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Você já ouviu falar do Escapulário Verde do Imaculado Coração? O demônio tem muita raiva deste Escapulário porque é muito eficaz para a conversão.

Preocupado com um amigo ou familiar? Experimente o escapulário verde. Ele é comumente usado para pedir a Deus a cura física ou a conversão de uma pessoa.

O Escapulário Verde, aprovado pela Igreja, foi revelado pelo Imaculado Coração de Maria à Irmã Justina Bisqueyburu, religiosa das Irmãs da Caridade de S. Vicente de Paulo. O Papa Pio IX, vigário de Cristo na terra, abençoou-o e aprovou em 1863 e 1870.

O escapulário verde não pertence ou nos faz pertencer a uma ordem religiosa ou confraria específica, portanto, nenhuma investidura é necessária, bastando a bênção de um padre.

Nossa Senhora nos deu este sacramental pouco conhecido por meio da Ir. Justine Bisqueyburu, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. Após várias visões, Nossa Senhora apresentou o Escapulário Verde em 8 de setembro de 1840.

Nossa Senhora apareceu com o coração envolto em chamas em uma mão e o escapulário na outra. O escapulário consistia num tecido verde preso a uma corda verde.

Um lado do escapulário mostrava sua aparição. O outro lado representava um coração incendiado e perfurado por uma espada, “com raios mais brilhantes que o sol e mais claros que o cristal”.

Inscritas num formato oval ao redor do coração de Nossa Senhora estavam estas palavras: “Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora de nossa morte”.

No momento da aparição, Ir. Justine ouviu interiormente que o escapulário “deve ser compartilhado com o mundo como um instrumento de conversão das almas”.

O Papa Pio IX aprovou este sacramental em 1863 e novamente em 1870. Ele disse: “Escreva a estas boas irmãs que eu as autorizo a fazê-lo e distribuí-lo”.

Um sacerdote deve abençoar o escapulário e o devoto deve usá-lo, fazendo a oração inscrita regularmente e com confiança.

Para ajudar outra pessoa a obter graça, o devoto pode colocar secretamente o escapulário em uma casa, em sua carteira ou fronha do travesseiro, por exemplo, e fazer a oração inscrita com confiança.

Condições para receber os benefícios deste Escapulário

1 – Carregar o escapulário verde devidamente benzido por qualquer Sacerdote (bênção simples) 2 – Rezar, pelo menos uma vez por dia, a oração: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte“. 3 – Para obter os benefícios por doentes ou pecadores impenitentes, que não o aceitem, ou não queiram ou não possam rezar a oração, podemos deixá-lo em sua casa, esconder em seus pertences, quarto, cama, etc. Neste caso, a pessoa ou uma outra precisa rezar a mesma oração ao Coração Imaculado de Maria.

🛒 O Escapulário Verde está disponível em nossa Loja Virtual


O Escapulário Verde está disponível em nossa loja virtual, assim como outros escapulários de Nossa Senhora do Carmo e de Nossa Senhora das Dores.

Assista a formação e aprenda mais:


Breve história do escapulário

A irmã Justina Bisqueyburu nasceu no sul da França, e entrou no noviciado de Paris em 27 de novembro de 1839. A revelação do escapulário veio no dia 8 de Setembro de 1840, festa da Natividade de Maria Santíssima, após sucessivas aparições para a irmã, nas quais Nossa Senhora nada dizia, mas aparecia como está na imagem do escapulário. Na revelação, Nossa Senhora apareceu como antes, só que segurando na mão esquerda o escapulário e na direita seu Coração Imaculado, e a irmã ouviu uma voz interior dizendo que a Virgem Maria queria que o escapulário fosse propagado largamente como instrumento pela conversão das almas.

Após receber a revelação, a irmã passou por provações, e só depois de muita investigação e discernimento o bispo local aprovou as aparições e permitiu a divulgação deste sacramental. Nossa Senhora, por sua vez, não foi clara a respeito dos aspectos desta nova devoção. Então foi resolvido que a irmã Justina deveria perguntar para a própria Virgem Santíssima a vontade de Deus nisso. Obteve resposta através de uma aparição exatamente seis anos depois, 8 de Setembro de 1846 (Mesmo ano da aparição de Nossa Senhora em La Salette), festa da Natividade da Virgem Santíssima.

