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ORIGEM HISTÓRICA DO SÁBADO, DIA DE NOSSA SENHORA

“Um dos costumes mais antigos traçados para honrar Maria no sábado, na Igreja de Roma teve lugar no sábado antes” do Domingo de Pentecostes. Os membros recém-batizados da Igreja foram levados do batistério de São João de Latrão ao grande santuário de Maria, a Basílica de Santa Maria Maior [construída pelo Papa Libério 352-66].

São João Damasceno “(† 754) em seus escritos testemunha a celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Os livros litúrgicos dos séculos IX e X contêm missas em honra de Maria no sábado.

O sábado adquiriu grande Tom Mariano e o e rapidamente tornou-se associado com Maria. Hoje, o traço mais forte da relação de Maria com o sábado ocorre na Liturgia. O sábado é dedicado a Maria por uma Missa ou o Ofício da Bem-Aventurada Virgem Maria. Através destes atos litúrgicos, os cristãos exaltam a pessoa de Maria na ação que renova o sacrifício de Cristo e na ação que prolonga a sua oração.


Esta atribuição litúrgica do sábado a Maria foi em grande parte o trabalho de Alcuin (735-804), o monge beneditino que foi “Ministro da Educação” na corte de Carlos Magno e que contribuiu de forma decisiva para a reforma litúrgica carolíngia.

Alcuin compôs seis formulários para Missa votiva (ou seja, devocionais) – uma para cada dia da semana. E ele designou dois formulários para o sábado, em honra de Nossa Senhora. A prática foi rapidamente e alegremente abraçada por ambos os clérigos e leigos. …

O costume de dedicar Missas no Sábado a Maria foi fomentado especialmente nas igrejas do claustro das várias ordens, e rapidamente se espalhou por toda a Igreja.

Os grandes teólogos dos séculos XII e XIII, São Bernardo, São Tomás, e São Bonaventura explicavam a dedicação dos sábados a Maria, apontando para o tempo do descanso de Cristo no túmulo. Todos os outros tinham abandonado Cristo; só Maria continuou a acreditar. Este foi o seu dia!

Nos séculos seguintes,os sábados dedicados a Maria foram expressas em várias devoções. Este foi o dia selecionado pelos fiéis para ir em peregrinação. Confrarias realizavam suas reuniões aos sábados e as chamavam Fraternidade dos sábados ou Confraria dos sábados. As sete dores de Maria foram comemorados em sete sábados consecutivos. Os quinze sábados antes da liturgia em honra de Maria como Rainha do Rosário [07 de outubro] recordavam as quinze dezenas do rosário. Em algumas áreas, este foi o dia em que as culturas e colheitas foram abençoadas e celebrada. A devoção crescente em honra da Imaculada Conceição estimulada pelos Franciscanos contribuiu para promover os Sábados em honra da Virgem Maria. Em 1633, um Capítulo da Ordem determinou que a Santa Missa em honra deste mistério era para ser comemorada aos sábados. Os franciscanos estimularam também a recitção do Ofício da Imaculada Conceição, escrito pelo Frei Bernardino de Bustis, no século XV, e ainda hoje recitado aos sábados por muitos católicos.

Com o tempo, tornou-se habitual para os católicos em todos os lugares considerar o sábado dia de Maria, assim como o domingo é o dia do Senhor. Muitos fiéis comemoravam o dia assistindo à Missa, recebendo a Eucaristia, e rezando o terço em família ou assistindo a uma noite de devoção na Igreja, bem como realizando obras de caridade ao próximo de muitas formas.

AS DEVOÇÕES A NOSSA SENHORA NO SÁBADO:

OFÍCIO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA OU COMUM DE NOSSA SENHORA:

É a Liturgia opcional de devoção a Maria rezada pelos padres, monges e freiras. Recitam-se Salmos, leituras, hinos e orações para honrar Maria Mãe de Jesus.

DEVOÇÃO REPARADORA DOS PRIMEIROS SÁBADOS:

Por fim, a 13 de Junho de 1912, São Pio X concedeu novas indulgências a práticas que parece anteciparem exatamente os pedidos de Pontevedra: “Para promover a devoção dos fiéis para com a Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus, e para fazer reparação pelos ultrajes dos homens ímpios ao Seu Santíssimo Nome e aos Seus privilégios, São Pio X concedeu ao primeiro sábado de cada mês uma indulgência plenária, aplicável às almas do purgatório.

As condições são: confissão, comunhão, oração pelas intenções do Soberano Pontífice e exercícios piedosos com o espírito de reparação, em honra da Virgem Imaculada”. Exatamente cinco anos depois deste dia 13 de Junho de 1912, aconteceu em Fátima a grande manifestação do Imaculado Coração de Maria, “cercado de espinhos que O pareciam cravar”. A Irmã Lúcia disse depois: “Nós compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que exigia reparação”.

