carmelo. Ele é um sacramental e, por isso deve ser abençoado e imposto por um sacerdote. Tanto a bênção quanto sua imposição são válidas para todos os Escapulários que a pessoa venha a usar.

Estas são as palavras que diz o sacerdote ao impor o Escapulário do Carmo: “Receba este escapulário como um sinal da Virgem Maria, Rainha do Carmelo, para que, com seus méritos, o use sempre com dignidade, seja ele tua defesa em todas as adversidades e te conduza à vida eterna”. (EPC)


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Saiba Mais sobre o uso do Escapulário

Todos os católicos, a partir do batismo, podem receber o escapulário de Nossa Senhora do Carmo, mas ele precisa ser devidamente benzido e imposto por um sacerdote ou diácono.

A imposição do escapulário costuma levantar várias perguntas e dúvidas entre os católicos. Algumas das mais frequentes, com suas devidas respostas, são as seguintes.

1 – Qualquer padre pode fazer a imposição do escapulário?

Sim. Antes do Concílio Vaticano II, era necessário que a imposição fosse feita por um sacerdote delegado pela Ordem dos Carmelitas ou por um sacerdote não carmelita que tivesse a devida aprovação eclesiástica, mas, atualmente, o ritual aprovado pela Congregação para o Culto Divino informa que “têm a faculdade de benzer o Escapulário os sacerdotes e os diáconos; além disso, outras pessoas autorizadas podem também fazer a sua imposição” (um caso, por exemplo, é o dos soldados em campo de batalha, que, se não dispuserem da presença de um sacerdote, podem realizar eles mesmos a imposição do escapulário).

2 – Imposição e bênção: não é a mesma coisa?

Não: existe a bênção e existe a imposição, que são diferentes – e ambas são necessárias. O Rito de Bênção e Imposição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, que apresentamos ao final deste artigo, já inclui as duas, conforme diz o próprio nome do rito. No entanto, depois que uma pessoa já recebeu a imposição conforme o rito aprovado, ela pode voltar a receber a bênção sem precisar voltar a receber a imposição. Isto ocorre, por exemplo, caso ela venha a perder o escapulário e passe a usar outro: não é necessário receber novamente a imposição, mas, se a pessoa desejar, poderá pedir que um sacerdote dê a bênção ao novo escapulário.

3 – Ah, então eu não preciso pedir outra imposição do escapulário se eu o perder ou ele se deteriorar?

Não, não precisa. A imposição recebida uma vez vale para sempre, porque se aplica à pessoa e não ao escapulário em si. Aliás, receber a imposição do escapulário implica ser agregado à família carmelita. Por isso, caso o escapulário fique deteriorado ou seja perdido, basta substituí-lo por outro, não sendo necessário receber de novo a imposição se esta já tiver sido feita dentro das condições devidas.

4 – Qualquer escapulário pode ser imposto?

Não. Segundo as normas do rito de imposição, durante a cerimônia “deve ser usado o Escapulário do Carmo na sua forma tradicional”. E que forma é essa? É a do escapulário feito de dois pedaços de tecido marrom (ou castanho), unidos por tiras, como uma veste que se usa ao pescoço – já que o escapulário é precisamente uma veste, originada do hábito carmelita. Somente depois da imposição é que o escapulário tradicional pode ser substituído por uma medalha apropriada, conforme autorização concedida em 1910 pelo Papa São Pio X. Embora não seja absolutamente necessário, é muito recomendável que o escapulário também possua uma imagem de Nossa Senhora. O mais tradicional, de fato, traz em um dos pedaços de pano a estampa de Nossa Senhora do Carmo, enquanto o outro pedaço de pano traz a do Sagrado Coração de Jesus ou o emblema da Ordem do Carmo.

5 – É verdade que usar o escapulário nos garante a salvação?

Não, não é verdade. O escapulário não nos dispensa dos Sacramentos, que são os meios instituídos por Nosso Senhor como a via normal para a nossa santificação, nem nos dispensa de praticar as virtudes, que são necessárias para vivermos em graça. O escapulário não é nenhum “amuleto” que garanta o Céu para almas em pecado. Ele é um sacramental, ou seja, um objeto religioso de devoção que, usado corretamente segundo as formas aprovadas pela Igreja, nos ajuda a viver a conversão, a bem receber os Sacramentos e a perseverar na virtude e na graça. As promessas de salvação que o acompanham estão sujeitas, evidentemente, às retas disposições da pessoa que o usa.

