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Valerie Gatto

WASHINGTON DC, 11 Jun. 14 / 09:43 am (ACI/EWTN Noticias).- Valerie Gatto, Miss Pensilvânia e candidata ao concurso de beleza Miss Estados Unidos 2014, que foi celebrado há alguns dias, revelou que foi concebida em um estupro. Porém, isso não a intimidou no seu caminho para o sucesso, e pelo contrário, busca ser fonte de inspiração para que as pessoas saibam que “não podem deixar que suas circunstâncias definam a própria vida”.

Entrevistada recentemente pelo Today.com, Valerie, que ficou entre as 20 primeiras no concurso de beleza, assegurou que “eu acredito que Deus me colocou aqui por alguma razão: para inspirar as pessoas, para alentá-las, para dar-lhes esperança de que tudo é possível e que não podem deixar que as circunstâncias definam a sua vida”.

“Ser uma filha de um estupro, não saber quem é o meu pai, não saber se ele já foi encontrado, a maioria das pessoas pensa que é uma situação muito negativa”, expressou.

Entretanto, Valerie assinalou que “cresci com a minha mãe e meus avós. Eles nunca olharam para isso como algo negativo. Tenho uma família amorosa, que me apoia, e que me diz que eu poderia ser presidente dos Estados Unidos”.

A jovem, que também é uma consultora de marketing, recordou que quando era mais nova e perguntou para a sua mãe como tinha sido concebida, lhe contou que “aconteceu uma coisa muito ruim. Um homem muito mau quis me machucar, mas Deus me deu você”.

“Infelizmente, temos que estar alertas em relação a estes crimes”, disse Gatto, que se esforçou por compartilhar a sua experiência com diversos grupos de pessoas para ajudar na prevenção de estupros.

“Espero mostrar às outras como ser pró-ativas, o que podem fazer, como estar presente, estar ciente de seu entorno, pequenas coisas como essas… estou educando as mulheres sobre um tema que é tão sério, mas é tão maravilhoso ver suas respostas. Dizem que isso mudas as suas vidas”.

Valerie assegurou que não compartilhou a sua história “por publicidade”, mas “estou fazendo isto para mudar realmente o mundo e fazer uma diferença”.

Em uma entrevista anterior, no final de 2013, depois de ser coroada Miss Pensilvânia, Valerie recordou que sua mãe “sempre me dizia que eu era a sua luz”, e assinalou que “desde esse momento da concepção, houve essa luz, associada com a escuridão”.

 
 
 

WASHINGTON DC, 01 Jun. 12 / 03:16 pm (ACI)

O ator cubano Andy García, protagonista de “Cristiada”, filme que estréia nesta sexta-feira 1 de junho nos Estados Unidos, logo depois de ter tido grande acolhido no México em abril, afirmou que não é preciso ser católico para ver o filme. Do êxito de bilheteria neste primeiro fim de semana depende que o filme seja visto na América Latina.

Em uma entrevista concedida ao The Associated Press, o ator assinalou que “a gente não tem que ser católico para estar no filme nem para ver o filme, eu fui ver ‘A lista do Schindler’ e não tenho a ninguém que esteve no Holocausto, a fui ver porque uma história importante de conhecer e um grande filme”.

No filme, que narra a guerra cristera no México durante a perseguição religiosa da década de 1920, García protagoniza um condecorado geral ateu retirado que aceita a oferta de liderar um grupo de defensores da liberdade religiosa. Embora não compartilhe sua fé, ele o faz para defender o direito básico da liberdade.

Como cubano e católico, García reconhece a similitude com a história de seu país natal, onde apesar de haver certo grau de liberdade religiosa, ainda se percebe o controle total que impõe na ilha o regime dos irmãos Castro.

Para o ator conhecido por atuações em filmes como “O Poderoso Chefão III” e “Os intocáveis”, é inexplicável “como um episódio tão importante da história mexicana como a Guerra Cristera não é mais conhecido”.

“90 mil pessoas morreram em três anos (1926-1929), houve tortura, padres enforcados em postes (…) O curioso é que eu não sabia nada a respeito e quando perguntei a alguns amigos mexicanos eles também não sabiam nada ou diziam que tinham escutado algo a respeito”, assinalou o ator de Hollywood sobre o conflito gerado pela proibição de oficiar missas, o uso de vestimentas sacerdotais em público e a perseguição de católicos por parte do governo.

Entretanto, afirmou que essa curiosidade foi em parte a sua motivação para interpretar o papel do general Enrique Gorostieta no filme “Cristiada”, uma “superprodução” dirigida por Dean Wright que o ator comparou com mega produções como “A conquista do oeste”, “Doutor Zhivago” ou “Lawrence de Arábia”.

No filme, que em inglês leva o título de “For Greater Glory” (Para Maior Glória), também atuam Eva Longoria, Rubén Blades, Eduardo Verástegui e Peter O’Toole.

Veja o trailer do filme em: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3KiagxENUv4[/youtube]

Site oficial:

 
 
 

Vaticano, 28 Mar. 12 / 09:31 am (

A Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) informou, em um comunicado oficial, que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentosdeu sua aprovação ao novo rito de “Bênção de uma criança no útero”.

A notícia foi divulgada neste 26 de março, Solenidade da Encarnação do Senhor. Esta bênção foi redigida pelo Comitê do Culto Divino da USCCB, a Conferência de bispos católicos dos EUA, ao constatar que não havia um rito aprovado para tal fim.

O Cardeal Daniel DiNardo, secretário do Comitê de atividades Pró-vida da Conferência episcopal norte-americana, manifestou sua alegria ao comunicar a notícia: “Estou impressionado pela beleza da vida humana no útero”, comentou.

“Não poderia pensar em um melhor dia para anunciar esta notícia que a festa da Anunciação, quando recordamos o ‘Sim’ de Maria a Deus e a Encarnação dessa Criança nela, nesse útero, que salvou ao mundo”.

“Queríamos fazer este anúncio o antes possível”, afirmou Monsenhor Gregory Aymond, secretário do Comitê de Culto Divino da USCCB, “de forma que as paróquias possam começar a ver como esta bênção pode integrar-se na malha da vida paroquial”.

O texto será impresso em um folheto bilíngüe (inglês-espanhol)e estará disponível para as paróquias norte-americanas no dia das Mães. “Oportunamente, esta nova bênção será incluída no livro de Cerimonial das Bênçãos, quando esta publicação seja revisada”, anunciou Monsenhor Aymond.

O rito foi preparado para apoiar os pais que esperam o nascimento de seus filhos, para alentar as comunidades paroquiais à oração e o reconhecimento do dom dos nascituros e para criar consciência do respeito à vida humana na sociedade. Segundo o comunicado oficial, o rito poderá ser realizado no contexto da Eucaristia ou fora dela.

A bênção teve sua origem em uma solicitude de Monsenhor Joseph Kurtz, Arcebispo de Louisville, quem pediu ao Comitê de Atividades Pró-vida averiguar se existia um rito aprovado para abençoar uma criança no ventre de sua mãe.

Quando não pôde encontrar nenhum, o Comitê redigiu uma versão e a submeteu à aprovação do Comitê para o Culto Divino da Conferência, que o aprovou em março de 2008. A Assembléia plenária dos bispos da USCCB ratificou esta aprovação e enviou o rito a Roma para sua edição e aprovação final.

 
 
 
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