Nossa Senhora respondeu que esse escapulário não é como os outros, mas consiste meramente em duas imagens sagradas em um único pedaço retangular de pano. Portanto, nenhuma fórmula especial é necessária para abençoar ou possibilitar seu uso. Basta que seja bento por um padre e utilizado por aquele que necessita do benefício da intercessão de Nossa Senhora. Se, por outro lado, a pessoa não é capaz ou não quer usar ou carregá-lo, o escapulário pode ser escondido nas suas roupas, pertences, quarto, cama, etc.

Sentido místico, características e benefícios

O escapulário é verde, cor da esperança, porque este sacramental tem maior eficácia na obtenção de curas e conversões, até mesmo nas consideradas impossíveis.

Nele se vê a frase: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte”. Tal devoção ao Sapientíssimo e Imaculado Coração de Maria é muito enfatizada por Nossa Senhora nas grandes aparições, como em Fátima, onde ela deu uma grande esperança, para que possamos ter confiança: “Por fim meu Imaculado Coração Triunfará !”.

Naquela ocasião, Nossa Senhora tentava acabar com os pecados das nações, as ameaçando com grandes castigos se não se convertessem, e pedindo que rezássemos o rosário diário para o mundo obter paz. Já com o escapulário verde, Nossa Senhora visa acabar com os pecados particulares, recomendando-nos que exercemos a virtude da esperança e da caridade, e pedindo que sejamos devotos do Imaculado Coração de Maria para a conversão dos homens.

Este sacramental consiste em um simples pedaço de pano verde, retangular, com ou sem cordão. Assim é por causa da utilidade quando se quer converter até mesmo aqueles que não o querem carregar, possibilitando melhor que ele seja escondido nos pertences, roupas, quarto ou casa do impenitente, como Nossa Senhora estipulou.

Em um lado a imagem da Virgem Maria vestida com uma túnica chegando até os pés. Em cima, um manto azul. No entanto, a Mãe puríssima não usa véu algum. Ao invés disso, seu cabelo recai livremente sobre o seu Imaculado corpo, e suas mãos seguram o Coração Imaculado, de onde saem raios abundantes. Essa imagem mostra a liberalidade da Mãe de Deus em conceder as graças. Se víssemos Nossa Senhora com véu ficaríamos maravilhados e muito desejosos do céu, quanto mais se a víssemos com cabelos soltos, porque se a Virgem Santíssima faz brilhar seu véu, é por causa que seu corpo Imaculado brilha, incluindo seu cabelo, véu natural da mulher segundo São Paulo Apóstolo.

No outro lado do escapulário se vê uma figura do Imaculado Coração, de onde sai raios, atravessado pela espada, com a chama do amor ardente por Deus em cima e uma cruz de ouro. Em volta do Coração de Maria, a oração própria do sacramental: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte”.

Para prender mais, assista às formações:


Aqui está um poderoso testemunho de milagre pelo escapulário verde:

“Deixe-me contar a história de como descobri o escapulário verde. Esta é a minha única forma de tentar espalhar um amor verdadeiro e terno ao Seu Imaculado Coração e de pagar a minha dívida para com Ela. Há alguns anos, antes do uso da penicilina, eu estava em um hospital com pneumonia. Comecei a ter hemorragia e os médicos decidiram operar como último recurso. Então, uma pequena freira entrou em meu quarto e disse: ‘Padre, você tem grande fé na Mãe de Deus, especialmente em Seu Imaculado Coração? Se sim, você pode ser curado’.

‘Como, Irmã?’

‘Pelo escapulário verde.’

‘O que é isso?’

‘Há quatro anos, padre, fui operada de câncer. A situação era tão grave que eles simplesmente me mandaram embora para morrer. Então rezei a Nossa Senhora do Escapulário Verde; cansei de esperar pela morte e voltei a trabalhar. Estou curada, padre. Você quer que eu lhe dê um escapulário?’

‘Por favor, irmã!’

Com isso ela colocou um na minha cabeça. Um sentimento de tremenda confiança se derramou em mim e o sangramento parou. Dois dias depois, na sala de raio-X, perguntaram-me quando a hemorragia havia cessado. Quando respondi que tinha sido há poucos dias, eles expressaram grande surpresa.

‘Você tem uma ferida que está curada há seis meses e não há outra marca’.