A 13 de Novembro de 1920, o Papa Bento XV concedeu novas indulgências a esta mesma prática, quando realizada no primeiro sábado de oito meses seguidos. Nossa Senhora, em sua aparição em Fátima, havia pedido para a Irmã Lúcia a devoção reparadora dos cinco sábados ( assistir Missa, comungar e rezar o terço em reparação dos pecados cometidos contra seu Imaculado Coração – as blasfêmias e agressões dos homens ingratos e ateus).


PRÁTICAS DEVOCIONAIS REALIZADAS NOS SÁBADOS EM HONRA DE NOSSA SENHORA:

OFÍCIO DA IMACULADA CONCEIÇÃO:

O Ofício é uma oração composta para ser cantada ou recitada (de uma só vez ou seguindo a Liturgia das Horas), a fim de proclamar os louvores da Mãe de Deus e defender a fé da Igreja na Imaculada Conceição da Virgem Maria. Na reforma do Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI modificou a doutrina acerca das indulgências e concedeu indulgência parcial a aqueles que rezarem com fé o Ofício da Imaculada Conceição.

ROSÁRIO OU TERÇO: O Santo Rosário é uma prática religiosa de devoção mariana muito difundida entre os católicos romanos, que o rezam tanto pública quanto individualmente. Consiste na recitação seriada de orações com o auxílio de uma corrente com contas ou nós, que recebe o mesmo nome. O rosário também compreende a contemplação de determinadas passagens da vida de Jesus e de sua mãe Maria que, segundo a doutrina da Igreja Católica, são de especial relevância para a história da salvação e que recebem o nome de “mistérios”. Terço é uma pequena parte (5 mistérios) do rosário.

Oremos: Suplica a Augusta Rainha Augusta Rainha dos céus, soberana mestra dos Anjos, Vós que, desde o princípio, recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, Nós vo-lo pedimos humildemente, Enviai vossas legiões celestes para que, sob vossas ordens, e por vosso poder, Elas persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, Reprimindo-lhes a insolência, e lançando-os no abismo. Quem é como Deus? Ó Mãe de bondade e ternura, Vós sereis sempre o nosso Amor e a nossa esperança. Ó Mãe Divina, Enviai os Santos Anjos para nos defenderem, E repeli para longe de nós o cruel inimigo. Santos Anjos e Arcanjos, Defendei-nos e guardai-nos. Amém.

 
 
 
O Rosário é a Melhor das devoções, depois da Santa Missa

Isso quem diz é São Luís Maria de Montfort: “O Rosário completo é, pois, uma grande coroa de rosas e o Terço de cinco dezenas é uma pequena coroa de flores ou uma pequena coroa de rosas celestiais que colocamos nas cabeças de JESUS e Maria. A rosa é a rainha das flores, e o Rosário, depois da Santa Missa é a melhor das devoções” E continua: “Não é possível para mim expressar em palavras o quanto Nossa Senhora pensa a respeito do Santo Rosário e de como ela imensamente o prefere em relação a todas as outras devoções. Nem posso eu me expressar de maneira suficiente o quanto ela recompensa aqueles que trabalham, a fim de propagar esta devoção a fim de estabelecê-la e divulgá-la, nem por outro lado, o quanto ela pune aqueles que trabalham contra esta devoção”.

O Rosário é uma oração perfeita. É perfeita por que engloba tudo o que é de mais agradável a Deus e Nossa Senhora. Ele possui todas as orações mais agradáveis aos olhos de Deus, segue descrito a seguir:

1 – Possui o símbolo de Nossa Fé. “O Credo ou o Símbolo dos Apóstolos que é rezada no crucifixo do Rosário é um santo sumário de todas as verdades cristãs. É uma oração que possui grande mérito porque a fé é a raiz, a base e o começo de todas as virtudes cristãs, de todas as virtudes eternas e também de todas orações que são do agrado do DEUS Todo-Poderoso.” (São Luis Maria de Montfrot)

2 – Possui a oração do Pai Nosso, que foi ensinada diretamente por Jesus Cristo. “O PAI Nosso ou a oração do SENHOR possui grande valor acima de tudo por causa de sua Autoria que não é nem humana nem angélica, mas do Reis dos Anjos e dos homens, Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO. São Cipriano disse que parecia certo que Nosso SENHOR, por quem nascemos para a vida da graça, veio para ser o nosso Mestre celestial e os ensinar a orar” (São Luis Maria de Montfort).