Quando Nossa Senhora do Carmo apareceu para São Simão Stock no dia 16 de julho de 1251 na visão em que lhe entregava o escapulário, ela fez esta promessa:

“Recebe, filho amado, este escapulário. Todo o que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno”.

Mas, como sinal e aliança, ele requer que façamos a nossa parte. O extraordinário do escapulário é que a promessa de Nossa Senhora para as pessoas que o usam é precisamente a de ajudá-las a cumprir as necessárias disposições de alma a fim de acolherem a graça salvadora de Jesus Cristo.

Em sua bula chamada “Sabatina”, o Papa João XXII afirma que aqueles que usarem o escapulário serão depressa libertados das penas do purgatório no sábado que se seguir à sua morte. Esta graça ficou conhecida como “privilégio sabatino”, reconfirmado pela Sagrada Congregação das Indulgências em 14 de julho de 1908, desde que se cumpram as condições devidas.

6 – E quais são as condições ou compromissos?

Quem se reveste deste sinal mariano deve adotar algumas atitudes fundamentais:

  1. Colocar a Deus em primeiro lugar na sua vida e buscar sempre realizar a vontade d’Ele.

  2. Esforçar-se seriamente para viver em estado de graça e confessar-se sempre que tiver caído em pecado.

  3. Viver de modo especial a virtude da pureza, guardando a castidade própria de cada estado de vida.

  4. Escutar a Palavra de Deus na Bíblia e praticá-la na vida.

  5. Buscar a comunhão com Deus por meio da oração diária, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que nos ama.

  6. Abrir-se ao sofrimento do próximo, solidarizando-se com ele em suas necessidades e procurando ajudar a solucioná-las.

  7. Receber adequadamente os Sacramentos da Igreja, particularmente a Eucaristia e a Reconciliação.

Observe-se que não são condições extraordinárias: são as que já se esperam de qualquer católico habitualmente. O escapulário não adiciona nenhum outro compromisso: ele apenas reforça o compromisso cristão de vivermos o que já somos chamados a viver – acrescentando, isto sim, uma especial promessa de ajuda para que de fato vivamos esses compromissos e, com isto, nos abramos à graça salvadora de Jesus e em graça estejamos na hora da nossa morte.

No tocante às modalidades da oração diária, é oportuno, mas não obrigatório, que o sacerdote que faz a imposição do escapulário oriente cada pessoa sobre as orações recomendadas segundo a sua própria realidade. Mas não há nada rígido neste sentido: normalmente, o terço rezado todos os dias é suficiente sem que seja necessária mais nenhuma outra oração; ou 3 Ave-Marias bem rezadas diariamente; ou o Ofício Divino para os sacerdotes… Enfim, há nisto grande liberdade. O uso tradicional indica rezar todos os dias o pequeno Ofício de Nossa Senhora, ou, para os que não saibam ler, abster-se de carne às quartas-feiras e sábados, mas o sacerdote que impôs o escapulário ou o próprio confessor sempre puderam comutar essas condições por outras, conforme cada caso. O essencial não é a modalidade, mas sim que se reze de coração!

7 – Como é o rito de imposição do escapulário?

Ei-lo, tal como aprovado em 1996 pela Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos através do Prot. 1089/96.

RITO DE BENÇÃO E IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Introdução

1. A bênção e imposição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo sejam feitas, de preferência, durante uma celebração comunitária.

2. A imposição comporta a agregação à família carmelita. Têm a faculdade de benzer o Escapulário os sacerdotes e os diáconos; além disso, outras pessoas autorizadas podem também fazer a sua imposição.

3. Para a bênção e imposição deve ser usado o Escapulário do Carmo na sua forma tradicional. Só depois pode ser substituído por uma medalha apropriada.

4. A bênção e a imposição fazem-se conforme os ritos e orações, que vêm a seguir. A forma comum consiste nos ritos iniciais, na leitura da Palavra de Deus com as preces comunitárias, na oração para benzer e impor o Escapulário e nos ritos finais. Exprime-se assim, de maneira completa, o sentido do Escapulário na vida dos fiéis, que o recebem.