Hoje até as cicatrizes sumiram. Não é de se espantar que eu fale de uma dívida impagável para com Seu Imaculado Coração. Desde então, tenho feito todo o possível para fomentar essa devoção. Para minha grande alegria e surpresa, aqueles a quem falei do Escapulário Verde tornaram-se mais zelosos do que eu. Nunca vi igual na fé e na confiança destes novos apóstolos de Maria”.

(Testemunho do Pe. Robert A. Macdonald, C.Ss.R.)

🛒 O Escapulário Verde está disponível em nossa Loja Virtual


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Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora da nossa morte!

 
 
 

Você já ouviu falar do Escapulário Verde do Imaculado Coração? O demônio tem muita raiva deste Escapulário porque é muito eficaz para a conversão.

Preocupado com um amigo ou familiar? Experimente o escapulário verde. Ele é comumente usado para pedir a Deus a cura física ou a conversão de uma pessoa.

O Escapulário Verde, aprovado pela Igreja, foi revelado pelo Imaculado Coração de Maria à Irmã Justina Bisqueyburu, religiosa das Irmãs da Caridade de S. Vicente de Paulo. O Papa Pio IX, vigário de Cristo na terra, abençoou-o e aprovou em 1863 e 1870.

O escapulário verde não pertence ou nos faz pertencer a uma ordem religiosa ou confraria específica, portanto, nenhuma investidura é necessária, bastando a bênção de um padre.

Nossa Senhora nos deu este sacramental pouco conhecido por meio da Ir. Justine Bisqueyburu, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. Após várias visões, Nossa Senhora apresentou o Escapulário Verde em 8 de setembro de 1840.

Nossa Senhora apareceu com o coração envolto em chamas em uma mão e o escapulário na outra. O escapulário consistia num tecido verde preso a uma corda verde.

Um lado do escapulário mostrava sua aparição. O outro lado representava um coração incendiado e perfurado por uma espada, “com raios mais brilhantes que o sol e mais claros que o cristal”.

Inscritas num formato oval ao redor do coração de Nossa Senhora estavam estas palavras: “Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora de nossa morte”.

No momento da aparição, Ir. Justine ouviu interiormente que o escapulário “deve ser compartilhado com o mundo como um instrumento de conversão das almas”.

O Papa Pio IX aprovou este sacramental em 1863 e novamente em 1870. Ele disse: “Escreva a estas boas irmãs que eu as autorizo a fazê-lo e distribuí-lo”.

Um sacerdote deve abençoar o escapulário e o devoto deve usá-lo, fazendo a oração inscrita regularmente e com confiança.

Para ajudar outra pessoa a obter graça, o devoto pode colocar secretamente o escapulário em uma casa, em sua carteira ou fronha do travesseiro, por exemplo, e fazer a oração inscrita com confiança.

Condições para receber os benefícios deste Escapulário

1 – Carregar o escapulário verde devidamente benzido por qualquer Sacerdote (bênção simples) 2 – Rezar, pelo menos uma vez por dia, a oração: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte“. 3 – Para obter os benefícios por doentes ou pecadores impenitentes, que não o aceitem, ou não queiram ou não possam rezar a oração, podemos deixá-lo em sua casa, esconder em seus pertences, quarto, cama, etc. Neste caso, a pessoa ou uma outra precisa rezar a mesma oração ao Coração Imaculado de Maria.

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Breve história do escapulário

A irmã Justina Bisqueyburu nasceu no sul da França, e entrou no noviciado de Paris em 27 de novembro de 1839. A revelação do escapulário veio no dia 8 de Setembro de 1840, festa da Natividade de Maria Santíssima, após sucessivas aparições para a irmã, nas quais Nossa Senhora nada dizia, mas aparecia como está na imagem do escapulário. Na revelação, Nossa Senhora apareceu como antes, só que segurando na mão esquerda o escapulário e na direita seu Coração Imaculado, e a irmã ouviu uma voz interior dizendo que a Virgem Maria queria que o escapulário fosse propagado largamente como instrumento pela conversão das almas.

Após receber a revelação, a irmã passou por provações, e só depois de muita investigação e discernimento o bispo local aprovou as aparições e permitiu a divulgação deste sacramental. Nossa Senhora, por sua vez, não foi clara a respeito dos aspectos desta nova devoção. Então foi resolvido que a irmã Justina deveria perguntar para a própria Virgem Santíssima a vontade de Deus nisso. Obteve resposta através de uma aparição exatamente seis anos depois, 8 de Setembro de 1846 (Mesmo ano da aparição de Nossa Senhora em La Salette), festa da Natividade da Virgem Santíssima.

