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Informa o Vaticano por ocasião da visita do cardeal Cordes

CIDADE DO VATICANO, domingo, 17 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Em momentos nos quais cresce de maneira significativa a obra da Igreja no campo da educação e da assistência aos enfermos na Índia, o cardeal Paul Josef Cordes está realizando uma visita de alento e orientação.

O presidente do Conselho Pontifício «Cor Unum», instituição da Santa Sé encarregada de coordenar as organizações católicas de ajuda no mundo, se encontra no país de 15 a 19 de fevereiro por convite da Conferência Episcopal local.

O purpurado alemão, em seu encontro com os bispos indianos, reunidos em assembléia plenária em Jamshedpur, oferecerá uma reflexão «sobre o espírito do compromisso caritativo da Igreja à luz da encíclica “Deus caritas est”, sublinhando em particular as raízes cristãs da caridade», explica um comunicado emitido pela Sala de Informação da Santa Sé.

Segundo esta nota, «a visita quer reforçar o testemunho da Igreja Católica no campo caritativo, que segue fazendo-se visível através de numerosas obras de caridade».

«Os cristãos na Índia já dirigem 20% das escolas elementares, 25% das instituições de ajuda a viúvas e órfãos, e 30% das dedicadas a deficientes, leprosos e enfermos da aids», indica o comunicado vaticano.

Nestes momentos nos quais a Índia experimenta um grande crescimento econômico, o cardeal recordará aos bispos que no serviço de caridade (a diakonia) «é primordial o papel do bispo».

Na primeira etapa de sua viagem, o cardeal visitou o túmulo da beata Teresa de Calcutá, assim como algumas das casas para pobres e pessoas que sofrem fundadas por ela.

 
 
 

Educação sexual “integral” para adolescentes não é efetiva e tampouco é o preservativo


SALT LAKE CITY, 14 Jun. 07 / 12:00 am (ACI).- O Dr. Stan Weed do Institute for Research and Evaluation (IRE) em Salt Lake City, Utah, (Estados Unidos) realizou um estudo que revelou que a abstinência é o melhor método para prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DST) assim como as complicações psicológicas dos adolescentes ativos sexualmente antes do matrimônio.

O estudo, intitulado “Abstinência ou Educação Sexual ‘integral’?”, está apoiado na educação e conduta de mais de 400 mil jovens em 30 diferentes estados dos Estados Unidos, observados durante 15 anos.

O Dr. Weed explicou no site pró-vida LifeSiteNews que “nos Estados Unidos, as taxas de atividade sexual foram decaindo nos adolescentes durante os últimos 12-13 anos, o que coincide com o início da educação para a abstinência. O aborto e as gravidezes assim como os nascimentos fora do matrimônio também foram diminuindo no mesmo período de tempo. Entretanto, o aborto, as gravidezes e os nascimentos fora do matrimônio se incrementaram em um grupo de mais idade, 19-25 anos, que não teve a educação para a abstinência”.

O estudo também demonstra que a educação sexual “integral” não explica as limitações dos preservativos, e que “muitas conseqüências da atividade sexual em adolescentes não se previnem com o uso da camisinha”. Após 20 anos deste tipo de educação, os jovens não sabem que os preservativos “não fazem nada para lutar contra a baixa auto-estima, a depressão” e demais complicações psicológicas que “conduz a atividade sexual antes do matrimônio”.

Ao avaliar os programas de abstinência existentes, tais como Reasons of the Heart, Heritage Keepers, Sex Respect and Teen Aid, o IRE descobriu que os estudantes participantes neles em muito poucos casos eram sexualmente ativos. Os programas mais bem-sucedidos destacam a importância do autocontrole e da responsabilidade. Dão também aos adolescentes uma meta positiva que é o compromisso e o matrimônio para os quais devem trabalhar frente ao futuro. O IRE também descobriu a necessidade de educar na abstinência ano após ano.

O Dr. Weeds conclui explicando que “os programas de educação para a abstinência bem desenhados e implementados podem reduzir a atividade sexual dos adolescentes até a metade por períodos de um ou dois anos, com o qual também se incrementa o número de adolescentes que evitam todos os problemas relacionados à atividade sexual. Abandonar esta estratégia… seria mais um rumo marcado pela política que um desejo por proteger os adolescentes dos Estados Unidos”.

O relatório completo (em inglês em formato PDF) pode ser lido clicando aqui

 
 
 

Durante sua intervenção antes de rezar a oração mariana do Angelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 21 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI pede que o anseio – feito de oração e colaboração caritativa – pela unidade dos cristãos «difunda-se cada vez mais nas paróquias e nos movimentos eclesiais e entre os Institutos religiosos».

Perante milhares de fiéis e peregrinos na Praça de São Pedro, no Vaticano, e milhões de pessoas que acompanham a transmissão do Angelus dominical através dos meios de comunicação, o Santo Padre afirmou a importância da oração no itinerário ecumênico, um tema que também considera prioritário em seu pontificado.

Entre 18 e 25 de janeiro celebra-se a «Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos», cujo tema, este ano, apresenta o entusiasmo das pessoas – recolhido no Evangelho de Marcos – pela cura do surdo mudo por Jesus: «Faz ouvir os surdos e falar os mudos!».

A isso aludiu este domingo Bento XVI: «Cristo pode tudo», «é capaz de infundir nos cristãos o desejo ardente de escutar o outro, de comunicar-se com o outro e de encontrar junto a ele a linguagem do amor recíproco».

Definia assim em que consiste o ecumenismo: «Uma experiência dialógica profunda, um escutar-se e falar-se, um conhecer-se melhor».

«É uma tarefa que todos podem realizar –exortou–, especialmente no relativo ao ecumenismo espiritual, baseado na oração e em compartilhar o que é possível por agora entre os cristãos».

Neste contexto, expressou seu desejo de que «o anseio pela unidade, traduzido em oração e fraterna colaboração para aliviar os sofrimentos do homem, difunda-se cada vez mais nas paróquias e nos movimentos eclesiais e entre os Institutos religiosos».

Este ano o tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos se inspirou nas comunidades cristãs de Umlazi (África do Sul), uma região açoitada pela pobreza e a Aids.

Os materiais de oração e reflexão para a Semana se preparam conjuntamente, se traduzem e se publicam pelo Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos (em representação vaticana) e pela Comissão de Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas (CMI). Cada ano, um grupo ecumênico local prepara o material original.

Estão disponíveis, tais materiais, no link www.vatican.va.

A Semana é um tempo forte de oração no qual as Igrejas de todo o mundo expressam sua aspiração e sua vontade de caminhar para a unidade dos cristãos, que são cerca de dois bilhões.

Em Roma, a Semana concluirá na próxima quinta-feira, às 17h30, com a celebração das Vésperas na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, no dia da festa litúrgica da conversão do Apóstolo dos povos. Bento XVI presidirá a celebração.

«Espero-vos numerosos em tal encontro litúrgico, já que a unidade se faz sobretudo orando, e quanto mais coral é a oração, mais agradável é ao Senhor», despediu-se o Papa este domingo.

 
 
 
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