5. É necessário que numa e noutra fórmula fique bem expresso o sentido espiritual das graças anexas ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, assim como os compromissos que se assumem ao receber este sinal de devoção à Virgem Santíssima.

Ritos iniciais

6. Reunidos os fiéis diante do altar-mor ou de uma imagem de Nossa Senhora, o ministro acolhe os fiéis. Pode cantar-se um cântico adequado ou fazer-se um momento de silêncio.

Terminado o cântico ou o silêncio o ministro diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém.

Ministro:

O Senhor esteja convosco. R. Ele está no meio de nós.

Ou:

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria, o amor de Deus, nosso Pai, e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. R. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

7. O ministro exorta os presentes a participar no rito, explicando a natureza da celebração com estas ou outras palavras semelhantes:

Durante a vida terrena de Jesus, quem tocasse, ainda que fosse somente nas orlas do Seu manto, era curado. Hoje nós louvamos o Senhor porque continua a usar na Sua Igreja dos meios mais humildes para mostrar-nos a Sua imensa misericórdia. Nós também podemos servir‑nos destes meios humildes para glorificarmos o Senhor, manifestarmos o nosso desejo de O servir e renovarmos o nosso compromisso de fidelidade, assumido no dia da nossa consagração batismal. O Escapulário do Carmo é um sinal do amor materno da Virgem Maria, que nos recorda as suas iniciativas em favor dos membros da família carmelita, particularmente nas horas de maior necessidade. É um amor que pede uma resposta de amor. O Escapulário é também sinal de comunhão com a Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, que se dedica ao serviço de Nossa Senhora para o bem de toda a Igreja. Ao recebê-lo, vós exprimis o desejo de participar no espírito e na vida da Ordem. O Escapulário é um espelho da humildade e da castidade de Maria; pela sua simplicidade ele nos convida a vivermos com modéstia e com pureza. Vestindo-o dia e noite, torna‑se um sinal da nossa oração contínua e de particular dedicação ao amor e ao serviço da Virgem Maria. Usando o Escapulário, renovais o compromisso batismal de vos revestirdes de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em Maria estará garantida a vossa esperança de salvação, pois o Deus da Vida estabeleceu nela a Sua morada.

Leitura da Palavra de Deus

8. Um dos presentes, ou o próprio celebrante, proclama um texto da Sagrada Escritura, selecionado principalmente entre os que no Lecionário fazem referência ao mistério da salvação ou a Nossa Senhora. Pode‑se escolher a leitura seguinte ou uma outra do Apêndice.

Fortalecei-vos no Senhor – Ef 6, 10-17 Da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios. Irmãos: Fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos da armadura de Deus, para poderdes resistir às ciladas do demônio. Porque nós não temos de lutar contra adversários de carne e osso, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal que habitam as regiões celestes. Portanto, irmãos, tomai a armadura de Deus, para poderdes resistir no dia mau e perseverar firmes, superando todas as provas. Permanecei bem firmes, de rins cingidos com o cinturão da verdade, revestidos com a couraça da justiça, de pés calçados com o zelo de anunciar o Evangelho da paz. Tende sempre nas mãos o escudo da fé, com o qual podereis apagar as setas inflamadas do maligno. Tomai o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

Outras leituras

Antigo Testamento:

Prov 8, 17‑21 – Eu amo aqueles que me amam. Is 61, 10‑11 – Envolveu‑me num manto de justiça. 2 Re 2, 1.7‑13 – O manto de Elias caiu sobre Eliseu. Bar 5, 1‑5 – Revesti‑vos da beleza de Deus. Ez 16, 8‑14 – A tua formosura era perfeita.

Novo Testamento:

Mc 5, 25-34 – A mulher tocou nas vestes de Jesus e ficou curada. Lc 2, 4‑7 – Maria envolveu o Menino em panos. * Rom 12, 1‑2- O culto espiritual. Gal 4, 4-7 – Deus enviou o seu Filho nascido de uma mulher. Ef 4, 17.20‑24 – Revesti-vos do homem novo.

9. Terminada a leitura, o ministro exorta os presentes explicando, à luz da palavra de Deus, o sentido da celebração, as graças e os compromissos que derivam do Escapulário.

Segue-se um momento de silêncio.

Preces

10. Segue-se um tempo de oração em comum. Propõem‑se algumas intenções. Podem‑se escolher as mais apropriadas ou acrescentar outras.