Nossa Senhora respondeu que esse escapulário não é como os outros, mas consiste meramente em duas imagens sagradas em um único pedaço retangular de pano. Portanto, nenhuma fórmula especial é necessária para abençoar ou possibilitar seu uso. Basta que seja bento por um padre e utilizado por aquele que necessita do benefício da intercessão de Nossa Senhora. Se, por outro lado, a pessoa não é capaz ou não quer usar ou carregá-lo, o escapulário pode ser escondido nas suas roupas, pertences, quarto, cama, etc.

Sentido místico, características e benefícios

O escapulário é verde, cor da esperança, porque este sacramental tem maior eficácia na obtenção de curas e conversões, até mesmo nas consideradas impossíveis.

Nele se vê a frase: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte”. Tal devoção ao Sapientíssimo e Imaculado Coração de Maria é muito enfatizada por Nossa Senhora nas grandes aparições, como em Fátima, onde ela deu uma grande esperança, para que possamos ter confiança: “Por fim meu Imaculado Coração Triunfará !”.

Naquela ocasião, Nossa Senhora tentava acabar com os pecados das nações, as ameaçando com grandes castigos se não se convertessem, e pedindo que rezássemos o rosário diário para o mundo obter paz. Já com o escapulário verde, Nossa Senhora visa acabar com os pecados particulares, recomendando-nos que exercemos a virtude da esperança e da caridade, e pedindo que sejamos devotos do Imaculado Coração de Maria para a conversão dos homens.

Este sacramental consiste em um simples pedaço de pano verde, retangular, com ou sem cordão. Assim é por causa da utilidade quando se quer converter até mesmo aqueles que não o querem carregar, possibilitando melhor que ele seja escondido nos pertences, roupas, quarto ou casa do impenitente, como Nossa Senhora estipulou.

Em um lado a imagem da Virgem Maria vestida com uma túnica chegando até os pés. Em cima, um manto azul. No entanto, a Mãe puríssima não usa véu algum. Ao invés disso, seu cabelo recai livremente sobre o seu Imaculado corpo, e suas mãos seguram o Coração Imaculado, de onde saem raios abundantes. Essa imagem mostra a liberalidade da Mãe de Deus em conceder as graças. Se víssemos Nossa Senhora com véu ficaríamos maravilhados e muito desejosos do céu, quanto mais se a víssemos com cabelos soltos, porque se a Virgem Santíssima faz brilhar seu véu, é por causa que seu corpo Imaculado brilha, incluindo seu cabelo, véu natural da mulher segundo São Paulo Apóstolo.

No outro lado do escapulário se vê uma figura do Imaculado Coração, de onde sai raios, atravessado pela espada, com a chama do amor ardente por Deus em cima e uma cruz de ouro. Em volta do Coração de Maria, a oração própria do sacramental: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte”.

Para prender mais, assista às formações:


Aqui está um poderoso testemunho de milagre pelo escapulário verde:

“Deixe-me contar a história de como descobri o escapulário verde. Esta é a minha única forma de tentar espalhar um amor verdadeiro e terno ao Seu Imaculado Coração e de pagar a minha dívida para com Ela. Há alguns anos, antes do uso da penicilina, eu estava em um hospital com pneumonia. Comecei a ter hemorragia e os médicos decidiram operar como último recurso. Então, uma pequena freira entrou em meu quarto e disse: ‘Padre, você tem grande fé na Mãe de Deus, especialmente em Seu Imaculado Coração? Se sim, você pode ser curado’.

‘Como, Irmã?’

‘Pelo escapulário verde.’

‘O que é isso?’

‘Há quatro anos, padre, fui operada de câncer. A situação era tão grave que eles simplesmente me mandaram embora para morrer. Então rezei a Nossa Senhora do Escapulário Verde; cansei de esperar pela morte e voltei a trabalhar. Estou curada, padre. Você quer que eu lhe dê um escapulário?’

‘Por favor, irmã!’

Com isso ela colocou um na minha cabeça. Um sentimento de tremenda confiança se derramou em mim e o sangramento parou. Dois dias depois, na sala de raio-X, perguntaram-me quando a hemorragia havia cessado. Quando respondi que tinha sido há poucos dias, eles expressaram grande surpresa.