3 – Possui a saudação Angélica, ou Ave Maria. Assim diz São Luis Maria de Montfort: “A Saudação Angélica é o mais ocioso sumário que toda a teologia Católica nos ensina a respeito da Virgem Santíssima. Ela é dividida em duas partes, uma de louvor e a outra de petição: a primeira mostra tudo quanto constitui a verdadeira grandeza de Maria e tudo que necessitamos pedir a ela e tudo o que podemos esperar receber de sua bondade. (…) Através da Saudação Angélica, DEUS se tornou Homem, uma virgem se tornou Mãe de DEUS, as almas dos justos foram libertadas do Limbo, enchendo, no Céu, os tronos vazios. Além disto, o pecado foi perdoado, a graça nos foi dada, os doentes foram curados, os mortos ressuscitaram, os exilados foram trazidos de volta ao seu lar, a ira da SANTÍSSIMA TRINDADE foi apaziguada e os homens obtiveram a vida eterna. Finalmente, a ‘Saudação Angélica é um arco-íris nos céus, um sinal de misericórdia e graça que DEUS dá ao Mundo’.” (Bem-aventurado Alano de La Roche) Não há nada que agrade mais a nossa Mãe, que recitar a Ave Maria, é como oferecer uma rosa a Nossa Senhora, como foi dito acima.

4 – Possui os Mistérios da vida de Jesus e de Maria: “Um mistério é uma realidade sagrada que é difícil de compreender. As obras de Nosso Senhor JESUS CRISTO são todas sagradas e divinas, porque Ele é DEUS e Homem ao mesmo tempo (…)” [1] “São Domingos dividiu a vida de Nosso SENHOR e Nossa Senhora em quinze mistérios que lembram suas virtudes e ações mais importantes. São quinze quadros, cujas cenas devem servir-nos de normas e exemplos de fogo que guiam nossos passos nesta vida terrena”.

5 – Possui a Meditação da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o que mais agrada a Deus. Lhe agrada muito meditar o quanto Ele sofreu por nós. E isto novamente, não sou eu quem digo: A Virgem Maria ensinou ao Bem-aventurado Alano de La Roche e disse-lhe em uma visão: “Quando os fiéis rezem as Cento e cinquenta Ave Marias e os e os Quinze PAI Nossos, muito me agradam e esta devoção é eficaz para se obter graças. Mas a eficácia aumenta muito mais e me agradarão mais ainda se, enquanto se rezar, meditar na Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de JESUS CRISTO, pois a meditação é a alma desta devoção”

6 – O Rosário é uma oração perfeita por que por ele pedimos a intercessão da Mãe de Deus: Não há no céu nem na terra maior Intercessora que Nossa Senhora, e no rosário nós colocamos tudo nas mãos de Maria, e confiamos a ela nossa oração. Jesus nada nega a sua mãe. 7 – O Rosário é uma oração perfeita também, por que nele pedimos a intercessão dos Santos que estão no céu, para que roguem por nós

Considerações finais: Depois dos motivos expostos acima, creio que o leitor possa refletir: O que faltou na oração do rosário? Nada. O Rosário é uma oração completa e a mais perfeita, por isso Nossa Senhora tanto insistiu em todas suas aparições, que rezemos ao menos o terço todos os dias. Nada pode ser substituído pela oração do rosário. Como disse São Luís Maria de Montfort, no livro [O Segredo do Rosário], não peca quem reza de outra forma, porém, nada neste mundo, nem uma outra oração é tão grande em méritos e tão querida por nosso Senhor.

Equipe Templário de Maria

 
 
 

Se comungarmos, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças.

Se não tiver a intenção de fazer a devida ação de graças após receber a Sagrada Eucaristia, é melhor NÃO comungar.

Devemos nos recordar que as espécies eucarísticas (pão e vinho mudados na carne e sangue de Cristo) demoram aproximadamente 15 minutos para se dissolverem em nosso organismo; o que significa que na prática, ao menos por 15 minutos, somos literalmente sacrários vivos, de modo que após recebermos o Santíssimo Sacramento, devemos fazer ao menos 15 minutos de ação de graças e adoração ao Senhor que recebemos.

Infelizmente a falta de zelo da maior parte dos sacerdotes não têm ajudado os fiéis a terem consciência da sublimidade desse momento, de modo que não se faz o silêncio necessário após o recebimento da comunhão.

Tristemente esse momento é substituído por cânticos, barulhentos, intermináveis avisos paroquiais, campanhas de dízimo, etc…. e o povo mal instruído e desprovido de piedade, tem pressa para que a missa termine logo e assim possam sair para falarem com os amigos, sem se darem conta de que acabou de receber nosso maior de todos os amigos, que é o próprio Deus na Santíssima Eucaristia. Assista a formação antes de continuar a leitura:


Olhando para esses fatos que se repetem todos os dias em nossas Igrejas, podemos entender as abundantes lágrimas de São Francisco de Assis que entre soluços exclamava: “O amor não é amado. O amor não é amado.”