Ministro: Caríssimos irmãos e irmãs. Pela intercessão da Virgem Santa Maria, em cujo seio encarnou o Filho de Deus e habitou entre nós, supliquemos ao Pai do Céu a graça de sermos testemunhas do Evangelho com as nossas obras, e rezemos: R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que quisestes que o vosso Filho assumisse a nossa natureza humana para nos fazer participantes da vossa vida divina, — pela intercessão da Virgem Maria, discípula perfeita do Senhor, fazei que nos revistamos interiormente da vossa graça. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que quisestes que o vosso Filho se fizesse semelhante a nós em tudo, excepto no pecado, para que, seguindo os seus passos, nos configuremos com Ele, — pela intercessão da Virgem Maria, fazei que imitemos a Cristo e sejamos por meio das nossas obras uma oferenda agradável diante de Vós. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que nos convidais para o banquete da graça, revestidos com a veste nupcial, para nos revelardes o vosso amor, — pela intercessão da Mãe do vosso Filho, fazei que nos revistamos com as virtudes do seu amor generoso e do seu serviço amoroso. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que quiseste que a Virgem Maria esmagasse a cabeça da serpente, — por sua intercessão, ajudai-nos a vencer as ciladas do maligno na nossa vida e no mundo. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que escolhestes a Virgem Maria como Filha da Nova Aliança, — por sua intercessão, purificai os nossos corações e fortalecei a nossa fé. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que olhastes para a humildade da vossa serva para que proclamasse a vossa grandeza, — por sua intercessão, fazei que anunciemos o vosso reino e proclamemos a vossa misericórdia de geração em geração. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que destes ao vosso Filho uma mãe que O cuidou amorosamente, — por sua intercessão, fazei com que amemos os pobres e marginalizados, e com eles construamos um mundo mais justo e mais fraterno. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que nos envolvestes com o manto da justiça e da santidade, — pela intercessão da Virgem Maria, santificai‑nos em Cristo e fazei‑nos cooperadores generosos na obra da salvação do mundo. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo. Pai Santo, que nos abençoastes em Cristo com toda a espécie de bênçãos espirituais e celestiais; — pela intercessão da Virgem Maria, concedei-nos uma feliz passagem da morte para a vida eterna. R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Oração de bênção

11. O ministro, com as mãos estendidas, diz:

Senhor nosso Deus, autor da santidade e seu aperfeiçoador, que chamais à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade os que fizestes renascer da água e do Espírito Santo, olhai com benevolência para estes vossos servos que receberam com devoção o Escapulário do Carmo e vão usar diligentemente como sinal de consagração a Nossa Senhora do Carmo. Fazei que sejam imagem de Cristo, vosso Filho, e, terminada a sua passagem por esta vida, com a ajuda da Virgem Mãe de Deus, sejam admitidos na alegria da vossa morada celeste. Por Jesus Cristo, nosso Senhor. R. Amém.

Faz-se a aspersão com água benta.

Imposição do Escapulário

12. O ministro impõe o Escapulário aos candidatos, dizendo:

Recebe este Escapulário, (por meio do qual és admitido na família carmelita), e confia no amor de tão grande Mãe. Comporta-te de tal maneira que, com a ajuda da Santíssima Virgem, te revistas cada vez mais de Cristo e a sua vida se manifeste na tua para glória da Santíssima Trindade e para o bem da Igreja e dos homens. R. Amém.

13. Conforme as circunstâncias, o ministro pode dizer em voz alta a fórmula da imposição uma só vez por todas. Todos juntos respondem amém e aproximam-se para receberem o Escapulário.

14. Terminada a imposição, o ministro dirige a todos estas palavras:

Pela bênção e imposição deste Escapulário vós fostes admitidos na família carmelita, dedicada à imitação e ao serviço da Virgem Mãe de Deus, para que possais servir com maior dedicação a Cristo e à sua Igreja, com o mesmo espírito contemplativo e apostólico da Ordem de Nossa Senhora do Carmo. Para que o consigais com maior perfeição, eu, pelo poder que me foi concedido, admito-vos a participar nos bens espirituais da mesma Ordem do Carmo.