‘Você tem uma ferida que está curada há seis meses e não há outra marca’.

Hoje até as cicatrizes sumiram. Não é de se espantar que eu fale de uma dívida impagável para com Seu Imaculado Coração. Desde então, tenho feito todo o possível para fomentar essa devoção. Para minha grande alegria e surpresa, aqueles a quem falei do Escapulário Verde tornaram-se mais zelosos do que eu. Nunca vi igual na fé e na confiança destes novos apóstolos de Maria”.

(Testemunho do Pe. Robert A. Macdonald, C.Ss.R.)

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Imaculado Coração de Maria, rogai por nós agora e na hora da nossa morte!

 
 
 

A Santa Igreja nos oferece numerosos recursos para alcançarmos o nosso objetivo supremo: a eterna salvação. Usar o Escapulário é um dos mais eficazes.

Dentre todos os “negócios” de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!

Certo dia, um repórter meu amigo resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas, perguntava aos transeuntes: “Você quer ir para o Céu ou para o Inferno?” Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem refletir: “Claro que quero ir para o Céu!” E tocavam em frente… Alguns, nosso repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: “Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?”

Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!

São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à disposição de todos, sem qualquer exceção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Lc 5, 32).

Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação“.

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Os grandes privilégios do Escapulário

No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.

Em nossa época de superstições, não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal “mágico” de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: “Estou salvo!”

É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: “Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno”. Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!


Alguns exemplos atestam de modo eloqüente esta verdade.

Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraída na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à mulher agonizante. Depois comentou comovido: “Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!” Um caso diferente – narrado por Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo” – se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: “Quero o inferno e o diabo!” Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santíssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado “privilégio sabatino”. Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofício da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.

E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à Santíssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.

Quem usar o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 16 de maio.


Proteção nos perigos da vida quotidiana

Que ao usar o escapulário, enfim, você não só se sinta protegido pela Virgem Maria, mas, sobretudo, cresça na imitação de suas virtudes.

Nossa Senhora, a melhor de todas as mães, quer para seus devotos filhos não somente os benefícios espirituais, mas também os temporais. Assim, quem porta seu Escapulário recebe d’Ela uma proteção especial nos perigos da vida quotidiana.

São inumeráveis os exemplos desse desvelo da Virgem Mãe por seus filhos. Dom Marcos Barbosa, na obra mencionada acima, narra dois bem interessantes.

Em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A família, naturalmente, atribuiu o fato à proteção da Mãe do Carmelo.

Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”

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Sinal de aliança com Nossa Senhora

O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Seu uso é um poderoso meio de afervorar os que vivem em estado de graça e de converter os pecadores.

Deus não deixa sem recompensa nenhum benefício feito a uma pessoa necessitada, mesmo um simples pedaço de pão dado a um indigente. Imagine, pois, como Ele recompensará quem ajudar na salvação de uma alma!

Seja, portanto, você também, um ardoroso propagador do santo Escapulário! Nossa Senhora lhe retribuirá com toda espécie de graças e favores já nesta terra; e mais ainda no Céu.


Como usar o escapulário

O escapulário deve ser usado constantemente, de dia e de noite. Quando, por alguma razão, seu uso se torne dificultoso, a Igreja dá a possibilidade de substituí-lo por uma medalha em que, na frente, esteja cunhada a imagem de Nossa Senhora do Carmo, e, atrás, a do Sagrado Coração de Jesus. É a medalha de Nossa Senhora do Carmo que, no lugar do escapulário, deve ser sempre carregada com a pessoa.

Da primeira vez que se recebe o escapulário, é necessário apresentá-lo ao sacerdote, a fim de que ele o abençoe e o imponha. Por ser confeccionado com tecido, o escapulário desgasta-se facilmente. Uma vez gasto, basta trocá-lo por outro, não sendo, então, mais preciso recorrer ao sacerdote.

Muitas pessoas se perguntam como se desfazerem do escapulário velho. Dado que se trata de um sacramental [2] e, portanto, um objeto religioso que recebeu uma bênção, o ideal seria queimá-lo de modo que ele se deteriorasse completamente. Se, por qualquer motivo, isso se apresentar difícil, pode-se enterrá-lo de maneira que, com o tempo, a umidade da terra venha a apodrecê-lo, causando sua decomposição. Se nada disso for possível, o ideal é entregá-lo a uma igreja onde o sacristão se encarregará de desfazer-se dele.