Se o povo católico que frequenta Igreja tivesse consciência verdadeiramente do que é a Santa Missa e de quem realmente recebemos na SS Eucaristia, se portaria de modo muito diferente do atual. Certamente participaria do Santo Sacrifício do Calvário com profundo respeito, fervor, recolhimento e gratidão; mais… faria e exigiria o silêncio após a comunhão para adorarem o Senhor recebido na SS Eucaristia, ao menos por 15 minutos.

São Luís Maria Grignion de Montfort dizia: “Não troco um minuto de ação de graças, nem por um minuto de Céu”.

Quão longe a grande maioria de nosso povo está da consciência da sublimidade dos momentos de ação de graças…

Entretanto, ainda que esse momento sublime não seja cultvado pela maior parte dos atuais sacerdotes, cada fiel pode fazer ao menos esses 15 minutos de adoração após receber Jesus Sacramentado. Basta que após comungar se ajoelhe em seu banco, abaixe sua cabeça e adore a Deus. Deixe que corram músicas, avisos ou seja o que for: permaneça com Jesus, sem respeito humano e sem se preocupar com o juízo alheio.

A ação de graças após se receber a SS Eucaristia são os mais preciosos momentos que um ser humano pode viver neste mundo, de modo que não devemos negligência-lo ou abrevia-lo por pressa.

Não fazer a devida ação de graças, mostra que aquele que comungou não tem consciência do que fez, ou, espantosamente despreza o Deus no qual diz acreditar.

Se não somos capazes de corrigir as coisas em nossa paróquia ou comunidade, podemos ao menos nos corrigir e também buscar conscientizar as pessoas da necessidade de se fazer ao menos 15 minutos de ação de graças após Jesus na Comunhão.

Templário Maria


Por quanto tempo Jesus fica presente na Eucaristia após recebermos a Comunhão?

Temos que dar o devido respeito ao Nosso Senhor

O grande tesouro da Igreja Católica é a Eucaristia – o próprio Jesus disfarçado sob as aparências do pão e do vinho. Cremos que, como diz o Catecismo, “No santíssimo sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo’

Além disso, esta presença real de Cristo na Eucaristia não termina imediatamente quando o recebemos na hora da Comunhão. O Catecismo prossegue explicando como “a presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e perdura enquanto a espécie eucarística subsistir”

Mas o que significa quando recebemos a Comunhão em nossas bocas? Quanto tempo permanece a Presença Real de Jesus em nossos corpos?

Há uma história famosa da vida de São Filipe Néri que ajuda a responder a essa pergunta. Um dia, enquanto celebrava a Missa, um homem recebeu a Sagrada Comunhão e deixou a igreja mais cedo. O homem parecia não ter respeito pela Presença dentro dele e, assim, Filipe Néri decidiu usar esta oportunidade como um momento de ensino. Ele enviou dois coroinhas com velas acesas para seguir o homem fora da igreja.

Depois de um tempo andando pelas ruas de Roma, o homem se virou para ver os coroinhas que ainda o seguiam. Confuso, o homem voltou à igreja e perguntou a Filipe Néri por que ele tinha mandado os coroinhas atrás dele. São Filipe Néri respondeu dizendo: “Temos que prestar o devido respeito a Nosso Senhor, que você está levando com você. Como você se recusou a adorá-lo, mandei os dois acólitos para fazer isso”. O homem ficou atordoado com a resposta e resolveu, das próximas vezes, ficar mais consciente sobre presença de Deus dentro dele.

Considera-se que a espécie eucarística do pão permanece por cerca de 15 minutos em nós, após recebermos a Comunhão. Isso se baseia na biologia simples e reflete a afirmação do Catecismo de que a presença de Cristo “permanece enquanto persistir a espécie eucarística”.

É por isso que muitos santos recomendaram oferecer 15 minutos de oração depois de receber a Eucaristia, como uma ação de graças a Deus. Isso permite que a nossa alma saboreie a presença de Deus, e que nós tenhamos um verdadeiro encontro de “coração para coração” com Jesus.

Em nosso mundo corrido, muitas vezes é difícil permanecer na Igreja muito tempo depois da Missa. Mas isso não significa que não possamos pelo menos fazer uma breve oração de agradecimento. O ponto principal é que precisamos nos lembrar de que a presença de Jesus na Eucaristia permanece conosco por vários minutos e nos apresenta um momento especial, quando podemos comungar com o Senhor e sentir seu amor dentro de nós.

Se um dia você se esquecer disso, não se surpreenda se o seu pároco enviar coroinhas para seguir o seu carro quando você sair da Igreja logo depois de receber a Comunhão!

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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