15. O ministro explica aos fiéis os compromissos e as obrigações inerentes à admissão na família do Carmelo.

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Há 92 anos, em 31 de maio de 1931, Nossa Senhora Aparecida foi proclamada padroeira do Brasil, em uma cerimônia que reuniu uma multidão no Rio de Janeiro (RJ), então capital federal. A consagração solene ocorreu após o papa Pio XI ter assinado decreto no ano anterior conferindo este título à Mãe Aparecida.

A historiadora Tereza Pasin, autora do livro “Senhora Aparecida”, contou em entrevista à ACI Digital que aquela data foi importante não só para Aparecida, mas para o Rio de Janeiro e todo o país. “Foi a primeira saída de Nossa Senhora, uma viagem oficial e a imagem levada ao Rio de Janeiro para a proclamação foi a encontrada no rio Paraíba do Sul, não um fac-símile”.

A proposta de pedir à Santa Sé a proclamação de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil surgiu no contexto do Congresso Mariano de 1929, em Aparecida (SP). “O congresso de 1929 lembrou os 25 anos da coroação de Nossa Senhora Aparecida como rainha do Brasil, o que aconteceu em 8 de setembro de 1904. Então, como ela já era Rainha, os bispos e arcebispos pediram ao papa que a proclamasse padroeira do Brasil”.

Assim, o pedido foi feito ao papa por empenho do então arcebispo do Rio de Janeiro, dom Sebastião Leme, e do reitor do Santuário na época, padre Antão Jorge Hechenblaickner. Em 16 de julho de 1930, o papa Pio XI assinou o decreto que proclamou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

Segundo a historiadora, especialista na história da devoção a Nossa Senhora Aparecida, o que motivou este pedido foi a crescente quantidade de romeiros que ia a Aparecida. “Principalmente em 1900, a Igreja pediu que as romarias viessem acompanhadas do pároco e ou de um bispo, porque antes, temos muitas romarias, mas não romarias oficiais. Com isso foi crescendo a devoção a Nossa Senhora, por isso decidiram pedir que fosse proclamada padroeira do Brasil”.

Antes, porém, o Brasil já tinha um padroeiro. Em 1826 o Papa Leão XII havia declarado padroeiro do país São Pedro de Alcântara, santo de devoção da Família Real Portuguesa. Seu nome, Pedro de Alcântara, foi inclusive escolhido como nome de batismo daqueles que viriam a se tornar imperadores do Brasil – Dom Pedro I e Dom Pedro II.

De acordo com a historiadora Tereza Pasin, a proclamação de Nossa Senhora como padroeira do país não mudou em nada a situação em relação a São Pedro de Alcântara. “Oficialmente, nós temos dois padroeiros, ou seja, o padroeiro e a padroeira”, afirmou. “Mas, mesmo naquela época, muitos não conheciam São Pedro de Alcântara”, disse.

Portanto, afirmou que o pedido que os bispos fizeram ao papa foi “por uma ligação de devoção, porque foi muito grande a quantidade de devotos que começaram a surgir e os brasileiros já viam Nossa Senhora como padroeira”.

Pasin declarou que Nossa Senhora não tem uma ligação específica com determinado período histórico. “Nossa Senhora passou pela colônia, pelo Império, pela República Velha e República Nova. Mas, por que aconteceu tudo isso? Porque em torno de Nossa Senhora Aparecida há uma fé popular. Aí está toda resposta, uma fé popular”, afirmou.

A grande festa de proclamação no Rio de Janeiro

Após o papa assinar o decreto em 1930, teve início a preparação para a cerimônia de proclamação de Nossa Senhora como padroeira do Brasil, no Rio de Janeiro. Realizou-se, então, um congresso mariano de 24 a 31 de maio de 1931. “Foi muito bem preparado e foi um tempo de oração esperando a vinda da imagem”, contou Pasin.

Entretanto, a celebração teve início ainda em Aparecida e seguiu por todo o percurso. “No trem que levou a imagem ao Rio de Janeiro, que ficou conhecido como trem de Nossa Senhora, um vagão foi transformado em capela para a imagem”, contou a historiadora.

Além disso, o trem foi parando em todas as estações no caminho, onde aconteciam homenagens a Nossa Senhora. Pasin contou que as flores para Nossa Senhora “eram doadas e ficavam ali na capela até a estação seguinte, onde recebiam nova doação de flores. Então, muitas pessoas tinham uma pétala de lembrança de Nossa Senhora”.