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O escapulário e as indulgências

É também interessante lembrar que o uso do escapulário permite aos fiéis lucrarem algumas indulgências:

  1. Indulgência parcial – O uso piedoso do escapulário ou da medalha (por exemplo: um pensamento, uma lembrança, um olhar, toque ou beijo etc.), além de favorecer a união com Maria Santíssima e com Deus, obtém uma indulgência parcial, cujo valor aumenta na proporção das disposições de piedade e fervor da pessoa.

  2. Indulgência plenária – Pode-se lucrá-la no dia em que se recebe pela primeira vez o escapulário, na festa de Nossa Senhora do Carmo (16 de julho), de Santa Teresa de Ávila (15 de outubro), de São João da Cruz (14 de dezembro), de Santo Elias (20 de julho), de Santa Teresinha do Menino Jesus (1º de outubro), de todos os santos carmelitas (14 de novembro) e de São Simão Stock (16 de maio). Para lucrar tais indulgências plenárias, são exigidas as seguintes condições:

  3. Confissão, Comunhão eucarística, oração pelo Sumo Pontífice (por exemplo: um Pai-nosso e uma Ave-Maria);

  4. propósito firme de querer observar os compromissos da associação do escapulário.

Que ao usar o escapulário, enfim, você não só se sinta protegido pela Virgem Maria, mas, sobretudo, cresça na imitação de suas virtudes.

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Como receber e usar o Escapulário

1 – Qualquer padre tem poder para benzer e impor na pessoa o Escapulário.

2 – Essa bênção e imposição valem para toda a vida, portanto, basta recebê-lo uma vez.

3 – Quando o Escapulário se desgastar, basta substituí-lo por um novo.

4 – Mesmo quando alguém tiver a infelicidade de deixar de usá-lo durante algum tempo, pode simplesmente retomar o seu uso, não é necessária outra bênção.

5 – Uma vez recebido, ele deve ser usado sempre, de preferência no pescoço, em todas as ocasiões, mesmo enquanto a pessoa dorme.

6 – Em casos de necessidade extrema, como doentes em hospitais, se o Escapulário lhe for retirado, o fiel não perde os benefícios da promessa de Nossa Senhora.

7 – Em casos de perigo de morte, mesmo um leigo pode impor o Escapulário. Basta recitar uma oração a Nossa Senhora e colocar na pessoa um escapulário já bento por algum sacerdote.

8 – O Papa São Pio X autorizou substituir o Escapulário por uma medalha que tenha de um lado o Sagrado Coração de Jesus e do outro uma imagem de Nossa Senhora. Mas a recepção deve ser feita com o escapulário de tecido.

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Quem se reveste deste sinal mariano, o escapulário, deve adotar algumas atitudes fundamentais:

  1. Escutar a Palavra de Deus e esforçar-se para praticá-la na vida.

  2. Buscar a comunhão com Deus por meio da oração diária, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que nos ama.

  3. Abrir-se ao sofrimento do próximo, solidarizando-se com ele em suas necessidades e procurando ajudar a solucioná-las.

  4. Receber adequadamente os Sacramentos da Igreja, particularmente a Eucaristia e a Reconciliação.

Oração a Nossa Senhora do Carmo

Ó Virgem do Carmo e mãe amorosa de todos os fiéis, mas especialmente dos que vestem vosso sagrado Escapulário, em cujo número tenho a dita de ser incluído, intercedei por mim ante o trono do Altíssimo. Obtende-me que, depois de uma vida verdadeiramente cristã, expire revestido deste santo hábito e, livrando-me do fogo do inferno, conforme prometestes, mereça sair quanto antes, por vossa intercessão poderosa, das chamas do Purgatório.

Ó Virgem dulcíssima, dissestes que o Escapulário é a defesa nos perigos, sinal do vosso entranhado amor e laço de aliança sempiterna entre Vós e os vossos filhos. Fazei, pois, Mãe amorosíssima, que ele me una perpetuamente a Vós e livre para sempre minha alma do pecado. Em prova do meu reconhecimento e fidelidade, ofereço-me todo a Vós consagrando-Vos neste dia os meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser.

E porque Vos pertenço inteiramente, guardai-me e defendei-me como filho e servidor vosso. Amém.

Fontes: (Revista Arautos do Evangelho, Julho/2004, n. 31, p. 18 à 21) e padrepauloricardo.org

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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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