A historiadora narrou episódios marcantes de algumas estações, como em Quatis, onde “os vigários e paroquianos andaram seis quilômetros a pé para chegar à estação”. Outro fato que considerou marcante ocorreu onde hoje é a estação de Japeri, pois, “quando as pessoas chegaram, o trem já tinha passado e, então, aquelas pessoas passaram o dia inteiro na estação esperando o trem voltar à noite”.

O trem de Nossa Senhora chegou à estação D. Pedro II, atual Central do Brasil, no Rio de Janeiro, às 7h. A imagem foi levada em carro aberto para a igreja de São Francisco de Paula, onde foi celebrada uma missa campal. Em seguida, seguiu para a catedral, na época, a igreja de Nossa Senhora do Carmo e, às 14h, saiu em procissão até a Praça da Esplanada do Castelo, onde aconteceu a proclamação solene de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.


Durante a procissão, muitas homenagens foram feitas a Nossa Senhora Aparecida. Tereza Pasin contou que “seis aviões da marinha acompanharam o percurso”. Além disso, “participaram 50 mil filhas de Maria e, no total, quase 1 milhão de pessoas”. “Nos prédios havia muita gente. Em quase todo o percurso, pétalas eram jogadas das residências”, disse.

Na Esplanada do Castelo, participaram da proclamação o cardeal Leme, o então presidente da república, Getúlio Vargas, o ministro Oswaldo Aranha, o núncio apostólico dom Aloísio Masella, e o arcebispo de São Paulo, dom Duarte Leopoldo e Silva.

Tereza Pasin citou uma frase dita pelo cardeal Sebastião Leme naquela ocasião e que foi registrada pelo Jornal do Commercio: “O Rio de Janeiro foi na aclamação de ontem a voz de toda a terra brasileira”.

Na proclamação, o arcebispo do Rio de Janeiro “fez a leitura de uma oração para Nossa Senhora que ele já havia escrito em 1929 de modo particular”. Desde então, contou a historiadora, “passamos a rezar aqui em Aparecida diariamente às 15h com o título de consagração a Nossa Senhora Aparecida e, ao término das Missas, os padres também rezam”.

Segundo Pasin, todo o que ocorreu naquele dia 31 de maio de 1931 também contribuiu para aumentar ainda mais a devoção a Nossa Senhora Aparecida no Brasil. “Na época, tinha o jornal O Santuário de Aparecida, que abrangia todo o Brasil. Ele narrou toda a festa, a ida da imagem ao Rio de Janeiro, as paragens, a chegada a então capital federal, tudo o que tinha sido preparado. Então, as pessoas que não participaram ficaram sabendo e, com isso, a devoção foi aumentando”.


Hoje, segundo a historiadora, celebrar os 90 anos da proclamação de Nossa Senhora como padroeira do Brasil é também uma forma de reafirmar esta devoção. “Nós precisamos dessa fé. Vamos comemorar, vamos falar, vamos lembrar a história, aquilo que acalentou o povo da época. Hoje, nós gostamos de dizer Rainha e Padroeira do Brasil”.

Programação festiva

Para marcar a data, o Santuário Nacional de Aparecida preparou uma programação festiva que teve início no domingo, 30 de maio, com missa presidida pelo arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, no Altar Central da Basílica.

Hoje, uma imagem fac-símile de Nossa Senhora Aparecida refaz o trajeto rumo ao Rio de Janeiro, desta vez seguindo em comitiva de carro. Na capital fluminense a programação festiva tem início às 15h, com acolhida da imagem na Central do Brasil. Em seguida, haverá um Te Deum, às 16h, na Igreja Nossa Senhora do Carmo, antiga Catedral da Sé. Às 17h, haverá a inauguração da exposição de fotos dos 90 anos da proclamação, na Igreja São Francisco de Paula, onde será celebrada Missa em ação de graças às 18h.

A programação conta ainda com apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro e da cantora Elba Ramalho, na Igreja São Francisco de Paula, às 19h30.

Oração de consagração a Nossa Senhora Aparecida

Senhora Aparecida, o Brasil é vosso! Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente Nossa Senhora da Conceição, tende compaixão do vosso povo Protegei as criancinhas! Guiai a mocidade! Guardai a família! Esclarecei o nosso governo! Salvação para a nossa pátria! Senhora Aparecida, o Brasil vos ama, o Brasil em vós confia! Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama! Salve Rainha!

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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